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Do Majestic ao multiplex

20 de agosto de 2007
1 min de leitura

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Parece cena de “Inferno na torre” (1974), o clássico filme-catástrofe de John Guillermin e Irwin Allen, a foto do incêndio que, em 1º de janeiro de 1968, reduziu a escombros o Cine Majestic, em Fortaleza, pedra fundamental do maior império de exibição cinematográfica do Brasil, cuja construção é detalhada em Grupo Severiano Ribeiro – 90 anos de cinema, editado pela Record. Aberta ao público em 27 de julho de 1917, com a produção italiana “Amica”, de Enrico Guazzoni, a sala exibidora era um dos prédios mais suntuosos do país. Sua acidental destruição é o máximo de tragédia em cartaz no livro, escrito por Toninho Vaz, a partir de pesquisa de Vinícius Chiappeta Braga.

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