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Crenças bizarras e práticas militares no Iraque

23 de abril de 2010
1 min de leitura

“Os homens que encaravam cabras” é um lançamento da Record

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Houve um tempo, depois do 11 de Setembro, em que criticar as ações americanas contra o terror era considerado imoral e até perigoso. Mas também foi nesse período que, segundo o jornalista Jon Ronson, maluquices esotéricas que tinham sido uma prática em grupos de elite no Exército desde os anos 50 foram retomadas na guerra ao terror. Em Os homens que encaravam cabras (Record, 304 pp., R$ 42,90 – Trad.: Janaína Marcoantonio), Jon Ronson demonstra, com detalhes, a existência de ligações comprovadas entre o fracasso americano no Vietnã, o massacre dos davidianos em Waco e os horrores de Abu Ghraib. Comprova que aqueles que seriam supostamente os guardiães do mundo vêm praticando variadas atrocidades por causa da influência de crenças bastante bizarras, como a de que é possível controlar mentes a distância, atravessar paredes e matar cabras com a força do pensamento.

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