<?xml version="1.0"?><rss version="2.0"><channel><title>RSS PublishNews - Clippings</title><link>http://www.publishnews.com.br</link><description>Aqui você lê o Mercado Editorial</description><language>pt-BR</language><ttl>5</ttl><item><title>Vem aí biografia de Louis Armstrong</title><description>&lt;div&gt;A Editora Larousse vai lan&amp;ccedil;ar em agosto a elogiada biografia de Louis Armstrong, &lt;em&gt;Pops - A Life of Louis Armstrong&lt;/em&gt;, escrita por Terry Teachout, comenta a coluna Direto da Fonte.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Sonia Racy</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59079</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59079</guid><pubDate>Wed, 28 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Chico Buarque vai receber vídeo-convite para ir à entrega do Prêmio SP</title><description>&lt;div&gt;De acordo com a coluna Direto da Fonte, Chico Buarque receber&amp;aacute; das f&amp;atilde;s, nesta semana, um v&amp;iacute;deo-convite para que compare&amp;ccedil;a ao Pr&amp;ecirc;mio S&amp;atilde;o Paulo de Literatura, segunda, no Museu da L&amp;iacute;ngua Portuguesa. Trata-se do movimento Vem, Chico. Ele &amp;eacute; um dos finalistas. Chico, ali&amp;aacute;s, est&amp;aacute; lendo &lt;em&gt;Essa Hist&amp;oacute;ria Est&amp;aacute; Diferente - Chico por Dez Contos&lt;/em&gt; (Companhia das Letras), organizado por Ronaldo Bressane. E elegeu seu conto preferido: o de Andr&amp;eacute; Sant&amp;rsquo;Anna, inspirado na can&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brejo da Cruz.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Sonia Racy</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59080</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59080</guid><pubDate>Wed, 28 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Editoras independentes juntas na Bienal</title><description>&lt;div&gt;Cinco editoras independentes se juntaram para ganhar for&amp;ccedil;a na Bienal do Livro, informa a coluna Direto da Fonte. Palas e Pinakotheke, do Rio, Aut&amp;ecirc;ntica e Argvmentvm, de Minas e Terceiro Nome, de SP. Todas comandadas por mulheres.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Sonia Racy</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59081</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59081</guid><pubDate>Wed, 28 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Nick Cave, a volta do anjo caído</title><description>&lt;div&gt;Das vocalistas de apoio aos guitarristas, passando pelo tecladista e pelo baixista, as roupas pretas predominam na sala B do est&amp;uacute;dio Han&amp;oacute;i, em Botafogo. Esse &amp;eacute; o tom do ensaio da banda, sem nome, que, sob o comando de M&amp;aacute;rvio dos Anjos, toca &amp;ldquo;There she goes my beautiful world&amp;rdquo;, emendada com &amp;ldquo;Straight to you&amp;rdquo; e &amp;ldquo;The ship song&amp;rdquo;. As tr&amp;ecirc;s m&amp;uacute;sicas s&amp;atilde;o de autoria de Nick Cave, e foi por causa da sombria e cultuada figura do cantor, compositor, poeta, escritor e roteirista australiano &amp;mdash; cujo novo livro, o elogiado &lt;em&gt;A morte de Bunny Munro&lt;/em&gt; (Record, 352 pp., R$ 49,90 &amp;ndash; Trad. Fabiano Morais), chega &amp;agrave;s lojas brasileiras na semana que vem &amp;mdash; que a banda foi gerada. A banda sem nome e de tons dark vai fazer uma s&amp;eacute;rie de shows para embalar o lan&amp;ccedil;amento do livro. O primeiro deles vai ser no dia 26 de agosto, no Espa&amp;ccedil;o S&amp;eacute;rgio Porto. Tipicamente &amp;ldquo;caveano&amp;rdquo;, o livro conta a surreal e tr&amp;aacute;gica hist&amp;oacute;ria do vendedor de cosm&amp;eacute;ticos Bunny Munro, um viciado em sexo que tem de lidar com o suic&amp;iacute;dio da mulher e cuidar do filho de 9 anos numa viagem pela Inglaterra. Apesar de n&amp;atilde;o ser um estranho no Brasil &amp;mdash; onde j&amp;aacute; tocou duas vezes, morou tr&amp;ecirc;s anos (em S&amp;atilde;o Paulo) e foi casado com uma brasileira, com quem teve um filho &amp;mdash;, Cave n&amp;atilde;o vir&amp;aacute; para o lan&amp;ccedil;amento. Para represent&amp;aacute;lo, M&amp;aacute;rvio e seus colegas v&amp;atilde;o ser acompanhados pelos convidados especiais Let&amp;iacute;cia Novaes (da banda Letuce) e Jo&amp;atilde;o Paulo Cuenca, escritor e guitarrista.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Carlos Albuquerque</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59076</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59076</guid><pubDate>Wed, 28 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Lou Reed, sim. Herdeiros de Cecília Meirelles... ainda não</title><description>&lt;div&gt;Lou Reed, que cancelou a vinda &amp;agrave; Flip, redimiu-se, pelo menos, com Z&amp;eacute; Ramalho. A vers&amp;atilde;o em portugu&amp;ecirc;s de &amp;ldquo;Nobody but you&amp;rdquo;, desautorizada h&amp;aacute; anos, foi oficializada pela editora do americano, informa a coluna Gente Boa. Estar&amp;aacute; na caixa de sucessos e raridades de Z&amp;eacute;, que sai este ano. Se Lou Reed disse sim, Z&amp;eacute; Ramalho continua recebendo o n&amp;atilde;o dos herdeiros &amp;mdash; sempre eles &amp;mdash; de Cec&amp;iacute;lia Meireles. O paraibano quer lan&amp;ccedil;ar sua grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;ldquo;Canteiros&amp;rdquo;, com versos de Cec&amp;iacute;lia e m&amp;uacute;sica de Raimundo Fagner, feita na d&amp;eacute;cada passada e at&amp;eacute; hoje in&amp;eacute;dita.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59077</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59077</guid><pubDate>Wed, 28 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Conselhos da 'neurótica' em livro</title><description>Neur&amp;oacute;tica assumida, &amp;ldquo;daquelas que reviram o lixo do banheiro do namorado&amp;rdquo;, Luanna Luna lan&amp;ccedil;a amanh&amp;atilde; na Multifoco (A&lt;span&gt;v. Mem de S&amp;aacute;, 126 &amp;ndash; Lapa - Rio de Janeiro/RJ)&lt;/span&gt; &lt;em&gt;Manual Amoroso da Neur&amp;oacute;tica&lt;/em&gt;, informa a Coluna Gente Boa. &amp;ldquo;Ensino a mulher a se livrar de homens-roubada&amp;rdquo;, diz. O livro de Luanna &amp;mdash; que na verdade, se chama Cris Amorim, faz doutorado em Literatura Brasileira e, neuroticamente, preferiu assinar com pseud&amp;ocirc;nimo por achar que seu livro n&amp;atilde;o seria &amp;ldquo;bem aceito&amp;rdquo; pela turma da universidade &amp;mdash; traz 150 frases-cafajestes, com coment&amp;aacute;rios &amp;ldquo;neur&amp;oacute;ticos&amp;rdquo;. Alguns deles: &amp;ldquo;N&amp;atilde;o te atendi porque estava numa reuni&amp;atilde;o de neg&amp;oacute;cios - Velha mentira com status. O sonho de todo homem &amp;eacute; falar isso a uma mulher pelo menos uma vez na vida&amp;rdquo;.</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59078</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59078</guid><pubDate>Wed, 28 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Rushdie para menores</title><description>&lt;div&gt;S&amp;oacute; um adulto bobalh&amp;atilde;o ignora que MCD+PDs s&amp;atilde;o, &amp;eacute; &amp;oacute;bvio!, M&amp;aacute;quinas Complicadas Demais para Descrever. Mas n&amp;atilde;o Super Luka, Gr&amp;atilde;o Mestre dos Jogos e super-her&amp;oacute;i do novo romance de Salman Rushdie, que &amp;eacute; lan&amp;ccedil;ado hoje no Brasil. Dedicado ao filho Milan, 11, &lt;em&gt;Luka e o fogo da vida&lt;/em&gt; (Companhia das Letras, 208 pp., R$ 33 - Trad. Jos&amp;eacute; Rubens Siqueira) recicla mitologias arcaicas --grega, eg&amp;iacute;pcia, persa... ao ritmo alucinante dos videogames. Nele, Luka mergulha no Mundo da Magia --vers&amp;atilde;o liter&amp;aacute;ria de Wiis e Playstations, com etapas a superar e bot&amp;otilde;es de &amp;quot;save&amp;quot; pairando no ar-- para resgatar o Fogo da Vida e salvar o pai moribundo na vida real. Rushdie, que confessa ser um antigo de f&amp;atilde; de games, diz que eles fornecem um novo padr&amp;atilde;o &amp;agrave; fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o. E, mais que isso, s&amp;atilde;o uma outra forma de entender a exist&amp;ecirc;ncia: nos games, diz, &amp;quot;a vida se torna simplesmente algo que voc&amp;ecirc; coleciona&amp;quot;. O escritor anglo-indiano tamb&amp;eacute;m fala da proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do v&amp;eacute;u isl&amp;acirc;mico em pa&amp;iacute;ses da Europa, de revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital, tra&amp;ccedil;a um paralelo entre Brasil e &amp;Iacute;ndia e explica por que Maquiavel --tema de seu debate com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em 6/8, durante a Flip-- ainda &amp;eacute; importante hoje. &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/773660-em-novo-romance-salman-rushdie-funde-videogame-e-mitologia.shtml"&gt;Leia&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Marcos Flamínio Peres</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59082</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59082</guid><pubDate>Wed, 28 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Pearson lucra três vezes mais</title><description>&lt;div&gt;A Pearson, editora brit&amp;acirc;nica dona do jornal &amp;quot;Financial Times&amp;quot; e que tem forte atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o em materiais did&amp;aacute;ticos, divulgou lucro de US$ 141,9 milh&amp;otilde;es no primeiro semestre, mais que o tripo de um ano antes. A companhia afirmou que seus investimentos em educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;atilde;o ajudando todas as &amp;aacute;reas a crescer. &lt;small&gt;(Dow Jones &amp;amp; Company Inc.)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59037</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59037</guid><pubDate>Tue, 27 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Governo vai distribuir R$ 600 mil para financiar "mini Ecads"</title><description>&lt;div&gt;Enquanto o projeto de reforma da lei do direito autoral segue em consulta p&amp;uacute;blica, o Minist&amp;eacute;rio da Cultura prepara um edital que financiar&amp;aacute; entidades arrecadadoras de direitos. A ideia do governo &amp;eacute; distribuir recursos do or&amp;ccedil;amento federal para que grupos ligados &amp;agrave;s mais variadas &amp;aacute;reas art&amp;iacute;sticas desenvolvam sistemas capazes de recolher direitos autorais. Ser&amp;atilde;o distribu&amp;iacute;dos, por meio de concurso p&amp;uacute;blico, pelo menos R$ 600 mil. O dinheiro pode beneficiar entidades j&amp;aacute; existentes ou bancar a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos grupos. &amp;quot;Queremos que as entidades possam investir no aprimoramento de seus sistemas de transpar&amp;ecirc;ncia&amp;quot;, diz Jos&amp;eacute; Luiz Her&amp;ecirc;ncia, secret&amp;aacute;rio de Pol&amp;iacute;ticas Culturais do Minist&amp;eacute;rio da Cultura (MinC). Por tr&amp;aacute;s do edital, est&amp;aacute; a tentativa do MinC de controlar o poder do Ecad, criado na &amp;eacute;poca da ditadura e representante de cerca de 240 mil m&amp;uacute;sicos. Para Roberto Mello, presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de M&amp;uacute;sica e Artes (Abramus), a iniciativa do governo &amp;eacute; equivocada e arriscada. &lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Ana Paula Sousa</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59056</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59056</guid><pubDate>Tue, 27 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>MinC pede apoio para aprovar Nova Rouanet </title><description>&lt;div&gt;Anterior ao embate do direito autoral, a discuss&amp;atilde;o em torno das mudan&amp;ccedil;as da lei Rouanet, principal mecanismo de incentivo cultural do pa&amp;iacute;s, prossegue no Congresso Nacional. Jos&amp;eacute; Luiz Her&amp;ecirc;ncia, secret&amp;aacute;rio de Pol&amp;iacute;ticas Culturais do MinC, diz acreditar que a reforma da lei ainda pode ser aprovada este ano. Mas &amp;eacute; quase consensual, nos meios cultural e pol&amp;iacute;tico, que essa hip&amp;oacute;tese torna-se cada vez mais remota. Em busca de apoio p&amp;uacute;blico para o projeto, o MinC tem tentado, nos &amp;uacute;ltimos meses, preparar um documento com a assinatura de empres&amp;aacute;rios e entidades culturais. A ideia &amp;eacute; que o grupo se dissesse favor&amp;aacute;vel ao Projeto de Lei (PL) que prev&amp;ecirc; tamb&amp;eacute;m que os patrocinadores coloquem parte de dinheiro pr&amp;oacute;prio em projetos beneficiados com incentivo fiscal. Segundo a Folha apurou, a pasta tem ouvido um n&amp;uacute;mero maior de negativas como resposta. &lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Ana Paula Sousa</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59057</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59057</guid><pubDate>Tue, 27 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Briga de herdeiros deixa Cecília Meireles sem editora</title><description>&lt;div&gt;Num casar&amp;atilde;o em p&amp;eacute;ssimo estado de conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Cosme Velho, no Rio, caixas e pacotes guardam livros e manuscritos da poeta Cecilia Meireles (1901-1964), que viveu ali por 18 anos. Com refer&amp;ecirc;ncias de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o como &amp;quot;Originais -Cr&amp;ocirc;nicas&amp;quot; e &amp;quot;Roteiro do 1&amp;ordm; cruzeiro de f&amp;eacute;rias &amp;agrave;s col&amp;ocirc;nias de Cabo Verde etc - 1935&amp;quot;, o acervo certamente esconde, segundo os herdeiros, in&amp;eacute;ditos da autora de &lt;em&gt;Romanceiro da Inconfid&amp;ecirc;ncia&lt;/em&gt;. Mas ningu&amp;eacute;m na fam&amp;iacute;lia se arrisca hoje a garimpar o material para trazer a p&amp;uacute;blico as pepitas. O motivo &amp;eacute; o mesmo pelo qual a obra da escritora est&amp;aacute; sem contrato com editoras: uma batalha jur&amp;iacute;dica entre os herdeiros, envolvendo incont&amp;aacute;veis processos, que se tornou not&amp;oacute;ria no mundo editorial e neste 2010 completou dez anos. Casos como esse fizeram o MinC incluir na proposta de reforma da lei de direito autoral um pol&amp;ecirc;mico item para conceder uma licen&amp;ccedil;a de explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de obras sem autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de herdeiros. A &amp;uacute;ltima editora a ter contrato com os herdeiros para explorar a obra foi a Nova Fronteira. O acordo se encerrou no final do ano passado. Numa amostra do potencial econ&amp;ocirc;mico da obra de Cecilia, o &amp;uacute;ltimo t&amp;iacute;tulo vendido antes do fim do contrato foi uma antologia po&amp;eacute;tica, da qual o governo de S&amp;atilde;o Paulo comprou 400 mil exemplares por cerca de R$ 5 milh&amp;otilde;es. [Leia tamb&amp;eacute;m &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/769145-familia-lamenta-prejuizo-a-obra-de-cecilia-meireles-mas-descarta-uma-reconciliacao.shtml"&gt;Fam&amp;iacute;lia lamenta preju&amp;iacute;zo &amp;agrave; obra de Cec&amp;iacute;lia Meireles, mas descarta uma reconcilia&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;] &lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Fabio Victor</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58933</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58933</guid><pubDate>Tue, 27 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Antes do cinema, num gibi perto de você</title><description>&lt;div&gt;Concebido pelo escritor Robert E. Howard (1906-1936), mesmo criador de &lt;em&gt;Conan, o B&amp;aacute;rbaro&lt;/em&gt;, o guerreiro puritano Solomon Kane chegar&amp;aacute; &amp;agrave;s telas em dezembro, interpretado por James Purefoy, com a ajudinha de uma estrat&amp;eacute;gia de marketing que vem movimentando milhares de d&amp;oacute;lares no mercado editorial americano. Para promover personagens fant&amp;aacute;sticos rec&amp;eacute;m-criados ou vigilantes outrora famosos, Hollywood tem confiado a editoras de m&amp;eacute;dio porte, como a Dark Horse e a Dynamite Comics, a confec&amp;ccedil;&amp;atilde;o de HQs feitas especialmente como pe&amp;ccedil;as promocionais para super-her&amp;oacute;is novos ou esquecidos. Por isso, n&amp;atilde;o se deve estranhar o capricho que cerca a graphic novel &lt;em&gt;The castle of the devil&lt;/em&gt;, desenvolvida para popularizar Solomon Kane e sua espada sedenta de sangue. At&amp;eacute; cineastas entraram na moda de produzir quadrinhos ligados a filmes que est&amp;atilde;o a caminho. Kevin Smith, realizador de &lt;em&gt;Procura-se Amy&lt;/em&gt;, virou o roteirista titular de uma linha de HQs baseada no justiceiro mascarado Besouro Verde. At&amp;eacute; o cinema brasileiro embarcou na experi&amp;ecirc;ncia de usar quadrinhos para promover longas que est&amp;atilde;o por vir. Diretor do longa &amp;quot;Brichos&amp;quot; (2006), o animador paranaense Paulo Munhoz acaba de concluir um &amp;aacute;lbum com aventuras quadrinizadas do quati Jairzinho, do jaguar Tales e do tamandu&amp;aacute; Bandeira em &amp;quot;A floresta &amp;eacute; nossa&amp;quot;, previsto para 2011. &lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Rodrigo Fonseca</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59054</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59054</guid><pubDate>Tue, 27 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Apple retira livros eróticos do catálogo do iPad</title><description>A Apple est&amp;aacute; sendo acusada de censura depois que quarto romances er&amp;oacute;ticos desapareceram da iBookstore. Ontem pela manh&amp;atilde;, o livro &lt;em&gt;Blonde and Wet, the Complete Story&lt;/em&gt;, de Carl East, estava liderando o cat&amp;aacute;logo, seguido de outro t&amp;iacute;tulo de East, &lt;em&gt;Big Sis&lt;/em&gt;, em segundo, e &lt;em&gt;Six Sexy Stories&lt;/em&gt;, de Ginger Starr, em quinto lugar. &amp;Agrave; tarde eles desapareceram e foram substitu&amp;iacute;dos por outros como &lt;em&gt;The Perfect Murder&lt;/em&gt;, de Peter James. De acordo com o The Times, a iBookstore &amp;quot;aparentemente censurou seu cat&amp;aacute;logo brit&amp;acirc;nico depois que o The Times questionou sobre como a lista era feita&amp;rdquo;. No entanto, a Apple n&amp;atilde;o quis explicar o desaparecimento ao jornal. Em abril, Steve Jobs disse que queria que o iPad ficasse livre de aplicativos pornogr&amp;aacute;ficos.