<?xml version="1.0"?><rss version="2.0"><channel><title>RSS PublishNews - Colunas</title><link>http://www.publishnews.com.br</link><description>Aqui você lê o Mercado Editorial</description><language>pt-BR</language><ttl>5</ttl><item><title>Uma noite com Bruna Surfistinha</title><description>&lt;div&gt;Foi no auge do seu livro, &lt;em&gt;O doce veneno do escorpi&amp;atilde;o &lt;/em&gt;(Panda), do Marcelo Duarte. Auge mesmo: o livro estava em primeiro lugar na lista dos mais vendidos por todos os lados. O relato da menina de classe m&amp;eacute;dia que ganha a vida satisfazendo os clientes com o seu corpo conquistou o Brasil. E num s&amp;aacute;bado eis que a nossa escritora surge pela porta da livraria. Usava uma camiseta branca e jeans de marca, me pareceu t&amp;iacute;mida, um pouco deslocada, d&amp;aacute; pra entender. Foi um dos primeiros eventos feitos por Raquel, que assim se apresentou: &amp;ldquo;Prazer, Raquel&amp;rdquo;. Lembrando dos dias que antecederam a sess&amp;atilde;o de aut&amp;oacute;grafos, vale contar que a imprensa local nos ignorou solenemente. Passamos em branco por todos os ve&amp;iacute;culos que sempre nos apoiavam em pequenos ou grandes encontros com autores. Recebi at&amp;eacute; um telefonema irritado e amea&amp;ccedil;ador de uma senhora (a voz parecia a de uma senhora), que bradava contra a nossa escolha. &amp;ldquo;Como que uma livraria s&amp;eacute;ria traria uma, uma, voc&amp;ecirc; sabe&amp;rdquo;... No dia passamos por outro constrangimento. &lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=59061</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=59061</guid><pubDate>Wed, 28 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Agência literária publica e-books!</title><description>&lt;div&gt;Todos n&amp;oacute;s j&amp;aacute; vimos autor virar editor, editor virar autor, mas agente virar editor era novidade... N&amp;atilde;o &amp;eacute; mais! The Wylie Agency fechou neg&amp;oacute;cio com a Amazon e, agora, voc&amp;ecirc; pode saborear as &amp;ldquo;kindle-letras&amp;rdquo; de autores como: Saul Bellow, Jorge Luis Borges, William S. Burroughs, John Cheever, Ralph Ellison, Louise Erdrich, Norman Mailer, Vladimir Nabokov, V.S. Naipaul, Orhan Pamuk, Philip Roth, Salman Rushdie, Oliver Sacks, Hunter S. Thompson, John Updike, Evelyn Waugh entre outros que vir&amp;atilde;o, claro. O fato novo &amp;eacute; que n&amp;atilde;o iremos refletir sobre uma ag&amp;ecirc;ncia qualquer, com quaisquer autores. O nome da empresa &amp;eacute; The Wylie Agency, a qual tem neg&amp;oacute;cios com editoras de porte, como Random House, Macmillan e muitas mais. Se voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; pensando que isto parece &amp;ldquo;briga de cachorro grande&amp;rdquo;, saiba que n&amp;atilde;o parece, &amp;eacute; mesmo. A decis&amp;atilde;o b&amp;aacute;sica da The Wylie em abrir a empresa &lt;span&gt;Odyssey Editions para publicar os e-books de seus autores gerou rea&amp;ccedil;&amp;otilde;es nada simp&amp;aacute;ticas, bem como reflex&amp;otilde;es sobre os pap&amp;eacute;is dos profissionais no mercado editorial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=59050</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=59050</guid><pubDate>Tue, 27 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Como estarão as livrarias em cinco anos?</title><description>&lt;div&gt;Upton Sinclair disse certa vez que &amp;ldquo;&amp;eacute; dif&amp;iacute;cil para um homem entender uma coisa quando o seu sal&amp;aacute;rio depende dele n&amp;atilde;o entender essa coisa.&amp;rdquo; Continuo apresentando fatos sobre as realidades comerciais do mundo editorial que eu acredito que a maioria das pessoas espertas que administram seus neg&amp;oacute;cios aceita, juntamente com as previs&amp;otilde;es de futuro que eu penso que a maioria das pessoas espertas que administram seus neg&amp;oacute;cios aceita e apresentando uma vis&amp;atilde;o de onde estaremos num futuro pr&amp;oacute;ximo que eu acho que muito poucas pessoas aceitar&amp;atilde;o. Definitivamente n&amp;oacute;s passamos pelo que Michael Cader chamou de &amp;ldquo;o auge das livrarias&amp;rdquo; nos Estados Unidos. Espa&amp;ccedil;o na prateleira para livros est&amp;aacute; provavelmente caindo mais r&amp;aacute;pido que o n&amp;uacute;mero de lojas enquanto os vendedores de livros procuram por produtos que deixem seus clientes ainda mais satisfeitos e deixam esses produtos no espa&amp;ccedil;o anteriormente dedicados aos livros. E o espa&amp;ccedil;o em prateleira para editoras que n&amp;atilde;o possuem livrarias pr&amp;oacute;prias est&amp;aacute; caindo ainda mais r&amp;aacute;pido porque a Barnes &amp;amp; Noble, a l&amp;iacute;der em oferecer espa&amp;ccedil;o em suas prateleiras, est&amp;aacute; apostando agressivamente em seus pr&amp;oacute;prios produtos tanto para melhorar sua margem de lucro como para oferecer produtos que os competidores n&amp;atilde;o ofere&amp;ccedil;am. O futuro das livrarias &amp;eacute; uma quest&amp;atilde;o existencial para os editores de livros de hoje (sem mencionar os livreiros!). &lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58951</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58951</guid><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A parada do livro no editorial</title><description>&lt;div&gt;Antes de tudo, gostaria de agradecer aos profissionais que me ajudaram com as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a coluna anterior, s&amp;atilde;o eles: Aline Naomi, Marcelo Pulido, Luciana Chagas e Rita Jobim. No Twitter, afinal: &lt;a href="http://twitter.com/cindyleopoldo"&gt;http://twitter.com/cindyleopoldo&lt;/a&gt;. E agora, ao texto de hoje! A primeira etapa [&lt;span&gt;gerenciamento de escopo] a ser comentada ser&amp;aacute; a que &amp;eacute; chamada de &amp;ldquo;edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; ou &amp;ldquo;verifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o interna&amp;rdquo;, que &amp;eacute; o momento em que o livro &amp;ldquo;estaciona&amp;rdquo; no editorial para ser &amp;ldquo;resolvido&amp;rdquo;. Essa &amp;eacute; a fase que considero mais curiosa na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um livro, pois ela &amp;eacute; muitas vezes &amp;ldquo;invis&amp;iacute;vel&amp;rdquo;, apesar de delicad&amp;iacute;ssima e fundamental. Ao mesmo tempo que este &amp;eacute; o momento de modificar trechos importantes do livro, identificar e resolver saltos de tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tirar d&amp;uacute;vidas com autores etc., &amp;eacute; a mais dif&amp;iacute;cil de explicar aos nossos superiores ou colegas de outros departamentos, que &amp;agrave;s vezes entendem que o editorial est&amp;aacute; &amp;ldquo;segurando a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o do livro&amp;rdquo;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58934</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58934</guid><pubDate>Tue, 20 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Conhecer, Como Funciona e as enciclopédias em fascículos dos anos 70</title><description>&lt;div&gt;Uma das recorda&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais fortes associada a livros que tenho dos meus anos de gin&amp;aacute;sio e col&amp;eacute;gio, na d&amp;eacute;cada de 1970, &amp;eacute; a de colecionar fasc&amp;iacute;culos de enciclop&amp;eacute;dias vendidos em bancas de jornal. N&amp;atilde;o creio que seja algo que cause estranheza aos que frequentam bancas hoje: