A Biblioteca Nacional recupera a altivez
A revista Nossa História é só a primeira amostra do vendaval de novas idéias que, desde a posse do novo presidente, varre a outrora calma biblioteca. Até porque, com a reforma administrativa do Ministério da Cultura, que passou à sua esfera as atribuições da Secretaria Nacional do Livro, a Biblioteca Nacional tornou-se o centro da política do livro no país. Isso significa que tudo passa por lá, da divulgação do livro brasileiro no exterior à criação de bibliotecas públicas nos cerca de mil municípios onde elas ainda não existem. “Herdei do meu antecessor Eduardo Portella duas obras extraordinárias, o auditório e o portal internet”, diz Pedro. “Agora, quero dar maior relevância à atuação da Biblioteca no país; afinal, como o nome diz, ela é nacional. Precisa ter pelo menos um pé em São Paulo e outro em Brasília, centros mais óbvios de extensão. Ao mesmo tempo, vamos trabalhar para que tenha maior interação com o Rio: a Biblioteca tem tudo para entrar no roteiro turístico da cidade.”
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