<?xml version="1.0"?><rss version="2.0"><channel><title>RSS PublishNews | Colunas</title><link>http://www.publishnews.com.br</link><description>Aqui você lê o Mercado Editorial</description><language>pt-BR</language><ttl>5</ttl><item><title>Vivendo no mundo das coisas que não existem</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/111006_acetona100.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/111006_acetona100.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O que venho lendo e discutindo com colegas de profiss&amp;atilde;o e de vida &amp;eacute; o conceito de volatilidade de um livro digital. Realmente, voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o o leva para casa. N&amp;atilde;o perde por causa da greve dos correios. N&amp;atilde;o enche sua estante de casa de livros e de bolor (vivo em Copacabana e meus livros preferidos est&amp;atilde;o bem manchados &amp;ndash; que raiva!). Realmente, dou meu bra&amp;ccedil;o entusiasta a torcer. A Amazon fez aquela coisa horrorosa que foi retirar da estante virtual dos leitores determinado livro por vend&amp;ecirc;-lo sem ter o direito de faz&amp;ecirc;-lo. Todos os leitores se sentiram impotentes. Deu o maior assunto para a imprensa mundial e muniu os anti-ebooks de motivos e justificativas. O que eu acho engra&amp;ccedil;ado &amp;eacute; que ningu&amp;eacute;m se d&amp;aacute; conta de que quase tudo o que temos hoje &amp;eacute; virtual. O seu dinheiro l&amp;aacute; no banco &amp;eacute; uma mentira.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65469</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65469</guid><pubDate>Thu, 06 Oct 2011 12:23:44 GMT</pubDate></item><item><title>Quatro anos na revolução do e-book: coisas que sabemos e coisas que não sabemos</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201110051151489332111627910.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201110051151489332111627910.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Pensando no lan&amp;ccedil;amento do primeiro Kindle no final de novembro de 2007, algu&amp;eacute;m poderia dizer (e vai) que a revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da leitura eletr&amp;ocirc;nica est&amp;aacute; chegando ao seu 4&amp;ordm; anivers&amp;aacute;rio. J&amp;aacute; existiam outros aparelhos dedicados aos e-books antes, incluindo o Sony Reader - no mercado quando o Kindle chegou e ainda vivos, apesar de n&amp;atilde;o ter muito sucesso - e os j&amp;aacute; falecidos Rocket Book e Softbook que tinham debutado e desaparecido alguns anos antes. E no come&amp;ccedil;o dos anos 90 t&amp;iacute;nhamos o Sony Bookman, que mostrava apenas algumas poucas linhas de texto de cada vez e desapareceu sem deixar rastros. O formato de e-book que mais vendia antes do Kindle era o que se podia ler no Palm Pilot e o mercado em geral de e-books estava t&amp;atilde;o atrasado que qualquer investimento de uma editora em digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o era feito por f&amp;eacute;, n&amp;atilde;o por evid&amp;ecirc;ncias comerciais. E muitas pessoas na ind&amp;uacute;stria acreditavam que ler numa tela demoraria muitos anos para ser realidade, se algum dia chegasse a ser...&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65448</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65448</guid><pubDate>Wed, 05 Oct 2011 11:48:10 GMT</pubDate></item><item><title>Informação – A Biblioteca de Babel existe?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;Acabei de ler (no meu Kindle), o livro &lt;em&gt;Information &amp;ndash; A History &amp;ndash; A Theory &amp;ndash; A Flood&lt;/em&gt; (Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; Uma Hist&amp;oacute;ria &amp;ndash; Uma Teoria &amp;ndash; Uma Inunda&amp;ccedil;&amp;atilde;o), de James Gleick (Pantheon Press). J&amp;aacute; li dois outros livros de Gleick &amp;ndash; &lt;em&gt;Genius&lt;/em&gt;, que &amp;eacute; uma biografia de Richard Feynman, talvez o &amp;uacute;ltimo g&amp;ecirc;nio da f&amp;iacute;sica do S&amp;eacute;culo XX, e a biografia de Isaac Newton, quando teve que tirar leite de pedra para conseguir os fatos do formulador da lei da gravidade, um bizarro que gostava de queimar todos seus pap&amp;eacute;is. Em &lt;em&gt;Information&lt;/em&gt;, Gleick come&amp;ccedil;a mostrando como funciona, de fato, a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o por tambores usada na &amp;Aacute;frica, trata do tel&amp;eacute;grafo, da criptografia e detalha o surgimento da teoria da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de como esta foi se imbricando com a f&amp;iacute;sica qu&amp;acirc;ntica, a gen&amp;eacute;tica, o acaso, o facebook e termina nas indaga&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a biblioteca de Babel. Mas, antes de chegar l&amp;aacute;, Gleick vai mostrando uma galeria de personagens fant&amp;aacute;sticos.</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65426</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65426</guid><pubDate>Tue, 04 Oct 2011 11:12:26 GMT</pubDate></item><item><title>O português brasileiro no mundo e a tradução</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110927101248122756184848.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110927101248122756184848.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um grande fator de consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o e expans&amp;atilde;o das l&amp;iacute;nguas liter&amp;aacute;rias. Mesmo depois de sua consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; geralmente por um processo pol&amp;iacute;tico, mas que inclui em muitos casos a cristaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em uma grande obra liter&amp;aacute;ria &amp;ndash; o enriquecimento dos idiomas sempre se dinamiza com a poliniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o feita pelas tradu&amp;ccedil;&amp;otilde;es. No decorrer da hist&amp;oacute;ria, algumas circunst&amp;acirc;ncias pol&amp;iacute;ticas, econ&amp;ocirc;micas e sociais fazem que, em um determinado per&amp;iacute;odo, alguns idiomas assumam um papel predominante. No in&amp;iacute;cio do mundo moderno o portugu&amp;ecirc;s e o espanhol assumiram esse papel. Mais tarde foi a vez do franc&amp;ecirc;s, a l&amp;iacute;ngua da diplomacia. Finalmente o ingl&amp;ecirc;s, impulsionando primeiro pelo Imp&amp;eacute;rio Brit&amp;acirc;nico e depois pela preponder&amp;acirc;ncia econ&amp;ocirc;mica e militar dos Estados Unidos, assumiu esse papel. Essa preponder&amp;acirc;ncia aparece de modo muito concreto no mundo editorial.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65307</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65307</guid><pubDate>Tue, 27 Sep 2011 10:07:52 GMT</pubDate></item><item><title>Vende-se direito autoral</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110927115840414964232738.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110927115840414964232738.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Estamos em um per&amp;iacute;odo de muita agita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vendas no mercado editorial, devido &amp;agrave;s novas pol&amp;iacute;ticas do governo brasileiro e o Brasil como pa&amp;iacute;s tema da Feira de Frankfurt em 2013. Nada melhor do que pensar naquele &amp;ldquo;corretor ou corretora de direitos autorais&amp;rdquo;. Enfim, o vendedor da obra para ser publicada. Vamos saber um pouco mais sobre como acontecem as vendas reticentes. Na verdade, sobre os bastidores, onde o comprador e o vendedor se encontram. Pode-se pensar que existe um perfil espec&amp;iacute;fico para o &amp;ldquo;vendedor de direitos autorais&amp;rdquo;. A resposta &amp;eacute;: n&amp;atilde;o existe esse perfil &amp;uacute;nico. No princ&amp;iacute;pio, o autor criou a obra e, portanto, controla os seus direitos autorais. Sempre que poss&amp;iacute;vel, questione essa afirmativa. Vamos aos causos, baseados em hist&amp;oacute;rias que ouvi ou vivi, algumas envolvendo autores brasileiros de prest&amp;iacute;gio.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65324</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65324</guid><pubDate>Tue, 27 Sep 2011 11:29:17 GMT</pubDate></item><item><title>Um gênero em questão?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Dando continuidade ao tema da &amp;uacute;ltima coluna &amp;ldquo;Literatura juvenil ou leitura juvenil?&amp;rdquo;, vou apresentar algumas reflex&amp;otilde;es feitas durante o I Congresso internacional do Grupo de Pesquisa &amp;ldquo;Leitura e literatura na escola: Juventude e letramento liter&amp;aacute;rio&amp;rdquo; realizado na UNESP de Assis entre os dias 19 a 21 de setembro. Dentre a variedade tem&amp;aacute;tica discutida, o segundo dia foi dedicado exclusivamente a uma reflex&amp;atilde;o sobre a literatura juvenil, sua natureza, identidade e o desenvolvimento atual do g&amp;ecirc;nero. V&amp;aacute;rias foram as conclus&amp;otilde;es dos debates entre especialistas de diversas &amp;aacute;reas, autores e editores. Por&amp;eacute;m, o consenso girou em torno do t&amp;iacute;tulo da primeira mesa redonda do dia, &amp;ldquo;Literatura juvenil: um g&amp;ecirc;nero em quest&amp;atilde;o?&amp;rdquo;. Todas as interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es foram no sentido de responder afirmativamente &amp;agrave; pergunta, dando margem a novas indaga&amp;ccedil;&amp;otilde;es e poucas certezas. Afinal, o que se entende por literatura juvenil, literatura infantojuvenil, literatura para jovens?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65280</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65280</guid><pubDate>Mon, 26 Sep 2011 10:00:28 GMT</pubDate></item><item><title>Boas novas do mercado digital e meu novo gadgetlove</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201109221218449442022399839.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201109221218449442022399839.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: &amp;quot;Calibri&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; FONT-SIZE: 11pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-language: EN-US; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;Uso hoje como ilustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta coluna o desktop do meu Ipad. Meu novo romance com essas coisas que n&amp;atilde;o possuem c&amp;eacute;rebro nem corrente sangu&amp;iacute;nea. Embora adore a conviv&amp;ecirc;ncia humana e ache que a gra&amp;ccedil;a da nossa vida &amp;eacute; conviver e conhecer esses estranhos seres b&amp;iacute;pedes, estou realmente apaixonada pelo meu Ipad 2. Come&amp;ccedil;o falando disso porque, analisando os dados da Gato Sabido, verificamos que 40% de nossos clientes compram livros por meio de um tablet. Parece mentira, mas contra essas an&amp;aacute;lises de meus amigos andr&amp;oacute;ides, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; controv&amp;eacute;rsias... E isso reflete exatamente o que venho vivendo. H&amp;aacute; algumas colunas cheguei at&amp;eacute; a comentar que o e-reader era meu preferido para leituras longas. Pois &amp;eacute;, mudei meu h&amp;aacute;bito. Do nada me peguei lendo no Ipad. E o pior, gostando! &lt;/span&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65252</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65252</guid><pubDate>Thu, 22 Sep 2011 11:30:42 GMT</pubDate></item><item><title>O mercado de e-books poderia definitivamente confundir o consumidor médio</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;Aqui mostro como o mercado de e-books pareceria sem o modelo de ag&amp;ecirc;ncia. Depois de ler o livro &lt;em&gt;61&lt;/em&gt;, de Phil Pepe, sobre a grande temporada do jogador de beisebol Roger Maris h&amp;aacute; 50 anos, eu estava pronto para minha pr&amp;oacute;xima leitura. Nenhum livro apareceu mais na imprensa, pelo que tenho lido nas &amp;uacute;ltimas semanas, do que uma nova biografia de Jacqueline Kennedy: transcri&amp;ccedil;&amp;otilde;es de entrevistas que ela deu ao historiador Arthur Schlensinger poucos meses depois do assassinato de JFK. Isso parecia uma boa escolha para mim. Apesar de ter v&amp;aacute;rios leitores carregados no meu aparelho de leitura digital (o iPhone), recentemente me peguei sentindo falta da loja Kindle, porque &amp;eacute; o melhor lugar para navegar.</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65238</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65238</guid><pubDate>Wed, 21 Sep 2011 11:31:16 GMT</pubDate></item><item><title>No mundo das nuvens</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Gustavo_colunista.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Gustavo_colunista.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Apesar dos relativamente pequenos h&amp;aacute;bitos quantitativos de leitura no Brasil, o livro eletr&amp;ocirc;nico j&amp;aacute; come&amp;ccedil;a a aparecer no cen&amp;aacute;rio do consumo nacional, com crescente quantidade de leitores. Ressalte-se que pesquisa SNEL-CBL divulgada na Bienal do Livro do Rio de Janeiro aponta crescimento dos leitores, e o mercado da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem grande parcela desse saud&amp;aacute;vel &amp;iacute;ndice. E o subitamente t&amp;atilde;o falado &amp;ldquo;cloud computing&amp;rdquo;? Assim como os ciclos contempor&amp;acirc;neos, seu surgimento &amp;eacute; repentino e intenso como um tsunami, e logo se aplica a nosso cotidiano, sem que saibamos de que forma. Vamos ver do que se trata, principalmente as suas primeiras implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na nova rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o do consumidor com o mercado editorial.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65239</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65239</guid><pubDate>Wed, 21 Sep 2011 11:43:16 GMT</pubDate></item><item><title>A “biblioteca civilizatória” e a biblioteca como serviço público</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Uma das afirmativas mais recorrentes nos trabalhos que tratam de bibliotecas p&amp;uacute;blicas diz respeito ao &amp;ldquo;papel civilizat&amp;oacute;rio&amp;rdquo; que esta deve desempenhar. Entende-se por &amp;ldquo;papel civilizat&amp;oacute;rio&amp;rdquo;, essencialmente, a presen&amp;ccedil;a nos acervos de bibliotecas p&amp;uacute;blicas de certa quantidade de t&amp;iacute;tulos aos quais se atribui &amp;ndash; geralmente em meio a disputas acirradas &amp;ndash; a qualidade de comporem um &amp;ldquo;c&amp;acirc;non&amp;rdquo; de leituras indispens&amp;aacute;veis. Geralmente os &amp;ldquo;leitur&amp;oacute;logos&amp;rdquo; atribuem a esse c&amp;acirc;non a capacidade de transformar um leitor &amp;ldquo;instrumental&amp;rdquo; em um &amp;ldquo;leitor cr&amp;iacute;tico&amp;rdquo;. Quando aceitam ir mais al&amp;eacute;m do c&amp;acirc;non, os &amp;ldquo;leitur&amp;oacute;logos&amp;rdquo; geralmente passam a argumentar sobre a necessidade de que, pelo menos, os livros sejam &amp;ldquo;de qualidade&amp;rdquo;. Ou seja, acervos cujo valor simb&amp;oacute;lico &amp;eacute; o valorizado por aquele campo intelectual que discute e legitimiza os atributos do &amp;ldquo;bom livro&amp;rdquo; e da &amp;ldquo;boa leitura&amp;rdquo;. &amp;Eacute; uma atitude pr&amp;oacute;xima &amp;agrave; da cr&amp;iacute;tica liter&amp;aacute;ria tradicional. Mas, no que diz respeito aos &amp;ldquo;leitur&amp;oacute;logos&amp;rdquo; h&amp;aacute; um componente adicional autorit&amp;aacute;rio que o campo da cr&amp;iacute;tica muitas vezes gostaria de ter, mas n&amp;atilde;o disp&amp;otilde;e de instrumentos.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65213</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65213</guid><pubDate>Tue, 20 Sep 2011 11:47:52 GMT</pubDate></item><item><title>As Horas – Livros que dividem experiências de vida com os leitores</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110914121116812745577201.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110914121116812745577201.jpg"&gt;&lt;/img&gt;No meu tempo de universidade corria a cren&amp;ccedil;a de que toda obra liter&amp;aacute;ria &amp;eacute; ficcional, mas sou dos que acreditam que toda obra liter&amp;aacute;ria &amp;eacute; autobiogr&amp;aacute;fica e que se pode decifrar uma pessoa pelas palavras, pelos assuntos, pela forma de se expressar. E se o escrito n&amp;atilde;o parte da pr&amp;oacute;pria hist&amp;oacute;ria pessoal, traz sua vis&amp;atilde;o de mundo. E quase sempre temos a&amp;iacute; momentos especiais, em que o autor divide com os leitores suas mais profundas reflex&amp;otilde;es. Esse &amp;eacute; tema que venho destacar nesta coluna. O filme As horas traz uma hist&amp;oacute;ria recriada por Michael Cunningham a partir do romance escrito por Virginia Wolf, &lt;em&gt;Ms Dolloway&lt;/em&gt;. Tr&amp;ecirc;s mulheres vivendo em &amp;eacute;pocas distintas s&amp;atilde;o personagens dos sentimentos vividos no romance. Vi e revi As horas in&amp;uacute;meras vezes. Fiquei impressionado com a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da trama e o vai e vem dos personagens. Muitas vezes a hist&amp;oacute;ria do livro parece inspirada nas vidas das outras duas personagens que l&amp;ecirc;em o livro no futuro. Outras, ele funciona como um destino tra&amp;ccedil;ado sobre o futuro.</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65126</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65126</guid><pubDate>Wed, 14 Sep 2011 11:50:50 GMT</pubDate></item><item><title>O que as pequenas editoras, os agentes e os autores precisam saber sobre publicação de e-books</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Com a acelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o na passagem de um mundo editorial centrado na impress&amp;atilde;o para outro, centrado no digital, est&amp;atilde;o surgindo cada vez mais editoras digitais. As maiores editoras, com os recursos de departamentos de TI sofisticados para gui&amp;aacute;-las, j&amp;aacute; s&amp;atilde;o parte do jogo h&amp;aacute; alguns anos e est&amp;atilde;o prestando muita aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o desde que o Kindle foi lan&amp;ccedil;ado pela Amazon no final de 2007. Mas com o crescimento do mercado, tamb&amp;eacute;m aumentou o ecossistema. H&amp;aacute; tr&amp;ecirc;s anos era poss&amp;iacute;vel alcan&amp;ccedil;ar uma boa parte do mercado de e-books atrav&amp;eacute;s de uma &amp;uacute;nica livraria; agora temos muitas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es para chegar ao consumidor por causa da maior variedade de aparelhos. Servi&amp;ccedil;os gratuitos ou muito baratos oferecidos na internet a toda editora &amp;ndash; de qualquer tamanho &amp;ndash;, todo agente liter&amp;aacute;rio e todo aspirante a autor sugerem &amp;ldquo;voc&amp;ecirc; pode fazer isso&amp;rdquo; e d&amp;atilde;o a entender que pode ser feito &amp;ldquo;de maneira eficiente e sem muita ajuda&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65128</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65128</guid><pubDate>Wed, 14 Sep 2011 12:18:12 GMT</pubDate></item><item><title>Inculta e bela?