Livro questiona o significado de ser filho
Inspirada na parábola do filho pródigo, obra apresenta uma reflexão profunda sobre a experiência de quem está sempre presente
Nem sempre a história mais contada é a de quem partiu. Em O filho que ficou, Ronald C. Rissuti direciona o olhar para aquele que permaneceu, cumpriu responsabilidades e sustentou a casa em silêncio, mas que também carregava necessidades e questionamentos que nem sempre eram percebidos.
Inspirada na parábola do filho pródigo, a obra apresenta uma reflexão profunda sobre a experiência de quem está sempre presente, serve, lidera e busca fazer o que é certo, mas pode acabar se sentindo esquecido, comparado ou distante do amor que sempre esteve ao seu alcance. Entre tarefas, cansaço espiritual e a busca por reconhecimento, o autor conduz o leitor a uma jornada de identidade, misericórdia e transformação. Mais do que falar sobre permanecer, o livro questiona o significado de ser filho e convida a uma mudança de perspectiva: deixar de enxergar a relação com Deus apenas como trabalho e responsabilidade para experimentar o descanso, o acolhimento e a alegria de pertencer. Publicado pela Ases da Literatura, é uma obra para quem precisa se lembrar de que também pode sentar-se à mesa.
Livro: O filho que ficou
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