<?xml version="1.0"?><rss version="2.0"><channel><title>RSS PublishNews | Colunas</title><link>http://www.publishnews.com.br</link><description>Aqui você lê o Mercado Editorial</description><language>pt-BR</language><ttl>5</ttl><item><title>Brasil e Índia no caminho da rápida adoção dos livros eletrônicos</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O 3&amp;ordm; Congresso do Livro Digital, organizado pela CBL, revelou-se melhor que os dois primeiros em um ponto fundamental: um n&amp;uacute;mero menor de vendedores de apps e programinhas, que compareciam menos para demonstrar tend&amp;ecirc;ncias e mais para propor a venda de servi&amp;ccedil;os para os tupiniquins embasbacados pelas novidades, o que geralmente n&amp;atilde;o conseguiam, porque o pessoal daqui &amp;eacute; desconfiado e muquirana. As duas palestras mais interessantes do Congresso foram, na minha opini&amp;atilde;o, as de Jonathan Novell, da Nielsen, e a de Kelly Gallagher, da R.R. Bowker. Foi uma fant&amp;aacute;stica oportunidade de ver, na pr&amp;aacute;tica, como os metadados constituem, hoje, um elemento essencial para que a ind&amp;uacute;stria editorial possa cumprir seu papel de entregar os livros a seus leitores.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68353</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68353</guid><pubDate>Tue, 15 May 2012 12:24:15 GMT</pubDate></item><item><title>A morte do DRM (será?)</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GregBateman100.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GregBateman100.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O DRM (digital rights management) era praticamente o &amp;Uacute;NICO assunto quando eu comecei na ind&amp;uacute;stria do e-book (em 2006), mas ele acabou ficando longe dos holofotes por um bom tempo. J.K. Rowling (felizmente) ressuscitou o assunto, jogando uma nova luz sobre ele ao lan&amp;ccedil;ar os e-books de &lt;em&gt;Harry Potter&lt;/em&gt; com marcas d&amp;rsquo;&amp;aacute;gua, ou Social DRM. Com todo o barulho sobre isso, eu decidi testar a efic&amp;aacute;cia dos diferentes m&amp;eacute;todos antipirataria. Busquei na internet vers&amp;otilde;es piratas de algumas obras (mas n&amp;atilde;o fiz download, &amp;eacute; claro!) para ver qu&amp;atilde;o dif&amp;iacute;cil &amp;eacute; encontrar o conte&amp;uacute;do. &lt;span&gt;Enquanto 28 pessoas compartilhavam vers&amp;otilde;es piratas de &lt;em&gt;Harry Potter&lt;/em&gt;, 302 pessoas compartilhavam &lt;em&gt;A guerra dos tronos &amp;ndash; &lt;/em&gt;um t&amp;iacute;tulo que foi encriptado &amp;ldquo;de forma segura&amp;rdquo; com um DRM pesado. Ser&amp;aacute; que o DRM vale a pena?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68262</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68262</guid><pubDate>Wed, 09 May 2012 10:39:17 GMT</pubDate></item><item><title>De olho na pesquisa sobre e-books</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A &lt;a href="http://libraries.pewinternet.org/2012/04/04/the-rise-of-e-reading/"&gt;pesquisa&lt;/a&gt; produzida pela&amp;nbsp;&lt;a href="http://libraries.pewinternet.org/2012/04/04/the-rise-of-e-reading/"&gt;Pew Internet &amp;amp; American Life Project&lt;/a&gt; sobre leitura de e-books tem algumas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es muito importantes que precisamos analisar. A primeira delas: estamos pr&amp;oacute;ximos de ter a metade dos norte-americanos com mais de 16 anos (o n&amp;uacute;mero da pesquisa foi 43%) lendo um e-book, ou outro conte&amp;uacute;do longo em formato digital, no &amp;uacute;ltimo ano. Como outros dados na pesquisa sugerem, esse n&amp;uacute;mero ainda est&amp;aacute; crescendo rapidamente. Outra estat&amp;iacute;stica incr&amp;iacute;vel: mais donos de aparelhos est&amp;atilde;o lendo um livro impresso no seu dia-a-dia, e n&amp;atilde;o um livro eletr&amp;ocirc;nico: 49% dos donos de Kindle e Nook est&amp;atilde;o lendo um e-book, enquanto 59% est&amp;atilde;o lendo um livro impresso.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68255</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68255</guid><pubDate>Tue, 08 May 2012 12:30:50 GMT</pubDate></item><item><title>Sobre o James Beard e outros prêmios</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Para os autores e editoras de livros de cozinha nos Estados Unidos, nenhum pr&amp;ecirc;mio &amp;eacute; t&amp;atilde;o importante quanto os concedidos pela Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o James Beard. Apenas entre os t&amp;iacute;tulos de receitas, s&amp;atilde;o treze categorias. Entre os ganhadores deste ano, anunciados na &amp;uacute;ltima sexta-feira, dia 4, em Nova York, houve diversas barbadas. Elogiado por todo mundo, de Daniel Boulud a Anthony Bourdain, &lt;em&gt;Sangue, ossos e manteiga &lt;/em&gt;(Rocco), de Gabrielle Hamilton, levou na categoria &amp;ldquo;literatura&amp;rdquo;. E o monumental &lt;em&gt;Modernist cuisine&lt;/em&gt; (The Cooking Lab), de Nathan Myhrvold com Chris Young e Maxime Bilet, faturou n&amp;atilde;o s&amp;oacute; o pr&amp;ecirc;mio em &amp;ldquo;cozinha profissional&amp;rdquo; mas tamb&amp;eacute;m o &amp;ldquo;livro do ano&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68215</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68215</guid><pubDate>Mon, 07 May 2012 08:56:23 GMT</pubDate></item><item><title>O freela e as redes sociais</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Cassius110825.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Cassius110825.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Em um mundo cada vez mais din&amp;acirc;mico e tecnol&amp;oacute;gico, &amp;eacute; imposs&amp;iacute;vel pensar que algu&amp;eacute;m que trabalha no computador o dia inteiro n&amp;atilde;o esteja em alguma rede social, seja o Twitter, Facebook, Linkedin, ou qualquer outra. A quest&amp;atilde;o que surge a partir da&amp;iacute; &amp;eacute; saber se isso &amp;eacute; algo bom ou ruim, se elas ajudam ou atrapalham o freela. E eu respondo: depende. &lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68185</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68185</guid><pubDate>Thu, 03 May 2012 12:39:37 GMT</pubDate></item><item><title>O mar, o cacau e a literatura de Jorge Amado no Museu da Língua Portuguesa</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/RoneyCytrynowiczColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/RoneyCytrynowiczColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;&amp;Eacute; imperd&amp;iacute;vel a exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre Jorge Amado no Museu da L&amp;iacute;ngua Portuguesa, na Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Luz, em S&amp;atilde;o Paulo, em cartaz at&amp;eacute; 22 de julho. Talvez o m&amp;eacute;rito mais importante da exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o seja que ela propicia uma atraente e efetiva aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a literatura do escritor. Um dos recursos audiovisuais interessantes que ela traz s&amp;atilde;o telas em que as reescritas e corre&amp;ccedil;&amp;otilde;es do escritor em seus manuscritos (datiloscritos) v&amp;atilde;o aparecendo, mostrando ao espectador as camadas de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um texto liter&amp;aacute;rio. &amp;Eacute; um exemplo de recurso que potencializa e prop&amp;otilde;e olhares mais apurados, e que n&amp;atilde;o substitui a experi&amp;ecirc;ncia da leitura e do olhar, inseridos e contextualizados em um mundo real e habitado.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68191</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68191</guid><pubDate>Fri, 04 May 2012 10:48:10 GMT</pubDate></item><item><title>As últimas do mercado</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CamilaCabete100_2.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CamilaCabete100_2.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Escrevi este texto no avi&amp;atilde;o, na ida para Bogot&amp;aacute;, onde participei, representando a Xeriph, de um debate na feira internacional do livro. Na pr&amp;oacute;xima coluna, poderei falar sobre o mercado editorial digital na Am&amp;eacute;rica Latina. Por ora, comento os &amp;uacute;ltimos acontecimentos e not&amp;iacute;cias em nosso mercado. Como j&amp;aacute; escrevi antes, parece que tr&amp;ecirc;s meses equivalem a um ano de desenvolvimento. Continuo com a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de j&amp;aacute; estar nisso tudo h&amp;aacute; d&amp;eacute;cadas. L&amp;aacute; v&amp;atilde;o ent&amp;atilde;o as p&amp;iacute;lulas, sobre Amazon, Apple e Livraria Cultura.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68098</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68098</guid><pubDate>Thu, 26 Apr 2012 10:42:21 GMT</pubDate></item><item><title>Vamos usar a cabeça, pessoal</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GregBateman100.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GregBateman100.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A semana retrasada foi uma novela melodram&amp;aacute;tica para as editoras e as lojas de livros. Li muitos artigos sobre a batalha do modelo de Agenciamento x Distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o carregados de emo&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;Eacute; hora de voltar aos fundamentos da economia. Tem que existir um pre&amp;ccedil;o m&amp;aacute;gico, &amp;oacute;timo, para a venda dos livros. E hoje a Amazon entende mais disso do que qualquer outra loja, porque eles gastaram centenas de milh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares em algoritmos de alta tecnologia que ajustam os pre&amp;ccedil;os a cada MINUTO. Mas n&amp;atilde;o basta entregar a tarefa de definir pre&amp;ccedil;os &amp;agrave; Amazon. Se as editoras querem ter controle sobre seus pr&amp;oacute;prios destinos, &amp;eacute; preciso entender como as vendas e a audi&amp;ecirc;ncia se comportam. Hora de usar a cabe&amp;ccedil;a.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68079</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68079</guid><pubDate>Wed, 25 Apr 2012 10:10:52 GMT</pubDate></item><item><title>Precisa-se de novos críticos literários</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PedroAmeida110805.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PedroAmeida110805.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Vivemos um momento de grandes mudan&amp;ccedil;as no cen&amp;aacute;rio editorial. O crescimento da Classe C trouxe uma massa de leitores que passaram a incluir livros em sua cesta b&amp;aacute;sica. Isso mexeu com os g&amp;ecirc;neros de livros mais consumidos no Brasil. Romances femininos, livros religiosos e juvenis ampliaram em muito sua participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado. A frente que temos de avan&amp;ccedil;ar agora &amp;eacute; na cr&amp;iacute;tica liter&amp;aacute;ria, abandonando dogmas que continuam fortes por aqui. N&amp;atilde;o temos cr&amp;iacute;ticos de literatura comercial, de sa&amp;uacute;de, de autoajuda. N&amp;atilde;o &amp;eacute; &amp;agrave; toa que os blogs e sites pop crescem a cada dia. Penso que &amp;eacute; hora de os suplementos liter&amp;aacute;rios inclu&amp;iacute;rem em suas indica&amp;ccedil;&amp;otilde;es livros de todas as &amp;aacute;reas. Mas que a cr&amp;iacute;tica seja feita por quem conhe&amp;ccedil;a bem essas diferentes linhas, caso contr&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o alcan&amp;ccedil;ar&amp;aacute; seus leitores. &lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68080</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68080</guid><pubDate>Wed, 25 Apr 2012 10:48:31 GMT</pubDate></item><item><title>Colômbia – uma visita esclarecedora</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Convidado pela FBN e pelo CERLALC &amp;ndash; Centro Regional para o Livro na Am&amp;eacute;rica Latina e no Caribe, estive semana passada em Bogot&amp;aacute; para os dias profissionais da &lt;a href="http://www.feriadellibro.com"&gt;Feira de Livros&lt;/a&gt; daquela cidade,&amp;nbsp;que este ano homenageia o Brasil como &amp;ldquo;Pa&amp;iacute;s Invitado de Honor&amp;rdquo;, pela segunda vez. Fui &lt;a href="http://www.todocomienzaenunlibro.com/"&gt;participar de um painel&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;depois de uma confer&amp;ecirc;ncia feita por Richard Stark. O que quero apresentar agora s&amp;atilde;o alguns aspectos da pol&amp;iacute;tica nacional para livros, leitura e biblioteca daquele pa&amp;iacute;s, que s&amp;atilde;o muito interessantes para n&amp;oacute;s, brasileiros. O primeiro aspecto que gostaria de acentuar &amp;eacute; o da institucionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pol&amp;iacute;tica de bibliotecas. A Lei 1.379, de 2010, aprovada pelo congresso colombiano e sancionada, organiza a rede nacional de bibliotecas p&amp;uacute;blicas, com disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es muito importantes e interessantes.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68058</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68058</guid><pubDate>Tue, 24 Apr 2012 10:08:11 GMT</pubDate></item><item><title>Politicamente incorreto</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Na semana passada, participei de uma mesa junto com Leo Cunha, num evento promovido pela Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Municipal de Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte, o 7&amp;ordm; semin&amp;aacute;rio Beagal&amp;ecirc;. A chamada do evento foi a frase &amp;ldquo;Ter em m&amp;atilde;os o livro liter&amp;aacute;rio &amp;eacute; defrontar-se com o desequil&amp;iacute;brio&amp;rdquo;, de Bartolomeu Campos de Queiros. O objetivo? Discutir os efeitos do politicamente correto nos livros para crian&amp;ccedil;as e jovens, da dificuldade do tratamento dos temas inc&amp;ocirc;modos. Audit&amp;oacute;rio cheio, em torno de 150 pessoas entre professores, bibliotec&amp;aacute;rios, estudantes de letras e autores. O tom? Preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, necessidade de entender e de resistir e reverter esse dif&amp;iacute;cil quadro que, de acordo com o depoimento de muitos, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; se mant&amp;eacute;m como &amp;eacute; cada vez mais forte.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68037</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68037</guid><pubDate>Mon, 23 Apr 2012 10:41:18 GMT</pubDate></item><item><title>Alguns achados e impressões de Portugal</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Para mim, os melhores livros de cozinha resultam de uma feliz uni&amp;atilde;o entre receitas interessantes, um projeto gr&amp;aacute;fico bacana e textos inspirados &amp;ndash; eu j&amp;aacute; ia dizendo &amp;ldquo;saborosos&amp;rdquo; quando percebi o trocadilho infame, mas, no fundo, &amp;eacute; isso mesmo. Se a obra tiver uma certa voca&amp;ccedil;&amp;atilde;o liter&amp;aacute;ria, ent&amp;atilde;o, fica irresist&amp;iacute;vel. Foi por isso que comprei &lt;em&gt;Cozinha d&amp;rsquo;amigos&lt;/em&gt; (Oficina do Livro, 106 pp., 24,40 euros), do jornalista e escritor portugu&amp;ecirc;s Miguel Sousa Tavares (de &lt;em&gt;Equador&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;No teu deserto&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;N&amp;atilde;o te deixarei morrer, David Crockett&lt;/em&gt;): muito mais pelas hist&amp;oacute;rias que ele conta na apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada receita do que pela sopa de peixe matalote ou do bife &amp;agrave; portuguesa. Essa obra de Miguel Sousa Tavares pertence a um g&amp;ecirc;nero pouco explorado dos livros de receitas: aqueles escritos por homens comuns, que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m restaurantes famosos nem programas badalados na TV.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68033</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68033</guid><pubDate>Fri, 20 Apr 2012 09:44:48 GMT</pubDate></item><item><title>O preço de custo e o custo do preço</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/JulioColunistas.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/JulioColunistas.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Editores e leitores, peguem pipoca e ajeitem-se no sof&amp;aacute;. Vai come&amp;ccedil;ar a luta do s&amp;eacute;culo. Os dois tit&amp;atilde;s da economia dos bens culturais digitais partiram para as vias de fato. N&amp;atilde;o se sabe quem vai ganhar, mas h&amp;aacute; um prov&amp;aacute;vel perdedor: a ind&amp;uacute;stria editorial. O Departamento de Justi&amp;ccedil;a dos Estados Unidos, instigado pela Amazon, &lt;a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052702304444604577337573054615152.html?ru=yahoo&amp;amp;mod=yahoo_hs%23project=ebooksannotated041112&amp;amp;articleTabs=interactive"&gt;abriu um processo&lt;/a&gt; contra a Apple e cinco grandes grupos editoriais. A acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o? Truste, associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o crime, cartel. A v&amp;iacute;tima? O comprador de e-books. O caso tem os componentes de um bom drama de tribunal: intrigas, trai&amp;ccedil;&amp;otilde;es, iuris sperniandi, empresas poderosas e muito dinheiro.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68012</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=68012</guid><pubDate>Thu, 19 Apr 2012 08:52:42 GMT</pubDate></item><item><title>Brasil em Bogotá – A primeira experiência das novas políticas da Biblioteca Nacional</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A 25&amp;ordf; Feira do Livro de Bogot&amp;aacute; (FILBO) inaugura hoje com o Brasil como &amp;ldquo;Pa&amp;iacute;s Invitado de Honor&amp;rdquo;. &amp;Eacute; a primeira dessas homenagens articuladas por Galeno Amorim desde que assumiu a presid&amp;ecirc;ncia da Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Biblioteca Nacional. A sequ&amp;ecirc;ncia de feiras que homenageiam o Brasil ter&amp;aacute; seu &amp;aacute;pice na Feira do Livro de Frankfurt, em 2013, quando o pa&amp;iacute;s ser&amp;aacute;, pela segunda vez, o pa&amp;iacute;s tema. Ali&amp;aacute;s, tamb&amp;eacute;m em Bogot&amp;aacute; &amp;eacute; a segunda vez. Essas participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es fazem partes das iniciativas da FBN de apoiar uma maior presen&amp;ccedil;a da literatura brasileira na ind&amp;uacute;stria editorial internacional, juntamente com as bolsas de tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o aumento do n&amp;uacute;mero e do tamanho dos estandes brasileiros em outras feiras internacionais. Funcionar&amp;aacute;?