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Zanzando por bancas de jornais, notei a presen&amp;ccedil;a de v&amp;aacute;rias revistas focadas no idioma portugu&amp;ecirc;s. Ao contr&amp;aacute;rio das revistas sobre literatura, que considero terem se refugiado nas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es das livrarias, aparentemente as dedicadas ao cultivo do idioma andam florescendo. Depois da triste pol&amp;ecirc;mica em que muitas pessoas falaram sobre o livro &amp;ldquo;Por uma Vida Melhor&amp;rdquo; sem ter lido o texto acusado de &amp;ldquo;ensinar portugu&amp;ecirc;s errado&amp;rdquo;, fui ver a quantas anda essa quest&amp;atilde;o nas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es peri&amp;oacute;dicas. O vestibular e o ENEM certamente s&amp;atilde;o fatores de impulso para isso. As cole&amp;ccedil;&amp;otilde;es de livros sobre as &amp;ldquo;d&amp;uacute;vidas&amp;rdquo; e as regras do bom uso do idioma proliferam, com gram&amp;aacute;ticos e divulgadores das normas deitando sapi&amp;ecirc;ncia, muitas vezes sem o menor sentido cr&amp;iacute;tico, aceitando a vers&amp;atilde;o da norma culta como &amp;ldquo;imex&amp;iacute;vel&amp;rdquo;, como diria aquele cultor do idioma que ocupou o Minist&amp;eacute;rio do Trabalho no &amp;ldquo;collorato&amp;rdquo;. Ent&amp;atilde;o comprei exemplares de quatro publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es para tentar entender o que anda circulando.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65097</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65097</guid><pubDate>Tue, 13 Sep 2011 11:19:56 GMT</pubDate></item><item><title>Literatura juvenil ou leitura juvenil?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Quem leu o artigo de Antonio Ventura &amp;ldquo;&lt;a href="http://www.revistaemilia.com.br/mostra.php?id=16"&gt;Uma intima confiss&amp;atilde;o&lt;/a&gt;&amp;rdquo; na revista EM&amp;Iacute;LIA de setembro deve ter deparado com uma coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o bastante pol&amp;ecirc;mica e interessante. Reproduzo as palavras do autor: &amp;ldquo;N&amp;atilde;o sei se hoje &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel falar de literatura juvenil, mas n&amp;atilde;o tenho d&amp;uacute;vida de que existe uma leitura juvenil: uma forma de ler que tem a ver com esse momento &amp;ndash; a adolesc&amp;ecirc;ncia &amp;ndash; em que a vida aparece com um relevo novo, como se a primeira manh&amp;atilde; do mundo se inaugurasse para cada um de n&amp;oacute;s naquele instante. Uma manh&amp;atilde; que cont&amp;eacute;m toda classe de tormentas, mesmo que o protagonista ainda n&amp;atilde;o saiba, n&amp;atilde;o possa nome&amp;aacute;-las quando se vir imerso nelas.&amp;rdquo; Se a isto somarmos o tom das discuss&amp;otilde;es ocorridas no Simp&amp;oacute;sio Internacional de Literatura Infantil e Juvenil realizado na 14&amp;ordf; Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo, estamos diante de uma grande quest&amp;atilde;o sobre a natureza do que se entende por literatura juvenil. Diferentemente das fronteiras e dos crit&amp;eacute;rios bem definidos da literatura para crian&amp;ccedil;as, os limites da literatura juvenil carecem de clareza e consenso.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65061</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65061</guid><pubDate>Mon, 12 Sep 2011 10:04:15 GMT</pubDate></item><item><title>A história de uma livraria e os circuitos da cultura impressa</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/ColunaRoney1_100.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/ColunaRoney1_100.jpg"&gt;&lt;/img&gt;Em tempos de crescente virtualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mundo dos livros e das livrarias, a leitura de &lt;em&gt;Livraria ideal: do cordel &amp;agrave; bibliofilia&lt;/em&gt;, do historiador e professor de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o An&amp;iacute;bal Bragan&amp;ccedil;a, mostra a import&amp;acirc;ncia que um livreiro e uma &amp;uacute;nica livraria podem ter como irradiadores de diversos c&amp;iacute;rculos culturais e liter&amp;aacute;rios. O que &amp;eacute; encantador neste livro, que conta a trajet&amp;oacute;ria de Silvestre M&amp;ocirc;naco, imigrante italiano que come&amp;ccedil;ou como engraxate e se tornou o mais importante livreiro de Niter&amp;oacute;i, &amp;eacute; como atrav&amp;eacute;s da hist&amp;oacute;ria de uma &amp;uacute;nica livraria se pode conhecer d&amp;eacute;cadas de vida cultural, intelectual e social de uma cidade e os circuitos de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e leitura de livros, dos mais populares aos eruditos, mostrando ainda sua rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a expans&amp;atilde;o do ensino e a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ind&amp;uacute;stria cultural e do mercado editorial. Vender livros, mostra o autor, pode ser parte de uma complexa e densa rede social, cultural e econ&amp;ocirc;mica, e n&amp;atilde;o apenas uma fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;aacute;bil ou digital.</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65037</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65037</guid><pubDate>Fri, 09 Sep 2011 10:48:28 GMT</pubDate></item><item><title>Falando de bibliotecas de forma animada e nada apocalíptica...</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110908124653772346750891.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110908124653772346750891.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Nesta &amp;uacute;ltima segunda e ter&amp;ccedil;a, tive o prazer de assistir a um col&amp;oacute;quio sobre e-books com foco em bibliotecas, promovido pela Biblioteca Nacional, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. E foi com muita alegria que vi que mundialmente existe um movimento muito grande na dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos e-books. Ouvi bibliotec&amp;aacute;rios e curadores de diversas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Fran&amp;ccedil;a, Reino Unido e de Col&amp;ocirc;nia, na Alemanha. No final desta coluna, colocarei os links interessantes. As bibliotecas convidadas j&amp;aacute; fazem o uso dos e-books em empr&amp;eacute;stimos. E com alegria posso anunciar que a empresa que trabalho (Xeriph) est&amp;aacute; implementando esta mesma tecnologia aqui no Brasil. Funciona bem parecido com o empr&amp;eacute;stimo de livro f&amp;iacute;sico.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65035</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65035</guid><pubDate>Thu, 08 Sep 2011 12:02:54 GMT</pubDate></item><item><title>“A massa ainda comerá o biscoito fino que fabrico”</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Oswald de Andrade sempre foi um dos meus her&amp;oacute;is na literatura brasileira. Pela produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o liter&amp;aacute;ria, pela milit&amp;acirc;ncia na literatura e na pol&amp;iacute;tica, por seu desassombro e atrevimento. Maria Jos&amp;eacute; Silveira, M&amp;aacute;rcio Souza e eu usamos essa frase como lema da Marco Zero, a editora que fundamos e mantivemos por dezoito anos. Quando escrevi &lt;em&gt;O Brasil pode ser um pa&amp;iacute;s de leitores?&lt;/em&gt;, mencionei na introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o: &amp;ldquo;A massa dificilmente comer&amp;aacute; do biscoito fino se a ele n&amp;atilde;o tiver acesso e ficar reduzida ao consumo da broa de milho [...] O esfor&amp;ccedil;o aqui apresentado &amp;eacute; o da discuss&amp;atilde;o de como fazer o &amp;ldquo;biscoito fino&amp;rdquo; chegar &amp;agrave; massa.&amp;rdquo; (p. 16). Em agosto de 2007 escrevi um esbo&amp;ccedil;o de projeto, chamado precisamente &amp;ldquo;Biscoito Fino&amp;rdquo;, que entreguei ao ent&amp;atilde;o coordenador do livro e leitura do MinC, Jefferson Assum&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no qual dava algumas sugest&amp;otilde;es para um programa de aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros para bibliotecas p&amp;uacute;blicas. Esse projeto, aperfei&amp;ccedil;oado e ampliado pelo Galeno Amorim, foi a base do Programa do Livro Popular lan&amp;ccedil;ado pela Presidente Dilma na Bienal do Livro.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65011</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65011</guid><pubDate>Tue, 06 Sep 2011 11:00:24 GMT</pubDate></item><item><title>Homenagem a Fátima Barbosa</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Acabo de saber que ela se foi. H&amp;aacute; pouco mais de um ano eu entrava na sala do departamento de revis&amp;atilde;o que ela comandava e pedia, quase por amor a Deus, para que ela e seus mais antigos funcion&amp;aacute;rios me permitissem fazer uma esp&amp;eacute;cie de documento em v&amp;iacute;deo sobre a hist&amp;oacute;ria da revis&amp;atilde;o no Brasil. Fiquei chocada: eles todos me disseram que n&amp;atilde;o, que n&amp;atilde;o iam tentar aparecer em cima do trabalho dos autores mortos. Nunca pensei dessa forma, via como uma homenagem aos mortos e aos vivos, que saberiam da hist&amp;oacute;ria. Mas, se a F&amp;aacute;tima disse n&amp;atilde;o, &amp;eacute; n&amp;atilde;o. &lt;a href="http://www.jornalonorte.com.br/2010/01/05/show1_0.php"&gt;Seu trabalho e sua hist&amp;oacute;ria pessoal&lt;/a&gt; somados a sua personalidade criaram j&amp;aacute; em vida uma aura de super-hero&amp;iacute;na editorial. Dif&amp;iacute;cil dizer quantas pessoas ela ajudou profissional e pessoalmente no mercado editorial carioca... Chegava aos gritos brigando com todo mundo no departamento editorial da Record (editora em que trabalhou por mais de 30 anos), mas, se voc&amp;ecirc; se mostrasse disposto a ouvir e aprender com ela, era de uma generosidade rara, muito, muito rara.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65014</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=65014</guid><pubDate>Tue, 06 Sep 2011 12:20:43 GMT</pubDate></item><item><title>Passado e futuro da assinatura</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Gustavo_colunista.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Gustavo_colunista.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A revista Times Magazine, do jornal New York Times, que circulou em 13.12.09 com mat&amp;eacute;ria intitulada &lt;a href="http://www.nytimes.com/projects/magazine/ideas/2009/#a"&gt;O ano em ideias&lt;/a&gt;, j&amp;aacute; em sua nona vers&amp;atilde;o anual, relacionou cria&amp;ccedil;&amp;otilde;es de destaque, pin&amp;ccedil;adas dentre as mais diversas &amp;aacute;reas. Dentre elas, na &amp;aacute;rea da cultura, estava o site &lt;a href="http://www.kickstarter.com/"&gt;kickstarter&lt;/a&gt;, algo como &amp;ldquo;r&amp;aacute;pido impulso inicial&amp;rdquo;, por fazer trocadilho entre quick (r&amp;aacute;pido) e kick (chute). Em ess&amp;ecirc;ncia, interessados em captar recursos para seus projetos (gravar um cd ou fazer document&amp;aacute;rio sobre a campanha de Obama, dentre outros) os exp&amp;otilde;em, com seus detalhes e or&amp;ccedil;amentos, e aguardam a manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de interesse dos frequentadores do site. Confirmado o interesse e feito o pagamento, o projeto &amp;eacute; viabilizado e os financiadores podem ganhar diferentes b&amp;ocirc;nus. A novidade j&amp;aacute; est&amp;aacute; se alastrando no Brasil com v&amp;aacute;rios projetos lan&amp;ccedil;ados on-line para colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Consultando-se o Jornal do Commercio de 17.8.1838, encontramos um &amp;ldquo;Aviso Liter&amp;aacute;rio&amp;rdquo;, transcrito a seguir nas partes essenciais: &amp;ldquo;O defunto conselheiro, o Exm. Jos&amp;eacute; Bonif&amp;aacute;cio de Andrada e Silva, deixou hum manuscrito terminado em 1810 &amp;ndash; Li&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Metalurgia, ou mais propriamente Montanistica &amp;ndash; o qual se pretende imprimir por ser uma obra que n&amp;atilde;o existe em portuguez (...)&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64914</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64914</guid><pubDate>Wed, 31 Aug 2011 09:28:33 GMT</pubDate></item><item><title>As editoras de livros impressos e eletrônicos vão publicar o mesmo conteúdo?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Recentes relat&amp;oacute;rios de desempenho da &lt;a href="http://lunch.publishersmarketplace.com/2011/08/simon-schuster-balances-profit-gain-with-sales-drop/"&gt;Simon &amp;amp; Schuster&lt;/a&gt; e da &lt;a href="http://lunch.publishersmarketplace.com/2011/07/penguin-results-fall-as-pearson-gains/"&gt;Penguin&lt;/a&gt;, que podem ser tomados como indicadores, de alguma forma, do que est&amp;aacute; acontecendo com as outras &amp;ldquo;Big Six&amp;rdquo; nos EUA (al&amp;eacute;m de serem tamb&amp;eacute;m instrutivos sobre o que est&amp;aacute; acontecendo &lt;a href="http://lunch.publishersmarketplace.com/2011/07/results-fall-at-harlequin-as-print-declines-exceed-digital-gains/"&gt;em todo o mercado editorial norte-americano&lt;/a&gt;), mostram que a receita est&amp;aacute; est&amp;aacute;vel ou caindo, os lucros est&amp;atilde;o crescendo e que a parte dos e-books na receita est&amp;aacute; aumentando. Os relat&amp;oacute;rios mais recentes mostram que os e-books alcan&amp;ccedil;aram 14% da receita na Penguin e na Simon &amp;amp; Schuster. Primeiro, algumas observa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o que esses n&amp;uacute;meros realmente significam. Depois, alguns pensamentos sobre as implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es que ter&amp;atilde;o no futuro pr&amp;oacute;ximo.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64915</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64915</guid><pubDate>Wed, 31 Aug 2011 09:48:04 GMT</pubDate></item><item><title>O atendimento e o futuro das livrarias</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O desenvolvimento da Internet e dos livros eletr&amp;ocirc;nicos h&amp;aacute; muito me faz pensar sobre o futuro das livrarias. Mais que o &amp;ldquo;futuro do livro&amp;rdquo;, o que vai acontecer com esses lugares que frequentamos para folhear livros, ver as novidades e &amp;ndash; eventualmente &amp;ndash; compr&amp;aacute;-los, &amp;eacute; o que me preocupa. H&amp;aacute; uns dois anos a ABA &amp;ndash; American Booksellers Association &amp;ndash; encomendou a uma consultoria um estudo sobre as alternativas para as livrarias independentes enfrentarem esse fen&amp;ocirc;meno. E a mesma ABA h&amp;aacute; v&amp;aacute;rios anos havia desenvolvido o BookSense, um sistema de compras on-line que transferia a compra e o atendimento para a livraria que estivesse mais pr&amp;oacute;xima do Zipcode (CEP) de quem fizesse o pedido. O BookSense deu f&amp;ocirc;lego para as livrarias independentes, mas o crescimento da Amazon e da Barnes &amp;amp; Noble sombreiam permanentemente o futuro das independentes. O trabalho dos consultores da ABA salientava alguns pontos.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64896</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64896</guid><pubDate>Tue, 30 Aug 2011 10:53:38 GMT</pubDate></item><item><title>Edição e mercado de LIJ na Jornada de Passo Fundo</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201108290948401101009738773.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201108290948401101009738773.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Imposs&amp;iacute;vel passar batido e escrever qualquer coisa que n&amp;atilde;o seja sobre Passo Fundo, quando se est&amp;aacute; mergulhada no ritmo da Jornada Liter&amp;aacute;ria. O que a equipe de volunt&amp;aacute;rios, regida com bravura, intensidade, tenacidade e entusiasmo por Tania R&amp;ouml;sing, faz &amp;eacute; impressionante. Festejando seu 30&amp;ordm; anivers&amp;aacute;rio, celebrou as letras, as artes, as inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es tecnol&amp;oacute;gicas, dividindo o mesmo palco com figuras como Pierre Levy e suas previs&amp;otilde;es filos&amp;oacute;ficas futuristas, Alberto Manguel, Peter Hunt, Beatriz Sarlo e nomes da literatura nacional do primeiro time. A 6&amp;ordf; Jornadinha correu solta. O diferencial desse evento sempre foi o fato do seu p&amp;uacute;blico ter conhecimento pr&amp;eacute;vio das obras dos autores convidados por meio do trabalho preparat&amp;oacute;rio regular, realizado ao longo de todo o ano que antecede as Jornadinhas. No meio de tudo isso realizou-se o &amp;ldquo;Simp&amp;oacute;sio Internacional de Literatura Infantil e Juvenil &amp;ndash; Literatura para crian&amp;ccedil;as e jovens: por um novo pensamento cr&amp;iacute;tico&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64853</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64853</guid><pubDate>Mon, 29 Aug 2011 09:38:40 GMT</pubDate></item><item><title>O freela e o frio</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110825103926319-286931660.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110825103926319-286931660.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;N&amp;atilde;o damos bola para ele na maior parte do ano, mas quando chega o inverno &amp;eacute; que vemos o quanto o frio nos incomoda para trabalhar. Como &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil sair da cama. D&amp;aacute; mais sono ainda depois do almo&amp;ccedil;o. Os dedos congelam. As pernas ficam frias. Dorzinhas se acentuam. A vontade de parar para fazer um lanchinho &amp;eacute; enorme. Hoje tentarei dar algumas dicas para amenizar essas coisas. Primeiro podemos pensar na vantagem que temos em sermos freelas: n&amp;atilde;o precisamos sair no frio. Por outro lado, a dificuldade em sair da cama &amp;eacute; a mesma e ainda h&amp;aacute; a desvantagem dela estar ali do lado e querermos correr para ela, ou para o sof&amp;aacute;, e ficarmos cobertos, vendo sess&amp;atilde;o da tarde e comendo pipoca. Bom, o primeiro passo &amp;eacute; o de sempre: for&amp;ccedil;a de vontade.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64808</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64808</guid><pubDate>Thu, 25 Aug 2011 10:35:56 GMT</pubDate></item><item><title>Revistas de livrarias – para onde vai a atenção do leitor e o dinheiro das editoras</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Achar os leitores &amp;eacute; uma preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ind&amp;uacute;stria editorial. Nos velhos tempos, os cr&amp;iacute;ticos liter&amp;aacute;rios &amp;eacute; que &amp;ldquo;achavam&amp;rdquo; os autores, e a consagra&amp;ccedil;&amp;atilde;o feita pelos famosos &amp;ldquo;cr&amp;iacute;ticos de rodap&amp;eacute;&amp;rdquo; era o sinal de ingresso no c&amp;acirc;none da literatura nacional. A antiga Jos&amp;eacute; Olympio tinha como padr&amp;atilde;o transcrever, nas p&amp;aacute;ginas iniciais do livro, a &amp;ldquo;fortuna cr&amp;iacute;tica&amp;rdquo; do autor. Autores e cr&amp;iacute;ticos se retroalimentavam em prest&amp;iacute;gio, e o prest&amp;iacute;gio resultava em vendas. Essa contradan&amp;ccedil;a acabou. N&amp;atilde;o existem mais &amp;ldquo;rodap&amp;eacute;s liter&amp;aacute;rios&amp;rdquo; e as resenhas est&amp;atilde;o longe de proporcionar o prest&amp;iacute;gio &amp;ndash; e as vendas &amp;ndash; de antanho. O prest&amp;iacute;gio do autor (muitas vezes respaldado pelo prest&amp;iacute;gio &amp;ndash; ou poderio &amp;ndash; da editora) aparece n&amp;atilde;o em cr&amp;iacute;ticas, mas em amplas mat&amp;eacute;rias na capa dos cadernos &amp;ldquo;de cultura&amp;rdquo;, ou variedades. Ora, esse espa&amp;ccedil;o se reduz cada vez mais. E se publicam cada vez mais livros. Por conseguinte, divulgar os lan&amp;ccedil;amentos se torna ao mesmo tempo mais importante e mais dif&amp;iacute;cil.