Gravuras são roubadas da Fiocruz no Rio
Ao menos cinco gravuras foram roubadas de obras raras dos séculos 17 e 18 de uma das bibliotecas da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). As imagens foram encontradas por agentes da Interpol na Argentina, à venda em uma livraria. A instituição anunciou que está fazendo um “rigoroso inventário” das obras raras para identificar se faltam outras gravuras. A fundação soube do furto através de técnicos do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) avisados pela Interpol. Agentes identificaram o carimbo da Fiocruz nas gravuras. A informação foi passada em janeiro. “O roubo foi trabalho de profissionais, porque é muito difícil percebê-lo. Não levaram o livro inteiro, mas gravuras do interior de alguns livros”, disse a diretora do Centro de Informação Científica e Tecnológica da Fiocruz, Ilma Noronha.
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