Leitor também é autor
Historiador do livro e da leitura, Roger Chartier, em sua mais recente vinda ao Brasil, lançou seu livro Leituras e leitores na França do Antigo Regime. Na ocasião – fins de junho – voltou a ressaltar que o livro deverá sobreviver ao texto eletrônico, sobretudo no caso do romance folheado no ônibus, no metrô ou no avião. Mesmo portátil, um computador é um objeto bem menos amigável. No tocante a jornais e revistas, tanto o papel como a tela podem receber leituras complementares: uma, funcional, e a outra, mais profunda. Se a leitura está mudando, o leitor também passa por uma revolução: ao interferir no texto eletrônico, cortando-o ou ampliando-o, também é autor. Clique no título da matéria e leia a entrevista com o historiador.
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