h&amp;aacute; muitas cole&amp;ccedil;&amp;otilde;es de DVDs, document&amp;aacute;rios e fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o, CDs de m&amp;uacute;sica e miniaturas &amp;ndash; todos acompanhados de pequenos fasc&amp;iacute;culos, al&amp;eacute;m cole&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cl&amp;aacute;ssicos da literatura. Os fasc&amp;iacute;culos come&amp;ccedil;aram a ser lan&amp;ccedil;ados nos anos 1960 e entre os primeiros estavam a &lt;em&gt;B&amp;iacute;blia mais bela do mundo&lt;/em&gt; (ilustrada) e uma cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o de receitas culin&amp;aacute;rias. Houve semanas em que venderam um milh&amp;atilde;o de exemplares. A maioria era da Editora Abril (pena que o site da Abril seja t&amp;atilde;o lac&amp;ocirc;nico ao contar esta hist&amp;oacute;ria), mas outras editoras tamb&amp;eacute;m se aventuraram. Havia de tudo: de hist&amp;oacute;ria a jardinagem, de ci&amp;ecirc;ncia a trabalhos manuais, de psicologia a m&amp;uacute;sica (com long-plays), de mitologia a comportamento, atraindo todos os interesses e faixas et&amp;aacute;rias. Eu colecionava no m&amp;aacute;ximo duas enciclop&amp;eacute;dias por vez. N&amp;atilde;o foram muitas, porque uma cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o podia levar mais de dois anos.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58881</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58881</guid><pubDate>Fri, 16 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Chico na Vila</title><description>&lt;div&gt;Foi em 2005, num s&amp;aacute;bado. Depois de alguns adiamentos se confirmou a vinda do Politeama para uma pelada na Vila Belmiro. Os sessenta anos do Chico Buarque foram comemorados no gramado do est&amp;aacute;dio do Santos, num jogo do esquadr&amp;atilde;o carioca contra os veteranos da Vila. E l&amp;aacute; estava eu com uma mochila, no meio da pequena multid&amp;atilde;o, acenando para o Torero, que era meu s&amp;oacute;cio na livraria e um dos organizadores da festa e abrindo espa&amp;ccedil;o com os cotovelos, numa clara inspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao estilo do Serginho Chulapa. Olhava sem pisca. O Torero tinha me dado alguma esperan&amp;ccedil;a, quem sabe pintava uma vaga?! Me espremi e quase em impedimento me misturei &amp;agrave; delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o toque do ent&amp;atilde;o s&amp;oacute;cio.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58835</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58835</guid><pubDate>Wed, 14 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A decisão pela leitura crítica</title><description>&lt;div&gt;Ao ouvir depoimentos de autores sobre a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus textos, perceberemos que a maioria recorre &amp;agrave; opini&amp;atilde;o alheia sobre sua mais recente obra. Logo ap&amp;oacute;s o (primeiro) ponto final, isto &amp;eacute;, da primeira vez que se considera o texto pronto, parece existir uma urg&amp;ecirc;ncia em descobrir se a hist&amp;oacute;ria realmente vale ser contada &amp;mdash; ou melhor, se vale ser publicada. Mas quem os autores consagrados escolhem para ser seu leitor cr&amp;iacute;tico? Isso varia de caso para caso; pode ser um colega, um especialista em literatura, um editor em quem eles confiam ou tamb&amp;eacute;m seu agente liter&amp;aacute;rio. Enfim, &amp;ldquo;o escolhido&amp;rdquo; deve ser, basicamente, um leitor voraz e, al&amp;eacute;m disso, que reconhe&amp;ccedil;a que, como Walter Benjamin afirmou no artigo &lt;em&gt;O Narrador&lt;/em&gt;, que &lt;em&gt;&amp;ldquo;a experi&amp;ecirc;ncia que passa de pessoa a pessoa &amp;eacute; a fonte a que recorreram todos os narradores&amp;rdquo;.&lt;/em&gt; Por&amp;eacute;m, n&amp;atilde;o &amp;eacute; s&amp;oacute; o autor que busca uma opini&amp;atilde;o ou um parecer cr&amp;iacute;tico sobre o texto, as editoras tamb&amp;eacute;m possuem uma equipe (interna ou externa) de pareceristas para analisarem todos os livros que ir&amp;atilde;o publicar.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58811</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58811</guid><pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Dez outros mandamentos, versão para editoras</title><description>&lt;div&gt;Esse texto foi feito em parceria com meu amigo Joe Esposito, CEO da GiantChair. O &lt;span&gt;post foi id&amp;eacute;ia do Joe, mas eu contribu&amp;iacute; o bastante para justificar um pedido de autoria compartilhada. Joe gentilmente concordou em permitir que essa sabedoria recebida fosse compartilhada com o mundo atrav&amp;eacute;s dos Arquivos de Shatzkin. Deus est&amp;aacute; sentado em seu trono de luz no topo da montanha; trov&amp;otilde;es soam ao fundo. Ele co&amp;ccedil;a a cabe&amp;ccedil;a, caminhando cabisbaixo, olhando para os sapatos novos... &amp;ldquo;Quem vem l&amp;aacute;?&amp;rdquo;, gritou Deus. &amp;ldquo;&amp;Eacute; s&amp;oacute; um pobre editor&amp;rdquo;, disse a pequena figura. &amp;ldquo;Procuro por orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para seguir nos caminhos trai&amp;ccedil;oeiros da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o na era digital. Tenho milh&amp;otilde;es de Googles, mas n&amp;atilde;o tenho dinheiro. Qual &amp;eacute; o vosso mandamento?&amp;rdquo; &amp;ldquo;Um pobre editor?!&amp;rdquo;, suspirou Deus, agitando as &amp;aacute;rvores ao seu redor. &amp;ldquo;Isso &amp;eacute; o que os anjos chamam redund&amp;acirc;ncia.&amp;rdquo; &amp;ldquo;Oh! Por favor, Senhor! Ajudai-me a percorrer as &amp;aacute;guas do &amp;lsquo;Nobre&amp;rsquo; Barnes e a floresta onde residem as Amazonas&amp;rdquo;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58737</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58737</guid><pubDate>Wed, 07 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>O livro antes de ser livro (Parte 2 – O livro do editorial)</title><description>&lt;div&gt;O livro que trabalhamos no editorial &amp;eacute; um livro despeda&amp;ccedil;ado e nossa fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; juntar todas as partes em uma ordem (l&amp;oacute;gica) e fazer com que cada peda&amp;ccedil;o &amp;ldquo;converse&amp;rdquo; com todos os outros peda&amp;ccedil;os de forma que o leitor perceba a leitura do livro completo como um &amp;uacute;nico discurso do autor. Isso inclui a correta inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ilustra&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mapas, gr&amp;aacute;ficos ou o que mais vier. Geralmente recebemos por e-mail as diversas partes do &amp;ldquo;livro propriamente dito&amp;rdquo;, como por exemplo: cap&amp;iacute;tulo 1, orelha, pref&amp;aacute;cio, &amp;iacute;ndice etc. E aqui come&amp;ccedil;a o que chamei de metodologia em colunas anteriores. Partindo do princ&amp;iacute;pio de que estamos no m&amp;iacute;nimo fazendo 10 livros ao mesmo tempo, receber e salvar um arquivo como &amp;ldquo;cap&amp;iacute;tulo 1.doc&amp;rdquo; &amp;eacute; um convite &amp;agrave; errata. O editorial deve ter um m&amp;eacute;todo &amp;uacute;nico para salvar arquivos e, apesar de esse assunto parecer bobo, ele pode custar muito caro para a editora ou para o funcion&amp;aacute;rio do editorial (normalmente, custa car&amp;iacute;ssimo para ambos), que pode enviar o arquivo errado para a etapa seguinte e gerar o famigerado retrabalho. Ok, mas quais s&amp;atilde;o essas etapas?