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67971</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67971</guid><pubDate>Tue, 17 Apr 2012 09:52:44 GMT</pubDate></item><item><title>Balconista é quem faz balcão</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/ZeLuizColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/ZeLuizColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Todos os meses chegam aqueles impressos, a folha de pagamento da equipe. O nome mais comum que se v&amp;ecirc; na qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional &amp;eacute; o de balconista. Balconista pra mim &amp;eacute; quem faz balc&amp;atilde;o. Os marceneiros que constroem esses m&amp;oacute;veis nos quais apoiamos os cotovelos angustiados. Acho que quanto mais cuidarmos dos nomes das nossas ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais vamos sentir o peso da responsabilidade depositada no r&amp;oacute;tulo. Ficamos mais pressionados e mais inspirados, acredito.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67909</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67909</guid><pubDate>Fri, 13 Apr 2012 07:23:43 GMT</pubDate></item><item><title>Software livre aplicado aos e-books: entrevista com Kovid Goyal, criador do Calibre</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/OctavioKulesz.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/OctavioKulesz.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Gra&amp;ccedil;as a sua interface atrativa e sua ampla gama de possibilidades, o Calibre conseguiu se posicionar como um dos programas de c&amp;oacute;digo aberto mais utilizados no mundo do e-book. Com ele, o usu&amp;aacute;rio pode converter seus livros em diferentes formatos e administrar suas bibliotecas de t&amp;iacute;tulos e metadados. Nesta entrevista, conversamos com o expert indiano Kovid Goyal, criador do Calibre, sobre diferentes aspectos da ind&amp;uacute;stria do e-book, bem como sobre seus planos para o futuro.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67861</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67861</guid><pubDate>Wed, 11 Apr 2012 09:36:10 GMT</pubDate></item><item><title>Os dados sobre leitura e políticas públicas – algumas reflexões</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, em sua terceira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, exige ainda que os pesquisadores interessados e os gestores de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas da &amp;aacute;rea se debrucem sobre os dados para que estes sirvam como par&amp;acirc;metros de orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o pretendo aqui esgotar esse assunto, nem de longe. O susto decorrente da divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que houve retrocesso nos &amp;iacute;ndices de leitura entre 2007 e 2011 deve ser absorvido e compreendido. As pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas, em qualquer &amp;aacute;rea, s&amp;oacute; amadurecem na medida em que se estendem e se consolidam no tempo e se aprofundam no conte&amp;uacute;do das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A principal li&amp;ccedil;&amp;atilde;o das &amp;eacute; a da luta pela continuidade e aperfei&amp;ccedil;oamento das pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas relacionadas com o livro e a leitura.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67842</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67842</guid><pubDate>Tue, 10 Apr 2012 10:54:10 GMT</pubDate></item><item><title>Qual é o maior medo das editoras? Amazon ou pirataria?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A Pottermore, empresa criada por J.K. Rowling, autora de &lt;em&gt;Harry Potter&lt;/em&gt;, mudou o jogo na manh&amp;atilde; do dia 27 de mar&amp;ccedil;o. N&amp;atilde;o apenas ela fez com que a Amazon e todas as suas varejistas parceiras passassem a direcionar os clientes interessados em comprar e-books da saga para seu pr&amp;oacute;prio site, como tamb&amp;eacute;m aboliu o DRM. E, sem DRM, qualquer um pode vender e-books que podem ser lidos num Kindle ou em outros sistemas fechados. Quando a Pottermore decidiu que poderia viver sem esse cadeado digital, apresentou uma escolha muito dif&amp;iacute;cil para a Amazon, que acabou aceitando as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Pottermore. Se as editoras conseguirem superar seu medo da pirataria, ter&amp;atilde;o uma poderosa arma para lutar contra o dom&amp;iacute;nio da gigante.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67843</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67843</guid><pubDate>Tue, 10 Apr 2012 10:56:49 GMT</pubDate></item><item><title>Dançando e lendo a vida</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Acabo de chegar de Paris, onde vi a exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ldquo;Danser sa vie&amp;rdquo;, sobre as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre as artes visuais e a dan&amp;ccedil;a desde 1900. Para mim, leiga, serviu tamb&amp;eacute;m como uma grande retrospectiva da hist&amp;oacute;ria da dan&amp;ccedil;a moderna e contempor&amp;acirc;nea. Foram quase duas horas e meia de submers&amp;atilde;o em um universo onde a leveza, o equil&amp;iacute;brio, a harmonia, a linha, a experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a originalidade d&amp;atilde;o a t&amp;ocirc;nica. E que tem a ver tudo isso com a literatura para crian&amp;ccedil;as e jovens? Desde a entrada, o paralelo se estabeleceu: &amp;quot;dan&amp;ccedil;ar a vida&amp;quot;, &amp;quot;ler a vida&amp;quot;, &amp;quot;escrever a vida&amp;quot;.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67814</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67814</guid><pubDate>Mon, 09 Apr 2012 09:56:20 GMT</pubDate></item><item><title>Quem escreve os livros de cozinha?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Nas &amp;uacute;ltimas semanas, um artigo publicado no jornal The New York Times causou o maior falat&amp;oacute;rio entre alguns autores e chefs-celebridades que assinam livros de receitas. Em &amp;ldquo;&lt;a href="http://www.nytimes.com/2012/03/14/dining/i-was-a-cookbook-ghostwriter.html?_r=2&amp;amp;pagewanted=all"&gt;I was a cookbook ghostwriter&lt;/a&gt;&amp;rdquo;, a rep&amp;oacute;rter Julia Moskin diz que, por cinco anos, escreveu nove t&amp;iacute;tulos de cozinha sem que tivesse sido creditada na maior parte das vezes, e questiona a produtividade de gente como Rachael Ray, uma das estrelas do canal de TV Food Network, que tem seu nome na capa de mais de vinte livros. Parece ter havido uma certa m&amp;aacute;-f&amp;eacute; na veicula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da reportagem. Por outro lado, n&amp;atilde;o sei por que a vergonha de um chef em admitir que conta com um ghostwriter para lan&amp;ccedil;ar seus livros. Chefs t&amp;ecirc;m a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cozinhar bem, n&amp;atilde;o de escrever direito.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67794</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67794</guid><pubDate>Thu, 05 Apr 2012 08:36:44 GMT</pubDate></item><item><title>Sobre e-incunábulos, marcas d’águas digitais e ex-libris eletrônicos</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/JulioColunistas.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/JulioColunistas.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A ideia por tr&amp;aacute;s do ex-libris, uma cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o centen&amp;aacute;ria usada para identificar o dono de um livro, volta a ser aplicada, e desta vez aos livros digitais, no que ganhou o nome de marca d&amp;rsquo;&amp;aacute;gua. E &amp;eacute; curioso que esse retorno venha pelas artes de uma figura t&amp;atilde;o medieval quanto um bruxo. Na semana passada, as vers&amp;otilde;es digitais dos livros de Harry Potter finalmente foram lan&amp;ccedil;adas com a importante novidade de optarem pela marca d&amp;rsquo;&amp;aacute;gua, ao inv&amp;eacute;s do Digital Rights Management (DRM), um sistema que fracassou no caso dos CDs e DVDs e que pode facilmente ser quebrado, al&amp;eacute;m de ser um tanto quanto hostil ao consumidor.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67795</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67795</guid><pubDate>Thu, 05 Apr 2012 08:51:22 GMT</pubDate></item><item><title>O que a Amazon sacou</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GregBateman100.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GregBateman100.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Minha aventura com os e-books come&amp;ccedil;ou em 2006, quando trabalhei no lan&amp;ccedil;amento do &lt;a href="http://wiki.mobileread.com/wiki/PRS500"&gt;Sony Reader&lt;/a&gt;, uma obra de arte eletr&amp;ocirc;nica, confort&amp;aacute;vel para segurar, com uma tela n&amp;iacute;tida e leg&amp;iacute;vel sob a luz do sol. Mas, embora estivesse t&amp;atilde;o &amp;agrave; frente em v&amp;aacute;rios sentidos, o aparelho n&amp;atilde;o impressionou os leitores. O que estava faltando? Tempos depois, no fim de 2006, eu me encontrava na t&amp;atilde;o (mal) falada linha de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Foxconn China. Saindo fresquinho da f&amp;aacute;brica estava o prot&amp;oacute;tipo da &lt;a href="http://www.lab126.com/"&gt;Lab126&lt;/a&gt; do Kindle. Era grande, pesado e, francamente, n&amp;atilde;o tinha uma apar&amp;ecirc;ncia muito legal. Eu n&amp;atilde;o saquei a ideia. Como &amp;eacute; que a primeira incurs&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria da Amazon no mercado de eletr&amp;ocirc;nicos poderia ter sucesso com essa crian&amp;ccedil;a feia?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67774</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67774</guid><pubDate>Wed, 04 Apr 2012 11:10:55 GMT</pubDate></item><item><title>Ainda a obra coletiva</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Gustavo_colunista.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Gustavo_colunista.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Volto ao assunto da obra coletiva, hoje, para esclarecer como deve ser tratada a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de colaboradores nesse tipo de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Geralmente, colaboradores que, por exemplo, revisarem os originais de um livro, atualizarem dados ou fiscalizarem a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um filme, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o considerados coautores da obra, e, sendo assim, n&amp;atilde;o podem impedir sua exibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou exigir remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o proporcional a sua comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas h&amp;aacute;, sim, casos em que o colaborador pode ser considerado um coautor. Como existem diversos graus e formas de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em obras coletivas, cabe ao produtor estipular claramente esses patamares e as respectivas remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e direitos.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67788</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67788</guid><pubDate>Wed, 04 Apr 2012 13:03:24 GMT</pubDate></item><item><title>Antes que o fogo queime: desafios da chegada da Amazon no Brasil</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20120403123454870756184848.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20120403123454870756184848.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A chegada da Amazon no Brasil certamente ter&amp;aacute; um impacto significativo no mercado editorial brasileiro, tal como aconteceu em outros pa&amp;iacute;ses. A companhia de Seattle usa com extrema agressividade e efici&amp;ecirc;ncia sua pol&amp;iacute;tica de pre&amp;ccedil;os na a&amp;ccedil;&amp;atilde;o dupla de &amp;ldquo;enganchar&amp;rdquo; os clientes, envolvendo-os em seu ecossistema, e pressionar as editoras por margens maiores. Evidentemente essas quest&amp;otilde;es est&amp;atilde;o sendo consideradas pelas grandes editoras brasileiras. Mas nada que passe pela coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o das entidades do setor, e muito menos pelas redes de livraria. O impulso monopolista da empresa de Jeff Bezos &amp;eacute; irrefre&amp;aacute;vel se for enfrentado por cada empresa isoladamente. Assim, que n&amp;atilde;o esperem que o fogo esteja lhes lambendo para que comecem a pensar em solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais e institucionalizadas que possam evitar o rumo monopolista que a Amazon costuma imprimir &amp;agrave; sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67773</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67773</guid><pubDate>Tue, 03 Apr 2012 12:27:16 GMT</pubDate></item><item><title>O freela e o chá de sumiço</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Cassius110825.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Cassius110825.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;J&amp;aacute; citei aqui em minha coluna algumas vezes o quanto &amp;eacute; ruim o truque do desaparecimento, seja por parte do freela, seja por parte do empregador. Hoje resolvi dissecar o assunto porque ele &amp;eacute; muito importante na rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalho em qualquer &amp;aacute;rea. J&amp;aacute; sou tradutor/jornalista freelancer h&amp;aacute; alguns anos, mas antes fui editor durante muito tempo na Conrad, Pixel e Ediouro, por isso tenho uma boa vis&amp;atilde;o dos dois lados da coisa. &amp;Eacute; muito chato quando o freela some. Desaparecer &amp;eacute; muito pior do que atrasar o trabalho. Tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; muito ruim quando voc&amp;ecirc; entrega um trabalho e o seu empregador desaparece. A comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o mostra que h&amp;aacute; respeito entre as partes.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67678</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67678</guid><pubDate>Wed, 28 Mar 2012 12:04:21 GMT</pubDate></item><item><title>Mais sobre e-books, editoras e bibliotecas </title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A relut&amp;acirc;ncia da maioria das grandes editoras em disponibilizar e-books para empr&amp;eacute;stimo em bibliotecas &amp;eacute; um t&amp;oacute;pico de aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O principal medo delas &amp;eacute; que os consumidores num ecossistema emergente de e-books &amp;ldquo;aprendessem&amp;rdquo; que consegui-los &amp;ldquo;gr&amp;aacute;tis&amp;rdquo; &amp;eacute; t&amp;atilde;o f&amp;aacute;cil quanto comprar e-books de livrarias. Na verdade, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel que disponibilizar e-books nas bibliotecas, da forma certa, poderia aumentar as vendas nas livrarias, porque promoveria a descoberta e o boca-a-boca por parte dos leitores. A &amp;uacute;nica forma de as editoras descobrirem isso &amp;eacute; fazendo algumas experimenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es controladas nesse mercado.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67690</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67690</guid><pubDate>Wed, 28 Mar 2012 12:54:29 GMT</pubDate></item><item><title>A projeção da cultura em um pequeno país</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Ram&amp;oacute;n Villares &amp;eacute; o presidente do Consello da Cultura Galega e esteve em S&amp;atilde;o Paulo esta semana como parte de suas atividades de difus&amp;atilde;o da cultura da Galiza. Com tr&amp;ecirc;s milh&amp;otilde;es de habitantes e sendo uma das quatro &amp;ldquo;autonomias&amp;rdquo; da Espanha, por&amp;eacute;m a de menor for&amp;ccedil;a econ&amp;ocirc;mica, a Galiza desenvolve pol&amp;iacute;ticas bem ativas para afirmar a cultura Galega. Um dado surpreendente &amp;eacute; que o &amp;ldquo;pequeno pa&amp;iacute;s&amp;rdquo; mant&amp;eacute;m mais de quarenta &amp;ldquo;leitores&amp;rdquo; &amp;ndash; professores de cultura galega &amp;ndash; em universidades das outras regi&amp;otilde;es da Espanha e em v&amp;aacute;rios outros pa&amp;iacute;ses. O contraste desse esfor&amp;ccedil;o de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da cultura da Galiza com o que se faz no Brasil &amp;eacute; abissal. A difus&amp;atilde;o da cultura brasileira no exterior deveria se tornar um componente importante da pol&amp;iacute;tica externa.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67655</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67655</guid><pubDate>Tue, 27 Mar 2012 10:46:48 GMT</pubDate></item><item><title>Notas sobre Bolonha</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Na Feira de Bolonha deste ano, duas coisas chamaram a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o: de um lado, a forte presen&amp;ccedil;a de projetos comerciais; de outro, o sucesso de algumas editoras m&amp;eacute;dias e pequenas, cujos cat&amp;aacute;logos v&amp;ecirc;m pautados por investimentos em qualidade gr&amp;aacute;fica e liter&amp;aacute;ria. O Brasil, mais uma vez, se destacou pelo seu stand e pela forte presen&amp;ccedil;a de autores, editores e ilustradores. Em sete anos de Bolonha, foi a primeira vez em que testemunhei o interesse real de v&amp;aacute;rios editores pela produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o editorial brasileira. Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s discuss&amp;otilde;es sobre o livro digital, tudo indica que os avan&amp;ccedil;os efetivos nesse segmento ser&amp;atilde;o mais lentos que as demandas de crescimento do mercado. Dentro do quadro de incertezas e indefini&amp;ccedil;&amp;otilde;es, as experi&amp;ecirc;ncias digitais com voca&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa apresentam resultados mais palp&amp;aacute;veis e promissores.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67631</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67631</guid><pubDate>Mon, 26 Mar 2012 10:38:32 GMT</pubDate></item><item><title>No meio do caminho tinha uma pedra polonesa</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/RoneyCytrynowiczColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/RoneyCytrynowiczColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Em meio &amp;agrave;s celebra&amp;ccedil;&amp;otilde;es pela reedi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da obra de Carlos Drummond de Andrade, vale lembrar o interessante e curioso &lt;em&gt;Uma pedra no meio do caminho. Biografia de um poema&lt;/em&gt;, lan&amp;ccedil;ado pelo Instituto Moreira Salles, reedi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um livro de mesmo nome lan&amp;ccedil;ado originalmente em 1967, que apresentava uma cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o, reunida pelo pr&amp;oacute;prio Drummond, de cr&amp;iacute;ticas e coment&amp;aacute;rios sobre seu poema. O mais divertido &amp;eacute; que boa parte das cr&amp;iacute;ticas selecionadas pelo pr&amp;oacute;prio poeta s&amp;atilde;o cruelmente negativas, incluindo as escritas por ferrenhos parnasianos, que debochavam e destratavam o poema, o poeta e o Modernismo. E foi com o pensamento nas pedras que li os bel&amp;iacute;ssimos livros &lt;em&gt;Poemas,&lt;/em&gt; da polonesa Wislawa Szymborska, e &lt;em&gt;Duplo Canto e outros poemas&lt;/em&gt;, do franco-chin&amp;ecirc;s Fran&amp;ccedil;ois Cheng, que t&amp;ecirc;m poemas dedicados &amp;agrave;s pedras &amp;ndash; sem nenhuma inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reduzir a pedra po&amp;eacute;tica do poeta de Itabira ao seu aspecto geol&amp;oacute;gico.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67610</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67610</guid><pubDate>Fri, 23 Mar 2012 10:44:43 GMT</pubDate></item><item><title>Uma viagem gastronômica</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Escrevo esta coluna num trem entre Marrakesh e Casablanca, de onde vou pegar o avi&amp;atilde;o para Portugal e, ent&amp;atilde;o, de volta para o Brasil. Passei os &amp;uacute;ltimos cinco dias no Marrocos e, embora esta tenha sido minha primeira viagem ao pa&amp;iacute;s, as dezenas de comidas que vi e provei j&amp;aacute; eram minhas conhecidas de longa data. N&amp;atilde;o que S&amp;atilde;o Paulo, onde eu vivo, tenha muitas refer&amp;ecirc;ncias da cozinha marroquina - at&amp;eacute; onde eu sei, h&amp;aacute; apenas dois restaurantes especializados &amp;ndash;, mas os livros que li at&amp;eacute; hoje sobre as receitas do norte da &amp;Aacute;frica serviram como uma &amp;oacute;tima introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao pa&amp;iacute;s e como um guia de turismo diferente e informativo.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67611</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67611</guid><pubDate>Fri, 23 Mar 2012 11:05:30 GMT</pubDate></item><item><title>No meio do turbilhão ou na crista da onda?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/nacristadaonda150.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/nacristadaonda150.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Estamos em uma semana e em um m&amp;ecirc;s bem turbinados, digo, movimentados. Parando no meio da madrugada para escrever a coluna sobre minhas &amp;uacute;ltimas experi&amp;ecirc;ncias no mundo digital editorial, chego &amp;agrave; conclus&amp;atilde;o de que tem muita coisa acontecendo. Players novos surgindo em nossa &lt;em&gt;casa&lt;/em&gt; &amp;ndash; est&amp;atilde;o mesmo &amp;ldquo;invadindo&amp;rdquo; a nossa praia. E ent&amp;atilde;o, editores? Vamos aproveitar e vender sandu&amp;iacute;che natural, mate e havaianas, ou vamos ficar segregados, separando o que &amp;eacute; praia de gringo e o que &amp;eacute; praia de local? (Nossa, como fui carioca nessa coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o... Ora, mas &amp;eacute; isso o que eu sou!) No meio da semana agitada, confirmo algumas previs&amp;otilde;es que fiz e desfa&amp;ccedil;o outras.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67589</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67589</guid><pubDate>Thu, 22 Mar 2012 11:22:11 GMT</pubDate></item><item><title>Autores 2.0 procuram editores 2.0</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/JulioColunistas.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/JulioColunistas.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;No s&amp;eacute;culo 19, Charles Dickens era o escritor mais popular do mundo. Quando, em 1842, visitou os Estados Unidos, foi tratado como um pop star. Mas, em meio ao confete, tentava encaixar uma quest&amp;atilde;o s&amp;eacute;ria: ele n&amp;atilde;o recebia nem um shilling das editoras e gr&amp;aacute;ficas americanas, na falta de uma legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional que amparasse seus direitos de autor. &lt;span&gt;&amp;nbsp;Foi outro best-seller de seu tempo, Victor Hugo, quem tomou a frente das reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos autores por uma legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional, que culminaram com a Conven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Berna (1886). Os acordos de Berna foram se sofisticando ao longo dos anos, mas ainda podem ser resumidos ao &amp;ldquo;dez-por-cento-pra-voc&amp;ecirc;-exclusividade-para-mim&amp;rdquo;. Muitos autores parecem satisfeitos com isso e encaram com desconfian&amp;ccedil;a as &amp;ldquo;novidades&amp;rdquo; trazidas pelo digital. Outros, contudo, t&amp;ecirc;m das editoras tradicionais uma opini&amp;atilde;o n&amp;atilde;o muito diferente da de Dickens sobre os impressores da &amp;eacute;poca: &amp;ldquo;bloody parasites&amp;rdquo;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67590</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67590</guid><pubDate>Thu, 22 Mar 2012 11:27:45 GMT</pubDate></item><item><title>Obra coletiva</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Gustavo_colunista.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Gustavo_colunista.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O coletivo de camelos &amp;eacute;...? Perguntinha dif&amp;iacute;cil para o prim&amp;aacute;rio, e, ainda hoje, para quem n&amp;atilde;o tenha boa mem&amp;oacute;ria. Coletivo vem de colecionar, coligir, do latim colligere. Pois a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva &amp;eacute; vista contemporaneamente como uma forma de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de grupos, altamente facilitada e multiplicada pela tecnologia que permitiu a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o das redes sociais. A mais recente e crescente express&amp;atilde;o dessa a&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva se situa na &amp;aacute;rea de financiamento: o chamado &amp;ldquo;crowd funding&amp;rdquo;. E o que diz a Lei de Direito Autoral brasileira sobre obras coletivas?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67576</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67576</guid><pubDate>Wed, 21 Mar 2012 11:10:08 GMT</pubDate></item><item><title>O capitalismo selvagem no mercado editorial?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Na coluna de hoje, analiso a influ&amp;ecirc;ncia da Amazon sobre os pre&amp;ccedil;os dos e-books nos Estados Unidos e na Europa, e retomo a quest&amp;atilde;o do &amp;ldquo;agenciamento&amp;rdquo;, o modelo adotado por grandes editoras com a Apple, que agora &amp;eacute; alvo de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos dois territ&amp;oacute;rios. A Amazon persegue uma l&amp;oacute;gica monopolista. A empresa busca incessantemente aumentar sua presen&amp;ccedil;a eliminando a concorr&amp;ecirc;ncia por todos os meios poss&amp;iacute;veis, e conseguiu, com seu fluxo de caixa e liquidez, jogar para fora do mercado boa parte das livrarias independentes e mesmo as cadeias de lojas. Aqui no Brasil, n&amp;atilde;o deve ser diferente. As livrarias que se cuidem.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67548</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67548</guid><pubDate>Tue, 20 Mar 2012 10:04:08 GMT</pubDate></item><item><title>O dia do livreiro</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201203161124428201536447874.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201203161124428201536447874.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Nunca tinha lido ou ouvido que os livreiros tinham uma data comemorativa. E n&amp;atilde;o &amp;eacute; que t&amp;ecirc;m? Foi no dia 14 de mar&amp;ccedil;o. Recebi mensagens no Facebook me parabenizando pela data. Uma delas, da Romilda, cliente da Realejo, enfatizou o cumprimento com uma ilustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o que fazia alus&amp;atilde;o a Dom Quixote &amp;ndash; acho engra&amp;ccedil;ado as pessoas nos atrelarem aos sonhadores, ou lun&amp;aacute;ticos, mas ela foi muito simp&amp;aacute;tica. Agrade&amp;ccedil;o as compara&amp;ccedil;&amp;otilde;es e os moinhos. Ser livreiro &amp;eacute; isso: se relacionar com os leitores, de perto e de longe. No balc&amp;atilde;o e na web. Uma mistura de Brancaleone com Sancho Pan&amp;ccedil;a, tendo ideias e miragens e ralando para pagar o aluguel.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67506</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67506</guid><pubDate>Fri, 16 Mar 2012 11:23:53 GMT</pubDate></item><item><title>Novos modelos de distribuição: o case da Paperight</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201203151127387961876051930.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201203151127387961876051930.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Em uma semana em que a quest&amp;atilde;o do &lt;a href="http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=67451"&gt;xerox de livros voltou &amp;agrave; tona no Brasil&lt;/a&gt;, nosso colunista Octavio Kulesz entrevistou Arthur Attwell, fundador da empresa sul-africana Paperight. Attwell desenvolveu um modelo de neg&amp;oacute;cio para que qualquer tipo de loja imprima e venda livros sob demanda, de maneira formal e dentro da lei. O sistema visa, entre outras coisas, fazer com que as copiadoras reduzam a quantidade de c&amp;oacute;pias feitas ilegalmente. Quando um ponto de venda se vincula &amp;agrave; Paperight, pode oferecer aos seus clientes um cat&amp;aacute;logo de mais de mil livros, sob um acordo de licen&amp;ccedil;a por reimpress&amp;atilde;o. Para cada exemplar vendido e impresso, a loja remunera a editora de acordo com as porcentagens definidas.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67486</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67486</guid><pubDate>Thu, 15 Mar 2012 11:08:39 GMT</pubDate></item><item><title>Duas perguntas que ameaçam o mercado editorial</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Muitas pessoas no mercado editorial pagariam muito dinheiro para ter respostas confi&amp;aacute;veis a estas duas perguntas: quando vai acabar o crescimento da Amazon na &amp;aacute;rea de livros? E quem ter&amp;aacute; sobrevivido quando isso acontecer? A Amazon n&amp;atilde;o foi a primeira livraria on-line. Mas ela parece ter sido diferente das outras desde o come&amp;ccedil;o. Primeiro, porque sempre viu a venda de livros como o come&amp;ccedil;o de um neg&amp;oacute;cio muito mais amplo: uma ferramenta para a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de clientes, n&amp;atilde;o um fim em si mesmo. Segundo, a Amazon percebia, muito antes de ser uma sabedoria geral aceita, que aperfei&amp;ccedil;oar a &amp;ldquo;experi&amp;ecirc;ncia do cliente&amp;rdquo; on-line era a principal exig&amp;ecirc;ncia para o sucesso. E a combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o das duas coisas deu combust&amp;iacute;vel para pre&amp;ccedil;os agressivos que mantiveram seus parceiros e concorrentes impressionados por quase duas d&amp;eacute;cadas.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67470</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67470</guid><pubDate>Wed, 14 Mar 2012 11:40:45 GMT</pubDate></item><item><title>Reprografia, direitos autorais e bibliotecas</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;As recorrentes discuss&amp;otilde;es sobre mudan&amp;ccedil;as na Lei de Direitos Autorais sempre apresentam a quest&amp;atilde;o das c&amp;oacute;pias reprogr&amp;aacute;ficas (ou c&amp;oacute;pias xerox) entre os pontos em discuss&amp;atilde;o. E a tecla &amp;eacute; sempre a mesma: os livros s&amp;atilde;o caros, os estudantes precisam deles e, portanto, seria leg&amp;iacute;timo copi&amp;aacute;-los sem problemas. Proponho um exame mais de perto da quest&amp;atilde;o. Uma diferen&amp;ccedil;a importante entre livros e m&amp;uacute;sicas, por exemplo, &amp;eacute; que, para aqueles, a quest&amp;atilde;o do acesso gratuito est&amp;aacute; equacionada h&amp;aacute; s&amp;eacute;culos. Na verdade, antecede mesmo a exist&amp;ecirc;ncia do livro impresso. Essa solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; conhecida universalmente pelo nome de BIBLIOTECA P&amp;Uacute;BLICA. &amp;Eacute; um local cuja fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal &amp;eacute; permitir o acesso aos livros de forma gratuita. Por isso, a palavra de ordem deveria ser &amp;ldquo;Mais e Melhores Bibliotecas&amp;rdquo; e n&amp;atilde;o tentar fazer que a lei seja uma carta de corso autorizando roubar o conhecimento e o esfor&amp;ccedil;o alheio.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67449</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67449</guid><pubDate>Tue, 13 Mar 2012 10:15:38 GMT</pubDate></item><item><title>O papel do editor em questão</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Em uma &amp;eacute;poca em que o tempo para analisar escolhas e refletir sobre o trabalho de edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; cada vez mais limitado, h&amp;aacute; uma vis&amp;iacute;vel demanda por um espa&amp;ccedil;o aberto de reflex&amp;atilde;o que situe e ajude a entender as transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es pelas quais o mundo editorial est&amp;aacute; passando. A figura do editor ampliou-se, ajustou-se &amp;agrave;s novas exig&amp;ecirc;ncias do mercado e da &amp;ldquo;racionalidade produtiva&amp;rdquo;, estreitou-se em contraposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao crescimento das estrat&amp;eacute;gias de marketing, por&amp;eacute;m, seja l&amp;aacute; qual for o perfil, &amp;eacute; importante n&amp;atilde;o perder de vista que &amp;eacute; nele &amp;ndash; no editor &amp;ndash; que recai em primeira e &amp;uacute;ltima inst&amp;acirc;ncia a responsabilidade pela qualidade do livro.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67431</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67431</guid><pubDate>Mon, 12 Mar 2012 09:46:34 GMT</pubDate></item><item><title>Refeições literárias</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Escritores de fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o liter&amp;aacute;ria adoram colocar um p&amp;eacute; na cozinha &amp;ndash; &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil encontrar um romance que n&amp;atilde;o mostre algum de seus personagens em contato com comidas ou bebidas. Por isso mesmo, um nicho bastante explorado no mercado estrangeiro &amp;eacute; o de volumes que re&amp;uacute;nem receitas citadas em obras famosas. D&amp;aacute; para programar uma refei&amp;ccedil;&amp;atilde;o inteira com as entradas, pratos principais e sobremesas de &lt;em&gt;Anna Karenina&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O amor nos tempos do c&amp;oacute;lera&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O grande Gatsby&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Harry Potter e a c&amp;acirc;mara secreta&lt;/em&gt;, entre muitos outros. E onde est&amp;atilde;o os quitutes presentes na literatura brasileira? Por aqui, temos uns poucos t&amp;iacute;tulos que combinam cozinha e literatura, embora n&amp;atilde;o faltem iguarias nas obras de nossos escritores.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67413</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67413</guid><pubDate>Fri, 09 Mar 2012 11:11:48 GMT</pubDate></item><item><title>Regras chutadas que ninguém explica</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201203081103184611781348154.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201203081103184611781348154.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Com o desenvolvimento e crescimento do acervo de livros digitais e aumento do volume de vendas, me deparei com umas regras loucas que &lt;em&gt;n&amp;atilde;o-sei-quem&lt;/em&gt; inventou e que podem ser consideradas entraves de desenvolvimento. &amp;Agrave;s vezes me parece que o brasileiro est&amp;aacute; t&amp;atilde;o acostumado com a burocracia e a lentid&amp;atilde;o governamentais que acabamos transpondo isso para os nossos neg&amp;oacute;cios. Acredito que vale uma an&amp;aacute;lise dessas atitudes e hoje falo de dois pontos que t&amp;ecirc;m me chamado aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos &amp;uacute;ltimos meses: por que inventaram um tal de pre&amp;ccedil;o m&amp;iacute;nimo para e-books e que hist&amp;oacute;ria &amp;eacute; essa de algumas editoras escolherem as lojas digitais com que trabalham?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67394</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67394</guid><pubDate>Thu, 08 Mar 2012 11:00:35 GMT</pubDate></item><item><title>A alma do negócio e o negócio das “almas”</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201203081119066611769927783.