Conto sobre as raízes de um povo
Em um poderoso clã de guerreiras ashanti, na África Ocidental, viveu uma família cujo legado atravessa o tempo
Em um poderoso clã de guerreiras ashanti, na África Ocidental, viveu uma família cujo legado atravessa o tempo. A história dela ficou conhecida como Os sete novelos (ou O conto das sete irmãs ). E era contada sempre à noite, sob a lua, quando crianças e anciãos se reuniam ao redor do baobá sagrado para ouvir os ensinamentos da velha mestra Griô, guardiã da memória ancestral do povo. Mas o que nem todos sabem é que essa história não começou com as irmãs. Existiam as forças que lhes deram origem: o pai (que tinha uma energia que equilibrava tudo ao redor) e a mãe (Abyna, a matriarca justa e corajosa, que era o fogo e o vento do seu clã) das sete moças. Eram guardiões de um equilíbrio sagrado, oriundos de poderosas árvores ancestrais. É deles que trata o conto Abyna (Yellowfante, 32 pp, R$ 67,90). Um conto ainda não contado.
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