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58713</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58713</guid><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A colher, o martelo, a roda, a tesoura e... o livro</title><description>&lt;div&gt;&amp;ldquo;O livro &amp;eacute; como a colher, o martelo, a roda ou a tesoura. Uma vez inventados, n&amp;atilde;o podem ser aprimorados. Voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o pode fazer uma colher melhor que uma colher. Designers tentam melhorar, por exemplo, o saca-rolhas, com sucessos bem modestos, e, por sinal, a maioria nem funciona direito. O livro venceu seus desafios e n&amp;atilde;o vemos como, para o mesmo uso, poder&amp;iacute;amos fazer algo melhor que o pr&amp;oacute;prio livro. Talvez ele evolua em seus componentes, talvez as p&amp;aacute;ginas n&amp;atilde;o sejam mais de papel. Mas ele permanecer&amp;aacute; o que &amp;eacute;.&amp;rdquo; A afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; de Umberto Eco em &lt;em&gt;N&amp;atilde;o contem com o fim do livro&lt;/em&gt; (no cap&amp;iacute;tulo &amp;ldquo;O livro n&amp;atilde;o morrer&amp;aacute;&amp;rdquo;). Diferentemente da maioria dos estudiosos da quest&amp;atilde;o, Eco considera que o livro eletr&amp;ocirc;nico &amp;eacute; apenas uma evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica do pr&amp;oacute;prio livro: &amp;ldquo;Das duas uma: ou o livro permanecer&amp;aacute; o suporte da leitura, ou existir&amp;aacute; alguma coisa similar ao que o livro nunca deixou de ser, mesmo antes da inven&amp;ccedil;&amp;atilde;o da tipografia. As varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es em torno do objeto livro n&amp;atilde;o modificaram sua fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nem sua sintaxe, em mais de quinhentos anos.&amp;quot;&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58662</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58662</guid><pubDate>Fri, 02 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A figurinha do Pelé</title><description>&lt;div&gt;Sempre imaginei conhecer o Pel&amp;eacute;, ainda mais por morar em Santos e estar acostumado a cumprimentar todo o tipo de gente bem de perto, na praia ou nas ruas. Mas com o Pel&amp;eacute; nunca esbarrei. At&amp;eacute; o dia em que surgiu uma oportunidade, a de se fazer um livro sobre ele. Com a ajuda da equipe que o assessora pude propor uma id&amp;eacute;ia editorial que foi muito bem aceita, o &lt;em&gt;Pel&amp;eacute; 70&lt;/em&gt;. O que mais me impressionou ao conhecer o Sr. Edson foi a estranha sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que n&amp;atilde;o era ele, e sim uma c&amp;oacute;pia bem parecida daquela que me acostumei a ver e ouvir por meios eletr&amp;ocirc;nicos. Sua voz &amp;eacute; mais grave e... n&amp;atilde;o sei, era ele mesmo? Outro dia assisti a um comercial em que Pel&amp;eacute; (a&amp;iacute; era ela mesmo) proseava com um amigo l&amp;aacute; no S&amp;atilde;o Crist&amp;oacute;v&amp;atilde;o, na Vila Madalena. O S&amp;atilde;o Crist&amp;oacute;v&amp;atilde;o &amp;eacute; um botequim tem&amp;aacute;tico, para os amantes da bola e do chope, nem sempre nessa ordem. At&amp;eacute; a&amp;iacute; tudo bem.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58615</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58615</guid><pubDate>Wed, 30 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Impressões de viagem</title><description>&lt;div&gt;Volto do evento intitulado &lt;em&gt;Write the world&lt;/em&gt; em Atlanta, em que escritores fizeram contato direto com &lt;em&gt;coachs&lt;/em&gt;, tradutores, agentes liter&amp;aacute;rios, editores e autores que se autopublicam. Uma plat&amp;eacute;ia, na sua maioria, formada de americanos e... brasileiros. E l&amp;aacute; me deparei com algumas das quest&amp;otilde;es, que j&amp;aacute; vinha observando em v&amp;aacute;rios &lt;em&gt;blogs&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;tweets&lt;/em&gt; de profissionais, sobre posturas do autor, editor e do mercado editorial, principalmente pelas mudan&amp;ccedil;as que o formato &lt;em&gt;e-book&lt;/em&gt; vem provocando. Um fato me chama aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o a cada artigo que leio: o diferencial para que uma obra entre no mercado oficial (comercial) ou &amp;lsquo;paralelo&amp;rsquo; (edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do autor, &lt;em&gt;e-book&lt;/em&gt; etc.). Aqui n&amp;atilde;o interessa, portanto, definir a forma de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conte&amp;uacute;do, pois importante &amp;eacute; entender o que est&amp;atilde;o considerando ser esse diferencial.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58570</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58570</guid><pubDate>Tue, 29 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Um mapa para o futuro</title><description>&lt;div&gt;Outro dia tive a oportunidade de falar no Encontro sobre Estrat&amp;eacute;gia Global da Harlequin. Quando sou convidado a falar, mesmo que somente para editores, frequentemente me pedem explicitamente para &amp;ldquo;assust&amp;aacute;-los at&amp;eacute; a morte&amp;rdquo;. Como n&amp;atilde;o me considero um cara muito amea&amp;ccedil;ador, me sinto sempre um pouco desconfort&amp;aacute;vel com o fato de estar mesmo fazendo isso. Mas &amp;eacute; claro que a minha mensagem principal n&amp;atilde;o &amp;eacute; muito confort&amp;aacute;vel para a maioria das pessoas do mercado editorial. A mensagem &amp;eacute; assustadora para a maioria porque a ess&amp;ecirc;ncia do que estou dizendo &amp;eacute; que os editores dever&amp;atilde;o, nos pr&amp;oacute;ximos dez ou vinte anos, mudar a maneira de pensar sobre como transmitir valores. Para me preparar para a conversa com a Harlequin, fiz uma lista das &amp;ldquo;coisas mais importantes a se pensar a respeito&amp;rdquo;. E aqui est&amp;aacute;. Se voc&amp;ecirc; for realmente de uma editora vertical esse ser&amp;aacute; um mapa bastante &amp;uacute;til. Para os outros que n&amp;atilde;o v&amp;ecirc;em nenhum sentido, isso mostra que a sua companhia est&amp;aacute; presa em uma disputa por uma fatia dos lucros e oportunidades de vendas que vai encolher, bem devagar por um tempo, mas apenas por um tempo.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58498</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58498</guid><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>O livro antes de ser livro (Parte 1)</title><description>&lt;div&gt;Voltando &amp;agrave; coluna inicial e &amp;agrave; primeira enquete, a coluna de hoje exp&amp;otilde;e as respostas que recebi e que respondem &amp;agrave; recorrente, e inc&amp;ocirc;moda, pergunta direcionada aos funcion&amp;aacute;rios de departamentos editoriais (ao menos, das editoras de livros): afinal, o que voc&amp;ecirc; faz no trabalho? Para n&amp;atilde;o ficar um texto extremamente longo e cansativo, dividirei a coluna em duas partes, e as chamarei de O livro pr&amp;eacute;-editorial e O livro do editorial, respectivamente. Todas as respostas que recebi marcam o come&amp;ccedil;o do trabalho editorial na aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conte&amp;uacute;do a ser publicado. O que me leva a crer que, apesar de essa aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o ser feita necessariamente pelo editorial (h&amp;aacute; casos em que a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; feita diretamente pela presid&amp;ecirc;ncia ou pelo departamento comercial ou de marketing), essa &amp;eacute; considerada uma etapa fundamental para o sucesso da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um livro &amp;ndash; sem autor, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; editora. Essa etapa se subdivide em pelo menos tr&amp;ecirc;s outras: escolha do conte&amp;uacute;do, negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos direitos autorais e assinatura do contrato de edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre autor/agentes e editora.