Dante Alighieri e seus mistérios
Ladrões de relíquias, igrejas cristãs do Oriente e Ocidente, uma irmandade obscura e a Divina Comédia de Dante Alighieri se cruzam em O último catão (Planeta, 512 pp., R$ 49,90) de Matilde Asensi, trama ao redor da história e do mundo. A escritora espanhola Matilde Asensi, conhecida no Brasil por A Origem Perdida, leva o leitor a uma alucinante viagem pelo Purgatório, da Divina Comédia ao da vida real. Um trio de especialistas – a irmã Ottavia Salina, paleógrafa de prestígio internacional, o professor Boswell, arqueólogo de Alexandria, e Kaspar Glauser-Roist, capitão da Guarda Suíça do Vaticano – é convocado pela Igreja (leia-se papa) para uma missão secreta: descobrir quem está por trás da morte de um etíope, que traz sinais estranhos no corpo, e do desaparecimento de relíquias em igrejas de todo o mundo. Os dois crimes parecem estar relacionados, e a senha deste grande mistério teria sido dada pelo poeta Dante Alighieri.
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