Rubem Braga
Era de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo; com pouco mais de 20 anos, alcançou projeção inédita para um jornalista brasileiro, com suas crônicas sendo publicadas simultaneamente no Rio, em São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e outras capitais; cobriu a Revolução Constitucionalista de 1932 e a Segunda Guerra Mundial, quando preferiu entrevistar soldados rasos a generais; poucos escreveram em língua portuguesa como ele e raros como ele souberam usar o ponto-e-vírgula. Rubem Braga, se vivo fosse, estaria completando 90 anos neste domingo, dia 12 de janeiro. Menos mal que a editora Record mantém todas as suas coletâneas de crônicas em circulação e, segundo a empresa informa, vendendo sempre e bem. Pois o bom mesmo é ler ou reler o velho Braga.
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