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58459</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58459</guid><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Uma pequena floresta de livros </title><description>&lt;div&gt;O Horto Florestal de S&amp;atilde;o Paulo, na zona norte e vizinho do Parque da Cantareira, &amp;eacute; certamente um dos parques mais bonitos e simp&amp;aacute;ticos da cidade. Lugar agrad&amp;aacute;vel para caminhar em meio &amp;agrave; Mata Atl&amp;acirc;ntica, sentar, conversar, deixar crian&amp;ccedil;as brincarem e aproveitar um parque p&amp;uacute;blico bem cuidado. E ainda beber &amp;aacute;gua de bica e conversar em torno da fonte, lembrando usos e costumes anteriores aos do abastecimento de &amp;aacute;gua encanada na cidade... O Horto tem um museu e uma de suas atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;eacute; uma pequena biblioteca de livros de madeira. N&amp;atilde;o s&amp;atilde;o encaderna&amp;ccedil;&amp;otilde;es de madeira, mas livros integralmente de madeira e sem p&amp;aacute;ginas de papel dentro. Esta &amp;ldquo;biblioteca&amp;rdquo; &amp;eacute;, na verdade, uma esp&amp;eacute;cie de xiloteca, acervo de tipos de madeira encontrados no Estado de S&amp;atilde;o Paulo&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58412</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58412</guid><pubDate>Fri, 18 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Jaguar, o rebelde</title><description>&lt;div&gt;Um dia levei um cano do Jaguar. O lend&amp;aacute;rio cartunista aceitou participar de um papo com os leitores de Santos. H&amp;aacute; duas semanas da palestra, recomecei os contatos, pois j&amp;aacute; est&amp;aacute;vamos agendados h&amp;aacute; um bom tempo. Ligava e sentia um certo mist&amp;eacute;rio, poucas respostas, um clima calmo, e eu, ficando nervoso. At&amp;eacute; que a dois dias do evento consegui falar com ele! O pr&amp;oacute;prio Jaguar me atende na sua casa em Itaipava. Bem objetivo falou que n&amp;atilde;o poderia ir a Santos por causa da Copa na Alemanha. Fiquei branco, amarelo e vermelho e fiquei com vontade dizer, &amp;ldquo;Mas voc&amp;ecirc; vai jogar?!&amp;rdquo;, mas claro que n&amp;atilde;o disse, gaguejei uns muxoxos e perguntei se havia alguma chance, no que recebi um lac&amp;ocirc;nico n&amp;atilde;o como resposta. Acabei convidando um jornalista santista para salvar a minha fr&amp;aacute;gil reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Jos&amp;eacute; Rodrigues, do Estad&amp;atilde;o. E l&amp;aacute; fomos ao Sesc, o nosso hospedeiro e patrocinador. Mas voltemos ao nosso quase-her&amp;oacute;i. Ap&amp;oacute;s uns meses recebo uma liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da editora da Desiderata, a Marta. Olha s&amp;oacute;, o Jaguar iria passar por S&amp;atilde;o Paulo e pediu para fazer um evento em Santos. E eu custei a acreditar, ele tinha recusado vir com cach&amp;ecirc; e tudo mais e agora bate na porta assim, de sopet&amp;atilde;o. &lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58365</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58365</guid><pubDate>Wed, 16 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Abrindo a porta da Agência</title><description>&lt;div&gt;Mais um dia de agente, &amp;eacute; muito comum abrir a porta do escrit&amp;oacute;rio, um pouco antes das nove horas, e logo ouvir o telefone. Do outro lado, pode ser algu&amp;eacute;m querendo mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de projetos, a conversa segue para proposta de valores e termina com os principais pontos do contrato j&amp;aacute; definidos. Os computadores ligados come&amp;ccedil;am a denunciar que temos de atender algu&amp;eacute;m no skype. O twitter pisca informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Mas, antes, verificamos nosso e-mail para fechar as prioridades do dia. N&amp;atilde;o temos como escapar dos seguintes passos: contratos, pagamentos, novas obras e os imprevistos. Nem sempre os neg&amp;oacute;cios acontecem como se fossem &amp;ldquo;passes de m&amp;aacute;gica&amp;rdquo;, ora porque a obra foi encomendada, ora porque se necessita de mais tempo para decidir. Enfim, propiciar parcerias demanda tempo, paci&amp;ecirc;ncia e persist&amp;ecirc;ncia.&lt;/div&gt;
(&lt;em&gt;A pedido de Andrea del Fuego&lt;/em&gt;)
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58326</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58326</guid><pubDate>Tue, 15 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Me parece que o modelo da iBookstore está funcionando...</title><description>&lt;div&gt;Um ano atr&amp;aacute;s, quando o modelo n&amp;atilde;o estava nem sendo discutido, eu estava louco pra saber o que os editores fariam para controlar o pre&amp;ccedil;o de e-books, e restringir ou, ao menos, administrar a baixa no pre&amp;ccedil;o tanto de e-books quanto de livros impressos. &lt;span&gt;&lt;span&gt;Na &amp;eacute;poca, as pessoas me disseram que era poss&amp;iacute;vel para um fabricante controlar os pre&amp;ccedil;os dos seus produtos no varejo e mostraram que a Apple fazia isso com sucesso e que tamb&amp;eacute;m a Bose estava conseguindo. Acredito que o segredo era que eles controlavam toda a cadeia de fornecimento desde a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; o ponto de venda para consumidores (embora saibamos que outros varejistas tamb&amp;eacute;m vendem produtos Apple). Eu nunca entendi como isso pode funcionar, legalmente. E ent&amp;atilde;o veio a Ag&amp;ecirc;ncia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58232</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58232</guid><pubDate>Wed, 09 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Engenharia de Produção (Editorial)</title><description>&lt;div&gt;E ent&amp;atilde;o chegamos ao tema que me persegue j&amp;aacute; h&amp;aacute; alguns anos e que, sempre que posso, apresento aos meus colegas no trabalho: seria realmente interessante usar t&amp;eacute;cnicas de Engenharia de Produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros? Em que medida? Certamente diminuir&amp;iacute;amos desperd&amp;iacute;cios, chegar&amp;iacute;amos ao limite de p&amp;aacute;gina/pessoa/dia, usar&amp;iacute;amos ferramentas de Qualidade e Estat&amp;iacute;stica para prevenir erros etc., mas isso seria realmente lucrativo para a editora? Ou ter&amp;iacute;amos equipes mais desmotivadas e, por consequ&amp;ecirc;ncia, aumento da incid&amp;ecirc;ncia de absente&amp;iacute;smo e &lt;em&gt;turnover&lt;/em&gt;? Para ler o texto na &amp;iacute;ntegra, clique no &amp;ldquo;Leia Mais&amp;rdquo;. E participe da enquete de hoje: O que motiva voc&amp;ecirc; a trabalhar no departamento editorial? Respostas para &lt;a href="mailto:enquete@publishnews.com.br"&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt;enquete@publishnews.com.br&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; at&amp;eacute; a pr&amp;oacute;xima ter&amp;ccedil;a (15/06/2010).