</description><source>The Bookseller</source><author>Victoria Gallagher</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59052</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59052</guid><pubDate>Tue, 27 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Três perguntas para Lucia Riff sobre o ‘affair’ Wylie</title><description>&lt;div&gt;O mercado editorial americano foi sacudido na semana passada por um terremoto que promete se desdobrar em novos abalos no futuro pr&amp;oacute;ximo, &amp;agrave; medida que as placas tect&amp;ocirc;nicas se ajustarem num ambiente de neg&amp;oacute;cios que o revolucion&amp;aacute;rio livro digital, at&amp;eacute; ano passado pouco mais que uma curiosidade e uma promessa, come&amp;ccedil;a finalmente a redesenhar na marra. No epicentro do fen&amp;ocirc;meno est&amp;aacute; o agente liter&amp;aacute;rio Andrew Wylie. E n&amp;oacute;s com isso? Que li&amp;ccedil;&amp;otilde;es o digitalmente atrasado mercado brasileiro pode tirar do furdun&amp;ccedil;o? Quem responde &amp;eacute; Lucia Riff, a principal agente liter&amp;aacute;ria do pa&amp;iacute;s, cuja empresa completar&amp;aacute; duas d&amp;eacute;cadas de atividade em janeiro do ano que vem. &amp;ldquo;O Wylie entrou com um an&amp;uacute;ncio bomb&amp;aacute;stico: ele est&amp;aacute; montando uma editora de e-books e vai publicar seus pr&amp;oacute;prios autores. Ou seja, a quest&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas se o autor deve ficar fiel &amp;agrave; sua editora e manter no mesmo selo livros em papel e e-books &amp;ndash; ou se deve ouvir as novas editoras de e-book ou mesmo outras editoras tradicionais que possam estar fazendo um trabalho melhor com o novo formato. A quest&amp;atilde;o que incomoda na posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Wylie &amp;eacute; que me parece haver um certo conflito de interesses quando um agente se prop&amp;otilde;e a ter uma editora&amp;rdquo;, diz Lucia. Leia a &lt;a href="http://veja.abril.com.br/blog/todoprosa/tres-perguntas-para/lucia-riff-sobre-o-‘affair’-wylie-agente-nao-e-editor/"&gt;entrevista&lt;/a&gt; na &amp;iacute;ntegra.&lt;/div&gt;</description><source>Veja On Line</source><author>Sérgio Rodrigues</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59048</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59048</guid><pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Em 10 anos, menos de 25% dos livros vendidos será em papel</title><description>&lt;div&gt;A semana que passou foi hist&amp;oacute;rica para o universo dos livros - se &amp;eacute; que eles existir&amp;atilde;o no futuro. A Amazon.com, uma das maiores vendedoras de livros dos EUA, &lt;a href="http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=58929"&gt;anunciou&lt;/a&gt; que, nos &amp;uacute;ltimos tr&amp;ecirc;s meses, as vendas de livros para o seu leitor eletr&amp;ocirc;nico Kindle, ultrapassaram as de livros de capa dura. Neste per&amp;iacute;odo, a Amazon afirma ter vendido 143 livros Kindle para cada 100 de capa dura, inclusive aqueles que n&amp;atilde;o foram editados para o Kindle. Os amantes dos livros, que lamentam o fim dos de capa dura com seu peso e seu cheiro de antigo, precisam encarar a realidade, observou Mike Shatzkin, fundador e diretor executivo da Idea Logical Company, que assessoras as editoras de livros na mudan&amp;ccedil;a para a vers&amp;atilde;o digital. &amp;quot;Este dia era esperado, um dia que tinha de vir&amp;quot;, acrescentou. Ele prev&amp;ecirc; que numa d&amp;eacute;cada, menos de 25% de todos os livros vendidos ser&amp;atilde;o em vers&amp;otilde;es impressas. No entanto, o livro impresso n&amp;atilde;o est&amp;aacute; absolutamente em extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o. As vendas de todo o setor subiram 22% este ano, segundo a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Americana de Editoras. A grande surpresa, segundo Shatzkin, foi que o dia chegou durante o primeiro per&amp;iacute;odo em que o Kindle enfrentava uma grave amea&amp;ccedil;a competitiva. O iPad da Apple. &lt;small&gt;(The New York Times)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Claire Cain Miller</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59027</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59027</guid><pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Site estimula a leitura nas férias</title><description>&lt;div&gt;As f&amp;eacute;rias est&amp;atilde;o acabando, mas ainda d&amp;aacute; tempo de aproveitar o tempo que resta para aprender e se divertir. O site do movimento &lt;a href="http://www.todospelaeducacao.org.br/"&gt;Todos pela Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt; traz um programa para incentivar o aprendizado durante o recesso escolar. &amp;rdquo;No Ar: Todos Pela Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; de julho j&amp;aacute; est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel para &lt;a href="http://www.todospelaeducacao.org.br/radios.aspx"&gt;download&lt;/a&gt; e traz o depoimento de Ra&amp;iacute;, que pede aos pais que estimulem nos filhos a leitura e o gosto pelo cinema.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59039</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59039</guid><pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A vida das palavras</title><description>&lt;div&gt;Cada mudan&amp;ccedil;a tecnol&amp;oacute;gica apresenta novas palavras, abreviaturas e siglas. Termos que s&amp;atilde;o criados para produtos e ideias que n&amp;atilde;o existiam s&amp;atilde;o importados junto das novidades e entram no vocabul&amp;aacute;rio de quem lida diretamente com a &amp;aacute;rea. Aos poucos, essas novas palavras s&amp;atilde;o incorporadas ao portugu&amp;ecirc;s e v&amp;atilde;o se popularizando at&amp;eacute; passarem a fazer parte dos di&amp;aacute;logos de quem n&amp;atilde;o tem v&amp;iacute;nculo direto com os assuntos da tecnologia. O l&amp;eacute;xico, explica Maria Cristina Altman, coordenadora do Centro de Documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Historiografia Lingu&amp;iacute;stica da Universidade de S&amp;atilde;o Paulo (USP), &amp;eacute; a parte da l&amp;iacute;ngua que primeiro e mais visivelmente acompanha as mudan&amp;ccedil;as do mundo. Se, agora, &amp;eacute; do ingl&amp;ecirc;s a origem da maior parte das novas palavras, esse privil&amp;eacute;gio j&amp;aacute; foi do italiano no s&amp;eacute;culo 15, do tupi no s&amp;eacute;culo 16 (gra&amp;ccedil;as aos nomes de muitas plantas e animais) e das l&amp;iacute;nguas europeias no s&amp;eacute;culo 19 &amp;ndash; principalmente do franc&amp;ecirc;s. O tr&amp;acirc;nsito de palavras entre l&amp;iacute;nguas &amp;eacute; um processo constante, natural e inevit&amp;aacute;vel. Na opini&amp;atilde;o de Viaro, esse fluxo n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma amea&amp;ccedil;a ao portugu&amp;ecirc;s. &amp;ldquo;As palavras n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m dono. O ac&amp;uacute;mulo de estrangeirismos se deve ao maior contato que temos hoje entre os povos.&amp;rdquo; Veja alguns &lt;a href="http://blogs.estadao.com.br/link/novo-lexico/"&gt;exemplos&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Carla Peralva</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59042</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59042</guid><pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Espalha como vírus, caduca feito disquete</title><description>&lt;div&gt;A Filosofia nasceu falando grego; o Direito, latim; e o futebol, ingl&amp;ecirc;s. A cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma cultura nova faz que tudo nela seja batizado no idioma de onde ela brotou. Da&amp;iacute; que ainda hoje usamos express&amp;otilde;es aparentemente b&amp;aacute;rbaras como silogismo, habeas corpus e gol. Quando eu tinha dez anos, meu pai me levava ao est&amp;aacute;dio e dizia coisas tipo: &amp;ldquo;N&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel o juiz marcar um free-kick nessa jogada! O full-back n&amp;atilde;o fez nada e o center-forward estava em off-side&amp;rdquo;. Dizem que ingleses inventaram o foot-ball de 1863 e brasileiros criaram o futebol de hoje. Mas, mais do que traduzir o jogo, recriamos uma l&amp;iacute;ngua. Escanteio, zagueiro, impedimento; len&amp;ccedil;ol, el&amp;aacute;stico, pedalada, cavadinha, tr&amp;ecirc;s-dedos. Os res&amp;iacute;duos anglo-sax&amp;otilde;es s&amp;atilde;o m&amp;iacute;nimos. O mesmo acontece com a tecnologia. Profetizo, com a ousadia caolha dos profetas, que no universo de computadores e internet os termos estrangeiros dar&amp;atilde;o lugar a palavras aportuguesadas que a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o preferir. Eu uso saite em vez de site. S&amp;iacute;tio &amp;eacute; simp&amp;aacute;tico, mas duvido que pegue, por estar contaminado pela ideia de pequena propriedade rural. E o que dizer de drive? Por que n&amp;atilde;o adotar logo draive, pendraive, j&amp;aacute; que &amp;eacute; assim que falamos? Mas h&amp;aacute; sutilezas. Prefiro websaite a uebsaite. Termos inform&amp;aacute;ticos caducam com rapidez. De vez em quando, digo &amp;ldquo;tenho isso no meu winchester&amp;rdquo;, a galera desaba de rir. &lt;small&gt;(* Br&amp;aacute;ulio Tavares &amp;eacute; escritor)&lt;/small&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Bráulio Tavares*</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59043</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59043</guid><pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>“No juízo final, entro na fila dos escritores”, diz Marçal Aquino</title><description>&lt;div&gt;A biblioteca da casa do escritor Mar&amp;ccedil;al Aquino ganhou ares de casa de boneca. Uma cama coberta por colcha em tom beb&amp;ecirc; abriga ursos de pel&amp;uacute;cia sentados de frente para 3 mil livros. &amp;Eacute; assim desde que ele passou a dividir seu sobrado na Vila Mariana, em S&amp;atilde;o Paulo, com a &amp;uacute;nica filha, Alice, 17 anos. Enquanto ela estuda ou pratica cosplay (fantasiar-se de personagens de mang&amp;aacute;, por exemplo) ele se isola no escrit&amp;oacute;rio, que fica no quintal - &amp;quot;o melhor dos mundos, onde bate sol ou a chuva cai&amp;quot;. L&amp;aacute;, ele e Fernando Bonassi escrevem o seriado For&amp;ccedil;a-Tarefa, da TV Globo, que caminha para a 3&amp;ordf; temporada. Com mais de dez livros publicados, dois deles namoram, no momento, com o cinema. &lt;em&gt;Cabe&amp;ccedil;a a pr&amp;ecirc;mio&lt;/em&gt; estreia dia 6 e &lt;em&gt;Eu receberia as piores not&amp;iacute;cias dos seus lindos l&amp;aacute;bios&lt;/em&gt; come&amp;ccedil;a a ser rodado dia 9, no Par&amp;aacute;, por Beto Brant. Leia a &lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,marcal-aquino-escritor-em-entrevista,586336,0.htm"&gt;entrevista&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Débora Bergamasco</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59046</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59046</guid><pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Em busca do Brasil profundo</title><description>O historiador Evaldo Cabral de Mello publicou h&amp;aacute; 35 anos seu primeiro livro, &lt;em&gt;Olinda restaurada&lt;/em&gt;, em que abordava de forma original os anos da ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o holandesa no Brasil, analisando as particularidades do conflito entre holandeses e a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o luso-brasileira de Pernambuco. Aos 74 anos, o ex-diplomata retoma o tema com f&amp;ocirc;lego ainda maior em &lt;em&gt;O Brasil Holand&amp;ecirc;s&lt;/em&gt; (512 pp., R$ 28), que a Companhia das Letraslan&amp;ccedil;a junto a um outro livro, dedicado ao pol&amp;iacute;tico e escritor abolicionista Joaquim Nabuco (1849-1910), ambos inaugurando o selo Penguin/Companhia das Letras. &lt;em&gt;Joaquim Nabuco Essencial &lt;/em&gt;(632 pp., R$ 32) &amp;eacute; uma compila&amp;ccedil;&amp;atilde;o de textos do autor de &lt;em&gt;O Abolicionismo &lt;/em&gt;(1883), que est&amp;aacute; sendo relan&amp;ccedil;ado em edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bolso pela Bestbolso (Editora Best Seller). Nabuco &amp;eacute; estudado por Cabral de Mello h&amp;aacute; muitos anos, assim como o holand&amp;ecirc;s Maur&amp;iacute;cio de Nassau, personagem central de &lt;em&gt;O Brasil Holand&amp;ecirc;s&lt;/em&gt;, que havia sido biografado pelo historiador em Nassau: Governador do Brasil Holand&amp;ecirc;s (2006). Sobre os documentos in&amp;eacute;ditos pesquisados por ele para seu novo livro, Evaldo Cabral de Mello falou ao Sab&amp;aacute;tico, enfatizando que o padre Antonio Vieira foi um entreguista e que nunca interessou aos portugueses ou holandeses revelar quem foi o real Calabar, que se bandeou para o lado dos &amp;uacute;ltimos. &lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,historiador-examina-o-dominio-holandes-no-nordeste,585353,0.htm"&gt;Leia a entrevista.&lt;/a&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Antonio Gonçalves Filho</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59023</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59023</guid><pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>34 lança livro premiado de valter hugo mãe </title><description>&lt;div&gt;Nascido em Angola e radicado em Portugal, o escritor e artista pl&amp;aacute;stico valter hugo m&amp;atilde;e (que assina assim mesmo, em min&amp;uacute;sculas) ter&amp;aacute; seu romance &lt;em&gt;o remorso de baltazar serapi&amp;atilde;o&lt;/em&gt; (tamb&amp;eacute;m com o t&amp;iacute;tulo em min&amp;uacute;sculas) lan&amp;ccedil;ado em setembro pela Editora 34. Conforme a coluna No Prelo, o livro venceu o pr&amp;ecirc;mio Jos&amp;eacute; Saramago de 2007 e recebeu elogios enf&amp;aacute;ticos do autor de &lt;em&gt;Memorial do convento&lt;/em&gt;, que o definiu como &amp;ldquo;uma revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; respons&amp;aacute;vel por nada menos que &amp;ldquo;um novo parto da l&amp;iacute;ngua portuguesa.&amp;rdquo; Ainda pouco conhecido no Brasil, valter hugo m&amp;atilde;e, de 38 anos, tem apenas um livro editado no pa&amp;iacute;s: uma colet&amp;acirc;nea de poemas publicada este ano pela Oficina Raquel.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Mànya Millen e Miguel Conde</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59014</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59014</guid><pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Stephanie Meyer conta tudo!</title><description>&lt;div&gt;Ok, n&amp;atilde;o &amp;eacute; verdade, mas esta &amp;eacute; uma entrevista com um autor do Arizona que escreve sobre vampiros adolescentes e que tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; muito, muito legal. Adam Rex &amp;eacute; o autor, ilustrador ou autor e ilustrador de uma d&amp;uacute;zia de livros para crian&amp;ccedil;as. Seu primeiro romance juvenil, &lt;em&gt;Fat Vampire: A Never Coming of Age Story&lt;/em&gt;, distribu&amp;iacute;do hoje pela HarperCollins, mostra um estudante de 15 anos chamado Doug, que se torna um vampiro por acidente. &amp;ldquo;O vampiro &amp;eacute; uma esp&amp;eacute;cie de met&amp;aacute;fora para o jeito com que os adolescentes se alimentam uns dos outros para sua pr&amp;oacute;pria gl&amp;oacute;ria e satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas isso &amp;eacute; contra a forma com que eles est&amp;atilde;o sendo retratados hoje: n&amp;atilde;o se trata mais de um vampiro vil&amp;atilde;o; &amp;eacute; mais sobre a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um desejo de ser congelado em seu auge f&amp;iacute;sico, levando a hist&amp;oacute;ria para longe de sua origem folcl&amp;oacute;rica. &lt;a href="http://publishingperspectives.com/?p=15694"&gt;Leia a entrevista&lt;/a&gt; (em ingl&amp;ecirc;s). Para ver seu conte&amp;uacute;do ilustrado por Rex, &lt;a href="http://publishingperspectives.com/wp-content/uploads/2010/06/Fat-Vampire.png"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>Publishing Perspectives</source><author>Edward Nawotka</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59034</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59034</guid><pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Eisner 2010 premia seus vencedores</title><description>&lt;div&gt;O Pr&amp;ecirc;mio Eisner 2010 foi entregue na noite de 23 de julho, durante a San Diego Comic-Com. Dentre os nomes que mais se destacaram est&amp;atilde;o: David Mazzucchelli, que ganhou tr&amp;ecirc;s pr&amp;ecirc;mios, com &lt;em&gt;Asterios Polyp&lt;/em&gt; (melhor graphic novel em &amp;aacute;lbum in&amp;eacute;dito, melhor roteirista-artista e melhor letrista); Ed Brubaker, premiado por seu trabalho nos roteiros de &lt;em&gt;Captain America&lt;/em&gt;, t&amp;iacute;tulo que tamb&amp;eacute;m faturou pr&amp;ecirc;mio de melhor edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;uacute;nica; Skottie Young, que ganhou dois pr&amp;ecirc;mios (melhor publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para crian&amp;ccedil;as e melhor s&amp;eacute;rie limitada) com &lt;em&gt;The Wonderful Wizard of Oz&lt;/em&gt;; e J. H. Williams III, que faturou os pr&amp;ecirc;mios melhor desenhista-arte-finalista e melhor capista por seu trabalho na revista &lt;em&gt;Detective Comics&lt;/em&gt;. Veja a &lt;a href="http://universohq.com/quadrinhos/2010/n26072010_09.cfm"&gt;rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa&lt;/a&gt; dos vencedores.&lt;/div&gt;</description><source>Universo HQ</source><author>Sérgio Codespoti</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59047</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59047</guid><pubDate>Mon, 26 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>“Saramago está aqui”, diz Pilar</title><description>&lt;div&gt;A espanhola Pilar Del R&amp;iacute;o quer tornar-se portuguesa e ganhar a mesma nacionalidade do marido escritor, que se tornou o &amp;uacute;nico Nobel de Literatura de nosso idioma. Com f&amp;ocirc;lego invej&amp;aacute;vel, a vi&amp;uacute;va de Jos&amp;eacute; Saramago se desdobra para dar conta de tantas homenagens a ele. No s&amp;eacute;timo dia de sua morte, ela deu partida a uma maratona de 15 horas de leitura de &lt;em&gt;O ano da morte de Ricardo Reis&lt;/em&gt;; no 30&amp;ordm;, participou de um brinde, com vinho, levantado pelos &amp;ldquo;saramaguianos&amp;rdquo;, ato que ser&amp;aacute; repetido no dia 18 de cada m&amp;ecirc;s. Agora &amp;eacute; a vez de o Brasil render tributo ao escritor: na noite de 7 de agosto, ele ser&amp;aacute; destaque na Festa Liter&amp;aacute;ria Internacional de Paraty (Flip), numa mesa agendada para substituir o m&amp;uacute;sico Lou Reed, que cancelou sua participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ser&amp;atilde;o exibidos trechos in&amp;eacute;ditos do document&amp;aacute;rio &amp;ldquo;Jos&amp;eacute; &amp;amp; Pilar&amp;rdquo;, de Miguel Gon&amp;ccedil;alves Mendes, e haver&amp;aacute; debate com o cineasta.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Sandra Cohen</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59016</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59016</guid><pubDate>Sun, 25 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Novo espetáculo de Deborah Colker é baseado em Pushkin</title><description>&lt;div&gt;Vai se chamar &amp;ldquo;Tathyana&amp;rdquo; o espet&amp;aacute;culo que Deborah Colker prepara para estrear em 2011, informa a coluna Gente Boa. Tathyana &amp;eacute; a protagonista do romance em versos &lt;em&gt;Eug&amp;ecirc;nio Oneguin&lt;/em&gt;, do russo Alexander Pushkin, a base de inspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o da core&amp;oacute;grafa.