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Clássicos são mais disputados que contemporâneos

18 de julho de 2004
1 min de leitura

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A onda de novas traduções de Tolstói, Tchekhov e Dostoiévski não se deve apenas à precariedade das versões antigas desses clássicos do século 19, cheias de erros e omissões. As editoras brasileiras bem que tentaram descobrir um ou outro autor que pudesse ser comparado aos gigantes do passado, mas o máximo que conseguiram foi chegar a Leonid Tsipkin, cujo romance Verão em Baden-Baden foi recentemente lançado pela Companhia das Letras. Em outras palavras, a literatura contemporânea russa está mais para “pulp fiction” e imitações de subprodutos pop do que para a grande tradição de Dostoiévski, segundo especialistas que têm acesso aos originais russos.

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