&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58211</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58211</guid><pubDate>Tue, 08 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>&lt;i&gt;Os livros de Sayuri&lt;/i&gt;, uma leitura com gosto de lágrima e de goiaba madura </title><description>&lt;div&gt;&amp;ldquo;Parece um enterro. Mas ningu&amp;eacute;m morreu. No quintal, o sol bate forte no buraco cavado debaixo do abacateiro. As galinhas ciscam no monte de terra, como se tivessem descoberto uma mina de minhocas. As nuvens passeiam com pregui&amp;ccedil;a. Nada de chuva. Se chovesse, tudo ficaria para outro dia&amp;rdquo;. Come&amp;ccedil;a assim &lt;em&gt;Os livros de Sayuri&lt;/em&gt;, escrito e ilustrado por L&amp;uacute;cia Hiratsuka (Edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es SM, Cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o Barco a Vapor, 2008). Esta narrativa infanto-juvenil conta a hist&amp;oacute;ria de uma fam&amp;iacute;lia nipo-brasileira no interior do estado de S&amp;atilde;o Paulo durante os anos da Segunda Guerra Mundial. Em meio a um cotidiano rural, de tarefas dom&amp;eacute;sticas e trabalho no campo, est&amp;atilde;o a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Sayuri com um livro muito especial e o permanente medo de uma batida policial que viria confiscar os livros escritos em japon&amp;ecirc;s, l&amp;iacute;ngua ent&amp;atilde;o proibida. Clique no &amp;ldquo;Leia Mais&amp;rdquo; para ler a&amp;nbsp;coluna do Roney Cytrynowicz na &amp;iacute;ntegra, publicada excepcionalmente nesta segunda-feira.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58181</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58181</guid><pubDate>Mon, 07 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Com o pé esquerdo</title><description>&lt;div&gt;Esta passagem se deu na Iporanga, livraria em que vivi belas hist&amp;oacute;rias. O caixa da livraria ficava perto da entrada, junto da bancada de jornais. Os freq&amp;uuml;entadores gostam de folhear os jornais, que fazem sucesso na hora de ver a programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos cinemas, servem como um servi&amp;ccedil;o simp&amp;aacute;tico. Numa oportunidade recebi a visita do maior ponta esquerda que o futebol j&amp;aacute; viu. Jos&amp;eacute; Macia, o Pepe, me dava boa tarde e abria uma Tribuna, o centen&amp;aacute;rio peri&amp;oacute;dico santista. O Canh&amp;atilde;o da Vila queria dar uma olhadinha na p&amp;aacute;gina de esportes, e me falou: - Se tiver o que procuro...&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58146</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58146</guid><pubDate>Wed, 02 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Enlouqueça o agente literário</title><description>&lt;div&gt;A rotina dos agentes &amp;eacute; sempre sobrecarregada: leituras de propostas, contratos, negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es, concilia&amp;ccedil;&amp;otilde;es, presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contas, telefonemas, correspond&amp;ecirc;ncia e outros. E para piorar, como autor ou cliente, voc&amp;ecirc; pode enlouquecer um agente. Veja como. 1. &lt;em&gt;No primeiro contato, relate que escreveu um romance e quer que ele o publique (de prefer&amp;ecirc;ncia de forma bem confusa, com erros de gram&amp;aacute;tica e sem maiores explica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, pois assim voc&amp;ecirc; garante que ele perca tempo decifrando)&lt;/em&gt;. 2. &lt;em&gt;Mande um e-mail &amp;agrave;s 10 horas da manh&amp;atilde; e telefone 15 minutos depois para saber se ele j&amp;aacute; leu.&lt;/em&gt; A coluna desta semana vem com uma novidade: a ilustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de D&amp;eacute;da Zagottis, que deve continuar fazendo a dobradinha com a Marisa Moura nessas ter&amp;ccedil;as-feiras de coluna. Para continuar lendo o texto, clique no &amp;ldquo;Leia Mais&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58106</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58106</guid><pubDate>Tue, 01 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Já passamos pelo “gradualmente”; nos preparemos agora para o “subitamente”</title><description>O PublishNews convidou e muito gentilmente Mike Shatzkin topou ser nosso colunista. A partir de hoje temos carta branca para escolher entre os posts de seu blog e traduzi-los. Para quem j&amp;aacute; acompanha o &lt;a href="http://www.idealog.com/blog/"&gt;The Idea Logical&lt;/a&gt;, est&amp;aacute; a&amp;iacute; a chance de ler em portugu&amp;ecirc;s. Para quem n&amp;atilde;o o conhece, fazemos a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Shatzkin tem mais de 40 anos de experi&amp;ecirc;ncia no mercado editorial, &amp;eacute; fundador e presidente da The Idea Logical Co., com sede em Nova York, e diariamente acompanha e analisa os desafios e as oportunidades dessa nova era digital. Esperamos que voc&amp;ecirc;s gostem! Sua coluna ser&amp;aacute; atualizada quinzenalmente, sempre &amp;agrave;s quartas-feiras. Ah, como j&amp;aacute; devem ter percebido, al&amp;eacute;m dele, temos outros quatro colunistas e seus textos podem ser lidos l&amp;aacute; no site. Ent&amp;atilde;o, ao texto: Eu n&amp;atilde;o acho que previs&amp;otilde;es acertem sempre, mas uma que eu perdi foi que o iPad n&amp;atilde;o teria um impacto significativo no mercado de e-books (apesar de ter certeza de que depois de algum tempo ele teria sua import&amp;acirc;ncia). Mas dados e an&amp;aacute;lises muito peculiares de Michael Cader em menos de um m&amp;ecirc;s provaram que eu estava errado. Aparentemente se pusermos telas maiores e port&amp;aacute;veis nas m&amp;atilde;os das pessoas elas querem ler livros nelas. E elas (telas) n&amp;atilde;o precisam ser &lt;em&gt;e-ink&lt;/em&gt; e leves para ter esse impacto.</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58016</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=58016</guid><pubDate>Wed, 26 May 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Robert Darnton e a utopia possível das bibliotecas e livros digitais</title><description>&lt;div&gt;&amp;ldquo;Pense no livro. Sua resist&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; extraordin&amp;aacute;ria. Desde a inven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do c&amp;oacute;dice, por volta do nascimento de Cristo, provou-se uma m&amp;aacute;quina maravilhosa &amp;ndash; excelente para transportar informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, c&amp;ocirc;modo para ser folheado, confort&amp;aacute;vel para ser lido na cama, soberbo para armazenamento e incrivelmente resistente a danos&amp;rdquo;, escreveu o historiador Robert Darnton no rec&amp;eacute;m-lan&amp;ccedil;ado &lt;em&gt;A quest&amp;atilde;o dos livros: passado, presente e futuro&lt;/em&gt; (Companhia das Letras, tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Daniel Pellizzari). E completa: o livro &amp;ldquo;n&amp;atilde;o precisa de upgrades, downloads ou boots, n&amp;atilde;o precisa ser acessado, conectado a circuito ou extra&amp;iacute;dos de redes. Seu design &amp;eacute; um prazer para os olhos. Sua forma torna o ato de segur&amp;aacute;-lo nas m&amp;atilde;os um deleite. E sua conveni&amp;ecirc;ncia fez dele a ferramenta b&amp;aacute;sica de saber por milhares de anos, mesmo quando precisava ser desenrolado para ser lido (na forma de rolos de papiro, diferentemente do c&amp;oacute;dice, composto de folhas reunidas por encaderna&amp;ccedil;&amp;atilde;o).