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59030</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59030</guid><pubDate>Sun, 25 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Sociólogo não vem ao Brasil para não poluir</title><description>&lt;div&gt;O brit&amp;acirc;nico Anthony Giddens, um dos mais influentes soci&amp;oacute;logos da atualidade, agradeceu ao convite da Zahar para vir lan&amp;ccedil;ar &lt;em&gt;A pol&amp;iacute;tica da mudan&amp;ccedil;a clim&amp;aacute;tica&lt;/em&gt; &amp;ndash; mas declinou, em prol do bem-estar do planeta. Segundo a coluna Gente Boa, Giddens n&amp;atilde;o far&amp;aacute; voo de longa dist&amp;acirc;ncia em 2010 como contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das emiss&amp;otilde;es de carbono.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59031</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59031</guid><pubDate>Sun, 25 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>O complexo percurso de Edgar Morin</title><description>&lt;div&gt;Em 22 de maio, Edgar Morin, era o convidado de honra do Espa&amp;ccedil;o Ricard, galeria de Paris na qual todos os meses seu amigo Michel Maffesoli realiza o evento Convite ao Imagin&amp;aacute;rio. A discuss&amp;atilde;o se dava em torno do livro de Ali Aik Abdelmalek, &lt;em&gt;Edgar Morin, Sociologue de la Complexit&amp;eacute;&lt;/em&gt; (2010). Aos 89 anos, aquele que por certo &amp;eacute; o pensador vivo mais importante da Fran&amp;ccedil;a desfruta de uma onda de semin&amp;aacute;rios, col&amp;oacute;quios e lan&amp;ccedil;amentos de livros a seu respeito. Morin oferece a seus leitores e ouvintes o privil&amp;eacute;gio de fruir de sua cr&amp;iacute;tica complexa e, ao mesmo tempo, de uma reconstitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o autobiogr&amp;aacute;fica minuciosa. Esses dois elementos podem ser encontrados em &lt;em&gt;Meu caminho&lt;/em&gt; (Bertrand, 378 pp., R$ 45 &amp;ndash; Trad.: Edgard de A. Carvalho e Mariza P. Bosco), obra fundamental para quem pretende conhecer a origem criativa do pensador da complexidade. Lan&amp;ccedil;ado em 2008 na Fran&amp;ccedil;a, o livro &amp;eacute; fruto de uma s&amp;eacute;rie de entrevistas concedidas &amp;agrave; jornalista Dj&amp;eacute;nane Kareh Tager, especialista em arrancar depoimentos instigantes.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Andrei Netto</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59024</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59024</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Tributos ao bardo da causa negra</title><description>&lt;div&gt;No in&amp;iacute;cio do s&amp;eacute;culo 20 o escritor Lima Barreto deixaria em seus Di&amp;aacute;rios passagens fortes acerca da nossa sociedade e do racismo aqui praticado. Numa terra em que se insiste em n&amp;atilde;o ser negro, o escritor teimou em se caracterizar e fazer literatura negra. Poucos literatos definiram-se como tal e, nessa galeria limitada, encontra-se Luiz Gama. Advogado, poeta, jornalista, Gama ria das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es que por aqui se estabelecem em torno da cor. &amp;Eacute;, pois, motivo de grande alegria a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dois livros dedicados a Luiz Gama. &lt;em&gt;O advogado dos escravos&lt;/em&gt; (Lettera.doc, 316 pp., R$ 39,90), escrito por Nelson C&amp;acirc;mara, traz novidades, sobretudo, quando recupera e anexa processos em que Gama se envolveu. O outro livro &amp;ndash; &lt;em&gt;Luiz Gama&lt;/em&gt; (Selo Negro, 120 pp., R$ 21) &amp;ndash; &amp;eacute; de autoria de Luiz Carlos Santos. Apesar de seu tamanho menor, o texto recupera a vida de Gama, assim como acentua o perfil ativista de seu biografado.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Lilia Moritz Schwarcz</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59025</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59025</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Índia apresenta seu ''iPad'' de US$ 35</title><description>&lt;div&gt;Parece um iPad, mas custa 1/14 de um iPad: &amp;eacute; o prot&amp;oacute;tipo de um tablet b&amp;aacute;sico dirigido ao p&amp;uacute;blico estudantil, que a &amp;Iacute;ndia acaba de apresentar - e espera come&amp;ccedil;ar a produzir em 2011. &amp;quot;Esta &amp;eacute; a nossa resposta ao computador de US$ 100 do MIT&amp;quot;, disse o ministro de desenvolvimento de recursos humanos Kapil Sibal, ao Economic Times na apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do aparelho esta semana. Se o governo conseguir encontrar um fabricante, o computador com sistema operacional Linux ser&amp;aacute; o mais recente de uma s&amp;eacute;rie de inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;quot;mais baratas do mundo&amp;quot; a chegar ao mercado da &amp;Iacute;ndia, que j&amp;aacute; tem o carro compacto Nano de 100 mil rupias (US$ 2.127), o purificador de &amp;aacute;gua de 749 rupias (US$ 16) e a cirurgia a cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o aberto por US$ 2 mil. O tablet pode ser usado para fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es como processador de texto, navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o na internet e videoconfer&amp;ecirc;ncia. Tamb&amp;eacute;m tem uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o a energia solar - importante para o interior da &amp;Iacute;ndia que tem escassez de energia -, embora ela represente um acr&amp;eacute;scimo do custo. Mamta Varma, uma porta-voz do minist&amp;eacute;rio, disse que a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos custos do hardware e o design inteligente tornam o pre&amp;ccedil;o sugerido plaus&amp;iacute;vel. O tablet n&amp;atilde;o tem disco r&amp;iacute;gido, mas usa um cart&amp;atilde;o de mem&amp;oacute;ria, semelhante ao de um celular. O seu design reduz o custo do hardware, e o uso de software de fonte aberta tamb&amp;eacute;m contribui para torn&amp;aacute;-lo mais econ&amp;ocirc;mico. A &amp;Iacute;ndia planeja subsidiar o custo do tablet para os seus estudantes, para que o pre&amp;ccedil;o de compra possa chegar a cerca de US$ 20.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Erika Kinetz</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59008</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59008</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>&lt;i&gt;The Pacific&lt;/i&gt; em livro</title><description>&lt;div&gt;A Bertrand Brasil comprou os direitos do livro &lt;em&gt;The Pacific&lt;/em&gt;, de Hugh Ambrose, que originou a s&amp;eacute;rie da HBO sobre fuzileiros navais na 2&amp;ordf; Guerra. Produzida por Tom Hanks e Steven Spielberg, a miniss&amp;eacute;rie teve 24 indica&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o Emmy, que ser&amp;aacute; entregue em 29 de agosto. O problema agora &amp;eacute; correr com a tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das mais de 500 p&amp;aacute;ginas. Com sorte, sair&amp;aacute; no primeiro trimestre de 2011. O &amp;uacute;ltimo epis&amp;oacute;dio foi exibido no Brasil em junho, indica a coluna Babel.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59010</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59010</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Sai 100ª edição do Maluquinho</title><description>&lt;div&gt;A Melhoramentos decidiu fazer tiragem especial da 100&amp;ordf; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;O Menino Maluquinho&lt;/em&gt;, a ser lan&amp;ccedil;ada na Bienal Internacional do Livro de S&amp;atilde;o Paulo, quando a companhia celebra 120 anos de hist&amp;oacute;ria. Ser&amp;atilde;o 2 mil c&amp;oacute;pias para Ziraldo e a editora distribu&amp;iacute;rem a pessoas pr&amp;oacute;ximas. Neste caso, o livro ter&amp;aacute; capa redesenhada pelo autor e, nas orelhas, depoimentos de gente como Martinho da Vila e Ferreira Gullar. J&amp;aacute; a tiragem para o p&amp;uacute;blico, conforme a coluna Babel, ter&amp;aacute; 10 mil exemplares. Ziraldo tamb&amp;eacute;m lan&amp;ccedil;a &lt;em&gt;O Menino da Terra&lt;/em&gt;, primeiro infantil nacional com jogo de realidade aumentada, no qual a crian&amp;ccedil;a usa o livro como joystick na frente da webcam.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59011</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59011</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Lou Reed importado em liquidação</title><description>&lt;div&gt;Conforme a coluna Babel, a Livraria da Vila encomendou cem exemplares de &lt;em&gt;Pass Thru Fire &amp;ndash; The Collected Lyrics&lt;/em&gt;, de Lou Reed, no embalo da Flip. Como o m&amp;uacute;sico n&amp;atilde;o vem mais, a baixa foi imediata: de R$ 49, o livro importado sair&amp;aacute; por R$ 39. A Companhia das Letras vende o t&amp;iacute;tulo traduzido, &lt;em&gt;Atravessar o fogo&lt;/em&gt;, por R$ 51,50.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59013</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59013</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Zoé Valdés publica sequência de &lt;i&gt;O nada cotidiano&lt;/i&gt;</title><description>&lt;div&gt;De acordo com a coluna Babel, quinze anos depois de lan&amp;ccedil;ar &lt;em&gt;O nada cotidiano&lt;/em&gt;, sobre sua vida em Cuba, a exilada Zo&amp;eacute; Vald&amp;eacute;s publica em setembro na Europa a sequ&amp;ecirc;ncia da obra, &lt;em&gt;O todo cotidiano&lt;/em&gt;, no qual fala da vida da Fran&amp;ccedil;a. Aqui, o primeiro livro saiu em 1998 pela Record. No come&amp;ccedil;o do ano que vem, a Benvir&amp;aacute; ser&amp;aacute; a primeira editora a juntar os dois t&amp;iacute;tulos num s&amp;oacute; volume.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59015</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59015</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>O verdadeiro freak brother</title><description>&lt;div&gt;A carreira como cartunista rendeu a Gilbert Shelton um lugar entre os pioneiros das HQs underground e tamb&amp;eacute;m caixas e caixas de material in&amp;eacute;dito. Elas o acompanham desde Nova York, onde, em 1962, publicou os primeiros desenhos como profissional, e ganharam volume em Paris, cidade em que se instalou h&amp;aacute; 25 anos com a mulher, a agente liter&amp;aacute;ria Lora Fountain. No pr&amp;oacute;ximo dia 3,o artista desembarca no Brasil com a mulher e o casal Aline e Robert Crumb para um temporada de seis dias em Paraty. Participar&amp;aacute; daquela que &amp;eacute; uma das mesas mais concorridas da oitava edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Flip, no dia 6. &amp;ldquo;Vi na televis&amp;atilde;o um document&amp;aacute;rio sobre Paraty, ent&amp;atilde;o agora sei como &amp;eacute; a cidade, uma coisa colonial&amp;rdquo;, diz Shelton em conversa por telefone com o &lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,gilbert-shelton-o-verdadeiro-freak-brother,585364,0.htm"&gt;Estad&amp;atilde;o.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59017</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59017</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Celso Furtado reeditado</title><description>&lt;div&gt;Em boa hora, a Contraponto reeditou &lt;em&gt;Desenvolvimento e Subdesenvolvimento&lt;/em&gt; (Contraponto, 236 pp., R$ 40), de Celso Furtado, aqui destacado entre os t&amp;iacute;tulos do economista que a editora vem publicando desde 2008. Trata-se de uma sistematiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, empreendida pelo autor de suas reflex&amp;otilde;es e contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o conceito de subdesenvolvimento, suas diferen&amp;ccedil;as em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a outras abordagens, sobretudo as cl&amp;aacute;ssicas e as genericamente chamadas neocl&amp;aacute;ssicas, dominantes no pensamento da ci&amp;ecirc;ncia econ&amp;ocirc;mica por longo tempo. N&amp;atilde;o &amp;eacute; original e n&amp;atilde;o &amp;eacute; seu &amp;ldquo;cl&amp;aacute;ssico&amp;rdquo;, que, como sabemos, &amp;eacute; &lt;em&gt;Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o Econ&amp;ocirc;mica do Brasil&lt;/em&gt;. Tem o valor das sistematiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o que aclara talvez quest&amp;otilde;es expressadas em outros textos no meio do turbilh&amp;atilde;o de ideias de Furtado. A reedi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do livro n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas a reapresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um cl&amp;aacute;ssico da literatura econ&amp;ocirc;mico-social brasileira e latino-americana. Seu valor heur&amp;iacute;stico segue na primeira fila dos ensaios que passaram &amp;agrave; prova da hist&amp;oacute;ria, no sentido de que inspiraram pol&amp;iacute;ticas concretas e foram armas no debate ideol&amp;oacute;gico e no conflito de classes, e continua sendo um excelente ponto de partida para as reflex&amp;otilde;es sobre nossas especificidades, sem negar o car&amp;aacute;ter universal de suas perspectivas e proposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es. &lt;small&gt;(* Francisco de Oliveira &amp;eacute; professor em&amp;eacute;rito da FFLCH-USP)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Francisco de Oliveira*</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59021</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59021</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>País em transformação aos olhos de Miriam Leitão</title><description>&lt;div&gt;&amp;ldquo;O senhor tolere&amp;rdquo;, pede Miriam Leit&amp;atilde;o no t&amp;iacute;tulo da &amp;uacute;ltima das se&amp;ccedil;&amp;otilde;es de &lt;em&gt;Conv&amp;eacute;m sonhar&lt;/em&gt; &lt;span&gt;(Record, 504 pp., R$ 54,90&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;, uma deliciosa compila&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos textos de sua coluna di&amp;aacute;ria no caderno de economia de O Globo, escritos entre 1993 e 2009. A toler&amp;acirc;ncia pedida &amp;eacute; porque os textos dessa se&amp;ccedil;&amp;atilde;o refletem &amp;ldquo;aqueles dias em que os jornalistas acordam e sonham apenas em poder escrever, seja sobre que tema for&amp;rdquo;. De p&amp;iacute;lula em p&amp;iacute;lula, Miriam faz um balan&amp;ccedil;o da hist&amp;oacute;ria econ&amp;ocirc;mica do pa&amp;iacute;s desde a estabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em 1994 at&amp;eacute; os dias atuais, com suas aventuras e desventuras, seus acertos e desacertos - mas &amp;eacute; a hist&amp;oacute;ria de um pa&amp;iacute;s novo, sem d&amp;uacute;vida, livre dos grilh&amp;otilde;es da ditadura e da hiperinfla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em busca de uma (tamb&amp;eacute;m inalcan&amp;ccedil;&amp;aacute;vel?) normalidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Edmar Lisboa Bacha</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59026</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59026</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>O mundo num rap</title><description>&lt;div&gt;Boaventura de Sousa Santos &amp;eacute; um soci&amp;oacute;logo portugu&amp;ecirc;s de 69 anos e cabelos grisalhos. Queni N.S.L. Oeste &amp;eacute; um jovem rapper portugu&amp;ecirc;s nascido no Barreiro, bairro da periferia de Lisboa. &lt;em&gt;Rap Global&lt;/em&gt; &amp;eacute; um livro - o primeiro de Queni. Publicado pela editora carioca Aeroplano, ele ser&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ado no Rio de Janeiro na pr&amp;oacute;xima quarta-feira. Boaventura estar&amp;aacute; presente; Queni, n&amp;atilde;o. Como indica seu nome esdr&amp;uacute;xulo - uma alus&amp;atilde;o ao rapper americano Kanye West -, o jovem m&amp;uacute;sico &amp;eacute; na verdade apenas uma inven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do soci&amp;oacute;logo, um alter ego que funciona como narrador imagin&amp;aacute;rio de sua nova obra, definida por ele (Boaventura? Queni?) como &amp;ldquo;um grito do Ipiranga de quem foi at&amp;eacute; os confins da mais louca e oculta modernidade ocidental para poder denunci&amp;aacute;-la sem peso nem medida, mas com conhecimento de causa&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Miguel Conde</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59022</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59022</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Usina de Letras lança bolsa de incentivo para autor brasileiro</title><description>&lt;div&gt;A editora carioca Usina de Letras lan&amp;ccedil;ar&amp;aacute; durante a Bienal de S&amp;atilde;o Paulo, que come&amp;ccedil;a dia 12 de agosto, uma bolsa de incentivo para os escritores do pa&amp;iacute;s. N&amp;atilde;o em dinheiro, mas em palavras... Ser&amp;aacute; uma ecobag trazendo estampada a frase &amp;ldquo;Eu leio autor brasileiro&amp;rdquo;. A editora, que lan&amp;ccedil;ar&amp;aacute; quase 30 obras nacionais na Bienal, lembra que aproximadamente 80% dos livros lidos no pa&amp;iacute;s s&amp;atilde;o traduzidos. Vale o est&amp;iacute;mulo, comenta a coluna No Prelo.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Mànya Millen e Miguel Conde</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59012</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59012</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Via aberta para o intercâmbio cultural</title><description>&lt;div&gt;Em meio a livros de autores diversos da Am&amp;eacute;rica Latina espalhados em prateleiras pelo primeiro andar da Livraria Azteca, no bairro de Perdizes, em S&amp;atilde;o Paulo, o editor Danubio Torres Fierro folheia um livro em portugu&amp;ecirc;s e espanhol do autor mexicano Octavio Paz. Trata-se de uma c&amp;oacute;pia de &lt;em&gt;&amp;Aacute;guia ou sol?&lt;/em&gt; (esp&amp;eacute;cie de &amp;ldquo;cara ou coroa&amp;rdquo; no M&amp;eacute;xico), publicado em 2001 pela editora estatal mexicana Fondo de Cultura Econ&amp;oacute;mica (FCE). O livro tem uma import&amp;acirc;ncia especial num momento em que a editora analisa seus pr&amp;oacute;ximos passos no pa&amp;iacute;s, onde est&amp;aacute; desde 1991, mas &amp;eacute; praticamente uma desconhecida do p&amp;uacute;blico brasileiro. Fierro, ali&amp;aacute;s, chegou h&amp;aacute; pouco mais de um m&amp;ecirc;s com a miss&amp;atilde;o de assumir o leme da editora e reposicion&amp;aacute;-la no mercado de livros brasileiro. Hoje, a FCE publica cerca de quatro mil livros por m&amp;ecirc;s no Brasil, a maioria em l&amp;iacute;ngua espanhola. E j&amp;aacute; come&amp;ccedil;ou a conversar com editoras brasileiras com a ideia de fechar uma parceria para lan&amp;ccedil;ar aqui autores de l&amp;iacute;ngua espanhola (n&amp;atilde;o somente mexicanos, diz o editor) em edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es bil&amp;iacute;ngue.