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201203081119066611769927783.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Recentemente encontrei uma forma curta e (espero) elegante para me esquivar da discuss&amp;atilde;o &amp;ldquo;o que &amp;eacute; um livro&amp;rdquo;. Eu simplesmente pergunto: &amp;ldquo;o que &amp;eacute; um ser humano? &amp;Eacute; o corpo ou a alma? Um corpo sem &amp;lsquo;alma&amp;rsquo; n&amp;atilde;o &amp;eacute; um ser humano, &amp;eacute; um amontoado de c&amp;eacute;lulas; uma &amp;lsquo;alma&amp;rsquo; sem um corpo &amp;eacute;, no m&amp;aacute;ximo, um fantasma&amp;rdquo;. Sei que soa religioso, mas a met&amp;aacute;fora &amp;eacute; precisa: um livro &amp;eacute; uma mensagem/texto/conte&amp;uacute;do (&amp;ldquo;alma&amp;rdquo;) e um suporte/meio (&amp;ldquo;corpo&amp;rdquo;), e n&amp;atilde;o uma dessas coisas em separado. O que h&amp;aacute; de novo &amp;eacute; que dispomos agora da tecnologia para que um texto n&amp;atilde;o fique mais fixo a um &amp;uacute;nico suporte. Mas esta coluna n&amp;atilde;o trata de metaf&amp;iacute;sica &amp;mdash; quero falar de economia, de dinheiro. O que coloco em discuss&amp;atilde;o &amp;eacute; a conveni&amp;ecirc;ncia (e o risco) de se empregar a l&amp;oacute;gica econ&amp;ocirc;mica de um mercado de &amp;ldquo;corpos&amp;rdquo; neste novo mercado de &amp;ldquo;almas&amp;rdquo;. Explico com um exemplo recente, a Kodak.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67395</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67395</guid><pubDate>Thu, 08 Mar 2012 11:16:37 GMT</pubDate></item><item><title>Bibliotecas e editoras têm interesses diferentes</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201203071153014332111627910.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201203071153014332111627910.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Uma vez que as bibliotecas representam 5% do neg&amp;oacute;cio de uma editora comercial e uma porcentagem bem menor do neg&amp;oacute;cio de e-books, que o mercado est&amp;aacute; mudando muito rapidamente e, ainda, que toda livraria, exceto a Amazon, est&amp;aacute; lutando para manter uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o sustent&amp;aacute;vel no mercado global de livros digitais, acredito que h&amp;aacute; muitas raz&amp;otilde;es leg&amp;iacute;timas para que as grandes editoras tomem uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;ldquo;esperar para ver&amp;rdquo; na quest&amp;atilde;o bibliotecas e e-books. O medo &amp;eacute; a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma experi&amp;ecirc;ncia de &amp;ldquo;compra e consumo&amp;rdquo; nas bibliotecas que seja compar&amp;aacute;vel ao que as livrarias podem oferecer. Esse potencial &amp;eacute; atenuado agora porque a maioria dos livros importantes n&amp;atilde;o est&amp;aacute; nas bibliotecas. Mas, se entrarem, as editoras temem que o consumidor deixe de &amp;ldquo;frequentar&amp;rdquo; livrarias.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67384</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67384</guid><pubDate>Wed, 07 Mar 2012 11:52:04 GMT</pubDate></item><item><title>Leis e legisladores – o que interessa ao livro</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Os projetos de lei continuam proliferando. Sem ter feito pesquisa muito extensa, e indo apenas ao site da C&amp;acirc;mara dos Deputados, detectei alguns que mereceriam a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de editores, autores e tamb&amp;eacute;m de outros segmentos da ind&amp;uacute;stria cultural. S&amp;atilde;o projetos que variam do in&amp;uacute;til e que &amp;ldquo;n&amp;atilde;o pegam&amp;rdquo; aos que trazem um potencial de perigo para a liberdade de express&amp;atilde;o. H&amp;aacute;, contudo, pelo menos um que deveria ser alvo das entidades do livro no sentido de acelerar sua tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o: a chamada Lei das Biografias.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67356</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67356</guid><pubDate>Tue, 06 Mar 2012 10:11:19 GMT</pubDate></item><item><title>Quase um século, Gastão</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/ZeLuizColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/ZeLuizColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Isso de nos aproximarmos de clientes que viram amigos se repete. Quando eu tinha vinte e poucos anos me chamou aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o um cliente. Ele tinha dois &amp;oacute;culos de grau, um no rosto, no lugar de sempre. O outro&amp;nbsp;ficava pendurado&amp;nbsp;na orelha, balan&amp;ccedil;ando como um trapezista sem rede. O homem deveria ter uns 80 anos. Suas leituras eram de cunho cient&amp;iacute;fico ou boa literatura. Nunca pedia sugest&amp;atilde;o. Fiquei sabendo que era artista pl&amp;aacute;stico e que mexia com caf&amp;eacute;. Santos tem essa tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exportar o ouro verde. Numa tarde qualquer ele me convidou para uma visita a sua casa, mais precisamente a sua biblioteca. Nunca tinha visto nada igual. Eram fileiras&amp;nbsp;e fileiras de capas brancas. &lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67321</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67321</guid><pubDate>Fri, 02 Mar 2012 09:20:09 GMT</pubDate></item><item><title>A guerra de eletrodomésticos</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PedroAmeida110805.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PedroAmeida110805.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Tenho lido muita coisa decretando, com um tom de terrorismo, quase o fim da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o editorial da forma como a conhecemos, por conta do surgimento do e-book. E acho que h&amp;aacute; muitas cren&amp;ccedil;as equivocadas sobre o fim de diversas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es editoriais. Trago aqui id&amp;eacute;ias sobre mitos e verdades, porque a impress&amp;atilde;o que tenho &amp;eacute; que h&amp;aacute; muitas vozes para falar sobre esse fim. Desconfio do discurso que parece ter como objetivo assustar o mercado estabelecido. Essas profecias raramente acontecem, pois sempre se encontram formas de recriar e aproveitar os recursos existentes em novas atividades.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67296</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67296</guid><pubDate>Wed, 29 Feb 2012 12:15:31 GMT</pubDate></item><item><title>A lei que não pega e a lei inútil – II</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;H&amp;aacute; alguns anos o deputado Eliene Lima (PP-MT) amanheceu cheio de boas inten&amp;ccedil;&amp;otilde;es e com desejos de ajudar a preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do meio ambiente. P&amp;ocirc;s-se a trabalhar e redigiu o Projeto de Lei 2308/2007, que obrigava as editoras usarem papel reciclado em pelo menos 30% de suas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Depois de muito esfor&amp;ccedil;o, terminou arquivado em fevereiro de 2011. Eis que, semana passada, aqui no PublishNews, se d&amp;aacute; a not&amp;iacute;cia de outro projeto de lei, parecido, apresentado pelo nobre Deputado pelo PTC do Maranh&amp;atilde;o, Edivaldo Holanda J&amp;uacute;nior, que quer que o livro did&amp;aacute;tico seja produzido com papel reciclado. A proposta &amp;eacute; p&amp;aacute;, pum, tiro e queda, salvam-se as florestas e o meio ambiente. Bem a tempo de se apresentar aos eleitores como ecologista. Para resumir a in&amp;eacute;pcia do projeto (tal como a do outro), come&amp;ccedil;ando pelo b&amp;aacute;sico, que o texto em quest&amp;atilde;o n&amp;atilde;o define: o que &amp;eacute; &lt;em&gt;papel reciclado&lt;/em&gt;?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67265</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67265</guid><pubDate>Tue, 28 Feb 2012 10:13:00 GMT</pubDate></item><item><title>Selznick &amp; Scorsese</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;As adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es cinematogr&amp;aacute;ficas de livros para crian&amp;ccedil;as e jovens t&amp;ecirc;m sido tema pol&amp;ecirc;mico desde que Walt Disney levou para as telas cl&amp;aacute;ssicos infantis e que essas vers&amp;otilde;es acabaram tornando-se universais. Mas literatura e cinema podem definitivamente se potencializar. &amp;Eacute; o que acontece com &lt;em&gt;A inven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Hugo Cabret&lt;/em&gt;, filme baseado no livro de Brian Selznick que ontem ganhou cinco estatuetas do Oscar. O que chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o no filme, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao livro, &amp;eacute; a fidelidade e a sintonia. Martin Scorsese n&amp;atilde;o s&amp;oacute; segue passo a passo as aventuras de Hugo Cabret, como reproduz o clima e o ambiente criados pelas ilustra&amp;ccedil;&amp;otilde;es da obra &amp;ndash; sem d&amp;uacute;vida, um guia muito seguro. A reconstitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o c&amp;ecirc;nica, os personagens, as ruas, os labirintos que conduzem aos distintos mecanismos dos rel&amp;oacute;gios e o aut&amp;ocirc;mato, tudo remete ao livro de Selznick.</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67242</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67242</guid><pubDate>Mon, 27 Feb 2012 09:59:46 GMT</pubDate></item><item><title>O que o Piglet pode ensinar sobre livros de receitas – parte 2</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Na &lt;a href="http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67071"&gt;coluna anterior&lt;/a&gt;, vimos como um &lt;a href="http://www.food52.com/the_piglet"&gt;concurso de livros de cozinha&lt;/a&gt; ajuda a entender alguns fatores que prejudicam uma obra desse g&amp;ecirc;nero: ingredientes dif&amp;iacute;ceis de ser encontrados, quantidades quase imposs&amp;iacute;veis de calcular e fotos que n&amp;atilde;o condizem com o texto, entre outros defeitos. Felizmente, os resultados da competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m apontam os diferenciais que fazem um bom livro de cozinha. Para al&amp;eacute;m de caracter&amp;iacute;sticas b&amp;aacute;sicas, como clareza, ideias que funcionam e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es pr&amp;aacute;ticas, a receita de sucesso inclui assertividade (quem comprou o livro pagou para ter conselhos profissionais exatos), inspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o (descobrir novas e surpreendentes ideias &amp;eacute; sempre um alento) e &amp;ndash; n&amp;atilde;o canso de dizer &amp;ndash; uma dose de literatura (livro de receita tamb&amp;eacute;m precisa pegar pelo texto).&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67223</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67223</guid><pubDate>Fri, 24 Feb 2012 10:05:07 GMT</pubDate></item><item><title>O que significa sonhar com livros?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/RoneyCytrynowiczColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/RoneyCytrynowiczColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O que significa sonhar com livros? &amp;ldquo;Se for um livro grande revela desejos de aproveitar os estudos; se for pequeno, ocultamento da verdade. Sonhar com um dicion&amp;aacute;rio significa facilidade de interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos problemas. Sonhar que se l&amp;ecirc; um livro popular revela predile&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelas letras. Se for estrangeiro, desejos de viajar.&amp;rdquo; &amp;Eacute; assim que a revista Sonhos &amp;ndash; Significados de A a Z interpreta o significado de sonhar com livros. E se voc&amp;ecirc; sonhar com uma biblioteca? &amp;ldquo;Estar numa biblioteca anuncia vida calma e tranquila; se a biblioteca est&amp;aacute; arrumada significa dinheiro a receber; se est&amp;aacute; desarrumada, brigas e discuss&amp;otilde;es&amp;rdquo;. Essa pequena publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o integra uma ampla gama de revistas de ampla circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e faz parte de um universo que poder&amp;iacute;amos chamar, com muitas aspas e d&amp;uacute;vidas, de &amp;ldquo;leitura popular&amp;rdquo;. N&amp;atilde;o &amp;eacute; uma leitura que proponha ou proporcione qualquer abertura ou janela no mundo de leitores, real ou imagin&amp;aacute;ria; promove, de fato, um empobrecimento da esfera da fantasia e dos sonhos.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67224</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67224</guid><pubDate>Fri, 24 Feb 2012 10:16:17 GMT</pubDate></item><item><title>“O fim do livro” cansou? Que tal “livros sem fim”?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/JulioColunistas.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/JulioColunistas.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O que compreendemos por livro hoje &amp;eacute; um suporte em que o conte&amp;uacute;do foi fixado e reproduzido em grandes tiragens. O texto &amp;eacute; sempre o mesmo, em cada exemplar e ao longo do tempo &amp;mdash; altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;oacute; ocorrem quando (e se) houver uma nova edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Seis s&amp;eacute;culos depois, o digital traz a possibilidade de que cada livro volte a ser &amp;uacute;nico, reflita o contexto de seu leitor e altere-se, recebendo anota&amp;ccedil;&amp;otilde;es e atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao longo do tempo. Algumas editoras j&amp;aacute; oferecem servi&amp;ccedil;os de &amp;ldquo;upgrade&amp;rdquo; de livros &amp;ndash; quem adquirir um livro da &lt;a href="http://shop.oreilly.com/product/0636920020325.do"&gt;O&amp;rsquo;Reilly&lt;/a&gt;, por exemplo, tem direito a baixar novas vers&amp;otilde;es (ou &amp;ldquo;edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo;) digitais. Outras est&amp;atilde;o lan&amp;ccedil;ando romances em conta-gotas: o leitor recebe o primeiro cap&amp;iacute;tulo (geralmente de gra&amp;ccedil;a) e, se gostar, assina e passa a seguir a hist&amp;oacute;ria, contada em parcelas semanais. H&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m quem oferece a possibilidade de os leitores comprarem e at&amp;eacute; ajudarem a compor uma hist&amp;oacute;ria que ainda n&amp;atilde;o terminou de ser escrita.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67203</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67203</guid><pubDate>Thu, 23 Feb 2012 10:13:30 GMT</pubDate></item><item><title>Evoé, Baco e domínio público</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Gustavo_colunista.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Gustavo_colunista.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Qualquer pessoa pode publicar, isto &amp;eacute;, tornar p&amp;uacute;blica &amp;ndash; e n&amp;atilde;o apenas imprimir &amp;ndash; &lt;em&gt;Os Lus&amp;iacute;adas&lt;/em&gt;. Tendo Lu&amp;iacute;s de Cam&amp;otilde;es falecido em 1580, a lei brasileira de direito autoral enquadra a obra na categoria de dom&amp;iacute;nio p&amp;uacute;blico, j&amp;aacute; que: &amp;ldquo;Art. 41. Os direitos patrimoniais do autor perduram por setenta anos contados de 1&amp;deg; de janeiro do ano subseq&amp;uuml;ente ao de seu falecimento, obedecida a ordem sucess&amp;oacute;ria da lei civil&amp;rdquo;. Por esse crit&amp;eacute;rio, os herdeiros de todos os autores que tenham falecido at&amp;eacute; 31 de dezembro de 1940 j&amp;aacute; n&amp;atilde;o mais possuem direitos patrimoniais sobre a obra de seu antecessor. A lei de direito autoral brasileira prev&amp;ecirc; ainda que uma obra em dom&amp;iacute;nio p&amp;uacute;blico pode comportar v&amp;aacute;rias adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (como pe&amp;ccedil;as teatrais), arranjos (m&amp;uacute;sicas) e tradu&amp;ccedil;&amp;otilde;es (principalmente obras liter&amp;aacute;rias), todas protegidas pelo direito autoral.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67202</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67202</guid><pubDate>Wed, 22 Feb 2012 10:25:58 GMT</pubDate></item><item><title>Atores locais e plataformas globais </title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/OctavioKulesz.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/OctavioKulesz.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O m&amp;ecirc;s de janeiro foi marcado por novidades no Brasil, onde editoras e agregadores reconhecem a crescente for&amp;ccedil;a do mercado de e-books, ao mesmo tempo em que&amp;nbsp;o governo trabalha para transformar o pa&amp;iacute;s num centro de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tablets. Na &amp;Aacute;frica subsariana, consolida-se a tend&amp;ecirc;ncia do uso do telefone celular como principal dispositivo para a leitura eletr&amp;ocirc;nica, e cresce a oferta de conte&amp;uacute;do. J&amp;aacute; no mundo &amp;aacute;rabe,&amp;nbsp;permanece a&amp;nbsp;escassez de conte&amp;uacute;dos em idioma local,&amp;nbsp;embora mais empresas estejam se dedicando a produzir aplicativos. A &amp;Iacute;ndia, por sua vez,&amp;nbsp;segue mais firme em&amp;nbsp;seu projeto de disponibilizar tablets a todos os estudantes do pa&amp;iacute;s e, na China, a batalha entre os gigantes&amp;nbsp;digitais&amp;nbsp;ganha contornos&amp;nbsp;cada vez mais agressivos. Para al&amp;eacute;m de tudo isso, os jogadores globais dominantes, como Amazon e Apple,&amp;nbsp;sinalizam mudan&amp;ccedil;as in&amp;eacute;ditas em suas estrat&amp;eacute;gias,&amp;nbsp;cujas consequ&amp;ecirc;ncias poder&amp;atilde;o ser significativas.