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Interferência coletiva

01 de dezembro de 2003
1 min de leitura

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“Talvez por representar uma alternativa dentro do modelo atual da industria do entretenimento?”, responde perguntando H.D. Mabuse, fundador do grupo Re:Combo, sobre o motivo de o formato coletivo estar cada vez mais difundido. Sejam grupos de DJs, artistas plásticos ou guerrilheiros de mídia, os coletivos se espalham por diferentes áreas da cultura brasileira, mudando a forma de fazer e consumir arte, política e diversão. O rótulo “coletivo” não tem definição mais específica do que um grupo de colaboradores que se unem para realizar algo em conjunto. E é justamente essa dificuldade de classificá-los que os torna uma opção tão viável para quem quiser se expressar artisticamente: junte os amigos e descubra algo que todos estejam a fim de fazer. Se der certo, dá até mesmo para pagar as contas com um coletivo -o que, quando acontece, é uma consequência, e não uma motivação.

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