&amp;rdquo; A frase poderia sugerir que &lt;em&gt;A quest&amp;atilde;o dos livros&lt;/em&gt; &amp;eacute; um libelo em defesa dos livros em papel &amp;ndash; o que n&amp;atilde;o deixa de ser &amp;ndash;, mas a obra de Darnton &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m uma instigante s&amp;eacute;rie de ensaios e reflex&amp;otilde;es baseadas em diversas experi&amp;ecirc;ncias do autor com a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de projetos de livros, cole&amp;ccedil;&amp;otilde;es e bibliotecas digitais. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57948</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57948</guid><pubDate>Fri, 21 May 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Uma noite especial</title><description>&lt;div&gt;Tenho uma grande amiga, a Estela. Tradutora e revisora, Estelinha &amp;ndash; pros amigos- &amp;eacute; garantia de rigor na qualidade dos seus trabalhos e grande papo tanto sobre produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros, quanto sobre a hist&amp;oacute;ria por tr&amp;aacute;s da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes livros. Adoro aprender com ela e fa&amp;ccedil;o quest&amp;atilde;o de parar tudo para tomarmos um caf&amp;eacute; na livraria. Num destes r&amp;aacute;pidos encontros- ela est&amp;aacute; sempre muito ocupada entre suas duas casas &amp;ndash; ela me prop&amp;ocirc;s um evento, e a partir da&amp;iacute; aconteceu uma bela hist&amp;oacute;ria. Ela tem um irm&amp;atilde;o, o Carlos, que durante algumas d&amp;eacute;cadas escreveu e guardou v&amp;aacute;rias cr&amp;ocirc;nicas, contando historias das pessoas, dos h&amp;aacute;bitos e dos lugares de Santos. Como presente de anivers&amp;aacute;rio Estela reuniu os textos e organizou uma edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em um pequeno volume de chamado &amp;ldquo;Pessoal e transfer&amp;iacute;vel&amp;rdquo;. S&amp;oacute; um detalhe: Carlos n&amp;atilde;o sabia. &lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57879</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57879</guid><pubDate>Wed, 19 May 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Dez mandamentos do agente</title><description>&lt;div&gt;Na nossa primeira coluna falamos que o agente &amp;eacute; &amp;ldquo;o profissional que percorre o mercado editorial captando autor, mapeia o editor, considera o distribuidor, &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m um observador do livreiro e conversador tal qual um leitor. Sempre conectado a todos os movimentos de procura de livros nas &amp;aacute;reas que atua: seja fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o, seja ensaio etc.&amp;rdquo; E ainda perguntamos: mas como o agente faz tudo isto? Hoje relacionamos dez principais mandamentos que o agente segue. 1. Administrar (vender e gerir) direitos autorais para qualquer forma de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, respeitando as leis de direitos autorais e preservando o respeito &lt;span&gt;&amp;agrave; obra no mercado. Clique no &amp;ldquo;Leia Mais&amp;rdquo; e continue lendo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57866</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57866</guid><pubDate>Tue, 18 May 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Produção editorial</title><description>&lt;div&gt;Na quinta-feira passada aconteceu de novo. Onde voc&amp;ecirc; trabalha? &lt;em&gt;Em uma editora de livros.&lt;/em&gt; Legal! Faz o que l&amp;aacute;? &amp;Eacute; designer? &lt;em&gt;N&amp;atilde;o. Cuido mais da parte de texto.&lt;/em&gt; Ah, traduz? &lt;em&gt;N&amp;atilde;o. Eu mando pra tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt;. Ah, voc&amp;ecirc; escolhe o livro e manda pra tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;em&gt;N&amp;atilde;o, eu n&amp;atilde;o escolho. Eu sigo um cronograma. Quem escolhe quando lan&amp;ccedil;ar os t&amp;iacute;tulos s&amp;atilde;o outras pessoas.&lt;/em&gt; Ah, ent&amp;atilde;o voc&amp;ecirc; s&amp;oacute; manda pra tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o... Entendi. &lt;em&gt;N&amp;atilde;o, eu fa&amp;ccedil;o um milh&amp;atilde;o de outras coisas! &lt;/em&gt;E o que tem mais pra fazer? &lt;em&gt;Todo o livro! Pera&amp;iacute;, deixa eu explicar do in&amp;iacute;cio...&lt;/em&gt; Quando tenho esse tipo de conversa, sempre penso que &amp;eacute; impressionante como minha profiss&amp;atilde;o e, principalmente, meu cotidiano de trabalho s&amp;atilde;o ignorados. Para continuar lendo o primeiro texto da coluna &amp;ldquo;Making of&amp;rdquo; de Cindy Leopoldo, que vai nos contar sobre o mundo que existe do lado de dentro das editoras, clique no &amp;ldquo;Leia Mais&amp;rdquo;. Cindy &amp;eacute; graduada em Letras pela UFRJ e p&amp;oacute;s-graduada em Gerenciamento de Projetos pela UFF. Trabalha em departamentos editoriais h&amp;aacute; sete anos. Daqui a 15 dias tem texto novo. &amp;Eacute; s&amp;oacute; esperar! E ir conferindo as outras colunas l&amp;aacute; no site do PublishNews.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57700</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57700</guid><pubDate>Tue, 11 May 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Do Sneffels ao Eyjafjallajökull: as viagens iluministas de Julio Verne</title><description>&lt;div&gt;Foi no dia 24 de maio de 1863 que a aventura do professor de mineralogia Lidenbrock e de seu sobrinho &amp;Aacute;xel teve in&amp;iacute;cio na cidade de Hamburgo, Alemanha. Ap&amp;oacute;s decifrar a mensagem criptografada de um velho manuscrito r&amp;uacute;nico, eles partiram para uma viagem ao centro da Terra, que come&amp;ccedil;aria &amp;ndash; conforme as instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es do misterioso Arne Saknussemm &amp;ndash; na cratera de um vulc&amp;atilde;o, o Sneffels, na... Isl&amp;acirc;ndia! Exatos 147 anos depois, os leitores de Julio Verne devem ter se lembrado de &lt;em&gt;Viagem ao Centro da Terra&lt;/em&gt; ao acompanhar o notici&amp;aacute;rio sobre como a erup&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um vulc&amp;atilde;o na Isl&amp;acirc;ndia e sua imensa nuvem de cinzas, que paralisou o espa&amp;ccedil;o a&amp;eacute;reo na Europa, provocou preju&amp;iacute;zos gigantescos e reacendeu discuss&amp;otilde;es sobre unidade e diversidade nas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos pa&amp;iacute;ses europeus. A erup&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o nosso total desconhecimento sobre a Isl&amp;acirc;ndia, pa&amp;iacute;s-ilha, transformada no romance de Verne em um &amp;ldquo;vasto museu de Hist&amp;oacute;ria Natural&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57645</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57645</guid><pubDate>Fri, 07 May 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Los 3 amigos</title><description>&lt;div&gt;Sempre gostei de HQs, acho que elas est&amp;atilde;o entre o cinema e a literatura, podem ser s&amp;eacute;rias ou ing&amp;ecirc;nuas, al&amp;eacute;m de atrair as crian&amp;ccedil;as para um v&amp;iacute;cio ben&amp;eacute;fico, o da leitura. Se voc&amp;ecirc; j&amp;aacute; &amp;eacute; barbado n&amp;atilde;o se acanhe, gibi &amp;eacute; coisa de adulto tamb&amp;eacute;m. Este causo se passou em 95, na finada livraria Iporanga, no seu cal&amp;ccedil;ad&amp;atilde;o. Recebemos naquele ver&amp;atilde;o os &amp;ldquo;Los 3 amigos&amp;rdquo;, que vieram com um quarto elemento, o Ad&amp;atilde;o Iturrusgarai. E foi um dia muito bacana, que at&amp;eacute; hoje se instalou na minha em&amp;oacute;ria. O pessoal da editora Ensaio foi quem trouxe o quarteto, numa van. Primeira parada, Lanches Sevilha, a melhor torta de banana do bairro, que ficava bem em frente &amp;agrave; livraria, boa vizinhan&amp;ccedil;a. Recebemos a not&amp;iacute;cia e encontramos Angeli, Glauco, Laerte e Ad&amp;atilde;o com suas barrigas no balc&amp;atilde;o, pedindo coxinha, pizza em peda&amp;ccedil;o e gargalhando.