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A história do rock brasileiro

11 de novembro de 2003
1 min de leitura

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Ao contrário do que foi insinuado na época, o acidente com o ultraleve de Herbert Vianna, que deixou o vocalista dos Paralamas do Sucesso numa cadeira de rodas e matou sua mulher, Lucy, não foi fruto das peripécias de um piloto arrojado. A culpa foi do fabricante, que, meses depois, reconheceu o defeito do ultraleve Fascination. O episódio, que foi alvo de uma investigação policial em que chegou-se a cogitar a hipótese de que Herbert fosse indiciado por homicídio culposo, está esclarecido, com minúcia de detalhes, em Vamo batê lata, biografia em que o jornalista Jamari França lança hoje, às 20h, no restaurante Cais do Oriente (Rua Visconde de Itaboraí, 8, Centro), no Rio de Janeiro. Em 352 páginas, o livro acompanha os 21 anos de carreira de uma das principais bandas do país, desde a os primeiros ensaios na casa de Vovó Ondina até o retorno, após o trágico acidente, com o álbum Longo Caminho.

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