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64780</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64780</guid><pubDate>Tue, 23 Aug 2011 11:20:37 GMT</pubDate></item><item><title>Como a inclusão digital será feita nas escolas brasileiras?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaDias100.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/GabrielaDias100.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Um dos destaques do &lt;a href="http://www.congressodolivrodigital.com.br/"&gt;II Congresso do Livro Digital&lt;/a&gt;, organizado pela CBL em S&amp;atilde;o Paulo, foi a palestra de &lt;a href="http://www.congressodolivrodigital.com.br/site/palestrantes.php?id_pal_ativo=enawotka"&gt;Edward Nawotka&lt;/a&gt;, do &lt;a href="http://publishingperspectives.com/"&gt;Publishing Perspectives&lt;/a&gt;. Ap&amp;oacute;s citar n&amp;uacute;meros do mercado de e-books l&amp;aacute; fora, Ed entrou na nossa seara e se entusiasmou: &amp;ldquo;O governo brasileiro, que faz compras substanciais de livros para escolas de todo o pa&amp;iacute;s, anunciou que vai come&amp;ccedil;ar a comprar &amp;lsquo;conte&amp;uacute;do digital&amp;rsquo; em 2014 &amp;mdash; o que pode ser chamado de &amp;lsquo;Dia D&amp;rsquo;&amp;rdquo;. Embora as estat&amp;iacute;sticas nessa &amp;aacute;rea por ora s&amp;oacute; sejam relevantes nos Estados Unidos, &amp;eacute; compreens&amp;iacute;vel que uma not&amp;iacute;cia dessas assombre os gringos. Afinal, n&amp;atilde;o &amp;eacute; todo dia que um player do tamanho do governo federal entra no jogo &amp;ndash; e mesmo que o impacto imediato seja apenas nos livros did&amp;aacute;ticos (textbooks, na palestra de Nawotka), &amp;eacute; de se esperar que esse contato precoce com o livro digital influencie os h&amp;aacute;bitos de leitura da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o jovem a m&amp;eacute;dio e longo prazo.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64738</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64738</guid><pubDate>Mon, 22 Aug 2011 10:37:26 GMT</pubDate></item><item><title>O contrato de edição</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Gustavo_colunista.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Gustavo_colunista.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Desde Gutenberg at&amp;eacute; hoje, o principal elo entre o autor e o leitor &amp;eacute; o editor. De Aldo Manuzio, William Caxton e Claude Garamond at&amp;eacute; os editores eletr&amp;ocirc;nicos de hoje, o primeiro elo dessa sequ&amp;ecirc;ncia, a liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre o autor e o editor, se d&amp;aacute; atrav&amp;eacute;s do contrato de edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A primeira lei de Direito Autoral, o Estatuto da Rainha Anne da Inglaterra, em 1710, assegurava ao editor o direito de editar a obra do autor por 14 anos, ap&amp;oacute;s os quais este poderia contratar a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do livro com outro editor. E hoje? A lei brasileira (Lei 9610/98) em vigor define o contrato de edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em duas modalidades. A primeira, a mais habitual: &amp;ldquo;art. 53. Mediante contrato de edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o editor, obrigando-se a reproduzir e a divulgar a obra liter&amp;aacute;ria, art&amp;iacute;stica ou cient&amp;iacute;fica, fica autorizado, em car&amp;aacute;ter de exclusividade, a public&amp;aacute;-la e a explor&amp;aacute;-la pelo prazo e nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es pactuadas com o autor.&amp;rdquo;&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64690</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64690</guid><pubDate>Wed, 17 Aug 2011 11:24:32 GMT</pubDate></item><item><title>Na mesa com agentes e editores estrangeiros</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PN110816_IlustracaoMarisaNaMesaDeNegociacao2_150.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PN110816_IlustracaoMarisaNaMesaDeNegociacao2_150.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Desejamos que o excelente trabalho do &lt;a href="http://conexoesitaucultural.org.br/?page_id=2090"&gt;Conex&amp;otilde;es Ita&amp;uacute; Cultural&lt;/a&gt; seja a refer&amp;ecirc;ncia sobre o Brasil para o mercado editorial internacional. Almejamos, mais ainda, que nomes t&amp;atilde;o significativos para a trajet&amp;oacute;ria da literatura brasileira, enfim, consigam um destaque nas mesas de negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es de direitos autorais. Algu&amp;eacute;m com certa experi&amp;ecirc;ncia na Feira do Livro de Frankfurt j&amp;aacute; deve ter passado por algumas dessas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es: Ao mostrar uma novela juvenil brasileira, de imediato pelo n&amp;uacute;mero de p&amp;aacute;ginas, o editor estrangeiro descarta de pronto a possibilidade de avaliar a obra. A resposta &amp;eacute;: o livro &amp;eacute; muito fino para meu p&amp;uacute;blico leitor. Em outra oportunidade de contar sobre um sucesso de vendas no Brasil, algo acima de 100.000 exemplares por ano, o editor estrangeiro apenas responde com a pergunta: voc&amp;ecirc; tem algo em ingl&amp;ecirc;s ou espanhol sobre a obra?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64665</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64665</guid><pubDate>Tue, 16 Aug 2011 10:43:57 GMT</pubDate></item><item><title>O ENEM e o ensino de literatura – Autores e editores têm a ver com isso?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;&amp;ldquo;H&amp;aacute; algo de muito errado no ENEM&amp;rdquo;, diz Lu&amp;iacute;s Augusto Fischer em &lt;a href="http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2011/08/13/o-enem-pode-prejudicar-ensino-de-literatura-nas-escolas-398339.asp"&gt;artigo publicado no Prosa e Verso&lt;/a&gt; do jornal O Globo do s&amp;aacute;bado, dia 13 de agosto. O errado que o escritor e professor assinala diz respeito especificamente &amp;agrave;s perguntas sobre literatura feitas no exame e como essas terminam por induzir determinadas pr&amp;aacute;ticas em sala de aula, e o resultado disso. Fischer pergunta sobre a natureza e a qualidade das perguntas sobre literatura no ENEM que, na pr&amp;aacute;tica, hoje &amp;eacute; o grande portal de acesso ao ensino superior nas universidades federais e nas que aderem ao PROUNI. Diz Fischer que &amp;ldquo;o ENEM tende a tratar o texto liter&amp;aacute;rio como um texto qualquer. For&amp;ccedil;ando um pouco, d&amp;aacute; para dizer que o ENEM tende a tratar um poema de Drummond ou um conto de Machado de Assis no mesmo n&amp;iacute;vel de uma reportagem de jornal, uma tira em quadrinhos ou um an&amp;uacute;ncio publicit&amp;aacute;rio&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64666</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64666</guid><pubDate>Tue, 16 Aug 2011 10:56:28 GMT</pubDate></item><item><title>Ainda sobre o saco de gatos</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;No embalo das quest&amp;otilde;es suscitadas &lt;a href="http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64432"&gt;na &amp;uacute;ltima coluna&lt;/a&gt;, resolvi aprofundar o tema da abrang&amp;ecirc;ncia contida no que normalmente se entende por literatura infantil e juvenil. Desta vez pelo vi&amp;eacute;s do mercado e da cr&amp;iacute;tica. Este fen&amp;ocirc;meno est&amp;aacute; longe de ser exclusivo deste g&amp;ecirc;nero liter&amp;aacute;rio. Por&amp;eacute;m, o instrumental cr&amp;iacute;tico-te&amp;oacute;rico produzido em torno da chamada literatura adulta &amp;eacute; respons&amp;aacute;vel pelo estabelecimento de c&amp;acirc;nones e crit&amp;eacute;rios que estabelecem as distin&amp;ccedil;&amp;otilde;es que orientam grande parte dos leitores. O crescimento da ind&amp;uacute;stria editorial somado &amp;agrave;s imposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es das regras do mercado tem contribu&amp;iacute;do, sem d&amp;uacute;vida, para uma forte relativiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tais c&amp;acirc;nones e crit&amp;eacute;rios. No cerne da forte standariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da cultura, a literatura se confunde e engloba desde os mais descart&amp;aacute;veis best-sellers at&amp;eacute; a mais enganosa autoajuda. No entanto, entrar nesta ceara &amp;eacute; bastante complicado, pois significa se embrenhar na velha discuss&amp;atilde;o ind&amp;uacute;stria cultural X consumo.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64657</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64657</guid><pubDate>Mon, 15 Aug 2011 12:02:47 GMT</pubDate></item><item><title>PDF x ePub</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PN110811RebeccaDautremer150.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PN110811RebeccaDautremer150.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Recebi um e-mail super simp&amp;aacute;tico de um editor me sugerindo o tema desta coluna. Adorei a ideia, mas inicialmente achei meio b&amp;aacute;sico demais. Mas olhando minuciosamente meus e-mails comerciais da distribuidora digital onde trabalho, da livraria digital de que fa&amp;ccedil;o parte e dos consumidores de meus livros digitais, percebi que o que era muito b&amp;aacute;sico para mim era fundamental e super conveniente para o momento pr&amp;eacute;-Congresso ANL e pr&amp;eacute;-Bienal do Rio. Falarei de formatos. E na maior parte do tempo e das reuni&amp;otilde;es que participo, falamos disso tamb&amp;eacute;m. Lembrei agora que quando os desenvolvedores e o pessoal de tecnologia me explicam alguma coisa que n&amp;atilde;o compreendo em tecniqu&amp;ecirc;s, para n&amp;atilde;o dizer que sou uma bo&amp;ccedil;al, eles come&amp;ccedil;am a nova explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o com inspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o profunda + &amp;ldquo;vamos l&amp;aacute;...&amp;rdquo;. Ent&amp;atilde;o n&amp;atilde;o come&amp;ccedil;arei assim.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64619</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64619</guid><pubDate>Thu, 11 Aug 2011 12:12:19 GMT</pubDate></item><item><title>País tema de feiras internacionais? Para que serve?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Sabendo do meu envolvimento com a presen&amp;ccedil;a internacional da literatura brasileira, amigos meus j&amp;aacute; perguntaram para que serve essa hist&amp;oacute;ria de ser &amp;ldquo;pa&amp;iacute;s convidado&amp;rdquo; ou &amp;ldquo;tema central&amp;rdquo; de feiras internacionais. Com a pr&amp;oacute;xima reapresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Brasil como tema em Frankfurt, em 2013, vale a pena pensar um pouco a respeito. Como j&amp;aacute; escrevi no meu &lt;a href="http://www.oxisdoproblema.com.br/"&gt;blog&lt;/a&gt;, o inventor desses &amp;ldquo;temas centrais&amp;rdquo; em feiras do livro foi Peter Weidhaas que, durante 25 anos, foi o diretor da Feira do Livro de Frankfurt, como resposta a uma demanda de que aquele evento n&amp;atilde;o se restringisse a ser um amplificador do neg&amp;oacute;cio de best-sellers e abordasse tamb&amp;eacute;m temas relevantes no &amp;acirc;mbito da discuss&amp;atilde;o intelectual. Ser o pa&amp;iacute;s convidado para um evento desses implica em investimento por parte do homenageado. &amp;Eacute; necess&amp;aacute;rio ter um estande especial, organizar a presen&amp;ccedil;a de um n&amp;uacute;mero significativo de escritores, e tamb&amp;eacute;m organizar eventos culturais relevantes, seja na &amp;aacute;rea da pr&amp;oacute;pria feira, na cidade e no pa&amp;iacute;s onde se &amp;eacute; homenageado. O que justifica aceitar essa homenagem, para ir al&amp;eacute;m do ufanismo?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64582</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64582</guid><pubDate>Tue, 09 Aug 2011 12:54:12 GMT</pubDate></item><item><title>Dicas ao “jovem assistente editorial”</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Um bom assistente editorial pode salvar autores e editores, pode salvar o emprego do chefe ou dos colegas do marketing e da imprensa. Ele conhece o livro, conhece o estilo do autor estrangeiro, do tradutor e da editora. Sabe o tamanho que o c&amp;oacute;digo de barras deve ter pra ser lido corretamente, quantos caracteres tem a lauda da editora e sabe como convencer os fornecedores a pegar aquele trabalho (pois sabe qual gosta do tema do livro, quem &amp;eacute; f&amp;atilde; de determinado autor, quem acabou de voltar de f&amp;eacute;rias e precisa pagar o cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito etc.). E sabe inclusive muito mais que isso! Geralmente, esse trabalho &amp;eacute; feito por gente muito jovem que sequer sabe qu&amp;atilde;o importante &amp;eacute; para as editoras. A coluna de hoje &amp;eacute; feita de dicas para que esses seres especiais sofram menos e para que seus chefes e os chefes dos seus chefes possam perceber que s&amp;atilde;o talentos raros e que (por enquanto) talvez seja interessante faz&amp;ecirc;-los se sentir mais realizados no trabalho.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64583</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64583</guid><pubDate>Tue, 09 Aug 2011 12:59:13 GMT</pubDate></item><item><title>Crimes de Autor: O universo que cabe no mundo editorial</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110805010101475745577201.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110805010101475745577201.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Crimes de Autor: esta &amp;eacute; a obra que me trouxe at&amp;eacute; esta coluna. Por causa dela tive o desejo de escrever sobre filmes que abordam o universo editorial. Percebi, ap&amp;oacute;s assistir a esse filme, de modo renovado, como &amp;eacute; incr&amp;iacute;vel universo que muitos de n&amp;oacute;s, que trabalhamos no meio editorial, vivemos cotidianamente e como ele &amp;eacute; rico, poderoso, e muitas vezes n&amp;atilde;o damos conta disso. &amp;Eacute; costumeiro dizer de n&amp;oacute;s mesmos que quem trabalha no mercado editorial raramente volta para outros mundos. &amp;Eacute; um v&amp;iacute;cio que causa depend&amp;ecirc;ncia. O tema do filme ronda sobre a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o escritor x ghost writer, mas o que se pode enxergar no background &amp;eacute; a beleza do imenso universo editorial e pode ser compreendido como uma ode a todos os que trabalham com livros. &amp;Eacute; por esses detalhes editoriais, que passam ao lado de toda a hist&amp;oacute;ria, que desejo apresentar o filme.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64533</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64533</guid><pubDate>Fri, 05 Aug 2011 12:32:35 GMT</pubDate></item><item><title>O mundo editorial não depende só de si</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110803113207205-365799165.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110803113207205-365799165.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;No &amp;uacute;ltimo dia 24 de julho, iniciou-se uma grande mudan&amp;ccedil;a no mercado de e-book. Teve seu primeiro impacto na Kobo, mas n&amp;atilde;o tem nada a ver com a Borders. A Kobo distribuiu uma nova app para o iOS (que &amp;eacute; o sistema operacional da Apple para iPad e iPhone) que &lt;a href="http://blog.kobobooks.com/iosstore/comment-page-1/"&gt;n&amp;atilde;o cont&amp;eacute;m mais o link direto para sua loja&lt;/a&gt; dentro do programa. Isso significa que comprar novos livros na Kobo exige que o usu&amp;aacute;rio v&amp;aacute; at&amp;eacute; &lt;a href="http://Kobo.com"&gt;Kobo.com&lt;/a&gt; atrav&amp;eacute;s do browser (n&amp;atilde;o &amp;eacute; nada dif&amp;iacute;cil, mas significa alguns passos a mais) em vez de acess&amp;aacute;-la por um toque dentro da app. Devemos esperar que as apps da Kindle e da Nook para adultos passem pela mesma mudan&amp;ccedil;a no futuro pr&amp;oacute;ximo [neste momento que o artigo est&amp;aacute; sendo publicado em portugu&amp;ecirc;s, Kindle e Nook j&amp;aacute; lan&amp;ccedil;aram suas atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de app, sem o link direto para compra]. Isso quer dizer que a forma mais simples e direta de comprar e ler e-books no iPad ou no iPhone ser&amp;aacute; atrav&amp;eacute;s da iBookstore. Significar&amp;aacute;, certamente, um crescimento no market share da iBookstore &amp;agrave; custa de todas as outras lojas de e-book. Tamb&amp;eacute;m vai significar que muita gente que l&amp;ecirc; seus e-books num aparelho com iOS (sou um deles) e prefere usar qualquer uma das outras lojas (e tamb&amp;eacute;m sou um desses) ter&amp;aacute; inconveni&amp;ecirc;ncias e ficar&amp;aacute; aborrecido. Confira minhas an&amp;aacute;lises desse novo cen&amp;aacute;rio clicando no &amp;ldquo;Leia mais&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64491</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64491</guid><pubDate>Wed, 03 Aug 2011 11:30:11 GMT</pubDate></item><item><title>O que se ganha em um congresso?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Nos dias 26 e 27 de julho passado aconteceu o 2&amp;ordm; Congresso Internacional CBL do Livro Digital. Foram doze eventos, entre palestras e mesas-redondas, al&amp;eacute;m da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalhos cient&amp;iacute;ficos em uma sala anexa. Boa frequ&amp;ecirc;ncia, apesar do pre&amp;ccedil;o salgado. Poucas perguntas e ainda menos discuss&amp;otilde;es. A plateia permaneceu passiva depois da maior parte das palestras/mesas-redondas, e mesmo as perguntas feitas n&amp;atilde;o provocaram grandes discuss&amp;otilde;es. N&amp;atilde;o pretendo comentar todas as palestras ou discuss&amp;otilde;es. Quero apenas chamar aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para alguns t&amp;oacute;picos que me pareceram os mais interessantes. O primeiro ponto a destacar &amp;eacute; que esta segunda vers&amp;atilde;o do Congresso do Livro Digital teve menos &amp;ldquo;vendedores de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo; que o primeiro. Achei isso bem positivo. Ainda assim, aus&amp;ecirc;ncias se fizeram notar, principalmente a das empresas em desenvolvimento de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e convers&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;dos digitais j&amp;aacute; presentes no Brasil.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64465</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64465</guid><pubDate>Tue, 02 Aug 2011 11:46:21 GMT</pubDate></item><item><title>Na mira dos agentes literários</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110802115547618642967986.