Uma obra clássica sobre o modernismo
“É assim que se inicia o modernismo, não com um lamento, mas com uma forte emoção”, escreve Peter Gay, historiador alemão radicado nos EUA, referindo-se à poesia de Charles Baudelaire, para ele “o primeiro herói” do estilo, nesta obra monumental, possivelmente definitiva, sobre um movimento artístico abrangente, rico e duradouro, que mudou o modo de a humanidade tratar a arte e começou muito antes do que ensinam na escola. Seu objetivo “não é montar um amplo catálogo de todas as áreas e grandes figuras do modernismo, e sim examinar sua presença na cultura e descobrir, se possível, se elas se aglutinam numa mesma entidade cultural”, como diz no prefácio de Modernismo – O Fascínio da heresia: de Baudelaire a Beckett e mais um pouco (Cia. das Letras, 600 pp., R$ 64 – Trad.: Denise Bottmann).
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