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Gilberto Scofield Jr.</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59009</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59009</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>FHC reencontra Freyre na Flip</title><description>&lt;div&gt;Fernando Henrique Cardoso fez-se soci&amp;oacute;logo numa USP hostil &amp;agrave; Gilberto Freyre (1900-1987). A Universidade de S&amp;atilde;o Paulo refutava a romantiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escravid&amp;atilde;o e o mito da democracia racial. Deplorava a insubmiss&amp;atilde;o acad&amp;ecirc;mica do autor de &lt;em&gt;Casa Grande &amp;amp; Senzala&lt;/em&gt; e criticava o seu conservadorismo pol&amp;iacute;tico, manifesto tamb&amp;eacute;m no apoio ao golpe de 1964 e nas conex&amp;otilde;es com o salazarismo. Baixada a poeira ideol&amp;oacute;gica, a USP passou a valorizar a originalidade das interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es freyreanas, o que j&amp;aacute; ocorrera pelo pa&amp;iacute;s e pelo mundo desde os anos 1930. Em entrevista &amp;agrave; &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/771635-na-flip-fhc-vai-relembrar-originalidades-e-contradicoes-de-gilberto-freyre.shtml"&gt;Folha&lt;/a&gt;, FHC relembra como se deu a revis&amp;atilde;o, mas pondera que n&amp;atilde;o abandonou a atitude cr&amp;iacute;tica em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a certas ideias de Freyre. Em 4 de agosto, o ex-presidente faz a confer&amp;ecirc;ncia de abertura da Flip, que neste ano celebra o pensador pernambucano.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Fabio Victor</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59018</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59018</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Colum McCann sobrepõe beleza à tragédia</title><description>&lt;div&gt;Quando as Torres G&amp;ecirc;meas despencaram, em setembro de 2001, o escritor irland&amp;ecirc;s Colum McCann estava em seu apartamento, em Manhattan, acompanhado da mulher e da filha. Primeiro, a trag&amp;eacute;dia lhe atingiu atrav&amp;eacute;s da poeira turvando as janelas de sua casa. Depois, pelo relato de seu sogro, sobrevivente do World Trade Center. A partir de ent&amp;atilde;o, McCann come&amp;ccedil;ou a elaborar &lt;em&gt;Deixe o grande mundo girar &lt;/em&gt;(Record, 378 pp., R$ 52,90 &amp;ndash; Trad.: Maria Jos&amp;eacute; Silveira), livro que levou cinco anos sendo escrito e que lhe valeu, em 2009, o National Book Award, mais importante pr&amp;ecirc;mio liter&amp;aacute;rio americano. Embora o enredo perpasse sempre as Torres G&amp;ecirc;meas, o escritor preferiu confin&amp;aacute;-las em um momento de beleza: quando emolduraram, em 1974, a travessia do equilibrista Philippe Petit sobre um cabo de a&amp;ccedil;o a 110 andares do ch&amp;atilde;o. &amp;quot;N&amp;atilde;o queria problematizar o atentado, formular uma li&amp;ccedil;&amp;atilde;o de moral.&amp;quot; Prestes a conhecer o Brasil para participar da Flip (sua mesa est&amp;aacute; agendada para 12 de agosto), McCann concedeu entrevista &amp;agrave; &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/771658-autor-que-participa-da-flip-evoca-lembranca-das-torres-gemeas-em-livro.shtml"&gt;Folha.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Roberto Kaz</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59019</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59019</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Marlyse era coquete no mundo das letras</title><description>&lt;div&gt;Se poucas palavras puderem descrev&amp;ecirc;-la, eu diria que Marlyse acumulava a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da beleza da mulher com a intelig&amp;ecirc;ncia e sensibilidade do ser humano. Sempre arrumada e at&amp;eacute; pouco tempo atr&amp;aacute;s (n&amp;atilde;o muito) era uma coquete no reino das letras. Estar em dois mundos era o que a caracterizava. Cozinheira/anfitri&amp;atilde; e batalhadora pelo popular em todas as suas manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Sempre teve pai de santo a lhe orientar o caminho. Sempre conseguiu distinguir a sofistica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do requinte. Ao aparecer era vista em sua beleza, eleg&amp;acirc;ncia e glamour. Seu conhecimento do folhetim rivalizava com a sua cultura francesa. Senhora de duas na&amp;ccedil;&amp;otilde;es, talvez at&amp;eacute; universal. Um dos &amp;uacute;ltimos namorados seus que eu conheci era um diplomata cubano. Ou ser&amp;aacute; que era pol&amp;iacute;tico. Outros poder&amp;atilde;o escrever sobre sua obra, eu prefiro ficar na mulher que lia Marivaux no secador do Gil. Enquanto p&amp;ocirc;de andar ela ia se embelezar. A cor do seu cabelo era sempre muito linda. Seus acess&amp;oacute;rios, joias e badulaques quase nem apareciam. Tamb&amp;eacute;m assistia novela, ouvia m&amp;uacute;sica cl&amp;aacute;ssica e popular. Nenhuma forma de express&amp;atilde;o lhe parecia &amp;agrave; toa.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Anna Veronica Mautner</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59028</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59028</guid><pubDate>Sat, 24 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Presidenciáveis na Bienal do Livro </title><description>Dilma Roussef, Jos&amp;eacute; Serra e Marina Silva j&amp;aacute; foram devidamente convocados. A C&amp;acirc;mara Brasileira do Livro quer os tr&amp;ecirc;s na Bienal Internacional do Livro de S&amp;atilde;o Paulo para falar o que pensam sobre as pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas do livro e leitura e tamb&amp;eacute;m ouvir o que o povo do livro tem a dizer a eles, informa o Blog do Galeno. Em 2006, com o Manifesto do Povo do Livro, a estrat&amp;eacute;gia deu certo. Agora, &amp;eacute; repetir a dose e fazer o tema entrar na agenda das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es presidenciais 2010.</description><source>Blog do Galeno</source><author>Galeno Amorim</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58993</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58993</guid><pubDate>Fri, 23 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Críticos e professores de literatura elegem as melhores editoras</title><description>&lt;div&gt;Em n&amp;uacute;mero totalmente dedicado ao Brasil no m&amp;ecirc;s passado, a &amp;quot;Wallpaper&amp;quot; abriu espa&amp;ccedil;o, entre alguns assuntos mais previs&amp;iacute;veis como top models, Oscar Niemeyer e m&amp;uacute;sica popular, para uma chamada de capa que anunciava um boom de livros no Brasil. A reportagem referia-se n&amp;atilde;o s&amp;oacute; &amp;agrave;s editoras, mas tamb&amp;eacute;m &amp;agrave;s livrarias. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; d&amp;uacute;vida de que as coisas mudaram para melhor, como constatou a revista brit&amp;acirc;nica. Nos &amp;uacute;ltimos tr&amp;ecirc;s anos, o n&amp;uacute;mero de livrarias no pa&amp;iacute;s cresceu 10%, segundo o Diagn&amp;oacute;stico do Setor Livreiro, que a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Livrarias (ANL) divulga na ter&amp;ccedil;a-feira. Nesse novo cap&amp;iacute;tulo da hist&amp;oacute;ria do livro nacional, o Valor promoveu uma enquete com um grupo de cr&amp;iacute;ticos e professores para identifical qual &amp;eacute; a melhor editora do Brasil. A Companhia das Letras ficou em primeiro lugar (81%), e a Cosac Naify em segundo (76%). E, mesmo que em quantidade de votos menor, n&amp;uacute;mero significativo de outras editoras foi mencionado, numa evid&amp;ecirc;ncia de que o mercado editorial brasileiro vive um bom momento em qualidade e diversidade. Os votantes e os respons&amp;aacute;veis pela linha editorial das duas casas mais votadas concordam que o panorama &amp;eacute; um dos melhores da hist&amp;oacute;ria do livro no Brasil. A pesquisa promovida pelo Valor n&amp;atilde;o teve a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medir a efici&amp;ecirc;ncia empresarial, mas indicar as editoras que mais se destacam culturalmente. &lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Márcio Ferrari</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58985</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58985</guid><pubDate>Fri, 23 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Diálogo maior entre público e escritores produz mais leitores</title><description>&lt;div&gt;O p&amp;uacute;blico leitor brasileiro tem crescido de forma expressiva. Pesquisa do Observat&amp;oacute;rio da Leitura, &amp;quot;Retratos da Leitura no Brasil&amp;quot; indica que dobrou o n&amp;uacute;mero de livros lidos por habitante na &amp;uacute;ltima d&amp;eacute;cada. Parte dessa evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; creditada &amp;agrave; proximidade e ao di&amp;aacute;logo entre o p&amp;uacute;blico e os escritores, que t&amp;ecirc;m sido fomentados nas pequenas feiras e grandes eventos espalhados pelo pa&amp;iacute;s, como a Festa Liter&amp;aacute;ria Internacional de Paraty (Flip) e a Bienal do Livro. A Flip, concentrada em apenas cinco dias, &amp;eacute; mesmo uma verdadeira festa, que se prolonga noite adentro pelos restaurantes e bares. O custo da Flip 2010 &amp;eacute; de R$ 6,3 milh&amp;otilde;es. Essa verba vem de patrocinadores e parceiros, al&amp;eacute;m de programa de patronos. J&amp;aacute; a bienal mant&amp;eacute;m um estilo de grande feira, onde os estandes das editoras, com seus lan&amp;ccedil;amentos, s&amp;atilde;o t&amp;atilde;o atrativos como os debates e a programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o paralela. Em 2003, quatro meses antes do in&amp;iacute;cio da 1&amp;ordf; Flip, os organizadores temiam n&amp;atilde;o reunir p&amp;uacute;blico para o evento. Mas 500 pessoas compareceram. Na segunda edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o havia 10 mil. Hoje, o festival re&amp;uacute;ne 20 mil e movimenta indiretamente R$ 4,76 milh&amp;otilde;es na economia do munic&amp;iacute;pio. Quatro dias depois do encerramento da Flip, come&amp;ccedil;a outro evento liter&amp;aacute;rio. Mais &amp;quot;mega&amp;quot; a cada edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Bienal Internacional do Livro de S&amp;atilde;o Paulo comemora 40 anos. No mundo, apenas dois eventos liter&amp;aacute;rios t&amp;ecirc;m dimens&amp;atilde;o maior: a Feira do Livro de Frankfurt e a Feira Internacional do Livro de Turim. Em 2008 foram 728 mil visitantes. A expectativa deste ano &amp;eacute; reunir 350 expositores do Brasil e do exterior, representantes de mais de 900 editoras, que estar&amp;atilde;o distribu&amp;iacute;dos numa &amp;aacute;rea de 60 mil m2, no Pavilh&amp;atilde;o de Exposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Anhembi. A CBL vai investir mais de R$ 1,5 milh&amp;atilde;o na bienal. &lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Maria da Paz Trefaut</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58986</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58986</guid><pubDate>Fri, 23 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>SEB vende sistemas de ensino para Pearson</title><description>&lt;div&gt;Dez dias ap&amp;oacute;s a compra do Anglo pela Abril Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o mercado de sistemas de ensino deu mais uma demonstra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do quanto est&amp;aacute; aquecido. Ontem, a brit&amp;acirc;nica Pearson, que tamb&amp;eacute;m esteve na disputa pelo Anglo, anunciou a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos sistemas de ensino COC, Pueri Domus, Dom Bosco e Name que pertenciam &amp;agrave; SEB - Sistema Educacional Brasileiro - em uma transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de R$ 888 milh&amp;otilde;es, sendo R$ 613 milh&amp;otilde;es a serem pagos aos controladores e o restante aos minorit&amp;aacute;rios. Trata-se da maior negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; fechada na &amp;aacute;rea de ensino no pa&amp;iacute;s. Desde que desembarcou no Brasil, em 2006, a Pearson vinha tentando comprar a SEB e outras empresas brasileiras de ensino. No total, foram cerca de dez tentativas frustradas. &amp;quot;Enfim, compramos&amp;quot;, disse, aliviado, Guy Gerlach, presidente da Pearson Education Brasil. A ideia inicial do grupo brit&amp;acirc;nico - que &amp;eacute; dono do &amp;quot;Financial Times&amp;quot; e da &amp;quot;The Economist&amp;quot; - era adquirir a totalidade da SEB, mas seu principal controlador e fundador Chaim Zaher nunca se mostrou interessado em vender a empresa, tampouco em dividir o controle com um s&amp;oacute;cio estrangeiro. Por&amp;eacute;m, com a compra do Anglo, Zaher teria mudado de ideia e oferecido sua divis&amp;atilde;o de sistemas de ensino para a Pearson pelo mesmo valor que a empresa brit&amp;acirc;nica havia ofertado pelo grupo todo. Apesar da oferta de comprar menos ativos e pagar a mesma quantia, a Pearson n&amp;atilde;o pestanejou e em dois dias a transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o estava conclu&amp;iacute;da. O interesse da Pearson n&amp;atilde;o &amp;eacute; &amp;agrave; toa. A margem operacional no mercado de sistemas de ensino chega a ser de at&amp;eacute; 50%. No SEB n&amp;atilde;o &amp;eacute; diferente. A divis&amp;atilde;o de apostilas e metodologias de ensino representa a maior parte da lucratividade. Nos &amp;uacute;ltimos 12 meses, o lucro bruto do SEB somou R$ 171 milh&amp;otilde;es, mas R$ 114 milh&amp;otilde;es s&amp;atilde;o provenientes dos sistemas de ensino.&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Beth Koike</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58987</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58987</guid><pubDate>Fri, 23 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Preço fica abaixo do valor da abertura de capital</title><description>&lt;div&gt;O neg&amp;oacute;cio fechado ontem entre o grupo brasileiro de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o SEB e a empresa brit&amp;acirc;nica Pearson mostra como estavam inflados os pre&amp;ccedil;os das ofertas de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es realizadas no pa&amp;iacute;s na euforia de 2007. Embora apresente pr&amp;ecirc;mio de 57% sobre o pre&amp;ccedil;o atual de mercado, o valor da transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da SEB, de R$ 31 por unit (recibo de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es), est&amp;aacute; abaixo da cota&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lan&amp;ccedil;amento dos pap&amp;eacute;is da empresa na bolsa, em outubro de 2007, de R$ 33. O que chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que na abertura de capital a SEB tinha um quarto do tamanho que tem hoje. A receita l&amp;iacute;quida da companhia em 2006, um ano antes da oferta de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, era de R$ 120,4 milh&amp;otilde;es. Atualmente, a receita anualizada &amp;eacute; de R$ 430 milh&amp;otilde;es. Em lucratividade, a empresa tamb&amp;eacute;m cresceu, e muito. O lucro do balan&amp;ccedil;o de 2006, que serviu de base para os investidores que entraram na emiss&amp;atilde;o de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, era de R$ 22,6 milh&amp;otilde;es. O resultado do primeiro trimestre deste ano anualizado foi quase tr&amp;ecirc;s vezes maior, de R$ 64 milh&amp;otilde;es. A empresa abriu capital em 18 de outubro de 2007. Na ocasi&amp;atilde;o, o controlador colocou no bolso, com uma oferta secund&amp;aacute;ria, R$ 123,75 milh&amp;otilde;es, e a empresa obteve para seu caixa R$ 288,75 milh&amp;otilde;es, com uma oferta prim&amp;aacute;ria de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Na quarta-feira, &amp;uacute;ltimo preg&amp;atilde;o antes do an&amp;uacute;ncio do neg&amp;oacute;cio com a Pearson, as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es valiam R$ 19,70. A alta ontem foi bastante expressiva, de 46,2%, porque os pap&amp;eacute;is v&amp;atilde;o agora se aproximar do valor que os acionistas minorit&amp;aacute;rios receber&amp;atilde;o na transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de R$ 31. Devido ao grande pr&amp;ecirc;mio embutido na oferta, os analistas acreditam que os minorit&amp;aacute;rios aceitar&amp;atilde;o vender os pap&amp;eacute;is, o que dever&amp;aacute; resultar no fechamento de capital da SEB.&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Silvia Fregoni e Beth Koike</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58988</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58988</guid><pubDate>Fri, 23 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Boas vendas, boas histórias</title><description>&lt;div&gt;O livreiro Pedro Herz passou f&amp;eacute;rias em Nova York no come&amp;ccedil;o do ano. Como um atento pesquisador em campo, procurou em caf&amp;eacute;s, nas esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e vag&amp;otilde;es do metr&amp;ocirc; por pessoas lendo livros em aparelhos digitais. Em dez dias, garante que encontrou um &amp;uacute;nico leitor usando um Kindle, o hit de vendas da Amazon. &amp;quot;Se o Jeff Bezos diz que est&amp;aacute; vendendo milh&amp;otilde;es de e-books, onde est&amp;atilde;o todos esses leitores? N&amp;atilde;o gostaram da experi&amp;ecirc;ncia? N&amp;atilde;o se deram bem com ela? Voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o v&amp;ecirc; ningu&amp;eacute;m com esses readers. Ler no papel &amp;eacute; mais gostoso.&amp;quot; Est&amp;aacute;vamos no fim de uma refei&amp;ccedil;&amp;atilde;o composta por elementos triviais - arroz, feij&amp;atilde;o, couve refogada com bacon, banana &amp;agrave; milanesa e farofa - , preparada com rigor e esmero, &amp;agrave; mesa de outro s&amp;iacute;mbolo daquilo que a cidade tem de melhor - o D.O.M. Dono da Livraria Cultura, conhecida pela completude sempre renovada de seu imenso repert&amp;oacute;rio de t&amp;iacute;tulos e tamb&amp;eacute;m por ter transformado a compra de um livro em programa cultural, Herz tem l&amp;aacute; suas raz&amp;otilde;es para desconfiar dos e-books. Construiu um bem-sucedido neg&amp;oacute;cio de R$ 270 milh&amp;otilde;es anuais ancorado numa mercadoria milenar. Mesmo assim, admite que gostou da experi&amp;ecirc;ncia de leitura num aparelho eletr&amp;ocirc;nico. Ali&amp;aacute;s, j&amp;aacute; tem &amp;quot;meia d&amp;uacute;zia&amp;quot; em casa. &amp;quot;&amp;Eacute; uma ferramenta incr&amp;iacute;vel.&amp;quot; O primeiro livro eletr&amp;ocirc;nico que leu foi escrito por seu melhor amigo, o psicanalista Contardo Calligaris, obra de fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda in&amp;eacute;dita.