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110802115547618642967986.jpg"&gt;&lt;/img&gt;2013 j&amp;aacute; parece ser amanh&amp;atilde; para o mercado editorial. Todos estamos em estado de vig&amp;iacute;lia nas prepara&amp;ccedil;&amp;otilde;es da data em que o Brasil ser&amp;aacute; o pa&amp;iacute;s convidado na maior feira do livro internacional. No site da Feira do Livro de Frankfurt tem 287 ag&amp;ecirc;ncias liter&amp;aacute;rias cadastradas para contato. As novas pol&amp;iacute;ticas de ajuda &amp;agrave; tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da literatura brasileira j&amp;aacute; est&amp;atilde;o em vigor, segundo publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Biblioteca Nacional. Nas pr&amp;oacute;ximas colunas vamos conversar muito sobre agentes atuando no exterior e no Brasil. Ponderar sobre interesses e negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es em outras l&amp;iacute;nguas. Como avaliar contratos e cess&amp;otilde;es de direitos autorais em cada pa&amp;iacute;s. Vantagens e desvantagens do editor/escritor de estar na Feira de Frankfurt sem agente liter&amp;aacute;rio. Afinal s&amp;atilde;o 476.000 metros quadrados para livros, 324.000 metros quadrados nos dez sal&amp;otilde;es multifuncionais e mais 83.000 metros quadrados no exterior, onde se pode encontrar cerca de 7.000 editores, participar de 2.900 eventos e ter 10.000 jornalistas tentando saber mais de sua obra. O que se consegue fazer em 5 dias de feira? Ou quanto se negocia em no m&amp;aacute;ximo 7 dias na cidade Frankfurt? Como o agente organiza sua agenda para a feira?</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64466</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64466</guid><pubDate>Tue, 02 Aug 2011 11:52:37 GMT</pubDate></item><item><title>A literatura para crianças e jovens, um saco de gatos?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Marcada desde as suas origens por uma forte voca&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa que tinha como objetivo doutrinar crian&amp;ccedil;as e jovens para uma vida dentro dos preceitos burgueses, muitos livros carregam at&amp;eacute; hoje esse car&amp;aacute;ter moralizante. Afinal, como afirma Teresa Colomer, os adultos sempre tiveram muito claro como devem ser os livros para crian&amp;ccedil;as e jovens e nada melhor do que estes livros para formar o cidad&amp;atilde;o de amanh&amp;atilde;, de acordo com a forma como uma determinada sociedade quer ser vista. Numa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o quase natural com essa forte voca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, parte consider&amp;aacute;vel desta produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o fica a servi&amp;ccedil;o de exig&amp;ecirc;ncias escolares, de motiva&amp;ccedil;&amp;otilde;es e conte&amp;uacute;dos que obedecem a uma l&amp;oacute;gica, na maior parte das vezes, distante do universo dos leitores. E n&amp;atilde;o precisamos ir muito longe, ou voltar &amp;agrave; era vitoriana para procurar exemplos. Basta pensar nos estragos provocados pelo pensamento contempor&amp;acirc;neo do politicamente correto para dimensionar o grau de interfer&amp;ecirc;ncia e at&amp;eacute; mesmo de censura a que os livros podem ser submetidos.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64432</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64432</guid><pubDate>Mon, 01 Aug 2011 09:49:51 GMT</pubDate></item><item><title>Desatar nós</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PN110729_ColunaCamila_CrisAlhadeff_150.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PN110729_ColunaCamila_CrisAlhadeff_150.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;N&amp;atilde;o se preocupem, n&amp;atilde;o darei nenhuma receita e simpatia contra os n&amp;oacute;s que voc&amp;ecirc; se deparar&amp;aacute; em sua empresa ao come&amp;ccedil;ar o setor editorial digital. Vou ser bem pr&amp;aacute;tica, prometo! Sem supersti&amp;ccedil;&amp;atilde;o! Como comentei na coluna passada, me deparei com uma s&amp;eacute;rie de n&amp;oacute;s nos setores da editora ao me atrever a entrar no digital. Vamos falar disso e darei poss&amp;iacute;veis sa&amp;iacute;das (algumas tempor&amp;aacute;rias e outras definitivas). No in&amp;iacute;cio queria culpar somente um setor, mas qual foi minha surpresa ao ver dificuldades em todos os setores da empresa: comercial, editorial e financeiro.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64423</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64423</guid><pubDate>Fri, 29 Jul 2011 11:14:51 GMT</pubDate></item><item><title>O algoritmo e o tempo generoso de passear nas livrarias</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110729123720915-1869741976.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110729123720915-1869741976.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;H&amp;aacute; tempo de comprar e h&amp;aacute; tempo de olhar, escreveu o cr&amp;iacute;tico liter&amp;aacute;rio Alfredo Bosi, em um texto de mem&amp;oacute;ria na revista &amp;ldquo;Livro&amp;rdquo;, sobre as livrarias que frequentava em S&amp;atilde;o Paulo a partir dos anos 1950, quando a descoberta de livros e autores, a atmosfera intelectual e a conversa com livreiros constitu&amp;iacute;ram encontros decisivos em seus anos de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas ser&amp;aacute; pura nostalgia evocar estes &amp;ldquo;tempos das livrarias&amp;rdquo;? Carlo Carrenho escreve que &amp;ldquo;o livro n&amp;atilde;o existe sem a descoberta e ningu&amp;eacute;m tem conseguido fazer isto melhor que as livrarias. Se a livraria acabar, o livro acaba junto, seja ele de papel, de pixels ou hologr&amp;aacute;fico. O livro em qualquer formato depende da livraria&amp;rdquo;. Para Carrenho, a recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do livreiro, a descoberta na livraria e a intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;aacute;til com o objeto livro s&amp;atilde;o ainda o m&amp;eacute;todo mais eficiente de escolher um livro do que qualquer outro m&amp;eacute;todo proporcionado por algoritmos.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64429</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64429</guid><pubDate>Fri, 29 Jul 2011 11:44:14 GMT</pubDate></item><item><title>D’&lt;em&gt;O Capital&lt;/em&gt; ao livro digital (passando pelo cinema)</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;Dias atr&amp;aacute;s enfrentei uma maratona de 492 minutos para assistir as tr&amp;ecirc;s partes do filme &amp;ldquo;Not&amp;iacute;cias da Antiguidade Ideol&amp;oacute;gica: Marx, Eisenstein, &lt;em&gt;O Capital&lt;/em&gt;&amp;rdquo;, do cineasta alem&amp;atilde;o Alexander Kluge. Sem querer entrar na seara do colega colunista aqui do PublishNews, Pedro Almeida, e sua coluna &amp;ldquo;Veja antes de ler&amp;rdquo;, quero aproveitar o filme para fazer algumas considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre livro e cinema. N&amp;atilde;o entro na seara dele porque n&amp;atilde;o se trata de &amp;ldquo;ver antes de ler&amp;rdquo;. Muito pelo contr&amp;aacute;rio. O que eu quero falar &amp;eacute; sobre a especificidade do &lt;strong&gt;ler&lt;/strong&gt; e, portanto, da irredutibilidade do livro.</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64373</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64373</guid><pubDate>Tue, 26 Jul 2011 11:14:47 GMT</pubDate></item><item><title>E-book não é assunto de editor</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Algu&amp;eacute;m j&amp;aacute; me falou h&amp;aacute; anos que e-book n&amp;atilde;o &amp;eacute; assunto de editor, mas s&amp;oacute; agora confirmo. Fa&amp;ccedil;o zilhares de buscas por dia sobre o assunto e n&amp;atilde;o &amp;eacute; comum achar algu&amp;eacute;m de dentro das editoras usando com propriedade as novas palavras editoriais, tais como tablet, ePub, DRM etc. Vejo que alguns amigos meus acham que as editoras est&amp;atilde;o inventando isso para lucrar ainda mais, mas, na verdade, assim como a ind&amp;uacute;stria fonogr&amp;aacute;fica queria continuar vendendo CDs, as editoras no geral queriam (e algumas ainda querem) continuar fazendo apenas os impressos. E-book &amp;eacute; assunto de sites e revistas de tecnologia, se localiza mais ou menos entre a se&amp;ccedil;&amp;atilde;o de smartphones e a de games, e &amp;eacute; curioso ver a lista de tablets e e-readers &amp;agrave; venda no mercado, porque, no Brasil, parece haver mais e-book readers do que e-books para serem lidos. Por qu&amp;ecirc;?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64374</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64374</guid><pubDate>Tue, 26 Jul 2011 11:46:28 GMT</pubDate></item><item><title>Como agradar o seu freela</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PN110721_cassius_ilustra150.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PN110721_cassius_ilustra150.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A vida, em geral, &amp;eacute; uma via de m&amp;atilde;o dupla e a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional n&amp;atilde;o &amp;eacute; diferente. H&amp;aacute; dois meses falei aqui de &lt;a href="http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63549"&gt;dicas para o freela fazer o editor gostar dele&lt;/a&gt;. Bom, hoje &amp;eacute; dia da contrapartida, pois tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; importante que as editoras e editores agradem os bons profissionais que trabalham para eles, j&amp;aacute; que a concorr&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; grande. Veja [no &amp;ldquo;Leia Mais&amp;rdquo;] sete dicas para agradar seu freela. As dicas s&amp;atilde;o bem gen&amp;eacute;ricas e n&amp;atilde;o servir&amp;atilde;o para todos, &amp;eacute; claro. Mas com elas &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel ter uma ideia boa do que fazer. Algumas pessoas achar&amp;atilde;o at&amp;eacute; que s&amp;atilde;o coisas b&amp;aacute;sicas, mas acredite, n&amp;atilde;o &amp;eacute; bem isso que vemos por a&amp;iacute;.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64306</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64306</guid><pubDate>Thu, 21 Jul 2011 12:51:37 GMT</pubDate></item><item><title>Precificação dinâmica: O que é e o que não é</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O termo &amp;lsquo;precifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o din&amp;acirc;mica&amp;rsquo; anda ressoando na cabe&amp;ccedil;a dos donos de editoras &amp;agrave; medida que come&amp;ccedil;am a perceber as nov&amp;iacute;ssimas oportunidades do chamado modelo de ag&amp;ecirc;ncia. Recentemente eles descobriram que a Amazon define seus pre&amp;ccedil;os de forma automatizada, utilizando algoritmos. Como resultado, nesse momento alguns dos pensadores mais criativos do mundo tecnol&amp;oacute;gico est&amp;atilde;o pensando em como as editoras podem fazer algo semelhante. A determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ldquo;automatizada&amp;rdquo; de pre&amp;ccedil;os &amp;eacute; amplamente utilizada por empresas a&amp;eacute;reas e pela ind&amp;uacute;stria hoteleira para fixar pre&amp;ccedil;os de passagens e di&amp;aacute;rias em quartos de hotel. Mas tanto poltronas de avi&amp;atilde;o como quartos de hot&amp;eacute;is possuem tr&amp;ecirc;s caracter&amp;iacute;sticas que os e-books n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64313</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64313</guid><pubDate>Thu, 21 Jul 2011 13:19:24 GMT</pubDate></item><item><title>Resenhas e críticas, o livro na imprensa... e na rede</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110719113602604756184848.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110719113602604756184848.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;H&amp;aacute; muito que autores, editores e leitores reclamam que o espa&amp;ccedil;o dedicado ao livro diminuiu radicalmente na imprensa escrita. Acabaram-se os cadernos liter&amp;aacute;rios, substitu&amp;iacute;dos pelos de variedades, onde o livro ocupa um espa&amp;ccedil;o ocasional e muito menor que antes. Comenta-se com nostalgia o desaparecimento dos cr&amp;iacute;ticos de &amp;ldquo;rodap&amp;eacute;&amp;rdquo;, os titulares que mantinham se&amp;ccedil;&amp;otilde;es fixas nos jornais, mal substitu&amp;iacute;dos pela chamada cr&amp;iacute;tica universit&amp;aacute;ria, herm&amp;eacute;tica na forma, e que tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o aparece na grande imprensa, e se refugia nas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es acad&amp;ecirc;micas, anais de congressos etc. Para entender e superar essa choradeira geral &amp;eacute; preciso considerar algumas coisas. Em primeiro lugar, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; espa&amp;ccedil;o nos jornais para tantos livros publicados. A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de t&amp;iacute;tulos cresce exponencialmente, e crescer&amp;aacute; ainda mais com o fen&amp;ocirc;meno da autopublica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64270</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64270</guid><pubDate>Tue, 19 Jul 2011 11:34:49 GMT</pubDate></item><item><title>7 coisas indispensáveis para um editor de literatura para crianças e jovens</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Quando me propuseram esta pauta pensei imediatamente em quais seriam os mandamentos que todo editor de LIJ deveria seguir para orientar o seu trabalho. Mas na medida em que fui tentando entender o porqu&amp;ecirc; do numero 7, t&amp;atilde;o cabal&amp;iacute;stico e simb&amp;oacute;lico, com a mesma rapidez, me desfiz da ideia de mandamentos, excessivamente pretensiosa e pr&amp;oacute;xima demais de um modelo, de um padr&amp;atilde;o, t&amp;atilde;o contr&amp;aacute;rios &amp;agrave; liberdade, flexibilidade que, a meu ver, devem alimentar e caracterizar um fazer editorial din&amp;acirc;mico e criativo. Entretanto, a ideia de identificar alguns pr&amp;eacute;-requisitos n&amp;atilde;o parou de me martelar e pensei que seria um fechamento para a reflex&amp;atilde;o das &amp;uacute;ltimas semanas sobre a natureza do editor de LIJ. Como toda atividade intelectual, a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do editor n&amp;atilde;o tem hora, nem data de conclus&amp;atilde;o. Ao contr&amp;aacute;rio, &amp;eacute; um longo processo que, para al&amp;eacute;m do conhecimento &amp;ldquo;t&amp;eacute;cnico&amp;rdquo;, pressup&amp;otilde;e imers&amp;otilde;es no campo da literatura, da filosofia, das humanidades em geral.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64232</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64232</guid><pubDate>Mon, 18 Jul 2011 10:14:35 GMT</pubDate></item><item><title>Autores e seus editores: uma relação tão delicada</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110715113753732-924585604.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110715113753732-924585604.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Depois de um Polanski e diante de uma indecis&amp;atilde;o sobre que filme trazer, Mariana Rolier, minha colega editora, sugeriu que eu comentasse essa com&amp;eacute;dia pop. O filme de hoje &amp;eacute; &amp;ldquo;A proposta&amp;rdquo; (The proposal), mas bem poderia se chamar &amp;ldquo;O diabo l&amp;ecirc; Faulkner&amp;rdquo;, porque parece uma refer&amp;ecirc;ncia direta ao filme &amp;ldquo;O diabo veste Prada&amp;rdquo; no mundo liter&amp;aacute;rio. Margareth (Sandra Bullock) &amp;eacute; a diretora editorial odiada por todos: arrogante, insens&amp;iacute;vel, manipuladora... e o filme &amp;eacute; similar em v&amp;aacute;rias as passagens nas agruras que acontecem no filme sobre moda, at&amp;eacute; no fato dela ter um assistente particular (Ryan Reinolds) que tanto serve de vassalo quanto protetor e a quem cabe executar as ordens maquiav&amp;eacute;licas. O que me fez trazer esse filme &amp;eacute; que ele vai tratar da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o delicada entre autor e editor e isso acontece logo no in&amp;iacute;cio do filme.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64229</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64229</guid><pubDate>Fri, 15 Jul 2011 11:19:55 GMT</pubDate></item><item><title>A leitura em braile e os audiolivros</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110715113603872-92232679.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110715113603872-92232679.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Uma cena quase rara em S&amp;atilde;o Paulo &amp;eacute; ver dezenas de pessoas, em sua maioria jovens, lendo e estudando em um lugar p&amp;uacute;blico que n&amp;atilde;o seja uma biblioteca. Esta cena &amp;eacute; parte da rotina do Centro Cultural S&amp;atilde;o Paulo (CCSP), certamente um dos espa&amp;ccedil;os mais atraentes para a leitura na cidade. Na ampla e confort&amp;aacute;vel &amp;ldquo;Pra&amp;ccedil;a das Bibliotecas&amp;rdquo; e em dezenas de outros espa&amp;ccedil;os &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel ver todos os dias jovens sentados sozinhos ou em grupos com mesas cheias de livros. Dentro do andar inteiro organizado e confort&amp;aacute;vel dedicado &amp;agrave;s bibliotecas do CCSP (Bibliotecas Sergio Milliet, Alfredo Volpi e Gibiteca Henfil) situa-se a Biblioteca Louis Braille, que mant&amp;eacute;m um acervo de mais de cinco mil livros em braile, em sua maioria de literatura, entre romances, fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o, poesias, mas tamb&amp;eacute;m de assuntos variados e para p&amp;uacute;blicos diversos. Em um mundo virtual e com a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos audiolivros, qual &amp;eacute; a import&amp;acirc;ncia da leitura em escrita braile para os portadores de defici&amp;ecirc;ncia visual/cegos?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64230</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64230</guid><pubDate>Fri, 15 Jul 2011 11:24:28 GMT</pubDate></item><item><title>De última hora... igual ao mercado editorial</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110714122547703-2117308408.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110714122547703-2117308408.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Vamos come&amp;ccedil;ar pelas melhores partes! Crescimento de vendas de e-books (falo pela livraria que trabalho) de mais de 30% ao m&amp;ecirc;s! Editoras como a Saraiva, subindo livros a cada semana (na linguagem do digital, n&amp;atilde;o se publica, se sobe). Se n&amp;atilde;o me engano, a editora Saraiva j&amp;aacute; tem mais de 600 t&amp;iacute;tulos digitais sendo distribu&amp;iacute;dos pela Xeriph. E pasmem! Romances femininos rom&amp;acirc;nticos e picantes vendem que &amp;eacute; uma coisa. Meus amigos de trabalho, os andr&amp;oacute;ides (vulgo carinhosamente de engenheiros e desenvolvedores), se surpreendem a cada dia com a quantidade de clientes mulheres... Sim, quem mais l&amp;ecirc; somos n&amp;oacute;s, do ex-sexo fr&amp;aacute;gil. Somos gastadeiras mesmo, n&amp;atilde;o &amp;eacute;? O engra&amp;ccedil;ado &amp;eacute; esse sentimento brasileiro que temos de que sempre dar&amp;aacute; tempo, e por isso vamos deixar tudo para a &amp;uacute;ltima hora! O setor editorial e livreiro tem isso muito forte.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64208</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64208</guid><pubDate>Thu, 14 Jul 2011 12:23:35 GMT</pubDate></item><item><title>Mais e-books ilustrados com a popularização dos tablets?