Alta gastronomia, baixa caloria
A muse bouche, couvert, entrada, prato principal, sobremesa e petits fours. Não há boa forma de chef que resista a uma refeição dessas. Ver o ponteiro da balança subir da mesma forma que a carreira evolui é bastante comum entre os que trabalham com gastronomia, e a ela prestam devoção. Os chefs, além de ter fácil acesso à boa comida, ainda precisam prová-la para testar receitas e oferecer os pratos no ponto certo. Para mostrar que equilibrar é preciso, o francês Roland Villard, chef do Le Pré Catelan, lança dia 4 de maio o livro A dieta do chef — alta gastronomia de baixa caloria (Senac-Rio). “Tem chef magro que é bom, claro. Mas os clientes, muitas vezes, acham que o chef deve ser gordo, que parecem mais simpáticos assim e porque em chef magro não se deve confiar muito”, diz Roland, que pesava 58 quilos no início da carreira e hoje está com 89.
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