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O Rio de Janeiro, na visão afetuosa de Coaracy

15 de abril de 2008
1 min de leitura

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Um apaixonado pelo Rio de Janeiro e sua(s) história(s), o cronista Vivaldo Coaracy (1882- 1967) guardava numa pasta preta, sobre sua mesa de trabalho, pedaços de papel com informações sobre a cidade anotadas: a origem do nome de uma rua, um detalhe sobre determinado costume popular, um dado sobre o passado pouco conhecido. Com o auxílio desses ‘bilhetes que escrevia para si mesmo’, como conta sua filha, Ada Coaracy, ele escreveu seus livros, entre eles Memórias da Cidade do Rio de Janeiro – Quatro Séculos de Histórias. Referência para se entender o Rio, da fundação ao século 20, a publicação, de 1965, e editada pela última vez há 20 anos, será relançada nesta terça-feira, dia 15, pela Documenta Histórica, na Livraria Arlequim (Praça XV de novembro 48 Loja 1 – Centro – RJ), do Paço Imperial. O texto original não foi mudado – “a intenção é fazer o leitor dar um passeio pelo Rio do passado, que ele viu”, ela justifica.

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