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Na França, prática já aparece no século 19

03 de outubro de 2008
1 min de leitura

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A relação entre a edição de livros e seu comércio em livrarias da própria marca se confunde, literalmente, na França. Mais do que uma estratégia de marketing, a venda direta ao público por editores é um capítulo da história da literatura no país. As primeiras edições de Fleurs du Mal (Flores do Mal), o clássico de Charles Baudelaire, foram impressas e vendidas na loja de Auguste Poulet-Malassis, livreiro e editor célebre na Paris do século 19. Hoje, as mais premiadas “maisons d?édition”, como Gallimard, Flammarion e Seuil, mantêm a tradição. Além de Poulet-Malassis, Adrienne Monnier e sua Maison des Amis des Livres, André-Charles Cailleau, Charles-Joseph Panckoucke e Pierre-François Ladvocat marcaram época entre os séculos 18 e 19 ao venderem diretamente para o público, em pequenas lojas do Quartier Latin, os livros que editavam.

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