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67162</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67162</guid><pubDate>Fri, 17 Feb 2012 10:44:46 GMT</pubDate></item><item><title>Estação Leitura – a depredação</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Leitura instalada na esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Madureira, sub&amp;uacute;rbio do Rio de Janeiro, foi depredada na semana passada, assim como quase toda a esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o ferrovi&amp;aacute;ria, pelos usu&amp;aacute;rios revoltados com os atrasos e problemas dos trens. O projeto foi desenvolvido pelo Instituto Oldemburg, dirigido pela Cristina Oldemburg, que conheci h&amp;aacute; v&amp;aacute;rios anos em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outro projeto por eles desenvolvido, o das Salas de Leitura. Antes da depreda&amp;ccedil;&amp;atilde;o, eu havia enviado um e-mail a ela pedindo que relatasse os resultados do primeiro programa e a conforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o da nova iniciativa. Reproduzo aqui o que ela me enviou e, ainda, um e-mail escrito ap&amp;oacute;s a destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Leitura, onde Cristina declara, entre outras coisas: &amp;ldquo;no espa&amp;ccedil;o, n&amp;atilde;o sobrou nada de material. N&amp;atilde;o importa, pois a for&amp;ccedil;a da iniciativa continua. O obst&amp;aacute;culo que estamos enfrentando neste momento n&amp;atilde;o &amp;eacute; o primeiro e n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; o &amp;uacute;ltimo. Os obst&amp;aacute;culos acontecem para nos fortalecer, para repensarmos algumas quest&amp;otilde;es e, principalmente, para nos unir ainda mais em torno de uma causa important&amp;iacute;ssima &amp;ndash; a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67106</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67106</guid><pubDate>Tue, 14 Feb 2012 09:15:32 GMT</pubDate></item><item><title>Os livros infantis e juvenis na imprensa</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;&amp;Eacute; fato que os livros infantojuvenis encontram pouqu&amp;iacute;ssimo espa&amp;ccedil;o na grande imprensa. Um exemplo disso &amp;eacute; o descaso com que grandes ve&amp;iacute;culos noticiaram a morte recente de Bartolomeu Campos de Queiros, um dos maiores escritores, educadores e ativistas da leitura, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; do Brasil como da America Latina. Mas n&amp;atilde;o se trata de lamentar a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e sim de ficar de olho nas oportunidades que indicam o reconhecimento desse segmento. Alimentar e ampliar os canais &amp;eacute; fundamental para difundir os livros de qualidade. E, como diria Bart&amp;ocirc;, &amp;eacute; &amp;ldquo;preciso mobilizar toda uma sociedade em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da leitura liter&amp;aacute;ria&amp;rdquo;, pois &amp;ldquo;precisamos de uma sociedade inteira envolvida nesse trabalho de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do leitor&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67095</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67095</guid><pubDate>Mon, 13 Feb 2012 11:31:09 GMT</pubDate></item><item><title>O que o Piglet pode ensinar sobre livros de receitas</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;J&amp;aacute; &amp;eacute; a terceira vez que o portal Food52, uma comunidade dedicada &amp;agrave; troca de receitas e experi&amp;ecirc;ncias culin&amp;aacute;rias, promove um divertido concurso batizado de &lt;a href="http://www.food52.com/the_piglet"&gt;Piglet&lt;/a&gt; (Leit&amp;atilde;o). Em busca do melhor livro de cozinha publicado nos Estados Unidos, quinze jurados l&amp;ecirc;em, preparam algumas receitas e decidem, cada um, entre dois t&amp;iacute;tulos previamente selecionados pelo site. O j&amp;uacute;ri sempre envolve gente de peso. Acompanhar os textos dos jurados no decorrer do Piglet n&amp;atilde;o s&amp;oacute; &amp;eacute; divertido como ajuda a entender o que, na vis&amp;atilde;o especializada, prejudica ou ajuda a fazer o sucesso de um livro de cozinha. Na coluna desta semana separei os principais exemplos ruins, porque s&amp;atilde;o muito comuns.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67071</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67071</guid><pubDate>Fri, 10 Feb 2012 10:13:11 GMT</pubDate></item><item><title>Uma bolha (de livros) prestes a estourar?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/JulioColunistas.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/JulioColunistas.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Do entusiasmo com as novas possibilidades de autopublica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da reflex&amp;atilde;o sobre o assunto, vem a pergunta b&amp;aacute;sica: haver&amp;aacute; conte&amp;uacute;do &amp;mdash;&amp;nbsp;e leitores &amp;mdash;&amp;nbsp;suficientes para dar sentido a tantos livros?&amp;nbsp;O descompasso entre a oferta de t&amp;iacute;tulos e a demanda n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma quest&amp;atilde;o nova. J&amp;aacute; o &lt;em&gt;Eclesiastes&lt;/em&gt; advertia ao leitor para que n&amp;atilde;o se angustiasse em ler tudo porque &amp;ldquo;se podem multiplicar os livros a n&amp;atilde;o mais acabar&amp;rdquo; (12:12) &amp;mdash; e olhe que a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o liter&amp;aacute;ria no s&amp;eacute;culo 5 a.C. se restringia a varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a Tor&amp;aacute;. O que esperar de uma nova situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, hoje, em que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou barreiras para quem quiser publicar? E quando gigantes como a Amazon e a Apple est&amp;atilde;o cortejando e estimulando os escritores de gaveta a se lan&amp;ccedil;arem nas prateleiras? J&amp;aacute; existe a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que estamos diante de uma bolha especulativa, t&amp;atilde;o sorrateira e perigosa quanto a bolha imobili&amp;aacute;ria que estourou e p&amp;ocirc;s o mundo em recess&amp;atilde;o.Trata-se da &amp;ldquo;bolha da autopublica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67050</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67050</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 11:07:45 GMT</pubDate></item><item><title>Pensa que é fácil?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20120209114150142-1238339353.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20120209114150142-1238339353.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Agora est&amp;aacute; realmente acontecendo: os mercados editorial e livreiro ca&amp;iacute;ram na realidade digital! Como distribuidora, posso dizer que estamos numa fase passiva, captando contatos que nos chegam diariamente. A livraria digital que usamos de &lt;em&gt;case&lt;/em&gt; vem recebendo obras de sucesso, simultaneamente com os lan&amp;ccedil;amentos dos impressos. Acabei de ler tr&amp;ecirc;s best-sellers, comprados no digital, em loja brasileira de editora brasileira...fiquei t&amp;atilde;o feliz! Mas todo esse movimento pode tamb&amp;eacute;m gerar uma ideia errada de facilidade extrema. Estou me referindo &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e ao nosso governo. Este anunciou compras milion&amp;aacute;rias de tablets sendo que o mais importante, antes do gadget, &amp;eacute; o sistema que operar&amp;aacute; e distribuir&amp;aacute; o conte&amp;uacute;do aos alunos. Se uma universidade investe todo o seu capital em gadgets...sinto muito, n&amp;atilde;o ter&amp;aacute; f&amp;ocirc;lego para o desenvolvimento da tecnologia que dever&amp;aacute; estar atr&amp;aacute;s do hardware. &lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67051</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67051</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 11:37:17 GMT</pubDate></item><item><title>Algumas coisas que eram verdade na indústria editorial e já não são mais</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Nos anos 50, editoras desenvolveram uma estrat&amp;eacute;gia para publicar tanto t&amp;iacute;tulos quantos a estrutura organizacional permitisse, pois na maior parte das vezes o custo de publicar um livro era menor do que os ganhos com ele. Nos anos 80, ao contr&amp;aacute;rio, surgiram pol&amp;iacute;ticas de corte do cat&amp;aacute;logo, o que eu via como suicidas. Mas o que antes era besteira j&amp;aacute; n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma loucura. E a nova conjectura neste post &amp;eacute; que pode chegar o dia em que uma editora com um extenso cat&amp;aacute;logo poder&amp;aacute; decidir que o caminho mais lucrativo seria publicar pouqu&amp;iacute;ssimos novos t&amp;iacute;tulos.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67029</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67029</guid><pubDate>Tue, 07 Feb 2012 12:20:30 GMT</pubDate></item><item><title>Criador, autor e titular</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Gustavo_colunista.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Gustavo_colunista.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Al&amp;eacute;m do conceito de autor de uma obra liter&amp;aacute;ria, art&amp;iacute;stica ou cient&amp;iacute;fica, existem, na lei de direito autoral brasileira, outras figuras jur&amp;iacute;dicas cl&amp;aacute;ssicas, como a das &amp;ldquo;obras coletivas&amp;rdquo;. V&amp;aacute;rios profissionais s&amp;atilde;o contratados, agrupados e coordenados para produzir uma obra. Mas um fen&amp;ocirc;meno recente chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por sua curiosa composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e p&amp;uacute;blico-alvo. Constata-se que figuras de destaque no cen&amp;aacute;rio nacional t&amp;ecirc;m sido objeto de livros... sem autor, mas com organizador. A editora percebe o interesse de determinado grupo social por personagem not&amp;oacute;rio e produz um t&amp;iacute;tulo a partir do trabalho de v&amp;aacute;rias pessoas na composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conte&amp;uacute;do. O fen&amp;ocirc;meno mostra que a ind&amp;uacute;stria editorial est&amp;aacute; consolidando uma pr&amp;aacute;tica jur&amp;iacute;dica existente na lei, mas pouco utilizada, competindo com o &amp;ldquo;autor pessoa f&amp;iacute;sica&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67031</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67031</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2012 10:40:54 GMT</pubDate></item><item><title>Cooperação nas políticas públicas de educação e cultura</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O problema da articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os governamentais &amp;eacute; uma das maiores dificuldades para o desenvolvimento de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas. Ele se repete em estados e cidades e, nestas deve ser especialmente considerado. Muitas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es dependem da articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os munic&amp;iacute;pios, que &amp;eacute; institucionalmente muito fr&amp;aacute;gil. No &amp;acirc;mbito da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, atrav&amp;eacute;s do Conselho Nacional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desde o ano passado abriu espa&amp;ccedil;o institucional forte para a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos chamados &amp;ldquo;Arranjos de Desenvolvimento da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; (ADE), atrav&amp;eacute;s dos quais os munic&amp;iacute;pios se articulam para implementar uma s&amp;eacute;rie de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es conjuntas. Na Cultura, contudo, a colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os munic&amp;iacute;pios &amp;eacute; muito incipiente, seja nos servi&amp;ccedil;os prestados, seja na colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67025</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=67025</guid><pubDate>Tue, 07 Feb 2012 09:47:27 GMT</pubDate></item><item><title>Lourenço Mutarelli, Wild Tiger</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/lourencomutarelli.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/lourencomutarelli.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Aqui nos meus armarinhos, revezo os trabalhos de livreiro, produtor de eventos, editor e o que vier pela proa. Um dos trabalhos mais legais &amp;eacute; o de produzir encontros com escritores. Gosto tanto que criamos um festival: a tarrafa liter&amp;aacute;ria. E foi em um desses eventos que conheci Louren&amp;ccedil;o Mutarelli. Nesses dias de festa, passo o m&amp;aacute;ximo de tempo com o convidado. Com Mutarelli, fui almo&amp;ccedil;ar num misto de boteco e restaurante portugu&amp;ecirc;s, o &amp;Uacute;ltimo Gole, que fica numa quase esquina, perto da praia do Gonzaga. Levamos um bom papo sobre HQs, cinema e literatura, al&amp;eacute;m de falarmos sobre o meio liter&amp;aacute;rio, amigos autores e alguns desafetos de lado a lado. Quando termin&amp;aacute;vamos o bacalhau, parou em frente &amp;agrave; nossa mesa um vendedor de rua. Com pinta de um Keith Richards sem guitarra, nosso misterioso ambulante ofereceu uma latinha redonda vermelha do tamanho de uma tampa de refrigerante. E prometeu que ali dentro havia um elixir &amp;ndash; o Wild Tiger. &lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66971</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66971</guid><pubDate>Fri, 03 Feb 2012 09:26:18 GMT</pubDate></item><item><title>O bom de ser freela</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Cassius110825.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Cassius110825.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Como terminei o ano listando algumas coisas de que o freela sente falta, resolvi come&amp;ccedil;ar 2012 com o p&amp;eacute; direito, listando as sete coisas de que o freela &lt;em&gt;n&amp;atilde;o&lt;/em&gt; sente falta. Por exemplo, sair de casa em dias de muito frio ou muito calor. Uma das maiores vantagens do freela (e tamb&amp;eacute;m desvantagem em alguns casos, como j&amp;aacute; falei nesta coluna) &amp;eacute; ficar em casa. Em dias de frio, chuva ou calor intenso &amp;eacute; muito bom n&amp;atilde;o ter que por o p&amp;eacute; pra fora, a n&amp;atilde;o ser que seja para ir &amp;agrave; piscina, no &amp;uacute;ltimo caso. Outra vantagem &amp;eacute; n&amp;atilde;o ter que fazer reuni&amp;otilde;es. Duvido que algu&amp;eacute;m sinta falta de reuni&amp;otilde;es. A teoria por tr&amp;aacute;s delas &amp;eacute; boa, mas praticamente todas acabam sendo improdutivas e levam do nada ao lugar algum. J&amp;aacute; ter chefe ou trabalhar com gente &amp;agrave; volta s&amp;atilde;o dois pontos controversos na vida do freela.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66949</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66949</guid><pubDate>Thu, 02 Feb 2012 11:14:34 GMT</pubDate></item><item><title>Por que só se fala em e-books?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Porque eles encantam e assustam. N&amp;atilde;o s&amp;oacute; os leitores, mas principalmente os editores. Os leitores (nem todos) se encantam com as novas possibilidades de armazenamento de sua biblioteca, a praticidade de comprar um livro a qualquer momento e de qualquer lugar. Os editores se encantam com o fato de poder colocar seus livros para vender mais rapidamente, para todo o pa&amp;iacute;s, sem precisar passar pelas etapas da impress&amp;atilde;o e da distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica. H&amp;aacute;, por&amp;eacute;m, in&amp;uacute;meras quest&amp;otilde;es que assustam. Uma das principais &amp;eacute; que nem leitores nem editores (e menos ainda as livrarias) est&amp;atilde;o prontos para o &amp;ldquo;desaparecimento&amp;rdquo; dos livros impressos. Do lado das editoras, h&amp;aacute; uma s&amp;eacute;rie de dificuldades que passam pela produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pela necessidade de investimentos em e-books, sem falar da amea&amp;ccedil;a gerada pela pirataria ou pela possibilidade de os autores disponibilizarem suas obras diretamente aos leitores. Mas at&amp;eacute; isso tem um lado encantador, se levarmos em conta as palavras do fil&amp;oacute;sofo Jeremy Bentham sobre a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do capitalismo: produzir &amp;ldquo;o maior bem para o maior n&amp;uacute;mero&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66917</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66917</guid><pubDate>Tue, 31 Jan 2012 11:53:37 GMT</pubDate></item><item><title>E o vencedor é...</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201201300929513571503733105.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201201300929513571503733105.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A import&amp;acirc;ncia dos pr&amp;ecirc;mios &amp;eacute; indiscut&amp;iacute;vel e a sua multiplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; de fato um reconhecimento da necessidade de promover g&amp;ecirc;neros e autores. No caso da literatura para jovens e crian&amp;ccedil;as, ela j&amp;aacute; conta com importantes premia&amp;ccedil;&amp;otilde;es e deveria ter novas, em distintas categorias, que pouco a pouco ganhariam espa&amp;ccedil;o no mercado. Depois de participar da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;aacute;rios pr&amp;ecirc;mios, compartilho aqui algumas quest&amp;otilde;es e viv&amp;ecirc;ncias. Ressalto o papel inevit&amp;aacute;vel da subjetividade na sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos concorrentes e na defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos vencedores, bem como a import&amp;acirc;ncia de a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o selecionar cuidadosamente a equipe de leitores cr&amp;iacute;ticos e o j&amp;uacute;ri que fazem parte do processo escolha. Ao lado disso, est&amp;aacute; a import&amp;acirc;ncia da defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos crit&amp;eacute;rios de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos diferentes concursos e premia&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O grande leque de vari&amp;aacute;veis (tamanhos de texto, g&amp;ecirc;neros, formato, n&amp;iacute;vel de linguagem etc.) que cobre literatura para crian&amp;ccedil;as e jovens muitas vezes coloca lado a lado originais muito distintos e dif&amp;iacute;ceis de serem submetidos aos mesmos crit&amp;eacute;rios.