&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Marília de Camargo Cesar</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58989</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58989</guid><pubDate>Fri, 23 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Bolha de livros sobre a crise financeira </title><description>&lt;div&gt;N&amp;atilde;o se deixe assustar pelo n&amp;uacute;mero de livros publicados nos &amp;uacute;ltimos dois anos sobre a crise financeira. Ora, muito se torna pouco quando examinado com cuidado, pois, como disse Tocqueville, a hist&amp;oacute;ria &amp;eacute; uma galeria de quadros, onde h&amp;aacute; poucos originais e muitas c&amp;oacute;pias. Em tantos livros escritos em t&amp;atilde;o pouco tempo, as repeti&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o inevit&amp;aacute;veis e as novidades, poucas. Vale escolher primeiro os livros que nos far&amp;atilde;o boa companhia, porque escritos com sabedoria e leveza. Sugiro que comecemos com dois escritores de fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Acredite. &amp;Eacute; isso mesmo: Margaret Atwood, a canadense conhecida dos brasileiros, e o romancista ingl&amp;ecirc;s John Lanchester encabe&amp;ccedil;am nossa lista de leituras. Em &lt;em&gt;Payback - A D&amp;iacute;vida e o Lado Sombrio da Riqueza&lt;/em&gt; (Rocco, 2009), Margaret se debru&amp;ccedil;a sobre a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre devedores e credores, e &lt;em&gt;IOU: Why Everyone Owes Everyone and No One Can Pay (&lt;/em&gt;Simon &amp;amp; Schuster, 272 pp., US$ 25), de Lanchester, &amp;eacute; s&amp;iacute;ntese clara e espirituosa da crise de 2008. [Assinantes do Valor conferem a lista completa dos livros indicados &lt;a href="http://www.valoronline.com.br/?impresso/cultura/92/6394806/21-livros-sobre-divida-e-crise-financeira"&gt;aqui&lt;/a&gt;] &lt;small&gt;(*Eliana Cardoso, economista, passa a escrever semanalmente no Valor)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Eliana Cardoso</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58990</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58990</guid><pubDate>Fri, 23 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Ganhadora do Nobel propõe biografias hipotéticas</title><description>&lt;div&gt;Quando a brit&amp;acirc;nica Doris Lessing foi anunciada ganhadora do Pr&amp;ecirc;mio Nobel de Literatura de 2007, o coro de vaias, puxado pelo cr&amp;iacute;tico americano Harold Bloom, soou bem mais alto do que os aplausos. O esp&amp;iacute;rito do tempo nunca perdoou a escritora - nascida em 1917 na P&amp;eacute;rsia (hoje Ir&amp;atilde;) e criada na Rod&amp;eacute;sia do Sul (hoje Zimb&amp;aacute;bue) - por sua ades&amp;atilde;o &amp;agrave; fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica, entre o fim dos anos 70 e o in&amp;iacute;cio dos 80, pecado ainda mais malvisto por ter vindo misturado com filosofia sufi (ramo m&amp;iacute;stico do islamismo). &lt;em&gt;Alfred e Emily&lt;/em&gt; (Companhia das Letras, 272 pp., R$ 49 - Trad.: Beth Vieira e Heloisa Jahn), que ela escreveu perto de completar 90 anos, foi seu primeiro livro publicado depois do Nobel. Ao contr&amp;aacute;rio do que se poderia esperar de um escritor ativo nessa idade (os exemplos s&amp;atilde;o raros), o texto de Doris corre pulsante e fluente, com &amp;acirc;nimo raivoso, sem sentimentalismos e inconformado. Mas n&amp;atilde;o teria por que existir se n&amp;atilde;o fosse tamb&amp;eacute;m compassivo. Afinal, as pessoas de quem a autora fala - Alfred e Emily - s&amp;atilde;o seus pais. Boa parte da obra ficcional de Doris Lessing &amp;eacute; autobiogr&amp;aacute;fica. Por que, ent&amp;atilde;o, voltar aos assuntos de fam&amp;iacute;lia? Porque em &amp;quot;Alfred e Emily&amp;quot; a escritora p&amp;otilde;e em pr&amp;aacute;tica uma ideia incomum: contar como teria sido a hist&amp;oacute;ria de seus pais se n&amp;atilde;o houvesse ocorrido a Primeira Guerra Mundial, que, de certa forma, os destruiu psicologicamente. Essa &amp;eacute; a primeira parte do livro. A segunda parte re&amp;uacute;ne lembran&amp;ccedil;as da vida na Rod&amp;eacute;sia.&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Márcio Ferrari</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58991</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58991</guid><pubDate>Fri, 23 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Woody Allen: "Nunca existirá algo que substitua o prazer de ler"</title><description>&lt;div&gt;Com a poss&amp;iacute;vel exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sua inven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do orgasmatron, Woody Allen n&amp;atilde;o &amp;eacute; necessariamente conhecido como um dos primeiros a aderir &amp;agrave; tecnologia inovadora. Apesar disso, ele descreveu um salto ousado para dentro do s&amp;eacute;culo 21 e gravou edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em audiolivro das quatro colet&amp;acirc;neas de ensaios de humor que escreveu entre 1971 e 2007. As leituras feitas por Allen de suas antologias &lt;em&gt;Getting Even&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Without Feathers&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Mere Anarchy&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Side Effects&lt;/em&gt; podem ser compradas na Audible.com e no iTunes. No set de seu pr&amp;oacute;ximo filme, &amp;quot;Midnight in Paris&amp;quot;, Woody Allen respondeu por e-mail a algumas &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2307201031.htm"&gt;perguntas&lt;/a&gt;. &lt;em&gt;Como voc&amp;ecirc; se deixou convencer a aderir ao formato do audiolivro? &amp;ldquo;&lt;/em&gt;Fui persuadido em um momento de apatia, quando eu estava convencido de estar com uma doen&amp;ccedil;a fatal. N&amp;atilde;o tenho computador e tenho interesse zero por tecnologia. Muitas pessoas acharam que seria uma ideia simp&amp;aacute;tica que eu lesse minhas hist&amp;oacute;rias, e eu cedi. Imaginei que seria bastante f&amp;aacute;cil para mim, mas, na verdade, mostrou ser tremendamente dif&amp;iacute;cil. Odiei cada minuto, lamentei ter concordado em faz&amp;ecirc;-lo. A descoberta que fiz foi que muit&amp;iacute;ssimas hist&amp;oacute;rias s&amp;atilde;o feitas para funcionar realmente no ouvido da mente e que fazer sua leitura em voz alta diminui sua for&amp;ccedil;a. N&amp;atilde;o &amp;eacute; divertido ouvir uma hist&amp;oacute;ria que na realidade foi feita para ser lida, ou seja, n&amp;atilde;o existe e nunca existir&amp;aacute; algo que substitua a leitura&amp;rdquo;. &lt;small&gt;(New York Times)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Dave Itzkoff</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58994</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58994</guid><pubDate>Fri, 23 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Hungria bate recorde com livro de 1,4 tonelada</title><description>&lt;div&gt;A Hungria entrou para o Guinness com o maior livro do mundo. A obra feita pelo h&amp;uacute;ngaro Bela Varga, sua mulher e outros 25 volunt&amp;aacute;rios mede 4,18 metros por 3,77 metros, pesa 1.420 quilos e conta com 346 p&amp;aacute;ginas. Para ver a foto do livro gigante, &lt;a href="http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2010/07/hungria-bate-recorde-com-livro-de-14-tonelada.html"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>Portal G1</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59003</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59003</guid><pubDate>Fri, 23 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Lenovo também vai lançar tablet</title><description>&lt;div&gt;A chinesa Lenovo Group, quarta maior marca de computadores do mundo, anunciou que vai lan&amp;ccedil;ar seu pr&amp;oacute;prio tablet, tornando-se a mais recente empresa de tecnologia a aderir &amp;agrave; nova moda de computadores no estilo do popular iPad, da Apple, lan&amp;ccedil;ado em abril. O tablet desenvolvido pela Lenovo &amp;eacute; conhecido internamente como LePad e funcionar&amp;aacute; com o sistema operacional Android, do Google. O an&amp;uacute;ncio foi feito pelo porta-voz da empresa, Wu Hwa. Segundo ele, a data do lan&amp;ccedil;amento ainda n&amp;atilde;o est&amp;aacute; marcada e at&amp;eacute; l&amp;aacute; o nome do produto poder&amp;aacute; ser mudado. &amp;quot;Queremos que esse tablet seja compat&amp;iacute;vel com nossos telefones inteligentes, os LePhone, e &amp;eacute; por isso que estamos utilizando o Android&amp;quot;, explicou. 57,4% ao ano &amp;eacute; a estimativa de aumento nas vendas de tablets at&amp;eacute; 2014,&lt;/div&gt;
segundo a consultoria IDC. 3,27 milh&amp;otilde;es foi a quantidade de iPads vendidos no segundo trimestre. &lt;small&gt;(Reuters)&lt;/small&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58979</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58979</guid><pubDate>Thu, 22 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Textos acadêmicos de Ruth Cardoso serão reunidos em livro</title><description>&lt;div&gt;Textos acad&amp;ecirc;micos de Ruth Cardoso ser&amp;atilde;o reunidos em um &amp;uacute;nico livro por sua orientanda Teresa Caldeira, hoje professora da Universidade de Berkeley, informa a coluna Direto da Fonte. Esperando a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Minist&amp;eacute;rio da Cultura, para entrar na Lei Rouanet, &lt;em&gt;Ruth Cardoso - Obra Reunida&lt;/em&gt; abra&amp;ccedil;a a trajet&amp;oacute;ria intelectual da reconhecida soci&amp;oacute;loga. &lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Sonia Racy</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58980</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58980</guid><pubDate>Thu, 22 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Jesus Luz e o projeto de alfabetização na favela Paraisópolis</title><description>&lt;div&gt;Jesus Luz, namorado de Madonna, doou uma jaqueta de couro da grife Dolce &amp;amp; Gabbana e uma camiseta com a palavra &amp;quot;Jesus&amp;quot; para o leil&amp;atilde;o em prol de um projeto de alfabetiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o na favela Parais&amp;oacute;polis, conta M&amp;ocirc;nica Bergamo. O lance m&amp;iacute;nimo para a pe&amp;ccedil;a ser&amp;aacute; de R$ 5.000. O evento, organizado pelo cabeleireiro Wanderley Nunes, acontece no dia 16 de agosto, no Buddha Bar (Av. Juscelino Kubitschek, 2041 &amp;ndash; S&amp;atilde;o Paulo/SP), com convites a R$ 500.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Mônica Bergamo</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58977</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58977</guid><pubDate>Thu, 22 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Sobre as bibliotecas públicas de São Paulo</title><description>&lt;div&gt;A reabertura da se&amp;ccedil;&amp;atilde;o circulante da Biblioteca M&amp;aacute;rio de Andrade, ocorrida ontem, &amp;eacute; um excelente ponto de partida para discutir o acesso &amp;agrave; leitura em S&amp;atilde;o Paulo. &amp;Eacute; natural que a Biblioteca M&amp;aacute;rio de Andrade receba mais aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da imprensa do que as outras 62 bibliotecas da rede municipal, pela sua import&amp;acirc;ncia hist&amp;oacute;rica e cultural. Contudo, a renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de acervos, associada a reformas estruturais de pr&amp;eacute;dios p&amp;uacute;blicos, vem sendo praticada pela gest&amp;atilde;o Serra/ Kassab desde 2005. O investimento em reformas de 37 bibliotecas atingiu R$ 7 milh&amp;otilde;es, enquanto outros R$ 9 milh&amp;otilde;es foram destinados exclusivamente &amp;agrave; aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros novos. Os resultados n&amp;atilde;o tardaram: no &amp;uacute;ltimo m&amp;ecirc;s de junho, a frequ&amp;ecirc;ncia de p&amp;uacute;blico nas bibliotecas da cidade foi de 83 mil pessoas. O retorno do leitor &amp;agrave; biblioteca &amp;eacute; o reconhecimento do cuidado com o patrim&amp;ocirc;nio p&amp;uacute;blico. Recente reabertura da Biblioteca Paulo Set&amp;uacute;bal em Vila Formosa mereceu pouco destaque na imprensa. E, no entanto, o seu caso &amp;eacute; exemplar. Engradada, voltada para dentro de si pr&amp;oacute;pria, escura e deprimida, o seu s&amp;oacute;lido edif&amp;iacute;cio encantou um jovem arquiteto que a fez ressurgir em sua plenitude. Vale a pena avaliar essa revitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cujo custo foi de pouco mais de R$ 1 milh&amp;atilde;o. &lt;small&gt;(*Carlos Augusto Calil &amp;eacute; secret&amp;aacute;rio municipal de Cultura de S&amp;atilde;o Paulo)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Carlos Augusto Calil*</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58978</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58978</guid><pubDate>Thu, 22 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Sharp disputa mercado digital com Amazon</title><description>&lt;div&gt;A japonesa Sharp planeja entrar no mercado de leitores eletr&amp;ocirc;nicos com o lan&amp;ccedil;amento de um leitor para concorrer com o Kindle, da Amazon, em setembro deste ano, informou a empresa ontem. A nova gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de leitores apresentada pela Sharp vai adotar um padr&amp;atilde;o pr&amp;oacute;prio de leitura. Segundo a empresa, o novo formato XMDF - uma evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da tecnologia criada em 2001 pela empresa - permite ao usu&amp;aacute;rio acessar conte&amp;uacute;dos de &amp;aacute;udio e v&amp;iacute;deo, fotos e textos eletr&amp;ocirc;nicos, em equipamentos compat&amp;iacute;veis. O formato XMDF permite que o usu&amp;aacute;rio navegue pelo mesmo conte&amp;uacute;do em dispositivos diferentes como smartphones, computadores e TVs, informa a Sharp.&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Daniela Braun</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58944</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58944</guid><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Herdeiros de Capone brigam pelo nome do mafioso</title><description>&lt;div&gt;Deirdre Marie Capone, uma sobrinha-neta de Al Capone, passou anos escondendo a conex&amp;atilde;o com o legend&amp;aacute;rio mafioso. Como v&amp;aacute;rios de seus parentes, usava um sobrenome diferente. Ela at&amp;eacute; escondeu isso de seus filhos. Agora, a av&amp;oacute; de 70 anos, que vive na Fl&amp;oacute;rida, planeja revelar como foi crescer uma Capone. Seu livro &lt;em&gt;Uncle Al Capone&lt;/em&gt; vai ser publicado no fim do ano, diz ela. &amp;quot;Eu sentei na coxa dele, senti sua cicatriz&amp;quot;, diz Deirdre Marie Capone. Um p&amp;uacute;blico potencial n&amp;atilde;o est&amp;aacute; ansioso para ouvir sua hist&amp;oacute;ria: os outros Capone. &amp;quot;Eu n&amp;atilde;o leria nem de gra&amp;ccedil;a&amp;quot;, diz Thereza Hall, uma neta de Al Capone. Katherine Seal, uma bisneta de 43 anos, diz: &amp;quot;Qual o benef&amp;iacute;cio de tudo isso?, &amp;eacute; de se perguntar. Ele est&amp;aacute; morto h&amp;aacute; 60 ou 70 anos. Por que continuar remoendo isso?&amp;quot; O livro n&amp;atilde;o &amp;eacute; a &amp;uacute;nica coisa a dividir o cl&amp;atilde; nos &amp;uacute;ltimos tempos. Alguns parentes est&amp;atilde;o indignados com um outro autor: Chris Knight Capone, que alega ser neto de Al. O nova-iorquino de 38 anos iniciou um processo em Chicago no ano passado para que os restos mortais do mafioso sejam exumados, de forma que ele possa obter uma prova gen&amp;eacute;tica de sua ancestralidade. Membros da fam&amp;iacute;lia Capone tentaram por muito tempo manter discri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, abrindo m&amp;atilde;o da oportunidade de ganhar com o nome do parente infame. A maioria deles leva uma vida modesta, de classe m&amp;eacute;dia. &lt;small&gt;(The Wall Street Journal)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>David Kesmodel</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58971</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58971</guid><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Livro relata presença de Vinícius de Moraes na Argentina</title><description>&lt;div&gt;Os argentinos possuem uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de intensa admira&amp;ccedil;&amp;atilde;o por Vin&amp;iacute;cius de Moraes - mais do que um visitante, o poeta &amp;eacute; considerado um &amp;quot;portenho honor&amp;aacute;rio&amp;quot;. N&amp;atilde;o por acaso &lt;em&gt;Nuestro Vinicius&lt;/em&gt; foi o t&amp;iacute;tulo escolhido pela especialista em literatura Liana Wenner para relatar a presen&amp;ccedil;a do poeta em terras portenhas. &amp;quot;Cresci ouvindo na casa de meus pais um velho long play do show de La Fusa. Achava fascinante a forma de expressar a alegria e a liberdade dos brasileiros&amp;quot;, explica Liana. O livro, da editora Sudamericana, ser&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ado amanh&amp;atilde;.&lt;/div&gt;</description><source>Agência Estado</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58963</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58963</guid><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Empresas investem até R$ 300 mil no iPad </title><description>&lt;div&gt;O iPad ainda n&amp;atilde;o foi lan&amp;ccedil;ado oficialmente no pa&amp;iacute;s mas j&amp;aacute; motiva investimentos expressivos das companhias brasileiras. Segundo a Folha apurou, os gastos m&amp;eacute;dios com o desenvolvimento de aplicativos v&amp;atilde;o de R$ 200 mil a R$ 300 mil, o triplo dos sistemas para o iPhone. &amp;quot;A aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do iPad &amp;eacute; impressionante, e por isso as empresas come&amp;ccedil;am a pensar nele como forma de relacionamento com clientes&amp;quot;, diz Marcelo Marzola, presidente da consultoria Predicta. Desde o lan&amp;ccedil;amento nos Estados Unidos, a Apple j&amp;aacute; vendeu 3 milh&amp;otilde;es de unidades do iPad. Para o Brasil, ainda n&amp;atilde;o h&amp;aacute; previs&amp;atilde;o oficial, embora a operadora Claro sinalize o quarto trimestre como prazo prov&amp;aacute;vel para as vendas. Mesmo sem data certa, as empresas acreditam que &amp;eacute; importante ter aplicativos prontos pela quantidade de iPads em circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado brasileiro - hoje, entre 10 mil e 20 mil aparelhos.