Biógrafos ressaltam antiescravismo
Acaba de ser recolocada no mercado, depois de anos esgotada, a biografia Darwin – A vida de um evolucionista atormentado (Geração Editorial, 800 pp., R$ 76), de 1991. Lançada pela primeira vez aqui em 1995, a obra teve um “recall” devido a erros de tradução. A versão que chega agora às livrarias foi revista. Agora, Moore e Desmond estão lançando no Reino Unido uma das mais importantes contribuições para o debate sobre o legado de Darwin. Darwins Sacred Cause – How a Hatred of Slavery Shaped Darwins Views on Human Evolution defende que o sentimento antiescravista do cientista foi mais estimulante para seus estudos do que passagens que consideram supervalorizadas, como a estada nas Ilhas Galápagos. Os autores centram atenção em seus comentários de reprovação à escravidão vista no Brasil e à perseguição aos indígenas, na Argentina.
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