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Novos tempos no mercado editorial

23 de janeiro de 2009
2 min de leitura

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Lisa Genova, 38, queria ser uma escritora de romance, mas não conseguia publicar sua história. Então, pagou US$ 450 e publicou ela mesma pela iUniverse, seu romance Still Alice. Isso foi em 2007. Em 2008 um bom número de pessoas já lia Still Alice e Genova conseguiu um agente literário, uma proposta da Parte superior do formulário Simon & Schuster de pouco mais de meio milhão de dólares, Borders e Target a incluíram em seu Clube do Livro e a Barnes & Noble a colocou como a “descoberta” do ano. Em 25 de janeiro Still Alice estreia na lista dos mais vendidos do New York Times best-seller na 5ª posição. Publishers Weekly (PW) previu que 2009 será “o pior ano para o mercado editorial em décadas.” Muitas outras matérias e blogs, pelo contrário, afirmam que o mercado não está morrendo, mas evoluindo. E o está de forma tão radical que quando terminar o processo talvez não o reconheçamos mais. Há alguns anos, dizer que você publicava seus próprios livros era dar um tiro no pé, mas nos últimos anos, self-publishing passou de última esperança para autores desesperados e sem talento para uma experiência de desenvolvimento e treinamento. O velho sistema de publicação é grandioso, com controle de qualidade e relativamente caro. O novo é barato, promíscuo e sem restrições de papel, dinheiro ou estado institucional.

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