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;No ano passado, as pessoas que conhe&amp;ccedil;o no mercado de eletr&amp;ocirc;nicos diziam que o Natal de 2010 seria a temporada dos e-readers. Isso acabou sendo verdade. Esse ano dizem que vai ser o ano dos tablets com touchscreen. &lt;a href="http://www.idealog.com/blog/will-juvie-publishing-remain-a-book-business"&gt;Ficou bastante &amp;oacute;bvio h&amp;aacute; um ano&lt;/a&gt; que o mercado de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o infantil estava recebendo concorrentes digitais que apostavam no fato de que o crescimento dos equipamentos com telas coloridas com fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o touchscreen abriria oportunidades para produtos infantis que n&amp;atilde;o existiam antes. E como as editoras v&amp;ecirc;m tentando melhorar a tecnologia simples dos livros para jovens consumidores h&amp;aacute; muito tempo - pensem nos livros pop-up, os formatos diferentes e chips de computador que faziam os livros falarem e cantarem - parece razo&amp;aacute;vel imaginar que cada vez mais pais entregar&amp;atilde;o iPads a seus filhos para que &amp;quot;leiam&amp;quot; no carro (ou na cama), no lugar dos livros.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64195</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64195</guid><pubDate>Wed, 13 Jul 2011 12:54:19 GMT</pubDate></item><item><title>E eu lá preciso de agente literário? Experiência própria!</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/denovo150.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/denovo150.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Primeiro, tenho de agradecer todas as cartas que recebi (n&amp;atilde;o foram muitas, mas significativas). Segundo, quero aproveitar essa invas&amp;atilde;o na coluna Meio de campo para falar dos autores brasileiros que, como eu, escrevem livros infanto-juvenis e vivem muito bem sem agente liter&amp;aacute;rio. Pois &amp;eacute;, n&amp;atilde;o quis falar disso na outra coluna para n&amp;atilde;o ficar chato o texto. Eu, pessoalmente, adoro escrever para crian&amp;ccedil;as e jovens. Sinto que a cada texto fa&amp;ccedil;o um update na minha inf&amp;acirc;ncia e adolesc&amp;ecirc;ncia. Sim, porque se voc&amp;ecirc; pensa que as minhas experi&amp;ecirc;ncias de vida naquela &amp;eacute;poca valem hoje, voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; num &amp;ldquo;buraco negro&amp;rdquo;, ops, &amp;ldquo;buraco afro&amp;rdquo;. Considere que ter&amp;aacute; de renovar todo o seu vocabul&amp;aacute;rio e essencialmente os princ&amp;iacute;pios de vida que ir&amp;aacute; passar para esse ser humano em forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o ter&amp;aacute; que fazer um curso de sociologia, ci&amp;ecirc;ncias humanas, filosofia ou outros que entender que contribuem para a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o da personalidade do p&amp;uacute;blico infanto-juvenil. Olha, vamos para o lado pr&amp;aacute;tico. Claro que voc&amp;ecirc; sabe que no Brasil temos os Par&amp;acirc;metros Curriculares (n&amp;atilde;o sabe? Vai atr&amp;aacute;s dessa informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o...) e os programas de compra de livros dos governos federal, estadual e municipal.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64066</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64066</guid><pubDate>Tue, 05 Jul 2011 12:13:13 GMT</pubDate></item><item><title>Existe um editor de literatura para crianças e jovens? (Parte final)</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Tenho a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que ainda h&amp;aacute; muita gente que talvez se espante com tanta argumenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o em torno de uma edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica para a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros de literatura para crian&amp;ccedil;as e jovens. E esse espanto n&amp;atilde;o seria, de modo algum, marca de um poss&amp;iacute;vel &lt;em&gt;atraso&lt;/em&gt; em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a pa&amp;iacute;ses com uma hist&amp;oacute;ria muito maior do que a nossa. Explico: h&amp;aacute; poucas semanas recebi uma carta aberta de um dos mais representativos editores franceses de literatura para crian&amp;ccedil;as e jovens, Alain Serres, dono e respons&amp;aacute;vel pelo incr&amp;iacute;vel cat&amp;aacute;logo da &lt;a href="http://www.ruedumonde.fr/"&gt;Rue Du Monde&lt;/a&gt;. Dirigindo-se &amp;ldquo;aos cr&amp;iacute;ticos liter&amp;aacute;rios e a todos aqueles que ainda n&amp;atilde;o tiveram a sorte de encontrar um bom livro infantil&amp;rdquo;, Serres argumenta contra aqueles que &amp;ldquo;ainda consideram os livros para crian&amp;ccedil;as belos envelopes sedutoramente coloridos mas sem nenhum conte&amp;uacute;do&amp;rdquo;. Com este l&amp;uacute;cido exemplo, bastante chocante vindo de onde vem, em pleno s&amp;eacute;culo 21, fica claro que muitas das quest&amp;otilde;es por tr&amp;aacute;s da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros para crian&amp;ccedil;as e jovens ainda s&amp;atilde;o tabus que exigem trabalho perseverante para se instaurarem plenamente.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64048</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64048</guid><pubDate>Mon, 04 Jul 2011 12:56:22 GMT</pubDate></item><item><title>Da série agruras do balcão: as coleções</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/ZeLuizColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/ZeLuizColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Em v&amp;aacute;rias modalidades de com&amp;eacute;rcio elas aparecem. Estou falando das dificuldades de negociar com o respeit&amp;aacute;vel p&amp;uacute;blico, os clientes. Seja sobre o shampoo pro tipo de cabelo ou o cal&amp;ccedil;ado certo para desafogar aquele joanete de estima&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a arte do atendimento &amp;eacute; artigo raro... e d&amp;aacute;-lhe sugest&amp;otilde;es! Mas como n&amp;atilde;o vivo dentro de uma farm&amp;aacute;cia (apesar de achar alguns autores verdadeiros rem&amp;eacute;dios salvadores) ou de uma loja de cal&amp;ccedil;ados, vou falar, claro, da livraria que sou ass&amp;iacute;duo. Um dos papos tensos que volta e meia acontecem &amp;eacute; o das cole&amp;ccedil;&amp;otilde;es que ficam sem continua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no limbo, &amp;agrave; espera eterna para entrar na gr&amp;aacute;fica. Quero j&amp;aacute; me adiantar em dizer que neste caso o cliente tem raz&amp;atilde;o, afinal que mal h&amp;aacute; em querer ler a sequ&amp;ecirc;ncia da s&amp;eacute;rie que o conquistou?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64022</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64022</guid><pubDate>Fri, 01 Jul 2011 12:17:48 GMT</pubDate></item><item><title>E no domingo Ele descansou...</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110630113705186-617339127.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110630113705186-617339127.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;...Ou na segunda, ou no s&amp;aacute;bado, ou no dia que voc&amp;ecirc; escolher. Este &amp;eacute; outro assunto fundamental para quem &amp;eacute; freelancer. Ter um dia (ou mais) de descanso, que n&amp;atilde;o &amp;eacute; o que ocorre em geral. &amp;Eacute; normal que as pessoas que s&amp;atilde;o freelas acabem trabalhando todos os dias. Sempre temos uma desculpa para isso: &amp;ldquo;Ah, j&amp;aacute; que estou em casa mesmo e o computador est&amp;aacute; ali...&amp;rdquo; ou &amp;ldquo;tenho muito trabalho e n&amp;atilde;o posso parar&amp;rdquo;, e por a&amp;iacute; vai. Falo por experi&amp;ecirc;ncia pr&amp;oacute;pria, pois acabo fazendo o mesmo e trabalhando todos os dias da semana, mesmo que &amp;agrave;s vezes bem menos no s&amp;aacute;bado e no domingo. Mas isso est&amp;aacute; errado. Sei que todos j&amp;aacute; sabem o que vou falar, mas o descanso &amp;eacute; fundamental para o trabalho.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64001</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=64001</guid><pubDate>Thu, 30 Jun 2011 11:24:07 GMT</pubDate></item><item><title>O escritor de 1 milhão de e-books John Locke estaria melhor numa editora? Acho que sim…</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A experi&amp;ecirc;ncia do&amp;nbsp;&lt;a target="_blank" href="http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2387302,00.asp"&gt;mais bem sucedido autor autopublicado&lt;/a&gt;&amp;nbsp;que conhe&amp;ccedil;o, como descrito em seu mais novo livro, defende bastante, mesmo sem querer, a ideia de que autores que querem realmente ganhar dinheiro podem conseguir isso sem uma editora. Descobri&lt;a target="_blank" href="http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2387302,00.asp"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;a target="_blank" href="http://donovancreed.com/donovan-creed-novels/"&gt;o escritor John Locke&lt;/a&gt;&amp;nbsp;h&amp;aacute; poucos meses, quando estava aprendendo um monte de coisas &lt;a target="_blank" href="http://www.idealog.com/blog/eislers-decision-is-a-key-benchmark-on-the-road-to-wherever-it-is-were-going"&gt;sobre o mundo da autopublica&amp;ccedil;&amp;atilde;o com Joe Konrath e Barry Eisler&lt;/a&gt;. Comprei um dos seus livros de US$0,99 e adorei. Agora, j&amp;aacute; li quatro. Locke acabou de publicar um novo livro explicando (e intitulado)&amp;nbsp;&lt;em&gt;How I Sold One Million e-books in Five Months&lt;/em&gt;. Ele revela um trabalho de marketing duro, bastante focado, muito sofisticado com um plano claro e a disciplina para segui-lo.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63990</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63990</guid><pubDate>Wed, 29 Jun 2011 13:14:07 GMT</pubDate></item><item><title>Fazendo e-books</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;H&amp;aacute; meses vinha pensando que ningu&amp;eacute;m do mercado editorial brasileiro tinha o perfil &lt;em&gt;geek&lt;/em&gt; necess&amp;aacute;rio para realmente explicar o que diabos era ePub. Ok, me diziam quais eram as vantagens dele em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao PDF, que o InDesign fazia a convers&amp;atilde;o, falavam do mercado americano, dos e-readers, dos direitos autorais, mas quando cheg&amp;aacute;vamos na pergunta &amp;ldquo;mas como um arquivo .indd se &amp;lsquo;transforma&amp;rsquo; num .ePub?&amp;rdquo; a conversa travava em &amp;ldquo;ah, a&amp;iacute; &amp;eacute; com um programador&amp;rdquo;... E a pergunta que ficava martelando na minha cabe&amp;ccedil;a era: de onde tirar&amp;iacute;amos esse programador com no&amp;ccedil;&amp;otilde;es de design de livro e que aceitaria os valores por lauda do mercado editorial? E a &amp;uacute;nica resposta que me vinha era: dos pr&amp;oacute;prios bir&amp;ocirc;s de diagrama&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ser&amp;aacute; apenas um servi&amp;ccedil;o a mais. Assim, inventei o mundo tranquilo do editorial digital, no qual apenas os diagramadores teriam que se aventurar no mundo assustador dos c&amp;oacute;digos de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a n&amp;oacute;s, produtores editoriais, caberia apenas o trabalho de sempre: isbn, revis&amp;atilde;o, controle de prazos etc. Essa tranquilidade foi desaparecendo na medida em que receb&amp;iacute;amos os arquivos convertidos: fontes perdidas, imagem de capa desaparecida, sum&amp;aacute;rios confusos ou com pouca informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o...&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63968</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63968</guid><pubDate>Tue, 28 Jun 2011 12:17:20 GMT</pubDate></item><item><title>O X da questão</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/FelipeLindoso.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Calibri; FONT-SIZE: 10pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: AR-SA; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'"&gt;Quando fundamos a Editora Marco Zero, em 1980, Maria Jos&amp;eacute; Silveira, M&amp;aacute;rcio Souza e eu, quer&amp;iacute;amos publicar os livros que nos agradassem e que fossem de interesse do p&amp;uacute;blico. N&amp;atilde;o era um projeto simplesmente &amp;ldquo;est&amp;eacute;tico&amp;rdquo;. T&amp;iacute;nhamos uma clara inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial. Logo nos deparamos com as peculiaridades e dificuldades da vida editorial nesse nosso pa&amp;iacute;s de dimens&amp;otilde;es continentais, sem bibliotecas e com uma rede de livrarias muito prec&amp;aacute;ria. Ent&amp;atilde;o, como cientista social, comecei a matutar sobre quais as raz&amp;otilde;es que impediam que os belos e substanciosos livros que public&amp;aacute;vamos chegassem &amp;agrave;s m&amp;atilde;os dos leitores na quantidade que ach&amp;aacute;vamos que eles mereciam. A editora se afiliou &amp;agrave; C&amp;acirc;mara Brasileira do Livro, onde acabei sendo diretor e comecei a me enfronhar nas quest&amp;otilde;es das pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas relacionadas com o livro e a leitura.&lt;/span&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63969</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63969</guid><pubDate>Tue, 28 Jun 2011 12:32:40 GMT</pubDate></item><item><title>Propaganda de e-books ainda é um problema</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201106221250428822111627910.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201106221250428822111627910.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Desde os meus oito anos, sempre estou lendo pelo menos um livro. Quando era crian&amp;ccedil;a, os encontrava em casa&amp;nbsp;&lt;a target="_blank" href="http://www.idealog.com/blog/director-of-research-in-a-publishing-house-yes-more-than-50-years-ago"&gt;(papai trabalhava na ind&amp;uacute;stria)&lt;/a&gt;&amp;nbsp;ou na biblioteca da cidade, Croton-on-Hudson, ou na biblioteca da escola. Quando estava no ensino m&amp;eacute;dio, descobri que uma grande farm&amp;aacute;cia na esquina da Rua 42 com a Rua Vanderbilt, na Grand Central Station, tinha uma enorme sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros paperback e ela se tornou um destino de compras pra mim por um bom tempo. Quando adulto, as compras e as descobertas passaram a acontecer nas livrarias. E apesar de, ocasionalmente, encontrar ideias sobre o que ler em resenhas de livros ou recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es de amigos, normalmente eu simplesmente ia at&amp;eacute; a livraria e comprava. Nunca me tomou muito tempo encontrar o que eu queria ler at&amp;eacute; chegar aos e-books.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63929</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63929</guid><pubDate>Wed, 22 Jun 2011 12:41:43 GMT</pubDate></item><item><title>E eu lá preciso de agente literário!</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MarisaMouraColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MarisaMouraColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Nessa nova ordem digital que as publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es est&amp;atilde;o seguindo, posso controlar tudo, daqui mesmo da minha mesa. Vigio tudo no mesmo computador em que escrevo meus queridos livros. Vou contar os segredos. Fa&amp;ccedil;o assim: Acompanho todas as principais publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na internet. J&amp;aacute; uso o que chamam de &amp;ldquo;rob&amp;ocirc;s de pesquisa&amp;rdquo; de v&amp;aacute;rios navegadores. Assim, fico o tempo todo recebendo informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a literatura, sobre editores que mudam de casa editorial, leis etc. etc. Confesso que, no come&amp;ccedil;o, fiquei muito aturdido com o volume de 500 e-mails dia que chegavam, mas agora s&amp;oacute; fico 5 horas por dia acompanhando as novidades. No quesito da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos recebimentos dos meus direitos autorais, uso um aplicativo que nunca falha e sempre me lembra o momento certo de receber ou cobrar direitos em atrasos. Admito que o entendimento das leis de direitos autorais de v&amp;aacute;rios pa&amp;iacute;ses foi a pior parte.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63909</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63909</guid><pubDate>Tue, 21 Jun 2011 12:59:06 GMT</pubDate></item><item><title>Existe um editor de literatura para crianças e jovens? (parte 2)</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;Na &lt;a href="http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63697"&gt;&amp;uacute;ltima coluna&lt;/a&gt; falei sobre o papel dos editores que, independentemente de sua &amp;aacute;rea de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, compartilham um universo geral de refer&amp;ecirc;ncia e a responsabilidade pelo conte&amp;uacute;do e pela administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o das etapas do processo de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o editorial. E que grandes editores de literatura para crian&amp;ccedil;as e jovens se destacaram por respeitar a intelig&amp;ecirc;ncia dos jovens leitores, pela sua sensibilidade em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s quest&amp;otilde;es de seu tempo, pela ousadia, pela criatividade e pela aposta em novos rumos, conte&amp;uacute;dos e formas. Procurando inspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o nessas experi&amp;ecirc;ncias editoriais, virar o foco na dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho espec&amp;iacute;fico da literatura para crian&amp;ccedil;as e jovens p&amp;otilde;e em evid&amp;ecirc;ncia o destinat&amp;aacute;rio dessas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e a responsabilidade do editor, considerando a sensibilidade em forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a curiosidade pr&amp;oacute;pria do seu p&amp;uacute;blico leitor.</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63888</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63888</guid><pubDate>Mon, 20 Jun 2011 12:14:03 GMT</pubDate></item><item><title>À luz de Giannetti</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/LuminariaFotoAlexandreMachado@Flickr150.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/LuminariaFotoAlexandreMachado@Flickr150.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Uma curiosidade que se manifesta em alguns escritores com quem convivo: v&amp;aacute;rios n&amp;atilde;o dirigem. Alguns guiam, mas n&amp;atilde;o gostam. Outros nem isso. Parece que n&amp;atilde;o combinam com a desenvoltura ao volante, s&amp;atilde;o distra&amp;iacute;dos e adoram trocar id&amp;eacute;ias que ziguezagueiam tanto quanto o carro. L&amp;aacute; na minha livraria uma das mais importantes atividades &amp;eacute; a de levar escritores para realizar encontros &amp;agrave; beira-mar, em Santos. Boa parte destas experi&amp;ecirc;ncias &amp;eacute; o combust&amp;iacute;vel que incendeia estes artigos de mem&amp;oacute;ria, que se transformam nestas passagens. Estava agendando com um j&amp;aacute; amigo, o fil&amp;oacute;sofo e economista Eduardo Giannetti, um bate-papo com o p&amp;uacute;blico. Mandei o carro para S&amp;atilde;o Paulo (grande Correa, o taxista e personagem!) e achei interessante subir junto. Pensei num plano que acabaria com dois problemas. Resolveria o fato de n&amp;atilde;o ter conseguido terminar a leitura do livro e voltaria discutindo as passagens com o autor.