Editoras familiares lutam por renovação
A saída de Carlos Augusto Lacerda da Nova Fronteira, no início deste ano, é um lance simbólico dentro de um setor marcado tradicionalmente pelas “dinastias” familiares. A editora fundada em 1965 pelo seu avô, o político Carlos Lacerda, agora pertence à Ediouro. Enquanto editoras tradicionais se profissionalizam ou são “engolidas” por grupos maiores, afastando famílias tradicionais do mercado, outras conseguiram se reinventar e hoje ocupam um espaço crescente. O exemplo mais vistoso desse “renascimento” é a Sextante, “pequena grande editora” fundada em 1998 que provocou uma reviravolta no segmento de auto-ajuda. Dos 30 livros da lista de mais vendidos da Folha desta semana, incluindo ficção e não-ficção, sete são da Sextante.
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