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A verdadeira essência do I Ching

24 de julho de 2007
1 min de leitura
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Reverenciado pelos chineses como Clássico dos clássicos e consultado como fonte de antiga sabedoria, o I Ching foi adotado pelo Ocidente nos últimos cinqüenta anos, mas sempre traduzido por ocidentais que acrescentavam à obra suas tendências culturais, distorcendo ou interpretando mal seu verdadeiro significado. Em I Ching – Edição completa (Martins Fontes, 534 pp., R$ 74, trad. Cássia Maria Nasser) o mestre Alfred Huang pretende restaurar a essência do I Ching, enfatizando a unidade do Céu e da humanidade e o Tao da Mutação e, sobretudo,incluindo traduções das Dez Asas, os comentários de Confúcio, essenciais aos ensinamentos do I Ching.

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