A economia do submundo
O slogan sexo, drogas e rock’n’roll já fez a cabeça de várias gerações desde o nascimento da contra-cultura e está próximo de ter uma overdose de tantas referências que são feitas a ele há décadas e décadas. Mesmo assim, a escritora inglesa Diane Coyle, colunista do jornal britânico The Independent, decidiu arriscar e usar esse coquetel “libertário” com uma nova substância: a economia. O resultado revigorante está no livro Sexo, Drogas e Economia (248 pp.) que a Editora Futura lança em julho, no Brasil. Ao contrário do que pressupõe o ideário hippie dos anos 60, a viagem da autora é repleta de caminhos lúcidos e racionais sobre a importância do dinheiro e de como a economia afeta quase todas as situações da vida das pessoas no mundo global.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta