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66889</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66889</guid><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 09:28:35 GMT</pubDate></item><item><title>Fotografias em livros de receitas: elas são mesmo indispensáveis?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;H&amp;aacute; muito tempo eu n&amp;atilde;o dava tanta risada com um texto escrito sobre um livro de cozinha. Foi no Book Riot, aonde cheguei pelo Huffington Post, e desde j&amp;aacute; fa&amp;ccedil;o um aviso para quem quiser se aventurar pelo &lt;a href="http://bookriot.com/2011/11/30/when-used-books-attack-banana-edition/"&gt;link&lt;/a&gt;: ele cont&amp;eacute;m imagens que podem ser prejudiciais a est&amp;ocirc;magos sens&amp;iacute;veis. Mas a obra em quest&amp;atilde;o - &lt;em&gt;Be bold with bananas&lt;/em&gt; - merece ser conhecida por todo mundo que trabalha com livros de receitas para, no m&amp;iacute;nimo, servir como antiexemplo. Serve tamb&amp;eacute;m para questionar a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que imagens s&amp;atilde;o indispens&amp;aacute;veis em t&amp;iacute;tulos de culin&amp;aacute;ria. Fiz uma enquete informal com amigos que gostam de cozinhar e descobri que alguns de nossos livros preferidos n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m uma &amp;uacute;nica fotografia dos pratos. Acredito que, para quem &lt;em&gt;usa&lt;/em&gt; os livros do g&amp;ecirc;nero, valores como clareza e bom texto, al&amp;eacute;m de um papel decente, contam mais do que qualquer outra coisa.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66873</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66873</guid><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 11:09:29 GMT</pubDate></item><item><title>Em Salvador, o Gabinete Português de Leitura e a literatura de cordel</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/RoneyCytrynowiczColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/RoneyCytrynowiczColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Em visita a Salvador, capital da Bahia, fiquei imaginando o que seria &amp;nbsp;um passeio que envolvesse livros, bibliotecas ou livrarias, e resolvi que &amp;nbsp;deixaria por conta do acaso, ao longo de quatro dias, algum encontro com &amp;nbsp;esses temas, cujas impress&amp;otilde;es &amp;ndash; de turista &amp;ndash; seguem nesta coluna. Caminhando na dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Pra&amp;ccedil;a Castro Alves e do centro hist&amp;oacute;rico (onde &amp;nbsp;est&amp;aacute; o Pelourinho), me deparei com o imponente pr&amp;eacute;dio de 1918 do Gabinete Portugu&amp;ecirc;s de Leitura, na Pra&amp;ccedil;a da Piedade, em estilo manuelino. O Gabinete conserva a exuberante biblioteca com suas estantes de madeira ornamentadas e em espetacular formato circular, contendo &amp;nbsp;cerca de 36 mil volumes e a mesma &amp;aacute;urea de &amp;ldquo;biblioteca&amp;rdquo; oitocentista com seu imagin&amp;aacute;rio imperial portugu&amp;ecirc;s. Na sequ&amp;ecirc;ncia, descendo o Elevador Lacerda, em frente ao Mercado Modelo, encontrei a &amp;ldquo;Banca dos Trovadores da Literatura de Cordel&amp;rdquo;, que oferece dezenas de folhetos do g&amp;ecirc;nero. L&amp;aacute;, Para&amp;iacute;ba da Viola, m&amp;uacute;sico e membro da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel, contava aos interessados a hist&amp;oacute;ria de cordelistas e de gr&amp;aacute;ficas especializadas na impress&amp;atilde;o dos folhetos.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66874</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66874</guid><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 11:21:55 GMT</pubDate></item><item><title>Em que gadgets os leitores digitais andam lendo?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20120126122723571-271040465.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20120126122723571-271040465.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Achei que seria interessante divulgar mais dados aqui na coluna, com base na pr&amp;aacute;tica da &lt;a href="http://www.gatosabido.com.br/ebooks"&gt;Gato Sabido&lt;/a&gt;. Os de hoje podem ajudar a responder duas perguntas importantes no universo dos e-books: que tipo de gadget o leitor digital vem utilizando? Para onde vamos produzir e-books? Consegui captar a porcentagem dos navegadores utilizados pelos clientes da Gato e eles mostram que uma boa parte j&amp;aacute; usa dispositivos m&amp;oacute;veis como tablets e celulares para ler seus e-books. &amp;Eacute; muito interessante saber que o brasileiro abra&amp;ccedil;ou o mobile! Eu acredito muito nessa forma de ler, e um passarinho me contou que as empresas de telefonia m&amp;oacute;vel no Brasil vir&amp;atilde;o com tudo no segmento de literatura.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66868</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66868</guid><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:21:48 GMT</pubDate></item><item><title>O novo iBooks e as estratégias da Apple e da Amazon para manter leitores e autores só para elas</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/JulioColunistas.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/JulioColunistas.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O lan&amp;ccedil;amento feito pela Apple, no dia 19, do novo iBooks e do Author evidencia a disputa pela hegemonia da comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bens culturais digitais. &amp;Eacute; o neg&amp;oacute;cio dos sonhos: seu fornecedor (editora ou autor) cria, formata e fornece a mercadoria, cadastrando-a em seu banco de dados. Voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o faz nada. A cada livro, m&amp;uacute;sica ou app vendido, voc&amp;ecirc; fica com 30% (no modelo de ag&amp;ecirc;ncia, o adotado pela Apple). Sem estoques, sem custo, sem frete, sem trabalho. Sem riscos. E a Apple adotou algumas estrat&amp;eacute;gias mais sutis (e, talvez, mais question&amp;aacute;veis) do que a Amazon para participar do jogo. Se um autor resolver ler as linhas mi&amp;uacute;das do contrato da empresa, as famosas EULAS (e h&amp;aacute; &lt;a href="http://m.zdnet.com/blog/bott/apples-mind-bogglingly-greedy-and-evil-license-agreement/4360?tag=content;siu-container"&gt;quem&lt;/a&gt; fa&amp;ccedil;a isso), ver&amp;aacute; que tudo o que ele criar e publicar por meio do Author/iBooks ser&amp;aacute; automaticamente exclusividade da Apple. Isto &amp;eacute;, o livro n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; ser vendido em outras lojas (Amazon nem pensar) ou sites (nem mesmo seu blog pessoal). A empresa tamb&amp;eacute;m se reserva o direito de decidir-se por n&amp;atilde;o publicar a obra. Para completar, estabelece que n&amp;atilde;o tem responsabilidade legal alguma por quaisquer danos que seu livro possa provocar (pl&amp;aacute;gio, danos morais, uso indevido etc). Esse novo modelo vai exigir, no m&amp;iacute;nimo, jogo de cintura por parte das editoras&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66869</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66869</guid><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 12:31:16 GMT</pubDate></item><item><title>O universal e o particular na nossa literatura</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;H&amp;aacute; algumas semanas a jornalista Eliane Blum escreveu um &lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/eliane-brum/noticia/2012/01/lingua-que-somos-lingua-que-podemos-ser.html"&gt;artigo&lt;/a&gt; na revista &amp;Eacute;poca sobre as dificuldades que os agentes liter&amp;aacute;rios que trabalham com autores brasileiros t&amp;ecirc;m para vender seus t&amp;iacute;tulos. Dizia Eliane, citando agentes liter&amp;aacute;rios, que &amp;ldquo;os escritores americanos conquistaram o direito de ser universais para a velha Europa e seu ran&amp;ccedil;o colonizador &amp;ndash; j&amp;aacute; dos brasileiros exige-se uma esp&amp;eacute;cie de selo de autenticidade que seria dado pela &amp;lsquo;tem&amp;aacute;tica brasileira&amp;rsquo;&amp;rdquo;. Da leitura desse artigo resultaram reflex&amp;otilde;es que desejo compartilhar. Algumas delas: ser&amp;aacute; que alguns dos agentes simplesmente n&amp;atilde;o sabem vender a nossa literatura? A que nos leva essa coisa de que os estrangeiros buscam o pitoresco em nossos livros para public&amp;aacute;-los? E como n&amp;oacute;s publicamos aqui livros sobre uma senhora que fabrica cookies no Meio Oeste americano?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66830</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66830</guid><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 10:13:58 GMT</pubDate></item><item><title>A vida dos outros - sobre biografias</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/ZeLuizColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/ZeLuizColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;No fim de 2011, a Sociedade Esportiva Palmeiras torceu o nariz para a biografia n&amp;atilde;o-autorizada de Marcos, seu mais ilustre atleta das duas &amp;uacute;ltimas d&amp;eacute;cadas. Baseando-se em sua pol&amp;iacute;tica de marcas e patentes, o clube disse ter poder sobre qualquer manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o em torno do goleiro e de outros nomes do seu feudo. Foi mais uma celeuma criada em torno de biografias no Brasil, que traz &amp;agrave; tona o assunto da liberdade de imprensa. O fato &amp;eacute; que, no caso de &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=66658"&gt;S&amp;atilde;o Marcos do Palestra It&amp;aacute;lia&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, os torcedores e a cr&amp;iacute;tica n&amp;atilde;o se alinharam ao clube. Juridicamente foi dito que a atitude do clube &amp;eacute; um modelo de censura, e que pessoas p&amp;uacute;blicas podem, sim, ser pesquisadas e publicadas, desde que respeitando par&amp;acirc;metros de pesquisa e bom jornalismo, que sobram ao palmeirense Celso de Campos Jr., autor da obra. Sem d&amp;uacute;vida, as biografias n&amp;atilde;o-autorizadas t&amp;ecirc;m mais sabor: oferecem um distanciamento muito confort&amp;aacute;vel para os bi&amp;oacute;grafos e um tempero para os leitores.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66785</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66785</guid><pubDate>Fri, 20 Jan 2012 10:33:12 GMT</pubDate></item><item><title>O ano da virada</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaDias100.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaDias100.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;C&amp;aacute; estamos &amp;agrave;s v&amp;eacute;speras de mais um ano letivo, mas 2012 com certeza n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; um ano letivo qualquer... ao menos n&amp;atilde;o para as editoras escolares. Este ser&amp;aacute; o &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=SvkoGkW-7dI"&gt;ano em que faremos contato&lt;/a&gt; com a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do s&amp;eacute;culo 21. E o grande &amp;ldquo;game changer&amp;rdquo; no cen&amp;aacute;rio brasileiro ser&amp;aacute;, para variar, o governo federal, que pela primeira vez incluiu conte&amp;uacute;do digital no Programa Nacional do Livro Did&amp;aacute;tico. O resultado &amp;eacute; que, da noite para o dia, come&amp;ccedil;ou uma corrida ao ouro nas editoras did&amp;aacute;ticas. Iniciativas que at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o se restringiam a gigantes como Moderna e Saraiva passaram a fazer parte da rotina de m&amp;eacute;dias e pequenas &amp;ndash; e at&amp;eacute; das grandes que vinham relevando o assunto, como a FTD. Como se isso n&amp;atilde;o bastasse, o mercado particular tamb&amp;eacute;m vem garantindo &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Oxvk6KgOjj0"&gt;fortes emo&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/a&gt;. J&amp;aacute; no segundo semestre de 2011, boa parte das editoras come&amp;ccedil;ou a sofrer press&amp;atilde;o das maiores escolas de S&amp;atilde;o Paulo para oferecer conte&amp;uacute;do para tablets. E o consenso entre os coordenadores de tecnologia educacional dessas escolas &amp;eacute; que em 2012 a press&amp;atilde;o deve aumentar.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66760</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66760</guid><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 10:56:59 GMT</pubDate></item><item><title> “Magnólia” – O valor de cada área no projeto editorial</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PedroAmeida110805.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PedroAmeida110805.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O filme da coluna de hoje &amp;eacute; &amp;ldquo;Magn&amp;oacute;lia&amp;rdquo;. Para quem gosta de filosofia, psican&amp;aacute;lise ou simplesmente de um &amp;oacute;timo entretenimento, ele tem tudo isso. &lt;span&gt;&amp;nbsp;A pel&amp;iacute;cula conta um dia na vida de nove personagens e mostra como as atitudes acontecem em cadeia, levando a outras e a outras, at&amp;eacute; que provoquem o efeito final, quase sempre imprevis&amp;iacute;vel. Numa editora, o risco de a condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um projeto ter consequ&amp;ecirc;ncias n&amp;atilde;o desejadas &amp;eacute; grande, pois h&amp;aacute; muitos funcion&amp;aacute;rios, &amp;aacute;reas e pr&amp;aacute;ticas que interferem nos resultados. E erros bobos, das mais diversas naturezas, podem n&amp;atilde;o apenas atrapalhar um lan&amp;ccedil;amento, como de fato minar as chances de ele alcan&amp;ccedil;ar seu p&amp;uacute;blico. Creio que &amp;eacute; essencial o editorial dar a conhecer a todos os outros departamentos como um livro nasce, quanta negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o existe, quanta expectativa est&amp;aacute; envolvida, qual &amp;eacute; seu objetivo, que p&amp;uacute;blico visa atender. Detalhes do tipo: por que a obra n&amp;atilde;o deve sair shrinkada, por que deve ser catalogada da forma correta, por que o pagamento de direitos autorais deve ser feito na data indicada, entre muitos outros, devem ser discutidos. Favorecer o di&amp;aacute;logo maior entre &amp;aacute;reas distintas converge as for&amp;ccedil;as para um objetivo: atingir o maior n&amp;uacute;mero de leitores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66743</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66743</guid><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 11:21:48 GMT</pubDate></item><item><title>Teremos mais e melhores dados sobre as vendas em 2012?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A anunciada possibilidade de que o BookScan, da Nielsen, ou outra solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da GfK possam vir a ser empregadas no Brasil para rastrear o consumo de livros no pa&amp;iacute;s permite fazer algumas observa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a quest&amp;atilde;o dos dados do mercado editorial brasileiro. Os servi&amp;ccedil;os das duas empresas trabalham com informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es recolhidas diretamente nos pontos de venda por meio do registro de c&amp;oacute;digos de barra. Evidentemente a primeira e mais b&amp;aacute;sica informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a da simples venda: qual o produto que foi vendido, e onde. Mas essa informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode ser agregada e trabalhada de muitas maneiras: qual a forma do pagamento, se a venda foi parcelada ou n&amp;atilde;o, que outros produtos acompanharam a venda daquele determinado item, entre outros dados. Se as editoras realmente come&amp;ccedil;arem a explorar a riqueza de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que pode advir da&amp;iacute;, a sofistica&amp;ccedil;&amp;atilde;o na concorr&amp;ecirc;ncia e seu acirramento com base em dados trabalhados podem modificar de forma significativa o panorama da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66730</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66730</guid><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 12:09:01 GMT</pubDate></item><item><title>Os e-books e as startups</title><description>Os e-books invadiram o editorial e, principalmente, invadiram minha vida de tal forma que est&amp;aacute; complicado pensar em outra coisa. Os livros digitais me fascinam desde que li sobre eles em &lt;em&gt;O neg&amp;oacute;cio dos livros&lt;/em&gt;, de Jason Epstein, e n&amp;atilde;o pelo yuppismo tecnol&amp;oacute;gico, mas pela destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o em massa que eles iriam causar nas certezas editoriais. Agora, com o digital, voltamos t&amp;atilde;o ao zero que sequer sabemos como nossos leitores leem. E, o melhor, &amp;eacute; um mercado t&amp;atilde;o din&amp;acirc;mico que, quando soubermos, eles j&amp;aacute; poder&amp;atilde;o estar lendo de outras formas... Os e-books exigem uma entrega profunda por parte dos que trabalham com eles. Da mesma forma que j&amp;aacute; achei (e ainda acho) que poder&amp;iacute;amos aprender muito com a engenharia de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, agora acredito que ganharemos muito analisando as chamadas startups.