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63866</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63866</guid><pubDate>Fri, 17 Jun 2011 12:44:58 GMT</pubDate></item><item><title>Números de uma micro editora, que ainda não começou seu planejamento de marketing</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110616124007812-1969704671.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110616124007812-1969704671.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Na &amp;uacute;ltima coluna, que deu o que falar, comentei que hoje colocaria os n&amp;uacute;meros dos e-books da @CakiBooks... Eis que agora cumpro minha promessa. Vou come&amp;ccedil;ar falando da estrutura (ou seria a falta dela?) do in&amp;iacute;cio da @CakiBooks. Somos tr&amp;ecirc;s pessoas, que come&amp;ccedil;amos em home office, cada uma em sua casa, ligadas por um servi&amp;ccedil;o de internet bem eficiente e um servi&amp;ccedil;o Nextel nem t&amp;atilde;o eficiente assim. Come&amp;ccedil;amos a empresa sem empr&amp;eacute;stimos hom&amp;eacute;ricos, sem aportes colossais. Podemos afirmar que a Caki n&amp;atilde;o deve a sistema financeiro algum. Nossa ideia inicial era editar o que gost&amp;aacute;vamos e ver o que conseguir&amp;iacute;amos com essa nova onda digital, que eu j&amp;aacute; previa que viria com tudo. Temos um ano e meio de exist&amp;ecirc;ncia. N&amp;atilde;o me dedico 100% &amp;agrave; Caki (trabalho em tr&amp;ecirc;s lugares... ok). Mas nosso panorama hoje &amp;eacute;: continuamos tr&amp;ecirc;s e possu&amp;iacute;mos 38 obras. Usamos basicamente a plataforma &lt;a href="http://www.xeriph.com.br/"&gt;Xeriph&lt;/a&gt; para distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de nossos e-books e controle de downloads no Brasil. Possu&amp;iacute;mos cinco aplicativos para Apple e Android. Distribu&amp;iacute;mos internacionalmente pela Amazon&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63846</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63846</guid><pubDate>Thu, 16 Jun 2011 12:36:31 GMT</pubDate></item><item><title>Promoção da Amazon é alerta para as Big Six</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Durante as duas &amp;uacute;ltimas semanas, a Amazon fez uma super promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de e-books, com os pre&amp;ccedil;os de mais de 600 t&amp;iacute;tulos variando de US$ &lt;st1:metricconverter w:st="on" productid="0,99 a"&gt;0,99 a&lt;/st1:metricconverter&gt; US$ 2,99. Mike Shatzkin escreveu sobre o assunto contando que esses livros n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o das grandes editoras - as que decidem o pr&amp;oacute;prio pre&amp;ccedil;o: A Amazon aparentemente procurou as editoras menores e chegou a um acordo com elas. A loja poderia simplesmente ter cortados os pre&amp;ccedil;os, mas fazer isso exigiria que bancassem os descontos. O mais prov&amp;aacute;vel &amp;eacute; que essa redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o seja compartilhada (e, al&amp;eacute;m disso, a Amazon tem muitos livros que entram diretamente nessa faixa e poderiam simplesmente ser inclu&amp;iacute;dos nessa promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o). A Amazon ganha uma &amp;oacute;tima promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pre&amp;ccedil;os. As editoras em quest&amp;atilde;o ganham muita visibilidade para seus t&amp;iacute;tulos. Felizmente, h&amp;aacute; uma entidade acompanhando o impacto do pre&amp;ccedil;o sobre as vendas dos e-books que pode nos afirmar: isso est&amp;aacute; tendo um impacto real.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63829</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63829</guid><pubDate>Wed, 15 Jun 2011 12:48:21 GMT</pubDate></item><item><title>O que te motiva?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Tenho comprado revistas boas ou est&amp;uacute;pidas para ler sobre empresas, os mais diversos tipos, dos mais diversos lugares. Quero saber sobre estrat&amp;eacute;gia, TI, criatividade, inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e motiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e n&amp;atilde;o sei como acharia esses assuntos em publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es ligadas &amp;agrave; &amp;aacute;rea em que trabalho, ent&amp;atilde;o leio sobre qualquer &amp;aacute;rea. Das principais coisas que me motivaram nessas revistas, tr&amp;ecirc;s pequenas entrevistas foram o auge: uma min&amp;uacute;scula com Mikhail Baryshnikov, uma maiorzinha com David Allen e Tony Schwartz e outra pequenina com Ferran Adri&amp;agrave;. Na entrevista deste &amp;uacute;ltimo, ele diz que um problema comum a todos os setores &amp;eacute; que &amp;ldquo;o pessoal no comando est&amp;aacute; sempre muito distante da pesquisa e do desenvolvimento (P&amp;amp;D).&amp;rdquo; Transferindo para nossa &amp;aacute;rea, podemos come&amp;ccedil;ar (e terminar) dizendo que n&amp;atilde;o &amp;eacute; comum termos departamentos de P&amp;amp;D, o que temos mais frequentemente &amp;eacute; fofoca (pesquisa) sobre o que a concorr&amp;ecirc;ncia est&amp;aacute; produzindo e tentar fazer igual (desenvolvimento).&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63810</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63810</guid><pubDate>Tue, 14 Jun 2011 11:18:29 GMT</pubDate></item><item><title>Uma história de guerra, livros, bibliotecas e arquivos em Varsóvia</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110610012449252-1729645736.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110610012449252-1729645736.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Muitos s&amp;atilde;o os roteiros poss&amp;iacute;veis para passear na bela cidade de Vars&amp;oacute;via, capital da Pol&amp;ocirc;nia. A &amp;ldquo;Stare Miasto&amp;rdquo; (cidade velha) e a &amp;ldquo;Trakt Kr&amp;oacute;lewski (rota real) s&amp;atilde;o dois dos lugares aos quais se pode retornar muitas vezes, assim como o circuito Chopin e v&amp;aacute;rios museus e imponentes pal&amp;aacute;cios. Mas certamente um roteiro crucial na cidade &amp;eacute; andar pelas dezenas de monumentos, placas e lugares de mem&amp;oacute;ria sobre a hist&amp;oacute;ria da Segunda Guerra Mundial, da presen&amp;ccedil;a judaica na cidade e da destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do juda&amp;iacute;smo polon&amp;ecirc;s. Uma destas hist&amp;oacute;rias est&amp;aacute; contada no livro &amp;quot;Quem escrever&amp;aacute; nossa hist&amp;oacute;ria? Os arquivos secretos do gueto de Vars&amp;oacute;via&amp;quot;, biografia intelectual do historiador Emanuel Ringelblum e narrativa sobre a trajet&amp;oacute;ria do arquivo clandestino que ele e um grupo de colaboradores mantiveram dentro do gueto de Vars&amp;oacute;via at&amp;eacute; 1943. Estes arquivos se encontram no Instituto Hist&amp;oacute;rico Judaico Emanuel Ringelblum, fundado em 1947 no antigo pr&amp;eacute;dio de uma biblioteca localizada no centro da capital polonesa.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63764</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63764</guid><pubDate>Fri, 10 Jun 2011 11:41:15 GMT</pubDate></item><item><title>Comparações de vendas de e-books com impressos nem sempre são o que parecem</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Quando a &lt;a href="http://phx.corporate-ir.net/phoenix.zhtml?c=176060&amp;amp;p=irol-newsArticle&amp;amp;ID=1565581&amp;amp;highlight"&gt;Amazon fala sobre a venda de e-books&lt;/a&gt; em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos livros impressos, como voltaram a fazer h&amp;aacute; algumas semanas, est&amp;atilde;o comparando ma&amp;ccedil;&amp;atilde;s com ma&amp;ccedil;&amp;atilde;s. Est&amp;atilde;o comparando o que seus clientes compraram em formato digital versus o que compraram em formato impresso num determinado per&amp;iacute;odo de tempo. Quando a &lt;a href="http://www.publishersweekly.com/pw/by-topic/industry-news/financial-reporting/article/47343-e-book-sales-up-159-in-quarter-print-falls.html"&gt;PW&lt;/a&gt; ou a &lt;a href="http://infodocket.com/2011/04/16/aap-publishers-february-2011-sales-report-popularity-of-books-in-digital-platforms-continues-to-grow/"&gt;AAP&lt;/a&gt; ou at&amp;eacute; &lt;a href="http://www.publishersweekly.com/pw/by-topic/industry-news/financial-reporting/article/47343-e-book-sales-up-159-in-quarter-print-falls.html"&gt;as pr&amp;oacute;prias editoras&lt;/a&gt; falam sobre as vendas no mercado de e-book em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a livros impressos, elas est&amp;atilde;o normalmente comparando ma&amp;ccedil;&amp;atilde;s com laranjas. Est&amp;atilde;o comparando o que os verdadeiros consumidores compraram do varejo em formato digital com o que as livrarias e as distribuidoras compraram de editoras em formato impresso em qualquer per&amp;iacute;odo de tempo. Assim est&amp;atilde;o comparando os e-books que os consumidores de fato compraram agora com os livros impressos que os consumidores poderiam, ou n&amp;atilde;o, comprar em algum momento.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63735</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63735</guid><pubDate>Wed, 08 Jun 2011 11:42:04 GMT</pubDate></item><item><title>Existe um editor de literatura para crianças e jovens? (Parte 1, de várias)</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/DoloresPrades.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Muita gente me pergunta o que caracteriza um editor de literatura infantil e juvenil. Falar sobre o editor de literatura para crian&amp;ccedil;as e jovens, em um plano mais geral, n&amp;atilde;o nos remete a nenhum terreno original ou novo. Ao contr&amp;aacute;rio, nos for&amp;ccedil;a a olhar para alguns dos tra&amp;ccedil;os mais caracter&amp;iacute;sticos do fazer do editor, independentemente da &amp;aacute;rea. Pois h&amp;aacute; sim um of&amp;iacute;cio de editor, que sobrevive e se faz cada vez mais necess&amp;aacute;rio para enfrentar as fortes &amp;ldquo;tend&amp;ecirc;ncias&amp;rdquo; que t&amp;ecirc;m esvaziado essa fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o, assim como os novos desafios do fazer editorial. A escritora, jornalista e especialista em leitura na primeira inf&amp;acirc;ncia colombiana &lt;a href="http://www.espantapajaros.com/"&gt;Yolanda Reyes&lt;/a&gt;, em recente visita ao Brasil, exp&amp;ocirc;s lindamente essa quest&amp;atilde;o. Pe&amp;ccedil;o licen&amp;ccedil;a para compartilhar sua cristalina fala: &amp;ldquo;Gosto de usufruir da companhia de um editor e n&amp;atilde;o a de um simples publicador. Entre essas duas figuras existe uma dist&amp;acirc;ncia como a que h&amp;aacute; entre o atendimento de um m&amp;eacute;dico particular e o de um m&amp;eacute;dico de conv&amp;ecirc;nio, aquele que examina o paciente em menos de 15 minutos.&amp;rdquo; (...)&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63697</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63697</guid><pubDate>Mon, 06 Jun 2011 11:09:28 GMT</pubDate></item><item><title>1822 motivos para publicar Laurentino Gomes</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/ZeLuizColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/ZeLuizColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;L&amp;aacute; vai o primeiro causo protagonizado por Correa, o taxista da Realejo, a minha livraria e editora. N&amp;atilde;o &amp;eacute; raro acontecer de dormirmos no ponto e comermos bola, perdermos um bom livro e uma boa venda. Isso se deu comigo num dos maiores sucessos da nossa hist&amp;oacute;ria editorial. Quando Laurentino Gomes come&amp;ccedil;ou a se tornar um fen&amp;ocirc;meno eu n&amp;atilde;o fazia a menor id&amp;eacute;ia de quem ele era. Acho que foi no J&amp;ocirc; uma das primeiras entrevistas do jornalista, digo acho porque &amp;eacute; acho mesmo, estava boiando, como diz o outro. Estava no meu balc&amp;atilde;o quando pela primeira vez ouvi o pedido. J&amp;aacute; recebeu o &lt;em&gt;1808&lt;/em&gt;? Qual livro? &lt;em&gt;1808&lt;/em&gt;, n&amp;atilde;o assistiu o J&amp;ocirc;? Passou na semana passada. Pedi uns dois exemplares. Vi a capa e torci o nariz. Achei espalhafatoso aquele mega subt&amp;iacute;tulo &amp;ldquo;Como uma rainha louca, um pr&amp;iacute;ncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napole&amp;atilde;o e mudaram a hist&amp;oacute;ria de Portugal e do Brasil&amp;rdquo;, coloquei na vitrine e pronto, vendemos os dois em minutos.</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63680</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63680</guid><pubDate>Fri, 03 Jun 2011 12:47:57 GMT</pubDate></item><item><title>Não entendo, me explica?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CamilaCabete100_2.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CamilaCabete100_2.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Desde que entrei no mercado editorial, comecei a observar coisas e comportamentos que n&amp;atilde;o entendia. Pensei que com o tempo passaria a entender. Resolvi assumir minha incompet&amp;ecirc;ncia emocional (ou seria pol&amp;iacute;tica?!) e colocar aqui t&amp;oacute;picos que n&amp;atilde;o consegui entender &amp;ndash; e olha que usei minhas lentes rosas! Por que algumas editoras boicotam canais de vendas &amp;ndash; mesmo sabendo que seria mais uma forma de difundir seu acervo e ganhar dinheiro? Por que a &amp;aacute;rea editorial n&amp;atilde;o gosta de desafios e evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica? Por que algumas livrarias n&amp;atilde;o pagam suas d&amp;iacute;vidas com as editoras? Por que as editoras sempre aceitaram a consigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mesmo falando mal e se queixando tanto? (...)&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63655</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63655</guid><pubDate>Thu, 02 Jun 2011 12:00:47 GMT</pubDate></item><item><title>A negociação de um contrato milionário</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PedroAlmeida2.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/PedroAlmeida2.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O filme &amp;ldquo;Conversando com Deus&amp;rdquo;, de Neale Donald Walsh, parte da hist&amp;oacute;ria real do autor que chegou ao fundo do po&amp;ccedil;o depois de um acidente de carro, quando perdeu tudo, do emprego &amp;agrave; casa, chegando at&amp;eacute; a revirar lixo. No auge do desespero e da descren&amp;ccedil;a ele dirigiu diversas perguntas &amp;agrave; Deus, at&amp;eacute; que ele come&amp;ccedil;ou a ouvir D&amp;rsquo;ele as respostas. Dessas conversas ele escreve o primeiro livro que viria a se tornar sucesso no mundo inteiro, inclusive no Brasil, e que logo vieram as continua&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O que vou tratar aqui &amp;eacute; da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do contrato e, para o tema ficar ainda mais interessante, trago um link de 5 min do &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZC2b6CNindE"&gt;exato trecho do filme&lt;/a&gt; para quem tiver curiosidade. Transposto para as telas, a cena que &amp;eacute; bastante interessante de observar, mesmo por editores experientes, &amp;eacute; a da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre Bob, o agente que representa Neale, e Sharon, editora da Putnan, que pertence ao gigantesco grupo Penguin.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63573</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63573</guid><pubDate>Fri, 27 May 2011 12:44:48 GMT</pubDate></item><item><title>Sete dicas para o editor adorar você</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/cassius100_120pb.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/cassius100_120pb.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Na era do contato, das redes sociais e do n&amp;uacute;mero crescente de profissionais qualificados, vai se tornando cada vez mais importante fazer o poss&amp;iacute;vel para agradar o(s) seu(s) empregador(es). Por isso, hoje resolvi dar algumas dicas bacanas de como agradar o seu editor ou editora. S&amp;atilde;o coisas que aprendi estando dos dois lados do neg&amp;oacute;cio. E falando pela minha &amp;eacute;poca de editor, afirmo que a dica sete &amp;eacute; bem importante, viu? Entregar o trabalho no prazo, responder os e-mails e n&amp;atilde;o desaparecer s&amp;atilde;o algumas dessas dicas. Vamos a elas...&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63549</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63549</guid><pubDate>Thu, 26 May 2011 12:51:43 GMT</pubDate></item><item><title>Como é difícil descobrir o preço correto para o livro digital</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O &lt;a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052748703838004576274813963609784.html?mod=WSJ_Tech_RightMostPopular"&gt;Wall Street Journal publicou um artigo&lt;/a&gt; sobre um assunto que j&amp;aacute; nos preocupa h&amp;aacute; um certo tempo: a dificuldade que as editoras ter&amp;atilde;o em sustentar os pre&amp;ccedil;os dos livros no momento em que o fornecimento (de livros) est&amp;aacute; crescendo mais r&amp;aacute;pido do que a demanda por causa de toda a autopublica&amp;ccedil;&amp;atilde;o que est&amp;aacute; chegando ao mercado. O WSJ construiu sua hist&amp;oacute;ria ao redor de John Locke, cujos livros de mist&amp;eacute;rio custam 99 centavos de d&amp;oacute;lares, e que conseguiu ganhar US$ 100 mil em mar&amp;ccedil;o vendendo-os na Kindle Store. O pr&amp;oacute;prio Locke coloca a quest&amp;atilde;o dos pre&amp;ccedil;os sob outra perspectiva. Se seus livros custam 99 centavos de d&amp;oacute;lar e a maioria dos e-books das grandes editoras custa de US$ 9,99 para cima, ele n&amp;atilde;o precisa provar que &amp;eacute; t&amp;atilde;o bom quanto os outros escritores; eles &amp;eacute; que precisam provar que s&amp;atilde;o 10 vezes melhores do que Locke! Tentar entender o impacto real do pre&amp;ccedil;o &amp;eacute; bastante dif&amp;iacute;cil. Mas as editoras n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o necessariamente erradas em tentar manter os pre&amp;ccedil;os perto dos US$ 10.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63529</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63529</guid><pubDate>Wed, 25 May 2011 11:39:52 GMT</pubDate></item><item><title>A cartola do mercado editorial</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CoelhoCartola100.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CoelhoCartola100.