Mulheres sobem, ainda com limites
A crescente projeção de mulheres no mundo político, há quem diga, poderá incluir uma candidatura feminina à Presidência da República em 2010. Seria uma réplica do que vem acontecendo no exterior. Se chegar ao cargo máximo da administração pública, então, uma mulher estaria representando a ascensão do poder feminino na gestão da máquina governamental? As causas da desvantagem feminina são históricas, sociais e econômicas. Mas a professora Tânia Fontenelle-Mourão, da Universidade de Brasília (UnB), decidiu medir de forma acadêmica o tamanho do poder feminino nos gabinetes federais. O resultado está no livro Mulheres no topo da carreira (editado pela Secretaria Especial de Política para Mulheres), texto de sua dissertação de mestrado em psicologia social e do trabalho na UnB.
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