</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66735</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66735</guid><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 12:18:12 GMT</pubDate></item><item><title>Informação e ficção</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;No grande guarda-chuva que abarca o que tradicionalmente se denomina de literatura infantojuvenil, convivem in&amp;uacute;meros g&amp;ecirc;neros: do paradid&amp;aacute;tico, passando pelo livro &amp;aacute;lbum, pelos quadrinhos, at&amp;eacute; o romance, a poesia etc. Dar um salto cr&amp;iacute;tico no tratamento dessa diversidade pressup&amp;otilde;e identificar cada um desses g&amp;ecirc;neros naquilo que eles t&amp;ecirc;m de espec&amp;iacute;fico e pr&amp;oacute;prio, e assim visualizar a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o papel de cada um. Os livros que buscam transmitir algum conhecimento cient&amp;iacute;fico abrem um vasto universo de possibilidades e em alguns casos acabam formalmente se confundindo com livros de fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A import&amp;acirc;ncia e a utilidade desse tipo de livro n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o aqui em discuss&amp;atilde;o. A quest&amp;atilde;o &amp;eacute; que o uso da equa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ldquo;informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; muitas vezes tem travestido o livro infantil e juvenil numa pseudoliteratura de fundo utilitarista, que n&amp;atilde;o s&amp;oacute; confunde como n&amp;atilde;o promove nem uma leitura liter&amp;aacute;ria, nem uma leitura pr&amp;aacute;tica. Definir esse g&amp;ecirc;nero com mais propriedade, de modo a n&amp;atilde;o confundir gato com lebre, &amp;eacute; uma das responsabilidades do editor.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66719</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66719</guid><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 11:33:37 GMT</pubDate></item><item><title>O fascínio de passear na Biblioteca Nacional</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20120113101750193-2044846485.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20120113101750193-2044846485.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Ao entrar no pr&amp;eacute;dio da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, para ver as exposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de b&amp;iacute;blias e hist&amp;oacute;rias em quadrinhos, fiquei surpreso com o n&amp;uacute;mero de turistas que circulavam pelo sagu&amp;atilde;o e pela escadaria principal. Turistas brasileiros e estrangeiros de todas as partes, fam&amp;iacute;lias com jovens e crian&amp;ccedil;as. Fiquei observando o movimento e era vis&amp;iacute;vel a curiosidade das pessoas que se fotografavam em v&amp;aacute;rias situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e combina&amp;ccedil;&amp;otilde;es com os ornamentos do pr&amp;eacute;dio. &amp;Eacute; verdade que a vizinhan&amp;ccedil;a do Museu de Belas Artes e do Teatro Municipal, rec&amp;eacute;m-restaurado e com a pintura reluzindo ouro &amp;ndash; entre outras infind&amp;aacute;veis atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es tur&amp;iacute;sticas do centro Rio &amp;ndash;, ajuda, mas logo vi que esse turismo destinava-se &amp;agrave; pr&amp;oacute;pria Biblioteca. A BN oferece visitas guiadas para grupos, sempre lotadas nas f&amp;eacute;rias, e havia dezenas de pessoas perguntando e agendando para os pr&amp;oacute;ximos dias e semanas. Aproveitando uma desist&amp;ecirc;ncia, integrei um grupo para conhecer a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e entender o que exatamente atrai as pessoas a uma visita como essa.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66690</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66690</guid><pubDate>Fri, 13 Jan 2012 10:15:57 GMT</pubDate></item><item><title>Lucky Peach: uma coffee table magazine</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaErbetta100B.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Ele &amp;eacute; americano, tem ascend&amp;ecirc;ncia coreana e batizou sua rede de restaurantes com um nome japon&amp;ecirc;s: Momofuku. Aos 34 anos, David Chang j&amp;aacute; abriu quatro casas em Nova York e uma em Sydney, al&amp;eacute;m de uma cadeia de confeitarias. Como todo chef de sucesso, ele tamb&amp;eacute;m lan&amp;ccedil;ou seu livro de receitas, o &lt;em&gt;Momofuku&lt;/em&gt; (Clarkson Potter, 2009). Mas tudo isso parece n&amp;atilde;o ter sido suficiente, ou Chang &amp;eacute; um sujeito que n&amp;atilde;o consegue parar quieto. Em 2011, lan&amp;ccedil;ou uma nova e ousada empreitada: uma revista de cozinha. Com circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o trimestral, a Lucky Peach deu uma reviravolta na conhecida f&amp;oacute;rmula das revistas americanas de receitas. Com reportagens inusitadas, projeto gr&amp;aacute;fico ousado, nenhuma p&amp;aacute;gina publicit&amp;aacute;ria e muito espa&amp;ccedil;o para inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es, daria pra dizer que &amp;eacute; trabalho de um bando de doidos. Mas esse bando de doidos parece ter acertado numa coisa: eles inventaram a &lt;em&gt;coffee table magazine&lt;/em&gt;, um h&amp;iacute;brido de revista, na forma, e de livro, na consist&amp;ecirc;ncia (e extens&amp;atilde;o) da leitura. E o time da Lucky Peach n&amp;atilde;o para: em breve deve sair seu aplicativo para iPad.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66691</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66691</guid><pubDate>Fri, 13 Jan 2012 10:26:23 GMT</pubDate></item><item><title>Novidades de Ano Novo</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/2012011212250145-1969704671.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/2012011212250145-1969704671.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Fiquei um bom tempo sem escrever a coluna, e pouco tempo no mercado digital significa um ano, no m&amp;iacute;nimo. Muita coisa aconteceu nesse intervalo e, por conta disso, resolvi publicar aqui as principais not&amp;iacute;cias recentes sobre livros eletr&amp;ocirc;nicos - lembrando que 2012 &amp;eacute; o ano do e-book! (Ok, hehe, sou suspeita, mas acredite em mim...). Algumas delas: a estreia da Intr&amp;iacute;nseca no segmento eletr&amp;ocirc;nico e o aumento do cat&amp;aacute;logo da Gato Sabido&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66688</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66688</guid><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 12:24:02 GMT</pubDate></item><item><title>Disputando a hegemonia dos e-books, empresas miram os autores</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/2012011112424768-1067651026.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/2012011112424768-1067651026.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O ano de 2012 come&amp;ccedil;ou com repetidos rumores sobre a poss&amp;iacute;vel entrada da Apple no segmento de autopublica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Segundo os &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pomology"&gt;pom&amp;oacute;logos&lt;/a&gt; de plant&amp;atilde;o, ainda neste m&amp;ecirc;s ser&amp;aacute; revelado que a interface de leitura da Apple, o desenxabido iBooks, ganhar&amp;aacute; recursos de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, voltados tanto para as editoras quanto diretamente para escritores. A &amp;ldquo;interface para escritores&amp;rdquo; seria a cristaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma tend&amp;ecirc;ncia facilmente observ&amp;aacute;vel. Os principais vendedores de livros j&amp;aacute; montaram seus canais para selfpublishing. A Barnes and Noble tem o &lt;a href="http://pubit.barnesandnoble.com/pubit_app/bn?t=pi_reg_home"&gt;Pubit&lt;/a&gt; e a Amazon acenou com &lt;a href="http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=66535"&gt;seis milh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares&lt;/a&gt; anuais para manter &amp;ldquo;autoautores&amp;rdquo; no seu cercadinho, por meio do Kindle Direct Publishing. Os &amp;uuml;ber vendedores de livros parecem cada vez menos encantados com as editoras e cada vez mais enamorados dos autores. Se o s&amp;eacute;culo 20 foi marcado pelo Grande Jogo &amp;mdash; a corrida entre as na&amp;ccedil;&amp;otilde;es para controlar o suprimento de petr&amp;oacute;leo &amp;mdash;, neste s&amp;eacute;culo a disputa parece ser pela hegemonia no com&amp;eacute;rcio de bens culturais digitais. Vamos esperar que o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Jogo"&gt;Grande Jogo&lt;/a&gt; digital do s&amp;eacute;culo 21 traga mais vencedores &amp;mdash; e menos baixas.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66657</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66657</guid><pubDate>Wed, 11 Jan 2012 11:17:29 GMT</pubDate></item><item><title>Ano Novo: vida nova?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Ano novo, vida nova, diz o senso comum. Uma s&amp;eacute;rie de assuntos est&amp;aacute; na agenda do mercado editorial em 2012. No Brasil, editoras de livros did&amp;aacute;ticos se preparam para uma inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o importante no PNLD: a inclus&amp;atilde;o de material multim&amp;iacute;dia. No &amp;acirc;mbito das pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas, o Projeto do Livro Popular ainda enfrenta v&amp;aacute;rias quest&amp;otilde;es e dever&amp;aacute; ter seus detalhes definidos para efetivamente funcionar. O livro digital, cujo avan&amp;ccedil;o &amp;eacute; avassalador nos EUA, por aqui ainda se depara com as barreiras do pre&amp;ccedil;o alto cobrado pelos e-books e pelos e-readers. A &amp;aacute;rea de varejo, por sua vez, permanece complicada. Faltam livrarias e uma real disputa de pre&amp;ccedil;os. O que h&amp;aacute; de novo, afinal?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66642</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66642</guid><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 10:11:48 GMT</pubDate></item><item><title>Sem previsões para este ano... apenas perguntas</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Este &amp;eacute; o per&amp;iacute;odo do ano para fazer previs&amp;otilde;es. Tenho feito as minhas, no esp&amp;iacute;rito das festas de fim de ano, desde os anos 1980, quando escrevi o artigo &amp;ldquo;My say&amp;rdquo; para a Publishers Weekly. Mas este ano pensei em fazer algo diferente. Em vez de predizer o futuro para os maiores players da ind&amp;uacute;stria, vou postar aquelas que, penso, s&amp;atilde;o as maiores quest&amp;otilde;es a serem enfrentadas em cada &amp;aacute;rea onde esses grandes players atuam. Algumas das quest&amp;otilde;es dependem de cada um deles responder; outras dependem de circunst&amp;acirc;ncias externas; e algumas talvez nunca cheguem a ser respondidas. Mas qualquer &amp;ldquo;futurista&amp;rdquo; honesto &amp;ndash; e eu tento ser um deles &amp;ndash; tem que admitir que as perguntas s&amp;atilde;o sempre em maior n&amp;uacute;mero do que as respostas. Ent&amp;atilde;o, este post trata das quest&amp;otilde;es importantes que vamos encarar na ind&amp;uacute;stria do livro em 2012.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66589</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66589</guid><pubDate>Wed, 04 Jan 2012 12:47:28 GMT</pubDate></item><item><title>A feira de livros da USP e a força do livro impresso</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/RoneyCytrynowiczColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/RoneyCytrynowiczColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A vitalidade e a efervesc&amp;ecirc;ncia do mundo do livro impresso &amp;eacute; a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais intensa que fica aos visitantes e expositores na Festa do Livro da USP, organizada anualmente pela Edusp e realizada entre 14 e 16 de dezembro na Escola Polit&amp;eacute;cnica na Universidade de S&amp;atilde;o Paulo. &amp;Eacute; sempre surpreendente passear por essa feira e &amp;ldquo;descobrir&amp;rdquo; dezenas de editoras (inclusive as universit&amp;aacute;rias) e milhares de t&amp;iacute;tulos cuja circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e visibilidade t&amp;ecirc;m sido limitada pela circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o cada vez mais restrita dos livros e diante do baixo n&amp;uacute;mero de livrarias e outros pontos de venda no pa&amp;iacute;s. Um dos destaques este ano foi a transfer&amp;ecirc;ncia para a Escola Polit&amp;eacute;cnica, onde a festa se dividiu em tr&amp;ecirc;s edif&amp;iacute;cios com amplo espa&amp;ccedil;o de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Isso indica que o mundo do livro e da cultura human&amp;iacute;stica &amp;eacute; afeito &amp;agrave; engenharia, &amp;agrave; tecnologia e &amp;agrave;s ci&amp;ecirc;ncias exatas tanto quanto &amp;agrave;s humanidades e &amp;agrave; FFLCH (onde a feira havia sido realizada at&amp;eacute; este ano). E, nesse sentido, &amp;eacute; significativo ver uma feira editorial dessa magnitude em edif&amp;iacute;cios onde funcionam cursos como Engenharia Civil, Engenharia Mec&amp;acirc;nica ou Engenharia Naval &amp;ndash; e os polit&amp;eacute;cnicos n&amp;atilde;o cansam de dar passos interessantes rumo &amp;agrave; interdisciplinaridade com as ci&amp;ecirc;ncias humanas, integrando o arquip&amp;eacute;lago de unidades da USP.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66539</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66539</guid><pubDate>Fri, 23 Dec 2011 10:01:23 GMT</pubDate></item><item><title>Este livro veste que é uma beleza</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/ZeLuizColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/ZeLuizColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A mesma pergunta se repete ano ap&amp;oacute;s ano. Tudo bem dar livros de presente em ocasi&amp;otilde;es como o Natal? E a resposta tamb&amp;eacute;m se repete: Sim, claro. Um livro aproxima as pessoas. Quando algu&amp;eacute;m se arrisca a pensar em como o conte&amp;uacute;do da obra combina com a pessoa presenteada, &amp;eacute; um passo de comunh&amp;atilde;o. A gente nota isso na hora da abertura do pacote, nas fei&amp;ccedil;&amp;otilde;es expressadas pelo futuro leitor. A cr&amp;ocirc;nica, o humor e os romances s&amp;atilde;o os campe&amp;otilde;es de bilheteria. Mas h&amp;aacute; ainda os livros da moda, os livros adquiridos em viagens, livros autografados e at&amp;eacute; vale-livro. O que importa &amp;eacute; que esse presente cai bem em todas as esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e pode ser apreciado por pessoas de qualquer altura, peso e tamanho de p&amp;eacute;, sejam elas &amp;iacute;ntimas ou apenas conhecidas.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66548</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66548</guid><pubDate>Fri, 23 Dec 2011 11:01:38 GMT</pubDate></item><item><title>Sete coisas de que o freela sente falta</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Cassius110825.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Cassius110825.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Quando chega o fim do ano, as pessoas adoram fazer suas listas de &amp;ldquo;melhores alguma coisa&amp;rdquo;, sejam livros, quadrinhos, momentos e por a&amp;iacute; vai. Mas esta traz outra coisa que se passa na cabe&amp;ccedil;a do freela: a lembran&amp;ccedil;a do que ele mais sente falta justamente por ser freela e por trabalhar em casa. Como todos os tipos de trabalho t&amp;ecirc;m seus pr&amp;oacute;s e contras, hoje listo as sete coisas que fazem falta na vida de freela.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66523</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66523</guid><pubDate>Thu, 22 Dec 2011 11:01:12 GMT</pubDate></item><item><title>O sentido de emergência que dinamiza uma geração</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20111221020024135745577201.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20111221020024135745577201.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Quando assisti ao filme &amp;ldquo;A rede social&amp;rdquo; n&amp;atilde;o esperava mais que uma divers&amp;atilde;o, mas obtive ali algumas respostas e confirma&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre um tema que vinha conversando com amigos a respeito da pressa por acontecer que se abate sobre as novas gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O filme: Marc &amp;eacute; um jovem que freq&amp;uuml;enta a universidade de Harvard. Depois de levar um fora da namorada, hackeia, para se vingar, fotos de mulheres das redes internas de universidades e prop&amp;otilde;e um programa de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o das beldades. Algo t&amp;atilde;o simples assim tinha de dar certo. Em quest&amp;atilde;o de dias, Marc torna-se popular e, ent&amp;atilde;o, para de certa forma lidar com sua pr&amp;oacute;pria timidez, investe todo o tempo na cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma rede interativa que logo vira mania. O Facebook cresceu assustadoramente e foi oferecendo ferramentas para manter cada vez mais e mais as pessoas conectadas. Ela &amp;eacute; hoje uma das empresas mais promissoras do mundo, ent&amp;atilde;o conhecer a hist&amp;oacute;ria de como tudo isso come&amp;ccedil;ou &amp;ndash; o que fez dar certo, as brigas, os processos judiciais, o fim de uma amizade, a corrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o de valores... &amp;ndash; &amp;eacute; bem interessante.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66519</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66519</guid><pubDate>Wed, 21 Dec 2011 13:28:53 GMT</pubDate></item><item><title>São Paulo – a Babel começa a fazer sentido</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A Biblioteca de Babel borgiana, onde todo conhecimento se acumula e nada acontece porque tudo j&amp;aacute; est&amp;aacute; l&amp;aacute;, s&amp;oacute; pode ser decifrada quando se consegue recuperar a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para assim lhe dar sentido. Esta semana o Sistema de Bibliotecas P&amp;uacute;blicas de S. Paulo (que est&amp;aacute; muit&amp;iacute;ssimo longe de ter esse alcance borgiano, mas que j&amp;aacute; &amp;eacute; um sistema consider&amp;aacute;vel), deu um passo importante para que se possa explorar seu conte&amp;uacute;do. A Secretaria Municipal de Cultura de S. Paulo completou a cataloga&amp;ccedil;&amp;atilde;o retrospectiva do acervo circulante de todo seu sistema de bibliotecas p&amp;uacute;blicas, incluindo as bibliotecas dos CEUs, cujos acervos s&amp;atilde;o adquiridos pela Secretaria Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O Sistema Municipal de Bibliotecas de S. Paulo &amp;eacute; o mais extenso do Brasil, com cerca de 2,6 milh&amp;otilde;es de exemplares e quase 300 mil t&amp;iacute;tulos. &amp;Eacute; um acervo consider&amp;aacute;vel, embora insuficiente. Mas sua organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sistem&amp;aacute;tica e informatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o sem d&amp;uacute;vida um marco no desenvolvimento de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas para o livro e leitura em nosso pa&amp;iacute;s.