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Todos estamos muito atentos &amp;agrave;s novidades eletr&amp;ocirc;nicas e ao que elas est&amp;atilde;o come&amp;ccedil;ando a mudar na linha de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros. Autores pensam em novas linguagens para produzir sua arte. Editores j&amp;aacute; trabalham &amp;lsquo;em rede&amp;rsquo; em todas as suas etapas de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Livreiros vendem livros por cliques nas telas. Tudo parece procurar um novo espa&amp;ccedil;o na escala de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Os livros est&amp;atilde;o em vig&amp;iacute;lia nas ferramentas eletr&amp;ocirc;nicas que atacam os editores a cada instante. A quest&amp;atilde;o aberta para todos n&amp;oacute;s &amp;eacute;: essas recentes possibilidades de publicar s&amp;atilde;o novidades ou conseq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncias das posturas tradicionais do mercado? Cito algumas...&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63509</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63509</guid><pubDate>Tue, 24 May 2011 12:39:09 GMT</pubDate></item><item><title>O livro infantil digital</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/110522_livroDigital.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/110522_livroDigital.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Na ordem do dia das preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de todo editor, pensar o livro digital infantil nos remete a um universo de quest&amp;otilde;es bastante espec&amp;iacute;ficas e diferenciadas dos outros segmentos editoriais. Para al&amp;eacute;m da contraposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do livro digital e o livro em papel, para al&amp;eacute;m da discuss&amp;atilde;o do desaparecimento definitivo do livro tal como o conhecemos hoje, h&amp;aacute; quest&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas do livro infantil que se delineiam nesse universo ainda duvidoso em que se move a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital. No caminh&amp;atilde;o de perguntas sem resposta com o qual adentro este universo, um dos aspectos que n&amp;atilde;o deixam margem a duvidas &amp;eacute; a certeza de que estamos vivendo um momento de efetiva inflex&amp;atilde;o da ind&amp;uacute;stria editorial. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; nenhuma novidade nisso. Por&amp;eacute;m, a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ser testemunha desta reviravolta no mundo da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;oacute; fui ter mesmo algumas semanas atr&amp;aacute;s participando do &lt;a href="http://www.tocbologna.com/%5d"&gt;TOC&lt;/a&gt; (Tools of Change for Publishing), confer&amp;ecirc;ncia sobre o futuro do livro infantil promovida pela &lt;a href="http://www.bolognachildrensbookfair.com/"&gt;Feira de Bolonha&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63472</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63472</guid><pubDate>Sun, 22 May 2011 20:59:24 GMT</pubDate></item><item><title>Uma década tocando a Realejo</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201105201141231172117872084.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201105201141231172117872084.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;H&amp;aacute; exatos dez anos eu abria uma pequena loja dentro de uma tradicional universidade em Santos. A Realejo ganhou este nome por ser simp&amp;aacute;tico, passar um perfume de tempos idos, de quando lembr&amp;aacute;vamos dos nomes dos vizinhos. O &amp;oacute;rg&amp;atilde;o manivelado tocava can&amp;ccedil;&amp;otilde;es com uma sonoridade m&amp;aacute;gica, jeit&amp;atilde;o de Fellini dos tr&amp;oacute;picos. O periquito torcia pelo nosso futuro, com o bico cravado no bilhete com uma senten&amp;ccedil;a de sorte. O homem do realejo perambula pelas ruas, livre, cadenciado, solit&amp;aacute;rio. Gostei do batismo. Confesso que perdi a paci&amp;ecirc;ncia com a rotina da universidade, achava aborrecido vender livros obrigat&amp;oacute;rios, os alunos declaravam que leriam por temor ao orientador, e sempre praguejavam por n&amp;atilde;o termos copiadora, e eu repetindo sempre: &amp;ldquo;N&amp;atilde;o fa&amp;ccedil;o e n&amp;atilde;o adianta insistir. A cada xerox morre um autor&amp;rdquo;. Ap&amp;oacute;s dois anos da abertura expandimos para a rua, numa movimentada esquina a uma quadra da praia do Gonzaga, mantendo ainda a livraria da faculdade. Na rua me senti bem, com um p&amp;uacute;blico variado.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63457</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63457</guid><pubDate>Fri, 20 May 2011 11:32:42 GMT</pubDate></item><item><title>O monstro do ePub ataca novamente!</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/johannesgutenberg.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/johannesgutenberg.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Com a grande demanda de editoras em busca de convers&amp;atilde;o, e diante de muitas discuss&amp;otilde;es e descobertas da equipe que comigo trabalha e quebra a cabe&amp;ccedil;a na resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de problemas, resolvi esclarecer alguns pontos sobre o ePub. Algumas empresas t&amp;ecirc;m oferecido o servi&amp;ccedil;o de convers&amp;atilde;o e t&amp;ecirc;m cometido erros grotescos de tags, dentro do XML do livro. Voc&amp;ecirc;s, editores, devem estar atentos ao DRM. Toda loja empacota seus livros no DRM para a venda, isso acontece de cliente a cliente. Se o seu ePub estiver mal formatado e com erros de tags internos, n&amp;atilde;o conseguir&amp;aacute; empacotar o arquivo. O leitor baixar&amp;aacute; seu livro em branco ou seu livro nem come&amp;ccedil;ar&amp;aacute; a ser vendido, pois ser&amp;aacute; imposs&amp;iacute;vel coloc&amp;aacute;-lo no servidor.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63443</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63443</guid><pubDate>Thu, 19 May 2011 13:26:51 GMT</pubDate></item><item><title>Maturidade em gerenciamento de projetos (Livros)</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110517113203219-1723418338.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110517113203219-1723418338.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Sei que j&amp;aacute; escrevi sobre isso, mas, como minha perspectiva vive mudando, acho que posso voltar ao mesmo tema sem ser infernalmente repetitiva. J&amp;aacute; falei indisciplinadamente de dois modelos de gerenciar projetos: a maneira &amp;aacute;gil e a tradicional. Ok, quando falei da tradicional usei apenas a vis&amp;atilde;o do Project Management Institute (PMI), que &amp;eacute; a que mais conhe&amp;ccedil;o, mas na verdade a metodologia a ser usada importa pouco quando ela n&amp;atilde;o evolui. A&amp;iacute;, surge um novo tema em gerenciamento de projetos: a maturidade desse gerenciamento. Se por acaso quiser apenas saber qual o grau de maturidade de sua empresa ou de seu departamento em tocar seus projetos, uma dica &amp;eacute; o site &lt;a href="http://www.maturityresearch.com/"&gt;www.maturityresearch.com&lt;/a&gt;, de Russell Archibald e Darci Prado.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63402</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63402</guid><pubDate>Tue, 17 May 2011 11:31:20 GMT</pubDate></item><item><title>A biblioteca do tabelião Jerônimo e a provisão de sonhos</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/biblioteca@Flickr150.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/biblioteca@Flickr150.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;No conto &amp;ldquo;Jer&amp;ocirc;nimo Barreto&amp;rdquo;, no livro &lt;em&gt;Inf&amp;acirc;ncia&lt;/em&gt;, Graciliano Ramos conta a sua fascina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de menino pelos livros, pelas estantes repletas de hist&amp;oacute;rias e pela biblioteca do tabeli&amp;atilde;o Jer&amp;ocirc;nimo Barreto, os olhos famintos de aventuras e narrativas de justi&amp;ccedil;a, amor, vingan&amp;ccedil;as e coisas desconhecidas. Esta biblioteca e esta hist&amp;oacute;ria v&amp;ecirc;m &amp;agrave; tona a partir da leitura de um artigo do cr&amp;iacute;tico liter&amp;aacute;rio Alcir P&amp;eacute;cora, reproduzido no Publishnews, sobre a irrelev&amp;acirc;ncia atual da literatura, quase anulada pelo excesso de narrativas exibidas em todas as esferas, a come&amp;ccedil;ar pelo mundo virtual e pela televis&amp;atilde;o. Que espa&amp;ccedil;o sobra para os &amp;ldquo;olhos famintos&amp;rdquo; de curiosidade e fascina&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela aventuras e narrativas da experi&amp;ecirc;ncia humana, mas n&amp;atilde;o aquelas dos realities shows?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63340</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63340</guid><pubDate>Fri, 13 May 2011 09:36:57 GMT</pubDate></item><item><title>Pedro Almeida estreia coluna na sexta</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Pedro100.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/Pedro100.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A atividade de um editor &amp;eacute; bastante variada e ainda hoje imensa parte do que se realiza &amp;eacute; aprendido na pr&amp;aacute;tica. Em minha experi&amp;ecirc;ncia como editor, muitas vezes tive de realizar tarefas sem mesmo saber como elas deveriam ser programadas e como poderiam funcionar na pr&amp;aacute;tica e sei que h&amp;aacute; bastante curiosidade sobre o assunto porque editar livros &amp;eacute; sim algo fascinante. Exemplos? Como &amp;eacute; o trabalho de um ghost writer? Como se contrata e como &amp;eacute; realizado? O que funciona? Enfim, apenas sobre este tema h&amp;aacute; um sem n&amp;uacute;mero de quest&amp;otilde;es mais do que pus aqui, e eu venho recolhendo exemplos &amp;uacute;teis no cinema que podem ajudar quem gostaria de conhecer um pouco mais a &amp;aacute;rea, os filmes ou, como foi o meu caso, ter com &amp;ldquo;quem&amp;rdquo; dividir isolamento - um dos estigmas dos editores de livros. Na coluna &amp;ldquo;Filmes da vida editorial&amp;rdquo;, comentarei quinzenalmente um filme que escolhi apenas por mostrar algum detalhe da vida editorial, independente de ser um grande filme ou objeto de arte. Leia mais.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63338</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63338</guid><pubDate>Thu, 12 May 2011 12:32:27 GMT</pubDate></item><item><title>Será difícil encontrar uma biblioteca pública daqui a 15 anos</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O objetivo central &amp;ndash; o objetivo fundador - de uma biblioteca, ao redor do qual outras coisas cresceram, &amp;eacute; permitir o acesso a palavras impressas. Mesmo a menor biblioteca local quase certamente possui mais conte&amp;uacute;do guardado dentro de si do que qualquer indiv&amp;iacute;duo possui em sua casa e, na maioria dos casos, muito mais conte&amp;uacute;do do que estaria dispon&amp;iacute;vel em qualquer livraria. Foram os livros na biblioteca que inicialmente definiram-na como biblioteca e atra&amp;iacute;ram um grupo de patrocinadores. Quando todos n&amp;oacute;s tivermos acesso a mais livros na nossa tela do que em nossa biblioteca, qual ser&amp;aacute; o objetivo dela?&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63293</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63293</guid><pubDate>Tue, 10 May 2011 12:02:40 GMT</pubDate></item><item><title>Qual seria a maior dificuldade?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/110505_vinil.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/110505_vinil.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Depois de um feriado prolongado, porque ningu&amp;eacute;m &amp;eacute; de ferro, voltamos com papos digitalizados. Vim dar not&amp;iacute;cias e falar sobre minhas novas descobertas! O mercado brasileiro continua crescendo, vendas idem (por&amp;eacute;m incipientes em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos impressos), leis no forno para aprovar retirada de impostos sobre tablets, o que possibilitar&amp;aacute; o &amp;ldquo;boom&amp;rdquo; de vendas, Apple com f&amp;aacute;brica no Brasil, novos gadgets, editais governamentais para e-books na reta final para aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ufa! Nosso mercado anda a mil por hora. Nas empresas em que trabalho e presto consultoria, precisamos de um dia com 35 horas para darmos conta do volume de contatos comerciais, consultorias e convers&amp;otilde;es. Diante do cen&amp;aacute;rio, me deparei com uma triste surpresa: o setor que mais apresenta resist&amp;ecirc;ncia para o novo mercado digital, senhoras e senhores... &amp;eacute; o setor de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que tanto amo e do qual fa&amp;ccedil;o parte.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63237</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63237</guid><pubDate>Thu, 05 May 2011 12:28:20 GMT</pubDate></item><item><title>É oficial: colocar livros em lojas é um direito subsidiário</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A &lt;a target="_blank" href="http://www.thebookseller.com/news/amazon-underbidder-frontlist-auction.html"&gt;manchete em v&amp;aacute;rias publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/a&gt; foi que a Amazon estava agora agressivamente tentando conseguir &lt;a target="_blank" href="http://www.crainsnewyork.com/article/20110401/FREE/110409990"&gt;exclusividade para sua linha Kindle&lt;/a&gt; e, na verdade, fazendo lances contra editoras pelos livros de Amanda Hocking. O componente que permitiu isso, conforme o Publishers Lunch, foi que a editora Houghton Harcourt agora &amp;eacute; a distribuidora de livros impressos da Amazon. Lunch informou que a Amazon tinha adquirido v&amp;aacute;rios t&amp;iacute;tulos dos programas Encore e Crossings, bem como assegurado um relacionamento priorit&amp;aacute;rio. De um ponto de vista, isso faz muito sentido. A Amazon pode vender muito bem um livro on-line e j&amp;aacute; permite impressos atrav&amp;eacute;s de seu programa CreateSpace. Mas n&amp;atilde;o conseguem vender livros em livrarias. Mesmo pagando royalties altos em e-books e livros impressos, eles n&amp;atilde;o conseguem maximizar os rendimentos de um autor se n&amp;atilde;o conseguem fazer vendas impressas em livrarias na situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o atual.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63278</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63278</guid><pubDate>Mon, 09 May 2011 12:23:15 GMT</pubDate></item><item><title>Um motorista, muitas histórias</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201105061211271781536447874.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201105061211271781536447874.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Moro em Santos, a 70 km da capital. &amp;ldquo;Subo a serra&amp;rdquo;, como dizemos, toda semana. Os assuntos que me levam &amp;agrave; capital s&amp;atilde;o muitos: conversas com autores, prospec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de t&amp;iacute;tulos novos para a editora, pr&amp;eacute;-produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o do nosso festival de literatura, a Tarrafa Liter&amp;aacute;ria. Esses encontros acontecem desde cedo at&amp;eacute; altas horas, &amp;agrave;s vezes num botequim (porque o livreiro n&amp;atilde;o &amp;eacute; de ferro e essas conversas d&amp;atilde;o uma sede danada). Nessas maratonas semanais tenho um aliado especial, Correa, o taxista. Discreto, calad&amp;atilde;o com quem n&amp;atilde;o conhece, sabe tudo de S&amp;atilde;o Paulo. O motorista me ajuda a vencer e chegar em m&amp;eacute;dia a umas cinco reuni&amp;otilde;es por semana em pontos diferentes da capital. Trabalhamos juntos h&amp;aacute; quase 10 anos e posso dizer que depois da sua contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o as coisas avan&amp;ccedil;aram mais r&amp;aacute;pido, sem duplo sentido. &lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63257</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63257</guid><pubDate>Fri, 06 May 2011 12:09:20 GMT</pubDate></item><item><title>Os consumidores de e-books amam os best-sellers ou isso é uma ilusão?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Na teoria, quanto mais livros s&amp;atilde;o vendidos on-line, mais as vendas deveriam acompanhar a cauda longa. Livrarias on-line t&amp;ecirc;m a vantagem de &amp;ldquo;espa&amp;ccedil;o ilimitado de prateleira&amp;rdquo;. Nada precisa ser deixado de fora do sortimento por causa de restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es de capital para invent&amp;aacute;rio de estoque ou espa&amp;ccedil;o para guard&amp;aacute;-los. Al&amp;eacute;m do mais, o impacto diferencial de exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o quando um t&amp;iacute;tulo aparece muito e outro pouco nas livrarias &amp;eacute; eliminado no mundo digital. Mas isso n&amp;atilde;o parece estar funcionando dessa forma.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63218</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63218</guid><pubDate>Thu, 05 May 2011 10:58:40 GMT</pubDate></item><item><title>O leitor que trabalha em editora</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/CindyLeopoldoColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Por todo esse tempo em que venho trabalhando no editorial, j&amp;aacute; tive v&amp;aacute;rias rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es com os livros e a leitura. Eu j&amp;aacute; passei de um respeito profundo a quase nojo. Agora estou numa fase que se cr&amp;ecirc; &amp;ldquo;clarividente&amp;rdquo;, que &amp;eacute; divertida de contar, mas insuport&amp;aacute;vel de viver. O respeito profundo veio da Letras, que &amp;eacute; uma faculdade que me fez acreditar que o livro &amp;eacute; sempre totalmente escrito pelo autor que tem o nome na capa. Eu lia cada palavra com devo&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pensando na incr&amp;iacute;vel capacidade do autor de escolher as palavras certas. Atualmente, chego a achar engra&amp;ccedil;ado algu&amp;eacute;m pensar isso, porque &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel que a palavra que eu tanto admirei tenha sido escolhida pela tia do primo do namorado da revisora, ou algo que o valha.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63198</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63198</guid><pubDate>Tue, 03 May 2011 11:40:07 GMT</pubDate></item><item><title>A decisão de Eisler é uma referência para onde estamos indo</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Eu n&amp;atilde;o estava planejando escrever um post nesse fim de semana (*), mas a&amp;iacute; Joe Konrath e Barry Eisler me contataram no s&amp;aacute;bado para contar &lt;a target="_blank" href="http://jakonrath.blogspot.com/2011/03/ebooks-and-self-publishing-dialog.html"&gt;o que Barry est&amp;aacute; fazendo&lt;/a&gt;. Eu li &lt;a target="_blank" href="http://www.jakonrath.com/eislerkonrath.pdf"&gt;a longa conversa entre eles&lt;/a&gt; sobre a decis&amp;atilde;o de Barry de recusar um contrato de US$ 500 mil (aparentemente para dois livros) e se unir a Joe (e a muitos outros, mas nenhum que tivesse recusado meio milh&amp;atilde;o de d&amp;oacute;lares) e ser um autor autopublicado. Para usar uma met&amp;aacute;fora que se conecta com as not&amp;iacute;cias atuais: isso &amp;eacute; um grande terremoto. Esse n&amp;atilde;o vai causar um tsunami e um desastre nuclear, mas &amp;eacute; melhor acreditar que vai levar todo mundo vivendo perto de um reator &amp;ndash; ou seja, todo mundo trabalhando em grandes editoras &amp;ndash; a fazer uma nova rodada de an&amp;aacute;lise de riscos. Pois, de certa forma, isso &amp;eacute; mais amea&amp;ccedil;ador do que o terremoto que acabou de acontecer no Jap&amp;atilde;o. Esse autor autopublicado vai certamente gerar seguidores de forma mais direta.