Quero fazer do Creative Commons uma plataforma em que todos confiem
Espécie de “segunda casa” do Creative Commons, o Brasil sediou, no penúltimo final de semana, o segundo encontro internacional dos líderes e simpatizantes do movimento, que militam por um direito autoral mais flexível e adequado aos tempos da internet e do remix. Idealizado há 5 anos pelo professor de Direito da Universidade Stanford Lawrence Lessig, o Creative Commons (www.creativecommons.org) oferece ao autor um conjunto de licenças que permitem a ele “marcar” sua obra com certas liberdades combinadas – é permitido copiar e distribuir, por exemplo, mas não fazer uso comercial; ou ainda, é permitido copiar, distribuir e comercializar, mas esses mesmos direitos devem ser preservados na obra resultante. Como escreve Lessig em seu livro Cultura Livre, a bíblia do Creative Commons: trata-se de um modelo de “alguns direitos reservados” – um meio-termo entre o “todos os direitos reservados”do copyright tradicional e o “nenhum direito reservado” do copyleft.
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