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Camila Fusco</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58956</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58956</guid><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Nas entranhas do Facebook</title><description>&lt;div&gt;Um nerd quase socialmente inapto de Harvard se torna dono de um imp&amp;eacute;rio nas redes sociais. No caminho para o estrelato, cria inimigos e -dizem- engendra trai&amp;ccedil;&amp;otilde;es. As aventuras do dono do Facebook, Mark Zuckerberg, 26 anos e bilh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares, tinham mesmo de virar filme. Trata-se de &amp;quot;A Rede Social&amp;quot;, que chega ao Brasil em dezembro e traz o slogan &amp;quot;voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o chega a 500 milh&amp;otilde;es de amigos sem fazer alguns inimigos&amp;quot;. O filme &amp;eacute; baseado no livro &lt;em&gt;The Accidental Billionaires: The Founding of Facebook: A Tale of Sex, Money, Genius and Betrayal&lt;/em&gt; (Anchor, 272 pp., US$ 10,85), de Ben Mezrich, lan&amp;ccedil;ado nos Estados Unidos em 2009. Mezrich teve como uma de suas principais fontes o brasileiro Eduardo Saverin, que se diz tra&amp;iacute;do pelo hoje magnata. Os dois foram colegas em Harvard e, juntos, fundaram o Facebook. Saverin entrou com o dinheiro e o tino com os neg&amp;oacute;cios; Mark, com o seu conhecimento de computadores. O Facebook cresceu assustadoramente -o site deve anunciar nesta semana que chegou ao meio bilh&amp;atilde;o de usu&amp;aacute;rios. Mas surgiram desaven&amp;ccedil;as. Zuckerberg foi colocando Saverin para fora da jogada, segundo o livro. No livro, o brasileiro &amp;eacute; retratado como ing&amp;ecirc;nuo, por&amp;eacute;m correto, &amp;eacute;tico e compreensivo com seu amigo desajeitado e estranho. Em &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/tec/tc2107201003.htm"&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt;entrevista exclusiva&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; (para assinantes), Mezrich fala da rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Facebook ao livro, tra&amp;ccedil;a um perfil dos protagonistas da trama e conta sobre sua participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no filme inspirado em seu livro. &lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Amanda Demetrio</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58957</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58957</guid><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Suíça abre caixas com papéis de Kafka</title><description>&lt;div&gt;Quatro caixas contendo pap&amp;eacute;is de Franz Kafka foram abertas anteontem em Zurique, na Su&amp;iacute;&amp;ccedil;a, ap&amp;oacute;s uma longa batalha judicial que envolve fam&amp;iacute;lia, romance, tr&amp;aacute;fico de manuscritos do escritor e disputa entre dois pa&amp;iacute;ses. Especialistas na obra do autor, que nasceu em Praga e escrevia em alem&amp;atilde;o, acreditam que as caixas contenham cartas, di&amp;aacute;rios e at&amp;eacute; romances inacabados. Kafka morreu em 1924, aos 40 anos, v&amp;iacute;tima de tuberculose. Pouco antes, escreveu uma carta a seu amigo Max Brod na qual pedia que todos os seus manuscritos fossem queimados antes de lidos. Hoffe morreu h&amp;aacute; dois anos, aos 101 anos. Suas duas filhas, ent&amp;atilde;o, entraram na batalha pelo legado de Kafka e Brod. A Corte Suprema de Israel considerou que as caixas devem ser abertas, os pap&amp;eacute;is analisados e s&amp;oacute; ent&amp;atilde;o ir&amp;aacute; decidir a quem pertencem. As irm&amp;atilde;s Hoffe dizem que isso &amp;eacute; uma invas&amp;atilde;o de privacidade. As irm&amp;atilde;s entraram com novo pedido na Justi&amp;ccedil;a para que nada seja revelado at&amp;eacute; o final do julgamento. Para infelicidade dos f&amp;atilde;s do escritor, &amp;eacute; o que deve acontecer.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Vaguinaldo Marinheiro</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58958</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58958</guid><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Mercado de e-books ganha mais dois modelos no Brasil</title><description>&lt;div&gt;Em vez de geladeiras modernas, fog&amp;otilde;es tecnol&amp;oacute;gicos e liquidificadores, o grande destaque da feira Eletrolar Show 2010, que acontece at&amp;eacute; sexta-feira (23) na cidade de S&amp;atilde;o Paulo, s&amp;atilde;o leitores digitais. No evento, dois aparelhos com focos distintos que chegar&amp;atilde;o ao mercado brasileiro no segundo semestre foram apresentados ao p&amp;uacute;blico, o Alfa, da Positivo Inform&amp;aacute;tica (&lt;a href="http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=58812"&gt;leia mais&lt;/a&gt; sobre ele), e o E-Reader, da Pandigital, conhecido nos Estados Unidos como Pandigital Novel, que deve chegar ao Brasil em outubro pela Tecnoworld. O aparelho vai no caminho oposto do Alfa, da Positivo: em vez de e-ink, uma tela tradicional de cristal l&amp;iacute;quido, colorida. O sistema operacional Android, do Google, permite que o Pandigital seja utilizado n&amp;atilde;o apenas para ler livros, mas tamb&amp;eacute;m para rodar aplicativos e acessar a internet. Ele j&amp;aacute; vem com acesso &amp;agrave; livraria virtual da Barnes &amp;amp; Noble. O pre&amp;ccedil;o sugerido pela empresa &amp;eacute; de R$ 850. Dispon&amp;iacute;vel na cor branca, o tablet possui tela sens&amp;iacute;vel ao toque, de 7 polegadas. Ele tem conex&amp;otilde;es Wi-Fi e 3G. Leve e menor que o iPad, seu concorrente direto, o E-Reader ainda possui 1 GB de armazenamento interno, podendo se expandido para at&amp;eacute; 32 GB por meio da entrada de cart&amp;otilde;es SD. Para a leitura de livros, um diferencial &amp;eacute; poder inverter as cores da p&amp;aacute;gina, deixando o fundo preto e as letras brancas.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description><source>Portal G1</source><author>Gustavo Petró</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58962</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58962</guid><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Günter Grass relembra passado e se diz otimista com futuro </title><description>&lt;div&gt;O autor G&amp;uuml;nter Grass tem, ao mesmo tempo, fortes conex&amp;otilde;es com a Alemanha e com a Pol&amp;ocirc;nia. Entretanto, em entrevista para a Deutsche Welle, diz que n&amp;atilde;o tem um lar. Este espa&amp;ccedil;o, segundo ele, foi preenchido pela literatura. O pr&amp;ecirc;mio Nobel de Literatura G&amp;uuml;nter Grass &amp;eacute; autor de obras como &lt;em&gt;O tambor&lt;/em&gt; (1959), &lt;em&gt;Meu s&amp;eacute;culo&lt;/em&gt; (1999) e &lt;em&gt;Nas peles da cebola&lt;/em&gt; (2006). O autor conversou com a Deutsche Welle sobre suas impress&amp;otilde;es a respeito da identidade polonesa e revisitou alguns eventos pol&amp;iacute;ticos importantes que influenciaram seu trabalho. Leia a &lt;a href="http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5816899,00.html"&gt;entrevista&lt;/a&gt; na &amp;iacute;ntegra.&lt;/div&gt;</description><source>Deutsche Welle (Alemanha)</source><author>Barbara Cöllen </author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59035</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59035</guid><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Cornelia Funke abre portas do mercado internacional para literatura infantil alemã </title><description>&lt;div&gt;Autora de mais de 50 livros, publicados em 41 pa&amp;iacute;ses, a escritora garante que escreve para todas as idades. Vivendo em Los Angeles, Cornelia Funke n&amp;atilde;o esconde o entusiasmo pelo sucesso internacionacional de suas obras. Para muitos, e n&amp;atilde;o s&amp;oacute; na Alemanha, ela &amp;eacute; uma uma esp&amp;eacute;cie de popstar. Em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seu sucesso internacional, h&amp;aacute; quem considere Cornelia Funke a vers&amp;atilde;o alem&amp;atilde; de J. K. Rowling, que conquistou o mundo com as perip&amp;eacute;cias de Harry Potter. Ambas t&amp;ecirc;m em comum o editor brit&amp;acirc;nico Barry Cunningham. Funke come&amp;ccedil;ou a ficar conhecida fora da Alemanha em 2002, ap&amp;oacute;s a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;O senhor dos ladr&amp;otilde;es&lt;/em&gt; para o ingl&amp;ecirc;s. ''O motivo inicial para encomendar esta tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi realmente de ordem sentimental, pois queria ler o livro publicado em ingl&amp;ecirc;s. Sou praticamente 'viciada' em palavras em ingl&amp;ecirc;s. Amo ler ingl&amp;ecirc;s em voz alta. Sempre quis ouvir minha pr&amp;oacute;pria hist&amp;oacute;ria nesse idioma'', confessa a autora.&lt;/div&gt;</description><source>Deutsche Welle (Alemanha)</source><author>Petra Lambeck</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59036</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=59036</guid><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Justin Bieber ganhará biografia em quadrinhos</title><description>&lt;div&gt;&lt;em&gt;Fame&lt;/em&gt;, a s&amp;eacute;rie em quadrinhos da editora norte-americana Bluewater que j&amp;aacute; contou a hist&amp;oacute;ria de v&amp;aacute;rias personalidades de destaque mundial - como a do futebolista David Beckham e da cantora Lady Gaga -, ter&amp;aacute; o astro teen Justin Bieber em sua lista de celebridades biografadas. O cantor canadense, de apenas 16 anos de idade, &amp;eacute; um dos atuais queridinhos do p&amp;uacute;blico adolescente dentro e fora dos Estados Unidos e um dos maiores fen&amp;ocirc;menos midi&amp;aacute;ticos dos &amp;uacute;ltimos meses na m&amp;uacute;sica pop. A biografia, escrita por Tara Broeckel Ooten, desenhada por Claudio Avella e que chegar&amp;aacute; &amp;agrave;s comic shops dos EUA no pr&amp;oacute;ximo m&amp;ecirc;s de outubro, narra a trajet&amp;oacute;ria de Bieber desde a inf&amp;acirc;ncia humilde em Ont&amp;aacute;rio, no Canad&amp;aacute;. Na capa da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ilustrada por Michael Szyksznian, o cantor emula (em pose e cen&amp;aacute;rio) o Pequeno Pr&amp;iacute;ncipe.&lt;/div&gt;</description><source>Universo HQ</source><author>Marcus Ramone</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58953</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58953</guid><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Lucro e receita da Apple superam expectativa</title><description>&lt;div&gt;O lucro da Apple no terceiro trimestre fiscal cresceu quase 78% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a igual per&amp;iacute;odo do ano passado, para US$ 3,25 bilh&amp;otilde;es - ou US$ 3,51 por a&amp;ccedil;&amp;atilde;o -, impulsionado pelas vendas de seus mais recentes lan&amp;ccedil;amentos, o iPad e o iPhone 4. A receita da companhia teve um aumento de 61% na mesma base de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para US$ 15,7 bilh&amp;otilde;es. Em abril, a companhia divulgou que esperava um lucro por a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de US$ 2,28 a US$ 2,39 e uma receita de US$ 13 bilh&amp;otilde;es a US$ 13,4 bilh&amp;otilde;es. Em Wall Street, a expectativa era de um lucro por a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de US$ 3,11 com receita de US$ 14,75 bilh&amp;otilde;es. Segundo a Apple, as vendas do iPad - produto que come&amp;ccedil;ou a ser comercializado em abril - somaram 3,3 milh&amp;otilde;es de unidades no trimestre encerrado em 26 de junho, enquanto as vendas de iPhones totalizaram 8,4 milh&amp;otilde;es de unidades - 61% a mais do que em igual trimestre do ano passado. A Apple divulgou tamb&amp;eacute;m que no pr&amp;oacute;ximo trimestre deve registrar um lucro por a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de US$ 3,44 e uma receita de US$ 18 bilh&amp;otilde;es. As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o da Dow Jones.&lt;/div&gt;</description><source>Agência Estado</source><author>Gustavo Nicoletta</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58952</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58952</guid><pubDate>Tue, 20 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Publicitário compila piadas da internet e do Twitter em livro</title><description>&lt;div&gt;O problema do computador &amp;eacute; o USB (Usu&amp;aacute;rio Super Burro). Aluno de inform&amp;aacute;tica n&amp;atilde;o cola, faz backup. Melhor prevenir do que formatar. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando. Sabe o que faz um homem come&amp;ccedil;ar a usar brinco? A mulher dele encontrar um no carro. As piadinhas que abrem esta mat&amp;eacute;ria fazem parte de um dos mais bem-humorados lan&amp;ccedil;amentos do m&amp;ecirc;s de julho, &lt;em&gt;As melhores piadas que circulam na internet e no twitter - Vers&amp;atilde;o 3.0&lt;/em&gt; (Record, 208 pp., R$ 19,90), de Luiz Aviz. O volume re&amp;uacute;ne piadas focadas nos mais diversos alvos como advogados, b&amp;ecirc;bados, nerds, cornos, freiras, mineiros, ga&amp;uacute;chos, paulistas, sogras, an&amp;otilde;es e por a&amp;iacute; segue. &lt;small&gt;(Livraria da Folha)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha Online</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58975</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58975</guid><pubDate>Tue, 20 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Português puxa média do Enem para baixo</title><description>&lt;div&gt;O desempenho na &amp;aacute;rea de Linguagens e C&amp;oacute;digos puxou para baixo a m&amp;eacute;dia final das escolas no Exame Nacional do Ensino M&amp;eacute;dio (Enem) de 2009. Essa parte do exame foi a &amp;uacute;nica em que nenhum col&amp;eacute;gio no Pa&amp;iacute;s atingiu m&amp;eacute;dia de 700 pontos, numa escala de 0 a 1.000. Entre as escolas da capital, o melhor desempenho ficou com o Col&amp;eacute;gio V&amp;eacute;rtice, com 686,70 pontos. Nas quest&amp;otilde;es dessa &amp;aacute;rea foram medidas as habilidades dos jovens em l&amp;iacute;ngua portuguesa e interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de textos - diferentemente do Enem de 2009, o deste ano ter&amp;aacute; prova de idioma estrangeiro. Nas outras grandes &amp;aacute;reas do conhecimento, a maior m&amp;eacute;dia dos col&amp;eacute;gios ficou entre 700 e 800 pontos. A pontua&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;aacute;xima abaixo de 700 em linguagens &amp;eacute; considerada &amp;quot;preocupante&amp;quot; e um reflexo da chamada &amp;quot;gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Y&amp;quot;, educada com a ajuda da internet. Para gestores de escolas, com os jovens cada vez mais conectados em redes sociais, a linguagem desenvolvida no mundo virtual se distanciou da l&amp;iacute;ngua culta, empobrecendo o vocabul&amp;aacute;rio e prejudicando a capacidade de interpretar textos mais longos.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Fábio Mazzitelli</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58931</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58931</guid><pubDate>Tue, 20 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>MinC quer licença à revelia de herdeiro</title><description>&lt;div&gt;O anteprojeto de reforma da lei de direito autoral elaborado pelo MinC, que est&amp;aacute; em consulta p&amp;uacute;blica, abriga um controverso cap&amp;iacute;tulo concebido com a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de evitar que disputas e abusos de herdeiros impe&amp;ccedil;am a difus&amp;atilde;o de obras relevantes para a cultura do pa&amp;iacute;s. Pela proposta, interessados na explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma obra podem requerer ao governo em casos excepcionais uma &amp;quot;licen&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o volunt&amp;aacute;ria&amp;quot; - ou seja, &amp;agrave; revelia do titular do direito autoral. A solicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, restrita aos que comprovarem ter capacidade t&amp;eacute;cnica e econ&amp;ocirc;mica de explorar a obra, seria encaminhada ao presidente da Rep&amp;uacute;blica, que decidiria pela concess&amp;atilde;o da licen&amp;ccedil;a ap&amp;oacute;s an&amp;aacute;lise de parecer do MinC. Os herdeiros continuariam sendo remunerados pelos direitos autorais, mas o valor seria fixado pelo MinC com base em valores de mercado. Segundo o diretor de Direitos Intelectuais do MinC, Marcos Souza, a sugest&amp;atilde;o foi inclu&amp;iacute;da no texto ap&amp;oacute;s seguidas queixas do mercado editorial e de artes pl&amp;aacute;sticas, surgidas durante o debate da reforma da lei, de que herdeiros imp&amp;otilde;em obst&amp;aacute;culos &amp;quot;n&amp;atilde;o razo&amp;aacute;veis&amp;quot;. Os cr&amp;iacute;ticos alegam que o projeto &amp;eacute; inconstitucional. &amp;quot;Existe o risco de depois a lei ser derrubada no Supremo, porque o direito do autor &amp;eacute; protegido pela Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;, diz o professor da USP Antonio Carlos Morato. O MinC diz que, segundo a Carta Magna, o direito autoral tamb&amp;eacute;m tem que atender &amp;agrave; fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o social da propriedade, o que garantiria a validade jur&amp;iacute;dica da proposta.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Fabio Victor</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58935</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58935</guid><pubDate>Tue, 20 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Drauzio Varella lança coletânea de crônicas</title><description>&lt;div&gt;&amp;quot;Para exercer a profiss&amp;atilde;o&amp;quot;, diz o oncologista Drauzio Varella, &amp;quot;voc&amp;ecirc; tem que estar atento ao outro: como se veste, como se comporta, o que diz, como reage. Quanto mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es tiver sobre a pessoa, melhor ser&amp;aacute; o resultado&amp;quot;. Drauzio fala de como deve ser um m&amp;eacute;dico, mas os atributos encaixam-se com perfei&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; ideia que ele faz do perfil de um escritor. &amp;quot;As duas atividades guardam uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o muito pr&amp;oacute;xima. Por isso existe essa necessidade de escrever. N&amp;atilde;o &amp;eacute; por acaso que grandes escritores foram m&amp;eacute;dicos.&amp;quot; O predileto de Drauzio &amp;eacute; Tchekhov (1860-1904). Do mestre russo ele nunca esqueceu um conselho dado ao tamb&amp;eacute;m escritor Gorki (1868-1936): &amp;quot;A arte &amp;eacute; para ser apreendida num relance&amp;quot; e deve ser direta e objetiva. Mais uma prova desse exerc&amp;iacute;cio chega hoje &amp;agrave;s livrarias com &lt;em&gt;A teoria das janelas quebradas&lt;/em&gt; (Companhia das Letras, 232 pp., R$35), que traz cr&amp;ocirc;nicas publicadas na Ilustrada nos &amp;uacute;ltimos dez anos. O livro re&amp;uacute;ne relatos saborosos e, por vezes, tristes sobre comportamento, quest&amp;otilde;es m&amp;eacute;dicas, cotidiano de pres&amp;iacute;dios ou da juventude do autor, hoje com 67 anos. &lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Marco Rodrigo Almeida</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58932</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58932</guid><pubDate>Tue, 20 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A monografia que virou livros</title><description>&lt;div&gt;A partir de uma monografia na UFF, em 2006, sobre as possibilidades do mercado editorial &amp;agrave; luz de internet e impress&amp;atilde;o sob demanda, Leonardo Simmer come&amp;ccedil;ou a construir um pequeno imp&amp;eacute;rio. Segundo a coluna Neg&amp;oacute;cios &amp;amp; Cia, a editora Multifoco produz livros sob demanda e j&amp;aacute; tem cinco s&amp;oacute;cios, com investimento acumulado de R$ 600 mil e m&amp;eacute;dia de tr&amp;ecirc;s mil unidades impressas por m&amp;ecirc;s. A Multifoco banca a primeira impress&amp;atilde;o, de 40 a 300 exemplares. O saldo de t&amp;iacute;tulos produzidos &amp;eacute; de 370, numa estrutura que inclui editores comissionados para selecionar o material e distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o em livrarias. O grupo tem tr&amp;ecirc;s im&amp;oacute;veis na Lapa, com gr&amp;aacute;fica e bar. Produzir as festas de lan&amp;ccedil;amento (lucrando com os comes e bebes) faz parte do pacote. O neg&amp;oacute;cio j&amp;aacute; est&amp;aacute; sendo replicado na Multifoco M&amp;uacute;sica, que ter&amp;aacute; mais dois s&amp;oacute;cios. A meta para 2011 &amp;eacute; gravar 14 CDs sob demanda por m&amp;ecirc;s e fazer o lan&amp;ccedil;amento de mais 25.