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57611</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57611</guid><pubDate>Wed, 05 May 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Agora é a hora!</title><description>&lt;div&gt;Agora &amp;eacute; a hora de fazer contatos com agentes e editores. Como fazer para procurar algu&amp;eacute;m que n&amp;atilde;o conhe&amp;ccedil;o? A resposta &amp;eacute; sempre a mesma: pesquise. Se vai mandar carta impressa ou digital tanto para editores como para agentes, procure saber o que saiu sobre eles na internet, na imprensa ou fale com livreiros. Fa&amp;ccedil;a tudo que estiver ao seu alcance para saber mais a respeito desses profissionais. Procure n&amp;atilde;o escrever para quem voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o saiba nada sobre sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado. Pode ser terr&amp;iacute;vel para quem recebe esse tipo de contato. Um exemplo bem b&amp;aacute;sico: nunca erre a ortografia do nome da pessoa, muitas pessoas odeiam ler seu nome escrito errado. Ali&amp;aacute;s, por acaso voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o seria uma dessas pessoas? E se seu nome sa&amp;iacute;sse errado na capa do seu futuro livro, o que voc&amp;ecirc; pensaria a respeito? Quem recebe sua carta ou email pressup&amp;otilde;e que voc&amp;ecirc; saiba bem o que, como e porque escreveu ou desenvolveu o projeto que est&amp;aacute; sendo apresentado. Por isso, tenha bem definido na sua cabe&amp;ccedil;a o que deseja com aquele contato inicial. &lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57572</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57572</guid><pubDate>Tue, 04 May 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Monteiro Lobato e a leitura compartilhada</title><description>&lt;div&gt;&lt;em&gt;Dona Benta sentou-se na sua velha cadeirinha de pernas serradas e principiou:&lt;/em&gt;&amp;ndash; &lt;em&gt;Hans Staden era um mo&amp;ccedil;o natural de Homberg, pequena cidade do Estado de Hesse, na Alemanha.&lt;/em&gt;&amp;ndash; &lt;em&gt;De S? &amp;ndash; exclamou Pedrinho, dando uma risada. Que engra&amp;ccedil;ado!&lt;/em&gt;&amp;ndash; &lt;em&gt;N&amp;atilde;o atrapalhe &amp;ndash; disse Narizinho. Assim como em S. Paulo h&amp;aacute; a freguesia de Nossa Senhora do &amp;Oacute;, bem pode haver o Estado de S na Alemanha. Em que o O &amp;eacute; melhor do que o S? &lt;/em&gt;Com este delicioso di&amp;aacute;logo, Monteiro Lobato come&amp;ccedil;a seu livro &lt;em&gt;Aventuras de Hans Staden&lt;/em&gt;. A maneira como ele d&amp;aacute; nova vida editorial &amp;agrave; trajet&amp;oacute;ria desse aventureiro alem&amp;atilde;o &amp;ndash; que naufragou na costa brasileira em 1549 e foi aprisionado pelos &amp;iacute;ndios Tupinamb&amp;aacute; por oito meses &amp;ndash; e a aproxima do leitor jovem brasileiro &amp;eacute; de uma engenhosidade liter&amp;aacute;ria &amp;uacute;nica.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57402</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57402</guid><pubDate>Fri, 23 Apr 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Como me tornei livreiro e a desorientação vocacional</title><description>&lt;div&gt;Isto se passou em 1990 e eu estava com 18 anos, sem dinheiro no bolso e com vontade de fazer uma faculdade. O plano era simples: arranjar um emprego que ajudasse nos custos do curso de Arquitetura. Para isso reuni as minhas refer&amp;ecirc;ncias, que eram uma pasta cheia de bicos de pena e alguma cara-de-pau. O resto era chute. Visitei e preenchi fichas de emprego em lugares que me pareciam legais. Locadora de filmes, loja de departamentos (n&amp;atilde;o &amp;eacute; legal, mas era caminho), loja de foto (putz), ag&amp;ecirc;ncia de publicidade e at&amp;eacute; numa livraria chamada Iporanga. Em todos os lugares deixei um telefone de uma vizinha meio coroa, com alguma boa vontade, mas um tanto distra&amp;iacute;da, como j&amp;aacute; vou explicar.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57371</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57371</guid><pubDate>Thu, 22 Apr 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Agora, sou escritor!</title><description>&lt;div&gt;A vontade de escrever, ser reconhecido, assinar contratos milion&amp;aacute;rios, ver suas palavras no palco, na televis&amp;atilde;o e onde mais quer que elas possam ser pronunciadas, surge sempre cercada de muitas d&amp;uacute;vidas. N&amp;atilde;o importa seus anseios, depois que a obra for dada como pronta, ela gera uma necessidade primordial: publicar. E a&amp;iacute; vem suas implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Voc&amp;ecirc; precisar&amp;aacute; de pesquisa, prud&amp;ecirc;ncia, reflex&amp;atilde;o, paci&amp;ecirc;ncia e oportunidade &amp;ndash; experi&amp;ecirc;ncias que s&amp;atilde;o &amp;uacute;nicas, mas que muitas vezes trilham um caminho j&amp;aacute; conhecido no mercado editorial. Em sua coluna, Marisa Moura apresenta os onze casos mais comuns - e muito delicados de resolver - tanto para escritores quanto para agentes liter&amp;aacute;rios.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57319</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57319</guid><pubDate>Tue, 20 Apr 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>O livro impresso e suas encarnações pré-virtuais</title><description>&lt;div&gt;&lt;em&gt;adas?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;A velocidade e o impacto dos avan&amp;ccedil;os tecnol&amp;oacute;gicos do livro virtual s&amp;atilde;o um convite redobrado a uma reflex&amp;atilde;o, diante de certo deslumbramento com as novas tecnologias. Entre as v&amp;aacute;rias possibilidades, duas s&amp;atilde;o particularmente relevantes a partir da leitura de &lt;em&gt;L&amp;iacute;nguas e leituras no mundo digital&lt;/em&gt;, do historiador Roger Chartier, escrito em 2002, que permanece atual e sugestivo (o artigo est&amp;aacute; em &lt;em&gt;Os desafios da escrita&lt;/em&gt;, Editora Unesp). Na cultura impressa, escreveu Chartier, o reconhecimento do g&amp;ecirc;nero ou registro de um texto (jornal, revista, livro, carta, di&amp;aacute;rio manuscrito) est&amp;aacute; ligado &amp;agrave; sua &amp;ldquo;materialidade&amp;rdquo; como objeto. Cada uma das diversas &amp;ldquo;encarna&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo; do texto tem uma hist&amp;oacute;ria de como se definiu em seus c&amp;oacute;digos de reconhecimento, com camadas de continuidades e varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es. &amp;Eacute; uma &lt;em&gt;cultura impressa&lt;/em&gt; para a qual o conte&amp;uacute;do n&amp;atilde;o &amp;eacute; intang&amp;iacute;vel, mas diretamente ligado &amp;agrave; sua presen&amp;ccedil;a f&amp;iacute;sica, um conjunto de g&amp;ecirc;neros de textos e livros com in&amp;uacute;meras vari&amp;aacute;veis e distin&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Clique no &amp;quot;Leia Mais&amp;quot; e&amp;nbsp;continue lendo a coluna de Roney Cytrynowicz.