Técnica para melhorar a memória está entre apostas
Por aprovação, vestibulandos tentam métodos alternativos ao livro didático. Exemplo disso é que com apenas 15 anos, mas já pensando nos desafios do vestibular, o estudante Gustavo Koiti Arakaki começou neste ano a estudar na escola Método Supera, que ensina um tipo de ginástica cerebral. Ele acha que tem a “memória meio fraca” e quer treinar para evitar problemas de memorização quando os vestibulares chegarem. Durante duas horas semanais, ele faz exercícios com o ábaco – instrumento oriental que faz operações matemáticas – e atividades que exercitam o cérebro, como escrever uma frase de trás para a frente. O Supera foi criado há três anos por Antônio Carlos Perpétuo. Ele começou a pesquisar como poderia ajudar o filho, que tinha dificuldades na escola e descobriu o ábaco. A técnica, porém, gera controvérsias. Para Eliel Barbosa da Silva, diretor do cursinho Elite Pré-Vestibular, métodos como o Supera valem, mas não são tão eficientes. “Claro que qualquer treino é bom para o vestibulando, mas o pouco tempo que ele tem deve ser investido no conteúdo das provas”, diz.
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