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Maria Fernanda Delmas</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58945</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58945</guid><pubDate>Tue, 20 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Apple amplia vendas do iPad para mais nove países</title><description>&lt;div&gt;A Apple planeja iniciar a venda do tablet iPad em nove mercados internacionais na sexta-feira (23), disponibilizando assim o computador em um total de 19 pa&amp;iacute;ses. Os novos mercados s&amp;atilde;o &amp;Aacute;ustria, B&amp;eacute;lgica, Hong Kong, Irlanda, Luxemburgo, M&amp;eacute;xico, Holanda, Nova Zel&amp;acirc;ndia e Cingapura. A fabricante do iPhone disse que espera chegar a &amp;quot;muitos mais pa&amp;iacute;ses&amp;quot; antes do fim do ano, apesar de n&amp;atilde;o ter dado detalhes. Estimativas de Wall Street apontam que a Apple tenha vendido 3,3 milh&amp;otilde;es de iPads durante o &amp;uacute;ltimo trimestre encerrado em 30 de junho. &lt;/div&gt;</description><source>Reuters</source><author>Jim Finkle </author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58924</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58924</guid><pubDate>Tue, 20 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Aulas com Faulkner ao alcance de todos</title><description>&lt;div&gt;De 1957 a 1958, j&amp;aacute; detentor do Nobel de Literatura (1949), William Faulkner foi escritor-residente da Universidade de Virg&amp;iacute;nia, nos EUA. Pouqu&amp;iacute;ssimos alunos tiveram chance de assistir &amp;agrave;s suas palestras e leituras. Rec&amp;eacute;m-digitalizadas, as sess&amp;otilde;es agora podem ser ouvidas &lt;a href="http://faulkner.lib.virginia.edu/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58903</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58903</guid><pubDate>Mon, 19 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>iPad, supérfluo irresistível</title><description>&lt;div&gt;Finalmente consegui passar um tempo com um iPad. &amp;Eacute; de fato um brinquedinho sensacional, um iPhone que tomou fermento, cresceu e agora tem uma tela sensacional de quase dez polegadas. Li nele dois cap&amp;iacute;tulos de um livro (para isso o Kindle &amp;eacute; melhor), joguei joguinhos, vi fotos e v&amp;iacute;deos e s&amp;oacute; n&amp;atilde;o surfei a web porque estamos no s&amp;iacute;tio com um WiFi pra l&amp;aacute; de limitado, mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil de imaginar que esta talvez seja a maior de suas voca&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Gostei muito dele, mas meu j&amp;uacute;ri interno ainda est&amp;aacute; reunido e n&amp;atilde;o conseguiu chegar a uma decis&amp;atilde;o bem fundamentada se preciso ou n&amp;atilde;o de um. Para come&amp;ccedil;o de conversa, tenho um Vaio peso pluma com tela de 11&amp;rdquo;, que uso muito como m&amp;aacute;quina multim&amp;iacute;dia quando viajo. O iPad e ele t&amp;ecirc;m a mesma largura. O peso dos dois n&amp;atilde;o &amp;eacute; muito diferente na m&amp;atilde;o. O que os faz animais distintos &amp;eacute;, claro, o fato que um &amp;eacute; um tablet, ao passo que o outro &amp;eacute; um notebook cl&amp;aacute;ssico. Para carregar na bolsa, para usar deitada na rede ou na sala de espera do dentista, o iPad, com uma superf&amp;iacute;cie s&amp;oacute;, &amp;eacute; muito mais pr&amp;aacute;tico do que o notebook. Fiquei pensando onde o iPad se encaixaria na minha configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O iPad pode vir a ser a m&amp;aacute;quina ideal de quem saiu de um smartphone sem necessariamente passar por um computador; ou um brinquedo a mais para quem j&amp;aacute; tem todos os brinquedos com tomada de que precisa.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Cora Rónai</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58930</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58930</guid><pubDate>Mon, 19 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Déficit nas bibliotecas paulistanas é preocupante</title><description>&lt;div&gt;Um levantamento do Observat&amp;oacute;rio Cidad&amp;atilde;o, do Movimento Nossa S&amp;atilde;o Paulo, comparou o acervo municipal de livros adultos e mostrou que a regi&amp;atilde;o central &amp;eacute; a &amp;uacute;nica em que a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de obras dispon&amp;iacute;veis por habitante &amp;eacute; maior do que um. Atinge 1,8. &amp;quot;&amp;Eacute; praticamente imposs&amp;iacute;vel acabar com o d&amp;eacute;ficit liter&amp;aacute;rio na cidade ou atingir a marca de dois livros por habitante, &amp;iacute;ndice que a Unesco define como ideal. Exigiria um investimento monstruoso, mesmo que a cidade parasse de crescer&amp;quot;, diz Maria Zenita Monteiro, coordenadora do Sistema Municipal de Bibliotecas. A m&amp;eacute;dia em toda a capital &amp;eacute; 0,24 livro/habitante, mas chega a zero em tr&amp;ecirc;s &amp;aacute;reas: S&amp;atilde;o Mateus, Cidade Ademar e M' Boi Mirim. As bibliotecas com acervos mais completos est&amp;atilde;o, de fato, no centro. S&amp;atilde;o as mais antigas, segundo Maria Zenita Monteiro, criadas antes de a cidade crescer tanto. &amp;quot;Como construir pr&amp;eacute;dios p&amp;uacute;blicos &amp;eacute; caro e moroso, criamos os pontos e bosques de leitura&amp;quot;, explica. Uma vez por ano, no m&amp;iacute;nimo, novos exemplares s&amp;atilde;o adquiridos pela rede municipal. Desde 2005, R$ 7 milh&amp;otilde;es foram investidos nas reformas de 37 bibliotecas e R$ 9 milh&amp;otilde;es na compra de novos livros - al&amp;eacute;m de R$ 1,5 milh&amp;atilde;o em jornais e revistas. &lt;small&gt;(Revista S&amp;atilde;o Paulo)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Juliana Vilas</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58901</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58901</guid><pubDate>Mon, 19 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Um vampiro para chamar de seu</title><description>&lt;div&gt;Est&amp;aacute; bem, o Edward (de &lt;em&gt;Crep&amp;uacute;sculo&lt;/em&gt;) j&amp;aacute; tem dona. Mas e se voc&amp;ecirc; quiser fisgar outro sanguessuga? Nesse caso, o livro &lt;em&gt;100 Dicas para conquistar um vampiro&lt;/em&gt; (Panda Books, 92 pp., R$ 25,90) &amp;eacute; um bom come&amp;ccedil;o. O manual, escrito pela jornalista brasileira Arianne Brogini, 35, ensina macetes para fazer um vampiro ficar a fim de voc&amp;ecirc; -caso eles realmente existam, &amp;eacute; claro. &amp;quot;Passei a adolesc&amp;ecirc;ncia apaixonada pelo Dr&amp;aacute;cula&amp;quot;, conta a autora. &amp;quot;Sonhava em encontr&amp;aacute;-lo na rua e ficava pensando no que eu faria para chamar a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dele.&amp;quot; Algumas das dicas que ela reuniu no livro s&amp;atilde;o bem espec&amp;iacute;ficas, como &amp;quot;n&amp;atilde;o coma alho&amp;quot;. Outras se aplicam a garotos humanos tamb&amp;eacute;m, como &amp;quot;leia quantos livros puder&amp;quot;.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Diogo Bercito</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58920</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58920</guid><pubDate>Mon, 19 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Matrix vai editar livro com frases do jurado de “Ídolos”</title><description>A editora Matrix vai transformar em um livro de autoajuda as frases de efeito que Marco Camargo, o jurado turr&amp;atilde;o do reality show &amp;quot;&amp;Iacute;dolos&amp;quot;, usa no programa da Record, -e o pr&amp;oacute;prio pretende dar palestras com o conte&amp;uacute;do, conta M&amp;ocirc;nica Bergamo. Uma das p&amp;eacute;rolas: &amp;quot;N&amp;atilde;o fique acima do bem e do mal, pois assim voc&amp;ecirc; vira um santo. E dos santos as pessoas esperam milagres&amp;quot;.</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Mônica Bergamo</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58921</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58921</guid><pubDate>Mon, 19 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>MP instaura inquérito para apurar descarte de livros</title><description>&lt;div&gt;O promotor de justi&amp;ccedil;a Cleber Pereira Defina instaurou inqu&amp;eacute;rito civil para apurar como centenas de livros novos foram parar numa cooperativa de reciclagem em Colina, cidade a 406 km de S&amp;atilde;o Paulo, no dia 27 de maio. O material impresso faz parte do programa nacional do livro did&amp;aacute;tico, do governo federal. Segundo a Secretaria da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do munic&amp;iacute;pio, o material foi distribu&amp;iacute;do pelas editoras, mas n&amp;atilde;o chegou a ser usado. Como estava ultrapassado, foi doado para entidades assistenciais e levado pelo caminh&amp;atilde;o que faz a coleta do lixo recicl&amp;aacute;vel. Os livros n&amp;atilde;o chegaram a ser destru&amp;iacute;dos e foram devolvidos &amp;agrave; prefeitura. A administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o municipal informou ter instaurado sindic&amp;acirc;ncia para apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos fatos, atribuindo o descarte irregular a um funcion&amp;aacute;rio p&amp;uacute;blico. De acordo com a prefeitura, depois de tr&amp;ecirc;s anos os livros passam a integrar o patrim&amp;ocirc;nio do munic&amp;iacute;pio, a quem cabe decidir sobre conservar o material ou descart&amp;aacute;-lo. Como parte do inqu&amp;eacute;rito, o Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico enviou of&amp;iacute;cio &amp;agrave; coordenadoria geral do programa de livros do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para informar sobre a exist&amp;ecirc;ncia de norma sobre o descarte de materiais did&amp;aacute;ticos. O MEC informou que a sobra do material deveria ter sido comunicada, j&amp;aacute; que os livros poderiam ter sido utilizados em outras cidades do pa&amp;iacute;s.&lt;/div&gt;</description><source>Portal G1</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58925</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58925</guid><pubDate>Mon, 19 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Dos 9 presidenciáveis, 6 escreveram ou foram retratados em livros</title><description>&lt;div&gt;Livros considerados raros em sebos ou at&amp;eacute; mesmo que ainda ser&amp;atilde;o lan&amp;ccedil;ados poder&amp;atilde;o ajudar quem busca saber mais sobre seis dos nove candidatos &amp;agrave; Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica. A rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o das obras escritas pelos presidenci&amp;aacute;veis ou sobre eles inclui biografias, relatos de viagens, an&amp;aacute;lises pol&amp;iacute;ticas e ensaios sobre o futuro do pa&amp;iacute;s. Levantamento do &lt;span&gt;G1 confirmado pela assessoria dos candidatos localizou obras relacionadas a Ivan Pinheiro (PCB), Jos&amp;eacute; Serra (PSDB), Marina Silva (PV), Pl&amp;iacute;nio Arruda Sampaio (PSol), Rui Costa Pimenta (PCO) e Z&amp;eacute; Maria (PSTU). N&amp;atilde;o foram indicadas pelas assessorias obras ligadas a Dilma Rousseff (PT), Jos&amp;eacute; Maria Eymael (PSDC) e Levy Fid&amp;eacute;lix (PRTB). No caso de Dilma, uma biografia chegou a ser cogitada na pr&amp;eacute;-campanha, mas a ideia foi abandonada, segundo integrantes da equipe petista. Marina Silva n&amp;atilde;o figura na lista dos escritores, embora cultive o h&amp;aacute;bito de escrever poemas e j&amp;aacute; tenha duas letras musicadas. Entretanto, a senadora acreana, de origem pobre e alfabetiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o tardia, j&amp;aacute; teve a vida contada em tr&amp;ecirc;s biografias, de acordo com sua assessoria. A mais recente ser&amp;aacute; ainda publicada em agosto pela Editora Mundo Crist&amp;atilde;o. A escritora da obra ainda in&amp;eacute;dita &lt;em&gt;Marina &amp;ndash; A Vida por uma causa&lt;/em&gt; &amp;eacute; a jornalista Mar&amp;iacute;lia de Camargo C&amp;eacute;sar, que trabalha como editora-assistente da &amp;aacute;rea de projetos editoriais do jornal &amp;quot;Valor Econ&amp;ocirc;mico&amp;quot;. Para conferir os livros e ler a mat&amp;eacute;ria completa, clique aqui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Portal G1</source><author>Ardilhes Moreira</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58947</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58947</guid><pubDate>Mon, 19 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Autor de um dos maiores best-sellers dos últimos anos, Boyne lança livro e vem ao Brasil</title><description>&lt;div&gt;John Boyne tinha 35 anos e tr&amp;ecirc;s romances j&amp;aacute; publicados quando &lt;em&gt;O menino do pijama listrado&lt;/em&gt;, sobre o Holocausto visto sob uma perspectiva infantil, colocou-o no topo de listas internacionais de best-sellers e foi adaptado ao cinema. Hoje, aos 39, com mais de 5 milh&amp;otilde;es de livros vendidos e traduzido para 42 idiomas, o irland&amp;ecirc;s s&amp;oacute; lamenta o tempo escasso para a escrita, j&amp;aacute; que passa at&amp;eacute; quatro meses por ano em pa&amp;iacute;ses onde &amp;eacute; editado. Uma das pr&amp;oacute;ximas viagens ser&amp;aacute; para o Brasil: ele &amp;eacute; um dos convidados da Bienal Internacional do Livro de S&amp;atilde;o Paulo, que ocorre de 12 a 22 de agosto. No mesmo m&amp;ecirc;s, sai por aqui &lt;em&gt;O pal&amp;aacute;cio de inverno&lt;/em&gt; (Companhia das Letras, 453 pp., pre&amp;ccedil;o a definir &amp;ndash; Trad: Denise Bottmann), sobre um jovem campon&amp;ecirc;s que, &amp;agrave;s v&amp;eacute;speras da Revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o Russa, torna-se guarda-costas do filho &amp;uacute;nico do czar. Para ler a entrevista, &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100718/not_imp582655,0.php"&gt;&lt;span&gt;clique aqui&lt;/span&gt;. E neste &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100718/not_imp582656,0.php"&gt;&lt;span&gt;link&lt;/span&gt; para conferir a resenha do livro.&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58910</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58910</guid><pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Responsabilidade social em Paraty</title><description>&lt;div&gt;A Flipinha, o Instituto C&amp;amp;A e demais parceiros comemoram: o projeto Mar de Leitores formou, de acordo com a coluna Direto da Fontem, 200 professores da rede municipal para serem mediadores de leituras em Paraty.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58897</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58897</guid><pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Obra aborda gestão na América Latina</title><description>&lt;div&gt;Em suas aulas de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o intercultural no MBA executivo do Insper, o economista Alfredo Behrens sentia necessidade de oferecer aos alunos material sobre cultura e administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ponto de vista latino-americano. Assim surgiu &lt;em&gt;Cultura e administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas Am&amp;eacute;ricas&lt;/em&gt; (Saraiva, 428 pp., R$ 104). A obra se prop&amp;otilde;e a analisar de que maneira a cultura influenciou o desenvolvimento econ&amp;ocirc;mico dos pa&amp;iacute;ses do continente americano e como os estilos de gest&amp;atilde;o europeu e norte-americano repercutiram nas empresas latinas, principalmente na Argentina e no Brasil. O objetivo de Behrens &amp;eacute; contribuir para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de perspectivas locais para os problemas da regi&amp;atilde;o. &amp;quot;&amp;Eacute; tempo de nos prepararmos para tra&amp;ccedil;ar t&amp;eacute;cnicas de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais sintonizadas com nossa cultura&amp;quot;, destaca Behrens. O ponto de partida &amp;eacute; o F&amp;oacute;rum Econ&amp;ocirc;mico Mundial, citado como exemplo de cultura considerada &amp;quot;internacional&amp;quot; e &amp;quot;moderna&amp;quot;. &lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Jordana Viotto</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58905</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58905</guid><pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Policial de Lobo Antunes?</title><description>Em sua coluna na revista &amp;ldquo;Vis&amp;atilde;o&amp;rdquo;, o escritor portugu&amp;ecirc;s Ant&amp;oacute;nio Lobo Antunes disse esta semana estar pensando em escrever um romance policial ap&amp;oacute;s terminar o livro em que trabalha no momento: &amp;ldquo;Em acabando este livro apetece-me escrever um romance policial, ou antes um romance negro. Trago esta ideia h&amp;aacute; anos e chegou a altura de o fazer&amp;rdquo;, escreveu, explicando que h&amp;aacute; alguns anos chegou a planejar um policial em parceria com o &amp;ldquo;irm&amp;atilde;o de alma&amp;rdquo; Jos&amp;eacute; Cardoso Pires, morto em 1998, informa a coluna No Prelo.