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63177</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63177</guid><pubDate>Mon, 02 May 2011 12:23:18 GMT</pubDate></item><item><title>Você não está à disposição</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110420115521850-2114765695.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110420115521850-2114765695.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Citei este assunto (e muitos outros) na minha primeira coluna e agora volto a ele com mais calma, pois &amp;eacute; uma das dificuldades de se trabalhar em casa. Por voc&amp;ecirc; estar o dia todo l&amp;aacute;, as pessoas ter&amp;atilde;o sempre a tend&amp;ecirc;ncia de achar que est&amp;aacute; o tempo todo a disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para resolver as mais variadas coisas. Meu texto hoje &amp;eacute; muito mais para o seu marido (esposa), namorado (a), pai, m&amp;atilde;e, irm&amp;atilde;os ou qualquer um que pe&amp;ccedil;a para um freela resolver coisas pessoais bem no fim daquele seu prazo apertado. Se conhecer algu&amp;eacute;m que se encaixe nesse perfil, n&amp;atilde;o deixe de mandar este texto como quem n&amp;atilde;o quer nada.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63048</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=63048</guid><pubDate>Wed, 20 Apr 2011 11:49:06 GMT</pubDate></item><item><title>O caixote, a imaginação e os livros infantis</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110415121047205-1854084365.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110415121047205-1854084365.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Penso nas mem&amp;oacute;rias de Moacyr Scliar quando leio que um dos caminhos entusiasticamente apontados como o &amp;ldquo;futuro&amp;rdquo; do livro infanto-juvenil &amp;eacute; uma plataforma digital que oferecer&amp;aacute; tantos recursos interativos que o livro mais parecer&amp;aacute; um videogame. Ser&amp;aacute; o livro-videogame sucessor do caixote de madeira? Ao contr&amp;aacute;rio das palavras, que deixam um infinito territ&amp;oacute;rio para a imagina&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o videogame a preenche totalmente, a coloniza eletronicamente, a esgota de cansa&amp;ccedil;o. Al&amp;eacute;m disso, contar uma hist&amp;oacute;ria, como escreve Scliar, &amp;eacute; estabelecer v&amp;iacute;nculos afetivos entre adultos e crian&amp;ccedil;as.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62984</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62984</guid><pubDate>Fri, 15 Apr 2011 11:58:08 GMT</pubDate></item><item><title>Não quero ter livro</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110413121854854765967787.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110413121854854765967787.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Ouvindo, por acaso, a piada &amp;ldquo;&lt;a href="http://www.4shared.com/audio/3gr_dPiq/Jos_Vasconcelos_II.htm"&gt;O Italiano e o Macaco&lt;/a&gt;&amp;rdquo; de Jos&amp;eacute; Vasconcelos, ocorreu v&amp;aacute;rias lembran&amp;ccedil;as do mercado editorial. Sim, ela &amp;eacute; antiga, mas permite v&amp;aacute;rios paralelos. Por exemplo, o que se pressup&amp;otilde;e em algumas etapas do texto que ser&amp;aacute; um livro. Na piada, o problema &amp;eacute; a falta do macaco no carro Cadilac 1960 - Rabo de Peixe. N&amp;atilde;o vou contar nada do texto de Jos&amp;eacute; Vasconcelos, ou&amp;ccedil;am pelo link. Todavia, vamos levantar algumas semelhan&amp;ccedil;as.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62933</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62933</guid><pubDate>Wed, 13 Apr 2011 11:16:33 GMT</pubDate></item><item><title>Moacyr Scliar, o acerto de contas</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110412113501470-1565913843.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110412113501470-1565913843.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Foi em 2004, num dos encontros promovidos pela minha livraria &amp;ndash; a Realejo Livros &amp;ndash; que conheci Moacyr Scliar. Sempre que recebo um escritor, passo o dia com ele. Pautamos entrevistas, almo&amp;ccedil;amos juntos, batemos perna pela cidade e, se tudo correr bem, quebramos o gelo como se diz. Tudo caminha para o grande momento dos dias de evento, que &amp;eacute; o papo com os leitores. &amp;nbsp;Lembro que ao final da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dos longos aplausos, o nosso autor deu um monte de aut&amp;oacute;grafos. Como sempre, meu ritual era (e ainda &amp;eacute;) esperar at&amp;eacute; que o &amp;uacute;ltimo leitor seja atendido e a&amp;iacute; me aproximo e pe&amp;ccedil;o o meu aut&amp;oacute;grafo. Sempre digo tamb&amp;eacute;m para o escritor me dizer qual dos livros ele me sugere, e neste caso me foi indicado o &lt;em&gt;Centauro no jardim&lt;/em&gt;. Peguei o aut&amp;oacute;grafo, que aqui reproduzo: &amp;ldquo;Para Jos&amp;eacute; Luiz e Ana Cristina, para a sua biblioteca comum, do Moacyr Scliar&amp;rdquo;. Coloquei debaixo do bra&amp;ccedil;o e dali foi para a minha estante, e ali o livro me esperou pacientemente por mais de seis anos.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62905</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62905</guid><pubDate>Tue, 12 Apr 2011 11:24:08 GMT</pubDate></item><item><title>e-Pílulas sobre o mundo digital</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110407011414311-1237789977.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110407011414311-1237789977.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A coluna Ensaios Digitais desta semana aborda a quest&amp;atilde;o da pirataria, a diferen&amp;ccedil;a entre tablets e e-readers e ainda comenta o coronelismo editorial ao responder uma provoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o amig&amp;aacute;vel de Cindy Leopoldo, nossa outra colunista. N&amp;atilde;o Perca.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62850</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62850</guid><pubDate>Thu, 07 Apr 2011 13:12:24 GMT</pubDate></item><item><title>O “coronelismo” editorial</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110405112532333-1723418338.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110405112532333-1723418338.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Camila Cabete, desde que estreou aqui no Publish News como colunista, vem me deixando quinzenalmente &amp;agrave;s quintas-feiras com vontade de marcar um caf&amp;eacute; da manh&amp;atilde; na sexta seguinte para conversar sobre trabalho. Quando li a &amp;uacute;ltima coluna dela cheguei a rir sozinha ao ver a palavra &amp;ldquo;coronel&amp;rdquo; e entendi que era hora de nossas colunas conversarem. E aqui vai minha primeira carta aberta para ela.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62807</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62807</guid><pubDate>Tue, 05 Apr 2011 11:24:50 GMT</pubDate></item><item><title>Verdade: procura-se o dono</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/VerdadeProcuraSeODono.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/VerdadeProcuraSeODono.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Um mesmo livro, tr&amp;ecirc;s avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es diferentes e um final feliz. Na mais recente edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coluna Meio de Campo, a agente liter&amp;aacute;ria Marisa Moura relata o caso de um original que enfrentou diferentes &amp;ldquo;verdades&amp;rdquo; nas avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es de tr&amp;ecirc;s editoras. Traumatizado, o autor nunca mais quis ouvir os resultados das avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es de editoras. O texto &amp;eacute; uma bela narrativa do cotidiano que os agentes e autores aspirantes enfrentam nos bastidores do mercado editorial.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62703</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62703</guid><pubDate>Wed, 30 Mar 2011 11:14:41 GMT</pubDate></item><item><title>A bolacha de Ruy Castro</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110325114527822-709094217.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/20110325114527822-709094217.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Vida de livreiro &amp;eacute; sempre cheia de hist&amp;oacute;rias engra&amp;ccedil;adas com leitores e autores. Na coluna Armarinhos do Tahan de hoje, Z&amp;eacute; Luiz (aquele livreiro que diz que s&amp;oacute; fecha livraria quando derrubam um pr&amp;eacute;dio) conta uma hist&amp;oacute;ria inusitada de Ruy Castro em visita a um sebo de Santos, onde uma mo&amp;ccedil;a de mai&amp;ocirc; e salto tirou o escritor e o alfarrabista do s&amp;eacute;rio, em uma verdadeira discuss&amp;atilde;o de mercado &amp;aacute;rabe. Tudo isso pelo bem da mem&amp;oacute;ria carioca. Clique aqui para ler a cr&amp;ocirc;nica. Imperd&amp;iacute;vel.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62630</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62630</guid><pubDate>Fri, 25 Mar 2011 11:08:22 GMT</pubDate></item><item><title>Pelo andar da carruagem...</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/110324_Debret1.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/110324_Debret1.jpg"&gt;&lt;/img&gt;Na coluna desta semana faz um balan&amp;ccedil;o do mercado editorial digital, neste um ano de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e estr&amp;eacute;ias. Cita os pontos positivos e negativos do mercado. Mas evita cair nos clich&amp;ecirc;s de previs&amp;atilde;o do futuro. Se dizendo uma anci&amp;atilde; de um mercado de um ano, chega inclusive a comparar o mercado a fase coronelista da Hist&amp;oacute;ria do Brasil. O balan&amp;ccedil;o final &amp;eacute; positivo, apesar das queixas e cr&amp;iacute;ticas colocadas &amp;agrave; tona.</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62628</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62628</guid><pubDate>Thu, 24 Mar 2011 12:25:43 GMT</pubDate></item><item><title>A poesia impressa no concreto da cidade</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201103181259031881604558040.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201103181259031881604558040.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;A mostra &amp;ldquo;Ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Haroldo de Campos H L&amp;aacute;xia&amp;rdquo; na Casa das Rosas, no Espa&amp;ccedil;o Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, que exibe um conjunto de poesias disposta em estranhos suportes de concreto no ch&amp;atilde;o - na passagem entre a Avenida Paulista e Alameda Santos -, permite uma experi&amp;ecirc;ncia original e intensa de leitura dos poemas e suscita uma reflex&amp;atilde;o sobre o lugar da poesia em meio ao concreto da cidade, tema que evoca tamb&amp;eacute;m o projeto do metr&amp;ocirc; paulistano de imprimir poesias na parede de diversas esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62532</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62532</guid><pubDate>Fri, 18 Mar 2011 12:16:46 GMT</pubDate></item><item><title>Trabalhar loucamente X Viajar e se divertir</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/cassius100_120pb.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/cassius100_120pb.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;As pessoas com empregos &amp;ldquo;normais&amp;rdquo; que v&amp;atilde;o at&amp;eacute; a firma todos os dias n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m muita escapat&amp;oacute;ria e precisam esperar os feriados e f&amp;eacute;rias para conseguirem viajar, pegando tr&amp;acirc;nsitos hom&amp;eacute;ricos e passando raiva. O freelancer, na teoria, n&amp;atilde;o deveria se preocupar com essas coisas, mas agora eu pergunto, colega freela, voc&amp;ecirc; aproveita a sua liberdade? Aposto que n&amp;atilde;o. Por causa das distra&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes em casa, acaba trabalhando mais horas por dia e mais dias por semana (em geral de segunda a segunda), afinal, o computador est&amp;aacute; ali mesmo, voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; de bobeira e seu prazo est&amp;aacute; chegando. Viajar? Nem pensar, tenho que terminar isso, entregar aquilo ou fazer aquela outra coisa. Pois digo que sim, voc&amp;ecirc; pode viajar. &lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62517</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62517</guid><pubDate>Thu, 17 Mar 2011 12:51:51 GMT</pubDate></item><item><title>Random House adere ao modelo de agência</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/MikeShatzkinColunistaCarlo.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Agora todas as Big Six est&amp;atilde;o vendendo livros pelo modelo de ag&amp;ecirc;ncia. &lt;a href="http://mediadecoder.blogs.nytimes.com/2011/02/28/random-house-adopts-new-model-for-selling-e-books/"&gt;A Random House se uniu&lt;/a&gt; a suas cinco concorrentes. Faz quase um ano que a Apple lan&amp;ccedil;ou o iPad, abriu a iBookstore e entregou &amp;agrave;s grandes editoras uma &lt;a href="http://www.idealog.com/blog/apples-disruption-of-the-ebook-market-has-nothing-to-do-with-the-tablet"&gt;oportunidade para reescrever as regras&lt;/a&gt; do mercado de e-book. Cinco das maiores editoras (Hachette, HarperCollins, Macmillan, Penguin e Simon &amp;amp; Schuster usaram a oportunidade e implementaram a mudan&amp;ccedil;a para o modelo de ag&amp;ecirc;ncia para todos seus clientes. A Random House, &lt;a href="http://www.idealog.com/blog/whats-so-hard-to-understand-about-random-houses-strategy"&gt;por motivos que fizeram sentido para mim na &amp;eacute;poca&lt;/a&gt; &amp;ndash; e quase certamente ganhando algumas vantagens competitivas no &amp;uacute;ltimo ano, julgando pela raiva entre muitos de seus concorrentes de igual tamanho &amp;ndash;, ficou com o modelo de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o original. A vantagem competitiva vinha do fato de que todas editoras com modelo ag&amp;ecirc;ncia &amp;ldquo;for&amp;ccedil;avam&amp;rdquo; uma margem de 30% no canal de venda de e-book enquanto que a Random House pode ter, no final da hist&amp;oacute;ria, abocanhado mais margem do canal de varejo.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62480</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62480</guid><pubDate>Wed, 16 Mar 2011 11:32:57 GMT</pubDate></item><item><title>Combinado sai mais caro</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/110315_ColunaMarisa80.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/110315_ColunaMarisa80.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;O abuso do personagem Hortelino, aqui, troca-tintas, do barato pelo caro merece v&amp;aacute;rios boatos comuns no dia a dia do mercado editorial. Estamos no ambiente das ideias &amp;ldquo;fundamentais&amp;rdquo; para a preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do passado, presente e futuro da cultura e comportamento dos homens (at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o, como &amp;eacute; entendida hoje). Estamos constantemente empolgados com algo que possui desenvolvimento, produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sempre determinantes no mercado editorial e muito mais: cultural. E, nessa conjun&amp;ccedil;&amp;atilde;o, come&amp;ccedil;am os &amp;ldquo;causos&amp;rdquo;. Por qualquer motivo, algu&amp;eacute;m decide que outro deve redigir o texto para uma parte do livro em projeto. O convite, por parte de quem recebe, quando se considera honrado, faz o solicitado de pronto come&amp;ccedil;ar o trabalho. Prestem aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, at&amp;eacute; agora ningu&amp;eacute;m falou se isso ser&amp;aacute; pago, se existe um valor fixo para esses textos, qual forma padr&amp;atilde;o de pagamento etc. etc., porque as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o inumer&amp;aacute;veis.&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62473</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62473</guid><pubDate>Tue, 15 Mar 2011 12:25:21 GMT</pubDate></item><item><title>E-books, e-readers... Qual o nosso papel nisso tudo?</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201103111138446261536447874.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/201103111138446261536447874.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Lendo este peri&amp;oacute;dico ultimamente chego a um panorama digital no qual os livros de papel parecem coisa do passado. Ou melhor, de um presente falimentar, &amp;agrave; m&amp;iacute;ngua, &amp;agrave; espera da estocada no lombo, certeira, dada pelo toureiro da p&amp;oacute;s-modernidade-high-tech. Contra fatos n&amp;atilde;o existem argumentos, mas o legal &amp;eacute; agonizar com alguma fleuma. Quem estiver sem essas pulgas atr&amp;aacute;s da orelha que finja que n&amp;atilde;o d&amp;aacute; uma comich&amp;atilde;ozinha. Como um livreiro e editor da era do papel - como quase todo mundo - me sinto um tanto perdido, misto de E.T. com Dinossauro, um p&amp;eacute; nos bytes e outro nas &amp;aacute;rvores de replantio. Pois &amp;eacute; isso, hoje a minha coluna &amp;eacute; um coment&amp;aacute;rio de leitor do Publishnews, um leitor aparvalhado, inseguro e ao mesmo tempo confiante. Explico.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62424</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62424</guid><pubDate>Fri, 11 Mar 2011 11:35:36 GMT</pubDate></item><item><title>A ameaça do self publishing</title><description>&lt;br&gt;&lt;img style="float:left; margin-right:10px;" alt="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/110310_lenterosa.jpg" src="http://www.publishnews.com.br/upload/conteudo/110310_lenterosa.jpg"&gt;&lt;/img&gt;&lt;div&gt;Bom, come&amp;ccedil;ando a escrever carnavalescamente sobre self publishing, vamos come&amp;ccedil;ar didaticamente por defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Self Publishing &amp;eacute; o ato de se autopublicar, como a pr&amp;oacute;pria tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o diz. Surgiu com for&amp;ccedil;a no aparecimento das lojas de e-books onde o autor, que n&amp;atilde;o conseguia editora, passou a ter um canal de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por sua pr&amp;oacute;pria conta sem precisar da editora como intermedi&amp;aacute;ria. Alguns autores importantes, depois de anos de brigas com suas editoras, passaram a distribuir seus livros desta forma. Mas a quest&amp;atilde;o aqui, que pretendo discutir, &amp;eacute; sobre o impacto que este sistema pode trazer para as editoras. Ser&amp;aacute; que isso pode significar o fim das editoras? &lt;/div&gt;</description><source>PublishNews</source><author /><category>Coluna</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62380</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/colunas/detalhes.aspx?id=62380</guid><pubDate>Thu, 10 Mar 2011 11:12:19 GMT</pubDate></item></channel></rss>