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66482</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66482</guid><pubDate>Tue, 20 Dec 2011 09:56:19 GMT</pubDate></item><item><title>Balanço do ano</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201112191210483721503733105.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201112191210483721503733105.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Numa das &amp;uacute;ltimas esperas em algum aeroporto fiz uma lista de temas que poderia tratar em futuras colunas, a maioria deles instigados pelas diversas e ricas interlocu&amp;ccedil;&amp;otilde;es e trocas que se deram ao longo deste ano. Mas, na hora de sentar para escrever este texto, preferi deixar para o ano que vem os temas mais gerais e fazer um registro de alguns momentos importantes do livro para crian&amp;ccedil;as e jovens e da leitura que testemunhei . Afinal, ao longo do ano participei de alguns dos encontros mais importantes sobre esses temas.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66472</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66472</guid><pubDate>Mon, 19 Dec 2011 11:39:49 GMT</pubDate></item><item><title>A lista de livros de culinária de 2011</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201112160214506291141611338.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201112160214506291141611338.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Todo mundo j&amp;aacute; ouviu falar que o mercado editorial dos Estados Unidos n&amp;atilde;o &amp;eacute; muito afeito a tradu&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Por isso, n&amp;atilde;o causa espanto que, na &lt;a href="http://www.nytimes.com/2011/11/30/dining/notable-cookbooks-of-2011.html?_r=1&amp;amp;scp=1&amp;amp;sq=best%20cookbooks%202011&amp;amp;st=cse"&gt;lista&lt;/a&gt; dos melhores livros de cozinha de 2011 feita pelo jornal The New York Times, dos 19 t&amp;iacute;tulos escolhidos, 14 sejam de autores americanos ou que moram no pa&amp;iacute;s &amp;ndash; dos outros cinco, todos escritos originalmente em ingl&amp;ecirc;s, tr&amp;ecirc;s vieram da Inglaterra, um da Austr&amp;aacute;lia e um do Canad&amp;aacute;. No Brasil, acontece fen&amp;ocirc;meno oposto: a maior parte dos livros de cozinha que publicamos tem origem estrangeira. Quando pensei em fazer uma listinha com alguns dos lan&amp;ccedil;amentos mais significativos de 2011 entre n&amp;oacute;s, vi como isso &amp;eacute; evidente. O principal motivo, acredito, &amp;eacute; o custo da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Existe uma conven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que livro de receitas sem foto n&amp;atilde;o vende. E produzir imagens custa caro. Se fotografias s&amp;atilde;o fundamentais para os livros de receita &amp;eacute; uma boa discuss&amp;atilde;o para uma pr&amp;oacute;xima coluna. Mas, nesta, vamos &amp;agrave;s melhores obras do ano.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66442</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66442</guid><pubDate>Fri, 16 Dec 2011 09:12:09 GMT</pubDate></item><item><title>Dois cursos e muitas conclusões</title><description>Nas &amp;uacute;ltimas semanas tive a felicidade de dar dois cursos sobre o processo editorial digital e mercado digital, um no Rio e outro em S&lt;span&gt;&amp;atilde;o Paulo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Diferente dos outros dois anos, vi um brilho no olhar dos meus colegas de mercado. Ok, ok... Piegas... Mas real! Surgiram&amp;nbsp;muitas conclus&amp;otilde;es e ainda a certeza de que, daqui a dois meses, tudo pode mudar. Ningu&amp;eacute;m poder&amp;aacute; falar e prever nada com tanta certeza neste mercado. N&amp;atilde;o tem jeito, perdemos o controle e nos transformamos em profissionais do s&amp;eacute;culo XXI. Teremos sempre que estudar, nos atualizarmos e nos superarmos, como os outros profissionais de praticamente todas as &amp;aacute;reas. A figura m&amp;iacute;tica do editor d&amp;aacute; lugar ao cara cult, ligado em tecnologia, cabe&amp;ccedil;a aberta, usu&amp;aacute;rio das m&amp;iacute;dias digitais e do que mais est&amp;aacute; por vir.</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66421</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66421</guid><pubDate>Thu, 15 Dec 2011 08:37:34 GMT</pubDate></item><item><title>Preço fixo, agenciamento e direitos autorais. E as livrarias no meio.</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20111213114344229756184848.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20111213114344229756184848.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Recentemente foi publicada a not&amp;iacute;cia de que a Comiss&amp;atilde;o Europeia estaria iniciando um procedimento investigativo para verificar se o modelo de &amp;ldquo;agenciamento&amp;rdquo; na venda de e-books estaria ou n&amp;atilde;o infringindo a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o comunit&amp;aacute;ria que protege a livre concorr&amp;ecirc;ncia. A investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da CE abrangeria inclusive a possibilidade de um &amp;ldquo;conluio&amp;rdquo; entre a Apple a as grandes editoras americanas (algumas das quais, hoje, pertencem a conglomerados europeus) para controlar o pre&amp;ccedil;o dos livros. Em resumo, a acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o era de carteliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A discuss&amp;atilde;o em torno do assunto &amp;eacute; complexa e envolve considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o modelo de &amp;ldquo;pre&amp;ccedil;o fixo&amp;rdquo; e tamb&amp;eacute;m sobre as formas de comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que surgiram com os e-books, que por ora n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m previs&amp;atilde;o para se estabilizar. De um lado, tendo em vista tudo isso, o modelo desenvolvido com a ajuda da Apple permitiu uma alternativa ao sistema imposto pela for&amp;ccedil;a da Amazon e do Kindle. Mas ainda &amp;eacute; cedo para saber quem vai ganhar a briga.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66386</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66386</guid><pubDate>Tue, 13 Dec 2011 11:43:00 GMT</pubDate></item><item><title>Um abraço pro Doutor Sócrates</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201112091102108491536447874.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201112091102108491536447874.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Sei que muitos escreveram sobre ele, gente mais chegada, mais influente. Mas n&amp;atilde;o resisti &amp;agrave;s minhas lembran&amp;ccedil;as e divido com voc&amp;ecirc;s os dois encontros que tive com o Doutor S&amp;oacute;crates. Um foi na Vila Madalena, em S&amp;atilde;o Paulo, naquele pequeno bar cujo tema &amp;eacute; o futebol, o S&amp;atilde;o Cristov&amp;atilde;o. Era o lan&amp;ccedil;amento para a imprensa e convidados de uma cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 13 livros escritos por 13 autores, em que cada um dissecava livremente o seu time do cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O outro foi depois de alguns anos, num almo&amp;ccedil;o promovido pelo Doutor e seus&amp;nbsp;companheiros de Cart&amp;atilde;o Verde, o programa sobre futebol mais legal da televis&amp;atilde;o.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66350</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66350</guid><pubDate>Fri, 09 Dec 2011 09:42:36 GMT</pubDate></item><item><title>As livrarias da Liberdade</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20111209105805567-351467583.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20111209105805567-351467583.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O bairro da Liberdade em S&amp;atilde;o Paulo, um dos principais locais de lazer urbano e p&amp;uacute;blico da cidade, &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m um territ&amp;oacute;rio de rara e inusitada densidade de livrarias com t&amp;iacute;tulos em japon&amp;ecirc;s e chin&amp;ecirc;s. N&amp;atilde;o deixa de ser interessante notar que a presen&amp;ccedil;a das livrarias est&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m relacionada a diversos g&amp;ecirc;neros de artes manuais, artesanato e t&amp;eacute;cnicas de desenho e pintura, al&amp;eacute;m de costumes cerimoniais. S&amp;atilde;o tradi&amp;ccedil;&amp;otilde;es antigas que continuam a encontrar no livro impresso seu suporte e sua tecnologia mais adequados e atraentes e, por isso, andar pelas livrarias, mesmo sem entender os t&amp;iacute;tulos, &amp;eacute; um passeio que vale a pena. A forte presen&amp;ccedil;a de quadrinhos e de mang&amp;aacute;s sugere que a&amp;nbsp; for&amp;ccedil;a do livro impresso n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas uma prefer&amp;ecirc;ncia geracional dos mais velhos. A capital paulista tem, de fato, poucas livrarias especializadas em l&amp;iacute;nguas e culturas de outros pa&amp;iacute;ses.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66355</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66355</guid><pubDate>Fri, 09 Dec 2011 10:49:51 GMT</pubDate></item><item><title>Livros ilustrados viram e-books?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;As rumina&amp;ccedil;&amp;otilde;es de hoje s&amp;atilde;o sobre a passagem dos livros ilustrados de impresso a digital, algo que muitos dos editores atuais sabem que &amp;eacute; um problema &amp;ldquo;que precisa ser resolvido&amp;rdquo;, j&amp;aacute; que os canais para levar os livros ilustrados aos consumidores &amp;ndash; as livrarias &amp;ndash; est&amp;atilde;o diminuindo em n&amp;uacute;mero e poder por causa da mudan&amp;ccedil;a digital. Podemos ter certeza de que os tablets que podem distribuir livros ilustrados estar&amp;atilde;o em muitas m&amp;atilde;os logo. Isto apresenta aos editores de livros ilustrados uma oportunidade aparentemente enorme. Mas tamb&amp;eacute;m apresenta alguns desafios igualmente gigantescos. Um deles &amp;eacute; que realmente n&amp;atilde;o sabemos se os usu&amp;aacute;rios de tablet ou dispositivos semelhantes v&amp;atilde;o preferir consumir livros ilustrados nesses aparelhos.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66328</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66328</guid><pubDate>Thu, 08 Dec 2011 11:24:47 GMT</pubDate></item><item><title>E-book é assunto de editor</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;&amp;Eacute; comum dizer que as editoras n&amp;atilde;o sabem o que fazer com os e-books, que todos t&amp;ecirc;m perguntas e ningu&amp;eacute;m tem as respostas. Acho que o que acontece &amp;eacute; que as editoras n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o acostumadas a um mercado din&amp;acirc;mico, sem processos pr&amp;eacute;-definidos, e est&amp;atilde;o inseguras por n&amp;atilde;o terem um padr&amp;atilde;o &amp;quot;certo&amp;quot; a seguir e, sim, v&amp;aacute;rios (mesmo que quase todas sigam um s&amp;oacute; padr&amp;atilde;o... ). No geral, a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de, por exemplo, um livro impresso de fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um autor estrangeiro segue uma esp&amp;eacute;cie de receita de bolo. Com os e-books, v&amp;aacute;rias novas possibilidades surgiram. Mas o que se v&amp;ecirc;, na pr&amp;aacute;tica, ainda &amp;eacute; a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de receitas de bolo na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros eletr&amp;ocirc;nicos.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66321</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66321</guid><pubDate>Wed, 07 Dec 2011 11:45:32 GMT</pubDate></item><item><title>25 anos da FIL de Guadalajara</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A FIL &amp;ndash; Feira Internacional do Livro de Guadalajara &amp;ndash; &amp;eacute;, sem d&amp;uacute;vida, um dos maiores e mais importantes eventos do livro da Am&amp;eacute;rica Latina. Os dados de 2010 d&amp;atilde;o a sua dimens&amp;atilde;o: 609.251 visitantes, 1.928 editoras, 17.790 profissionais do livro. N&amp;uacute;meros que certamente se confirmaram este ano e que evidenciam a import&amp;acirc;ncia do evento. No seu 25&amp;ordm; anivers&amp;aacute;rio, a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o se desdobrou e marcou a data com uma programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o intensa e com a presen&amp;ccedil;a de muitos convidados especiais. A FIL &amp;eacute; a melhor porta de entrada para o mercado hisp&amp;acirc;nico.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66283</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66283</guid><pubDate>Mon, 05 Dec 2011 11:52:07 GMT</pubDate></item><item><title>Meu panteão litero culinário</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201112021149446121141611338.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201112021149446121141611338.jpg"&gt;&lt;/img&gt;Monteiro Lobato, cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o Vagalume, Stella Carr, a &lt;em&gt;Inspetora&lt;/em&gt;, Marcos Rey. As lembran&amp;ccedil;as liter&amp;aacute;rias de minha inf&amp;acirc;ncia s&amp;atilde;o comuns &amp;agrave;s da gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o que descobriu o prazer da leitura nos anos 70. Bem, quase todas. Porque eu lia tamb&amp;eacute;m, para espanto familiar, &lt;em&gt;A cozinha maravilhosa de Of&amp;eacute;lia&lt;/em&gt;, os fasc&amp;iacute;culos &lt;em&gt;Bom Apetite&lt;/em&gt;, umas brochuras com receitas do Rotary e do Lions Club e o que mais relacionado ao tema estivesse por perto na casa das minhas av&amp;oacute;s. E lia mesmo, da lista de ingredientes ao modo de preparo, como quem l&amp;ecirc; romance, policial, poesia. Por isso, gostava de mexer na cozinha. De escrever no caderno de receitas de minha m&amp;atilde;e. De aprender o que &amp;eacute; &amp;ldquo;araruta&amp;rdquo; para ajudar a tia a fazer uns biscoitinhos.</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66256</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66256</guid><pubDate>Fri, 02 Dec 2011 11:46:20 GMT</pubDate></item><item><title>Links úteis</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20111201124216501-1969704671.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20111201124216501-1969704671.jpg"&gt;&lt;/img&gt;Na &amp;uacute;ltima coluna prometi uma lista de links &amp;uacute;teis, com foco no editorial e convers&amp;atilde;o digital, s&amp;oacute; que sa&amp;iacute; de f&amp;eacute;rias. Como promessa &amp;eacute; d&amp;iacute;vida, retomo agora os trabalhos. Listo aqui v&amp;aacute;rios desses links, mas n&amp;atilde;o todos, pois a lista ficaria infind&amp;aacute;vel.&amp;nbsp;Por isso, a partir de minhas pr&amp;oacute;ximas colunas, fica o compromisso de incluir no fim de cada uma mais links que podem ser &amp;uacute;teis aos leitores e editores,&amp;nbsp;sempre com foco em digital e tecnologia. Combinado?!</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66242</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66242</guid><pubDate>Thu, 01 Dec 2011 12:36:04 GMT</pubDate></item><item><title>O Bom, o Mau e o Freela</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Cassius110825.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Cassius110825.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Da mesma forma que em trabalhos fixos, o freela sempre encontrar&amp;aacute; clientes bons e maus (e tudo o que existe entre esses dois extremos). Dos que pagam bem aos que n&amp;atilde;o pagam, dos prazos indecentes aos prazos de m&amp;atilde;e, dos pedidos de altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es estranhas aos e-mails de parab&amp;eacute;ns, e por a&amp;iacute; vai. O freela tem que se virar para manter uma atitude profissional diante de ambos. Nas v&amp;aacute;rias situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es poss&amp;iacute;veis, qual o limite para aceitar prazos insanos ou pagamentos muito baixos? Quando se deve recusar trabalho? Como ser mais valorizado?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66222</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66222</guid><pubDate>Wed, 30 Nov 2011 12:13:08 GMT</pubDate></item><item><title>Os computadores podem ajudar você a achar o livro que deseja ler?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;A prolifera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de t&amp;iacute;tulos &amp;eacute; um dos fen&amp;ocirc;menos mais marcantes do mundo editorial. J&amp;aacute; comentei, em diversas ocasi&amp;otilde;es, o livro &lt;em&gt;Livros demais&lt;/em&gt;, do Gabriel Zaid, fil&amp;oacute;sofo mexicano. Zaid defende que o &amp;ldquo;encontro feliz&amp;rdquo; entre o livro e seus leitores &amp;eacute; o grande problema, e que esse encontro &amp;eacute; extremamente dif&amp;iacute;cil. O leitor &amp;ldquo;acha&amp;rdquo; o livro quase que por acaso ao frequentar livrarias, ler jornais, conversar com outros leitores etc. Recentemente, topei com duas iniciativas que pretendem ajudar os leitores a resolver esse problema com a ajuda da inform&amp;aacute;tica, e uma terceira que espera tornar &amp;ldquo;mais profissional&amp;rdquo; esse labor de indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o feito pelas equipes das livrarias. O Booklamp.org, o Small Demons e o Just the Right Book prop&amp;otilde;em diferentes formas de ajudar os leitores a encontrar o que desejam ler &amp;ndash; dois eu testei e posso dizer que funcionam.</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66194</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=66194</guid><pubDate>Tue, 29 Nov 2011 09:56:39 GMT</pubDate></item></channel></rss>
