Bruce Lee definitivo ajuda a entender culto ao ídolo
O título “Bruce Lee definitivo” (Conrad, R$ 27), de Marco Antonio Lopes, pode soar pretensioso, mas, até hoje, nada de mais aprofundado havia sido escrito e lançado no Brasil sobre o astro maior das artes marciais no cinema (“o chinês mais importante do século XX”, segundo a revista “Time”). Os fãs não terão do que reclamar. Até porque o livro é fartamente ilustrado e fácil de ler. Muito do culto a Lee deve-se também à sua morte, no auge da fama. Qual um James Dean da pancadaria, Bruce Lee morreu, aos 32 anos, antes que seu filme mais popular, “Operação Dragão” (“Enter the dragon”), tivesse sido lançado e o alçado à condição de ídolo internacional (fez mais de US$ 100 milhões mundialmente na época, um verdadeiro fenômeno), para além das fronteiras da China, onde já havia feito três filmes.
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