Projeto Eloisa Cartoneira continua em versão brasileira
A 27ª Bienal de São Paulo acabou, mas o projeto Eloisa Cartonera, coletivo argentino que produz livros a partir de material reciclado coletado por catadores de papel e que expôs seu trabalho na na mostra internacional que terminou domingo, ganhou uma célula permanente no Brasil. Chamado Dulcinéia Catadora, o coletivo de seis pessoas liderado pela artista plástica paulista Lúcia Rosa vai ocupar uma sala do galpão do grupo Cata Sampa (r. Teixeira Leite, 280 – Liberdade), que será inaugurado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, neste sábado (23/12) em São Paulo, às 10h. Fundado em Buenos Aires há três anos pelos artistas plásticos Javier Barilaro e Washington Cucurto, o grupo Eloisa Cartonera participou da 27ª Bienal de São Paulo com uma oficina literária que produziu livros durante os dois meses da exposição no Pavilhão Ciccillo Matarazzo.
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