Prelúdios do Brasil
Borbulhante, dindinha, água-que-passarinho-não-bebe, cobertor de pobre, a-que-incha e concentrada. As expressões humorísticas são utilizadas, entre outras 50, como denominação da cachaça, cuja história tem início com a chegada dos primeiros portugueses ao País. O fascínio pela bebida que moldou a economia brasileira e assumiu papel significativo no comércio do País pode ser conferido em dois livros que acabam de chegar às livrarias. “Prelúdios da Cachaça”, de Luís Câmara Cascudo, (Global, 104 pp., R$ 31), editado pela primeira vez em 1968, oferece uma pesquisa sobre o costume e tradição do uso do aguardente, que, segundo a sabedoria popular, “serve para qualquer coisa”. Já “Cachaça – Um Amor Brasileiro”, de Alessandra Garcia Trindade, (Melhoramentos, 160 pp., R$ 59), traz a história da fabricação do álcool baseando-se em pesquisas de Câmara Cascudo.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta



