Uma tela ícone no imaginário dos amantes do belo e do enigmático
Para os amantes da arte, amadores ou acadêmicos, uma situação quase que desesperadora. Trocar olhares com Mona Lisa no Louvre pode estar com os dias contados. A tela começa a se deteriorar, informou o Louvre há alguns meses. Os franceses provavelmente vão chorar como choraram quando ela foi roubada do mesmo museu em 1910 ou quando transitava escondida pelas estradas da França nos idos de Hitler. No entanto, mesmo que o original da “MonaLisa” um dia desapareça, há muito encontrou outra morada: o imaginário dos homens, dos mais intelectualizados aos mais iconoclastas. A misteriosa dama tem uma existência das mais inusitadas desde que mestre Leonardo a criou no século XVI, como bem o percebeu o historiador inglês Donald Sassoon, que escreveu Mona Lisa, a história da pintura mais famosa do mundo (Record, 362 pp.,R$ 62,90).
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