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Bolañomania

14 de março de 2009
1 min de leitura

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Não passa uma semana que não surja um manuscrito póstumo dando sopa. Tanto faz que o autor seja um clássico como Mark Twain, morto em 1910 (!), ou um David Foster Wallace, prodígio da nova geração de autores americanos que se matou em setembro do ano passado. Mas a turma que remove túmulos parece ter uma predileção especial pelo genial chileno Roberto Bolaño, que morreu há cinco anos e desde então se tornou O fenômeno. Depois da novela El Tercer Reich, que será publicada em breve na Espanha, mais duas foram descobertas entre a papelada – um mar de originais datilografados e cadernos de todos os tamanhos – do escritor: Diorama e Los sinsabores del verdadero policía ou Asesinos de Sonora. Sem falar nos diários de Bolaño escritos nos anos 80 em Barcelona e nos poemas da fase infrarrealista no México, conta a coluna Informe Ideias.

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