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57125</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57125</guid><pubDate>Fri, 09 Apr 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Ser livreiro</title><description>&lt;div&gt;Ser livreiro &amp;eacute; levar um choque de humildade. Praticamente moramos nas nossas livrarias, e recebemos um recado vindo das prateleiras. Muitos dos livros em nossas estantes n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o lidos... e ent&amp;atilde;o me vem este sentimento: o que nos rodeia &amp;eacute; bem maior do que n&amp;oacute;s. E junto da humildade vem a descontra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;ldquo;se n&amp;atilde;o h&amp;aacute; rem&amp;eacute;dio, remediado est&amp;aacute;&amp;rdquo;, acho que &amp;eacute; por a&amp;iacute; o ditado. Nesta coluna vou tentar pensar alto algumas quest&amp;otilde;es que me encasquetam; espero que algumas delas sejam as vossas. Em outras oportunidades vou escrever um caderno de mem&amp;oacute;rias vividas num balc&amp;atilde;o, com &amp;ldquo;causos&amp;rdquo; e passagens de quase duas d&amp;eacute;cadas conversando com grandes figuras, os leitores. Continue lendo a primeira coluna de Jos&amp;eacute; Luiz Tahan, propriet&amp;aacute;rio da &lt;a href="http://www.realejolivros.com.br/"&gt;Livraria Realejo&lt;/a&gt;, de Santos. Ele escrever&amp;aacute; quinzenalmente, sempre &amp;agrave;s quartas-feiras, no PublishNews. Acompanhe por aqui ou diretamente no &lt;a href="http://www.publishnews.com.br"&gt;site&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57049</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57049</guid><pubDate>Wed, 07 Apr 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Autor ou Avatar?</title><description>&lt;div&gt;Semana passada, o assunto em pauta no Twitter foi #livrodigital, pelo menos aqui em S&amp;atilde;o Paulo - estendamos para o mercado editorial brasileiro - devido ao 1&amp;ordm; Congresso Internacional do Livro Digital. Na verdade, considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o tema come&amp;ccedil;aram a ganhar for&amp;ccedil;a h&amp;aacute; mais de dez anos, com a populariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do CD-ROM. Por&amp;eacute;m, a conversa esquenta agora, no momento em que novas plataformas eletr&amp;ocirc;nicas chegam e se tornam atraentes e acess&amp;iacute;veis ao &amp;quot;leitor&amp;quot;. Estamos atentos &amp;agrave;s novas formas de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desde o j&amp;aacute; citado CD-ROM. A iniciativa de digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros do &lt;a href="http://books.google.com/"&gt;Google&lt;/a&gt;, somada &amp;agrave; entrada do &lt;a href="http://www.amazon.com/dp/B0015T963C/?tag=gocous-20&amp;amp;hvadid=4139285297&amp;amp;ref=pd_sl_7p2cs87ah_b"&gt;Kindle&lt;/a&gt; no mercado e ao lan&amp;ccedil;amento do &lt;a href="http://www.apple.com/ipad/"&gt;iPad&lt;/a&gt; - para ficar s&amp;oacute; com algumas &amp;quot;superstars&amp;quot; - aumentaram muito a quantidade de lenha na fogueira das publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57076</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=57076</guid><pubDate>Tue, 06 Apr 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Muito antes de ler os "clássicos"</title><description>&lt;div&gt;Jornais de cultura e de literatura, sites de letras e de livrarias e colunas de escritores e de cr&amp;iacute;ticos est&amp;atilde;o repletos de listas indicando os cl&amp;aacute;ssicos da fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o e os livros mais importantes para ser um &amp;ldquo;bom&amp;rdquo; leitor. Estas listas s&amp;atilde;o interessantes e &amp;uacute;teis, mas tamb&amp;eacute;m mon&amp;oacute;tonas e repetitivas. Dificilmente abrem espa&amp;ccedil;o para t&amp;iacute;tulos fora do c&amp;acirc;none da &amp;ldquo;boa literatura&amp;rdquo; e, portanto, pouco dizem sobre como de fato nos tornamos leitores na inf&amp;acirc;ncia e na juventude. Nossa forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o como leitores raramente come&amp;ccedil;a pelos cl&amp;aacute;ssicos. Chegar a tais leituras exige um percurso que passa pelo prazer de ler e pelo trabalho de elaborar o que &amp;eacute; literatura, qualquer que seja a sua acep&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A seguir publico uma lista que est&amp;aacute; longe de ser uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos &amp;ldquo;melhores&amp;rdquo; ou dos &amp;ldquo;mais recomend&amp;aacute;veis&amp;rdquo; livros de fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o. E muitos menos dos &amp;ldquo;cl&amp;aacute;ssicos&amp;rdquo;. &amp;Eacute; apenas uma sincera lista dos livros que me tornaram leitor e que fizeram a minha cabe&amp;ccedil;a dos 11 aos 17 (quando alguns dos cl&amp;aacute;ssicos me foram apresentados). &amp;Eacute; a lista dos livros que mais me emocionaram ou divertiram, dos livros em cuja companhia passei momentos intensos e pelos quais tenho at&amp;eacute; hoje profundo afeto &amp;ndash; independentemente de qualquer avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o cr&amp;iacute;tica ou liter&amp;aacute;ria. &lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=56919</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=56919</guid><pubDate>Fri, 26 Mar 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Perguntas na mesa</title><description>&lt;div&gt;Vamos p&amp;ocirc;r as perguntas na mesa. Como ser representado por um agente liter&amp;aacute;rio? Contrata-se um agente liter&amp;aacute;rio? Ou sou procurado pelo agente? &amp;nbsp;Se essas interroga&amp;ccedil;&amp;otilde;es continuarem, o texto dessa semana vira question&amp;aacute;rio... Acreditem, agentes sempre querem autores (in&amp;eacute;ditos ou consagrados), novos projetos, editoras para representar. Sim, sempre. Na verdade, as quest&amp;otilde;es de fato procuram responder por que temos poucas ag&amp;ecirc;ncias brasileiras, como autores e editoras se relacionam com elas e os diferencias atribu&amp;iacute;dos aos agentes estrangeiros. &lt;a href="http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=56835"&gt;Leia a coluna&lt;/a&gt; na &amp;iacute;ntegra.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=56835</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=56835</guid><pubDate>Tue, 23 Mar 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Agente literário</title><description>&lt;div&gt;&amp;Eacute; mais ou menos assim &amp;ndash; deveria ser MAIS do que menos. O profissional que percorre o mercado editorial captando autor, mapeia o editor, considera o distribuidor, &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m um observador do livreiro e conversador tal qual um leitor. Conhece quem cria o qu&amp;ecirc; e quem compra que tipo de livro. Sabe de projetos em gesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; de linhas editoriais futuras nos quatros cantos das salas editoriais. Em sua estreia como colunista do PublishNews, Marisa Moura fala sobre o papel do agente liter&amp;aacute;rio em &amp;ldquo;Meio de campo&amp;rdquo;. &amp;Eacute; dela a &lt;a href="http://paginadacultura.com.br/"&gt;P&amp;aacute;gina da Cultura&lt;/a&gt;, ag&amp;ecirc;ncia liter&amp;aacute;ria no mercado desde 1994.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=56564</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=56564</guid><pubDate>Tue, 09 Mar 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item></channel></rss>