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Morte de um dissidente

24 de maio de 2007
1 min de leitura

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Em 2006, o dissidente russo Alexander Litvinenko foi envenenado e, diante das câmeras de todo o mundo, anunciou que o responsável era ninguém menos que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, inimigo das nova oligarquia que surgiu com o fim do comunismo. Morte de um dissidente, que a Companhia das Letras lança em junho, é a história desse crime à moda antiga, típico dos tempos da KGB, e também um retrato detalhado da Rússia atual, de sua nova dinâmica política e da subida de Putin ao poder.

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