</description><source>O Globo</source><author>Mànya Millen e Miguel Conde</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58890</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58890</guid><pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Straelen, o paraíso dos tradutores</title><description>&lt;div&gt;Straelen &amp;eacute; uma cidadezinha na fronteira da Alemanha com a Holanda, afamada por abrigar a Academia Europeia de Tradutores. Que fauna multifacetada, que flora interessante! E o trabalho, ent&amp;atilde;o? Se eu sempre gostei de trabalhar, e sempre trabalhei muito, nunca gostei e nunca trabalhei tanto quanto em Straelen. O sil&amp;ecirc;ncio &amp;eacute; t&amp;atilde;o grande que &amp;agrave; noite se ouve o barulho das pr&amp;oacute;prias p&amp;aacute;lpebras quando os olhos se fecham. Dez p&amp;aacute;ginas de tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o por dia s&amp;atilde;o um desiderato palp&amp;aacute;vel... Sabe, quando precisas apenas tomar assento no mundo e tudo come&amp;ccedil;a a andar &amp;agrave; tua volta? No sof&amp;aacute; de Straelen &amp;mdash; o s&amp;iacute;mbolo da cidade &amp;eacute; um sof&amp;aacute; verde e gigantesco, esculpido numa dessas &amp;aacute;rvores ornamentais &amp;mdash; &amp;eacute; assim. Em Straelen trabalhas sem ningu&amp;eacute;m te encher o saco, cercado por 120 mil livros, 25 mil dicion&amp;aacute;rios em 275 idiomas, e quando est&amp;aacute;s enfadado vais &amp;agrave; cozinha, onde h&amp;aacute; sempre uma conversa cosmopolita esperando por ti: com Ljubomir Iliev, o tradutor b&amp;uacute;lgaro do &lt;em&gt;Fausto&lt;/em&gt; de Goethe, com Christine Bredenkamp, a bela sueca que, como eu, traduz Juli Zeh e Sa&amp;scaron;a Stani&amp;scaron;i, ou com o professor dinamarqu&amp;ecirc;s Henning Goldb&amp;aelig;k, que tem sempre uma nova palavra de Adorno &amp;agrave; m&amp;atilde;o para debater. &lt;small&gt;(*Marcelo Backes &amp;eacute; escritor, professor, tradutor e ensa&amp;iacute;sta; doutor em german&amp;iacute;stica e roman&amp;iacute;stica pela Universidade de Freiburg -Alemanha)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Marcelo Backes</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58900</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58900</guid><pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>HQs adolescentes da Mônica e Luluzinha se consolidam</title><description>&lt;div&gt;Renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a palavra-chave para explicar o sucesso editorial de duas revistas em quadrinhos impressas em plena era digital. Originalmente, tanto a dentu&amp;ccedil;a M&amp;ocirc;nica quanto a feminista Luluzinha j&amp;aacute; s&amp;atilde;o senhoras. Mas ambas foram submetidas a um processo de rejuvenescimento, originando novos produtos. Em apenas um ano de vida, &lt;em&gt;Luluzinha Teen&lt;/em&gt; chegou &amp;agrave; marca de 80 mil exemplares por edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Por sua vez, a &lt;em&gt;Turma da M&amp;ocirc;nica Jovem&lt;/em&gt; se aproxima do segundo ano de circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o vendendo acima de 400 mil unidades. E que ningu&amp;eacute;m ouse falar em concorr&amp;ecirc;ncia. O pr&amp;oacute;prio Mauricio de Sousa prefere dizer que todos s&amp;atilde;o participantes de mercado, e afirma que h&amp;aacute; espa&amp;ccedil;o para todo mundo: &amp;ldquo;Cada lan&amp;ccedil;amento gera mais leitores e isso &amp;eacute; salutar para todos. Mais ainda para os leitores que podem escolher, criticar ou paparicar alimentando seu interesse&amp;rdquo;. O editor Daniel Stycer, da Ediouro, concorda que existem semelhan&amp;ccedil;as, mas assinala as diferen&amp;ccedil;as. &amp;ldquo;A Turma da M&amp;ocirc;nica Jovem &amp;eacute; um &amp;oacute;timo produto, assim como quase tudo o que Mauricio de Souza faz, mas acredito que a TMJ se destina a um p&amp;uacute;blico um pouco mais jovem que Luluzinha Teen. Diferentemente da TMJ, que come&amp;ccedil;ou investindo bastante no universo fant&amp;aacute;stico, nossas tem&amp;aacute;ticas sempre foram mais voltadas para o mundo real&amp;rdquo;. &lt;small&gt;(*Pedro de Luna &amp;eacute; editor do &lt;a href="http://www.jblog.com.br/%20quadrinhos.php"&gt;JBlog Quadrinhos&lt;/a&gt;).&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Jornal do Brasil</source><author>Pedro de Luna*</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58906</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58906</guid><pubDate>Sun, 18 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Jovem editora carioca aposta no Leste Europeu</title><description>&lt;div&gt;A jovem editora Tinta Negra - lan&amp;ccedil;ada neste ano e cujo cat&amp;aacute;logo conta com apenas oito t&amp;iacute;tulos, sete deles nacionais - faz uma aposta agora em obras do Leste Europeu premiadas e elogiadas em v&amp;aacute;rios pa&amp;iacute;ses, mas cujos autores s&amp;atilde;o pouco ou nada conhecidos por aqui, informa a coluna Babel. Entre os previstos para sair em 2010 est&amp;aacute; &lt;em&gt;M&amp;aacute;fia&lt;/em&gt;, reportagem sobre os bastidores do crime organizado italiano realizada pela alem&amp;atilde; Petra Reski. Ainda sem t&amp;iacute;tulo em portugu&amp;ecirc;s, &lt;em&gt;Bieguni&lt;/em&gt; apresentar&amp;aacute; ao p&amp;uacute;blico brasileiro a polonesa Olga Tokarczuk, tr&amp;ecirc;s vezes vencedora em seu pa&amp;iacute;s do Pr&amp;ecirc;mio Nike de Literatura. Nos quadrinhos, a aposta &amp;eacute; no alem&amp;atilde;o Flix, autor de &lt;em&gt;Da War Mal Was&lt;/em&gt;. O autor vir&amp;aacute; ao Pa&amp;iacute;s em agosto a convite do Goethe-Institut, para uma s&amp;eacute;rie de eventos, mas o livro sai por aqui s&amp;oacute; no come&amp;ccedil;o do ano que vem.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58902</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58902</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Mais vampiros dos livros para as telas</title><description>&lt;em&gt;Terra dos vampiros &lt;/em&gt;(Planeta, 2008) ser&amp;aacute; adaptado para as telas por John Carpenter, diretor de filmes de terror cult como Halloween (1978). O papel principal ser&amp;aacute; de Hilary Swank, comenta a coluna Babel. Ainda de acordo com a coluna, &lt;em&gt;A passagem&lt;/em&gt;, de Justin Cronin, teve os direitos comprados pela Fox, que deixou o roteiro aos cuidados de John Logan (Oscar por O Gladiador). O t&amp;iacute;tulo abre uma trilogia que a Sextante p&amp;otilde;e nas livrarias a partir de agosto.</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58909</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58909</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>"O filho eterno" vai virar filme</title><description>Um m&amp;ecirc;s ap&amp;oacute;s o an&amp;uacute;ncio de sua adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o teatral, &lt;em&gt;O filho eterno&lt;/em&gt; (Record, 2007), romance nacional mais premiado de 2008, teve os direitos comprados para o cinema, anuncia a coluna Babel. A obra de Cristov&amp;atilde;o Tezza ser&amp;aacute; adaptada pela RT Features.</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58885</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58885</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Rocco terá nova série para o público juvenil</title><description>&lt;div&gt;Adriana Lisboa assinar&amp;aacute; os textos de &lt;em&gt;A volta ao mundo em 190 hist&amp;oacute;rias&lt;/em&gt;, colet&amp;acirc;nea da Rocco organizada por Celina Portocarrero, informa a coluna Babel. A s&amp;eacute;rie, para o p&amp;uacute;blico juvenil, recuperar&amp;aacute; lendas de todo o mundo. O primeiro t&amp;iacute;tulo, previsto para janeiro, ser&amp;aacute; dedicado &amp;agrave; &amp;Aacute;frica. Depois, vir&amp;atilde;o Europa, &amp;Aacute;sia e Am&amp;eacute;ricas. Ainda de acordo com a coluna, a autora acaba de entregar &amp;agrave; editora os originais de &lt;em&gt;Azul-Corvo&lt;/em&gt;, romance adulto que parte de pesquisa sobre a Guerrilha do Araguaia para narrar a trajet&amp;oacute;ria de um ex-combatente que se torna imigrante nos EUA.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58886</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58886</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Porta a porta transforma livros em best-sellers</title><description>&lt;div&gt;Enquanto o mercado tradicional se esmera para oferecer ao consumidor lojas amplas e sites com milh&amp;otilde;es de t&amp;iacute;tulos, os velhos cat&amp;aacute;logos de venda porta a porta ainda ajudam a transformar livros em best-sellers no Brasil. Com um cat&amp;aacute;logo limitado a cerca de 30 t&amp;iacute;tulos por m&amp;ecirc;s, empresas de venda direta, como Avon e Hermes, levam o h&amp;aacute;bito da leitura &amp;agrave; classe C e a regi&amp;otilde;es n&amp;atilde;o atendidas por livrarias. As editoras que descobriram o mercado de venda direta fazem parte de um segmento alternativo que ganha espa&amp;ccedil;o: de acordo com Gustavo Bach, diretor de marketing da Hermes, as vendas de livros pelo cat&amp;aacute;logo cresceram 80% em 2010 na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o ano passado. Em maio, foram 810 mil unidades vendidas, contra 450 mil no mesmo m&amp;ecirc;s de 2009. Se a tend&amp;ecirc;ncia se mantiver, Bach diz que estender&amp;aacute; a lista de t&amp;iacute;tulos, que hoje se resume a obras religiosas e de autoajuda, para a literatura a partir do ano que vem. A Avon n&amp;atilde;o divulga dados de vendas no Pa&amp;iacute;s. O cat&amp;aacute;logo foi respons&amp;aacute;vel, por exemplo, por 50% das vendas do primeiro livro da s&amp;eacute;rie &lt;em&gt;Crep&amp;uacute;sculo&lt;/em&gt;. Al&amp;eacute;m disso, informa que sua for&amp;ccedil;a de vendas &amp;eacute; de 1,1 milh&amp;atilde;o de revendedores no Pa&amp;iacute;s, o dobro do n&amp;uacute;mero de associados da Hermes. Os autores que t&amp;ecirc;m seus livros vendidos em cat&amp;aacute;logos dizem que a parceria &amp;eacute; vantajosa. O consultor em finan&amp;ccedil;as pessoais Gustavo Cerbasi teve o livro &lt;em&gt;Casais inteligentes enriquecem juntos&lt;/em&gt; inclu&amp;iacute;do no cat&amp;aacute;logo da Avon e afirma ter atingido um p&amp;uacute;blico novo. &amp;quot;Vendi mil livros em Roraima e depois fui convidado para fazer uma palestra l&amp;aacute;.&amp;quot; Ele conta que, ao contr&amp;aacute;rio do mercado de livrarias, que pede livros no &amp;quot;pinga-pinga&amp;quot;, cada lote da rede de cosm&amp;eacute;ticos costuma ser de 20 mil a 30 mil unidades.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Fernando Scheller</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58891</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58891</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Páginas da Espanha em &lt;i&gt;Leituras de literatura espanhola&lt;/i&gt;</title><description>&lt;div&gt;O renascimento da literatura espanhola pelas m&amp;atilde;os de escritores como Enrique Vila-Matas e Javier Mar&amp;iacute;as tem provocado s&amp;eacute;rias reflex&amp;otilde;es cr&amp;iacute;ticas sobre a heran&amp;ccedil;a recebida por esses autores desde que Cervantes revolucionou a escrita com seu &lt;em&gt;Dom Quixote&lt;/em&gt;. Como ele, escritores igualmente desajustados - o poeta maneirista Luis de Argote y G&amp;oacute;ngora, entre outros - abriram caminho para a experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o contempor&amp;acirc;nea. Sobre os pioneiros dos s&amp;eacute;culos passados, o professor Mario Miguel Gonz&amp;aacute;lez acaba de lan&amp;ccedil;ar um estudo fundamental, que analisa justamente como agiram esses antecessores da vanguarda liter&amp;aacute;ria hisp&amp;acirc;nica, &lt;em&gt;Leituras de literatura espanhola&lt;/em&gt; (Letraviva, 480 pp., R$ 59), menos um manual de hist&amp;oacute;ria do que um cuidadoso ensaio da pedra fundamental que estruturou essa literatura. A voca&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos espanh&amp;oacute;is para inventar e subverter g&amp;ecirc;neros liter&amp;aacute;rios - compar&amp;aacute;vel ao talento para o futebol - &amp;eacute; examinada por Gonz&amp;aacute;lez nesta &lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,paginas-da-espanha-em-leituras-de-literatura-espanhola,582262,0.htm"&gt;entrevista exclusiva&lt;/a&gt;. Professor de literatura espanhola da Universidade de S&amp;atilde;o Paulo desde 1968, Mario M. Gonz&amp;aacute;lez, argentino de Alta Gracia, C&amp;oacute;rdoba, naturalizado brasileiro, &amp;eacute; uma das maiores autoridades em literatura medieval do Pa&amp;iacute;s. &lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Antonio Gonçalves Filho</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58892</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58892</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Novos subversivos da literatura espanhola</title><description>&lt;div&gt;Os descendentes de Cervantes e G&amp;oacute;ngora ocupar&amp;atilde;o as livrarias brasileiras neste segundo semestre, todos eles com obras experimentais, como conv&amp;eacute;m a subversivos liter&amp;aacute;rios. J&amp;aacute; em setembro a Companhia das Letras lan&amp;ccedil;a o terceiro volume da ambiciosa trilogia &lt;em&gt;Seu rosto amanh&amp;atilde;&lt;/em&gt;, de Javier Mar&amp;iacute;as, que o historiador ingl&amp;ecirc;s Peter Burke considera o melhor romance da d&amp;eacute;cada. J&amp;aacute; foram publicados &lt;em&gt;Febre e lan&amp;ccedil;a&lt;/em&gt; (2003) e &lt;em&gt;Dan&amp;ccedil;a e sonho&lt;/em&gt; (2008). O terceiro chama-se &lt;em&gt;Veneno y Sombra y Adi&amp;oacute;s&lt;/em&gt; e seu protagonista &amp;eacute; um agente que trabalha para o servi&amp;ccedil;o secreto brit&amp;acirc;nico e foi amigo de Ian Fleming, o criador de James Bond. Mesmo assim, n&amp;atilde;o se trata de um livro de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e sim de reflex&amp;atilde;o. Mar&amp;iacute;as e Enrique Vila-Matas criam um espa&amp;ccedil;o filos&amp;oacute;fico onde convivem o real e o inventado, ambos com uma linguagem t&amp;atilde;o particular e cifrada - como a de G&amp;oacute;ngora. A prop&amp;oacute;sito de Vila-Matas, em &lt;em&gt;Hist&amp;oacute;ria abreviada da literatura port&amp;aacute;til&lt;/em&gt;, que a Cosac Naify lan&amp;ccedil;a tamb&amp;eacute;m ainda em 2010, o escritor catal&amp;atilde;o fala de uma sociedade secreta supostamente criada na &amp;Aacute;frica em 1924, a conjura &amp;quot;shandy&amp;quot;, da qual teriam feito parte Garc&amp;iacute;a Lorca e Walter Benjamin.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Antonio Gonçalves Filho</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58893</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58893</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Traduções feitas de idiomas como japonês, árabe e russo ganham espaço </title><description>&lt;div&gt;No pref&amp;aacute;cio &amp;agrave; rec&amp;eacute;m-lan&amp;ccedil;ada nova edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;Ressurrei&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt; (Cosac Naify), de Tolst&amp;oacute;i, o tradutor Rubens Figueiredo diz esperar que sua vers&amp;atilde;o da obra &amp;mdash; a primeira feita diretamente do russo para o portugu&amp;ecirc;s &amp;mdash; ajude a dissipar alguns equ&amp;iacute;vocos que se formaram em torno do &amp;uacute;ltimo romance publicado em vida pelo autor, em 1899. O trabalho de Figueiredo &amp;eacute; um dos exemplos mais recentes de uma pr&amp;aacute;tica que se consolida no mercado editorial brasileiro, a das tradu&amp;ccedil;&amp;otilde;es diretas de l&amp;iacute;nguas como russo, &amp;aacute;rabe, japon&amp;ecirc;s e outras que, num passado recente, eram feitas a partir de vers&amp;otilde;es dos textos em idiomas mais correntes, como ingl&amp;ecirc;s, franc&amp;ecirc;s ou espanhol. Respons&amp;aacute;vel pelas primeiras tradu&amp;ccedil;&amp;otilde;es diretas de &lt;em&gt;Anna Kari&amp;ecirc;nina&lt;/em&gt;, de Tolst&amp;oacute;i, e &lt;em&gt;Pais e filhos&lt;/em&gt;, de Turgu&amp;ecirc;niev (ambos pela Cosac Naify), Figueiredo diz que, al&amp;eacute;m das claras vantagens liter&amp;aacute;rias, a pr&amp;aacute;tica de recorrer ao original evidencia a carga pol&amp;iacute;tica do ato de traduzir. Como exemplo, cita outra obra de Tolst&amp;oacute;i, &lt;em&gt;Guerra e paz&lt;/em&gt;, a ser lan&amp;ccedil;ada em breve pela mesma editora com tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta sua, e que, diz, sofreu em algumas vers&amp;otilde;es inglesas &amp;ldquo;altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que caracterizam uma manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o ideol&amp;oacute;gica e que, praticadas de forma sistem&amp;aacute;tica, mudam o significado geral de uma obra&amp;rdquo;. Leia na &amp;iacute;ntegra no &lt;a href="http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/"&gt;Blog do Prosa e Verso&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Guilherme Freitas</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58898</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58898</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Diálogo cultural sem intermediários</title><description>&lt;div&gt;Professor do Departamento de Letras Orientais da USP, o arabista Mamede Mustafa Jarouche viu seu campo de estudos ser revolucionado nos &amp;uacute;ltimos anos pela &amp;ldquo;dimens&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica&amp;rdquo; da tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o apontada por Rubens Figueiredo. Autor da &amp;uacute;nica vers&amp;atilde;o direta do &amp;aacute;rabe para &lt;em&gt;O livro das mil e uma noites&lt;/em&gt;, cujo quarto volume ser&amp;aacute; publicado em breve pela editora Globo, Jarouche assinala as transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es provocadas pelos atentados de 11 de Setembro nos Estados Unidos e pela nova correla&amp;ccedil;&amp;atilde;o de for&amp;ccedil;as internacionais que se desenhou desde ent&amp;atilde;o. &amp;ldquo;O primeiro volume da tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;O livro das mil e uma noites&lt;/em&gt; saiu em 2005, num momento em que se colocava a necessidade de o Brasil dialogar diretamente n&amp;atilde;o s&amp;oacute; com Europa e Estados Unidos, mas tamb&amp;eacute;m com Oriente M&amp;eacute;dio, &amp;Aacute;sia, &amp;Aacute;frica. Houve um aumento da demanda pelo conhecimento de outras culturas, e a quest&amp;atilde;o da tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta de idiomas orientais adquiriu urg&amp;ecirc;ncia. Acredito que essa&amp;nbsp;demanda se estendeu a outros idiomas &amp;lsquo;n&amp;atilde;o centrais&amp;rsquo;&amp;rdquo;, diz Jarouche. Essa nova demanda teve consequ&amp;ecirc;ncias imediatas na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o acad&amp;ecirc;mica oferecida aos tradutores e especialistas em cultura &amp;aacute;rabe no Brasil, observa Jarouche.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58899</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58899</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Oi, Vivo e TIM vão trazer iPad ao Brasil</title><description>&lt;div&gt;De acordo com a coluna Neg&amp;oacute;cios &amp;amp; Cia, Oi, Vivo e TIM v&amp;atilde;o trazer iPads ao Brasil, e j&amp;aacute; h&amp;aacute; negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es com a Apple. Mas as operadoras preferem n&amp;atilde;o se comprometer com datas, porque a fabricante ainda n&amp;atilde;o teria marcado sua estreia no pa&amp;iacute;s. Esta semana, a Claro disse que deve lan&amp;ccedil;ar o iPad no quarto trimestre.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Maria Fernanda Delmas</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58887</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58887</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Editora FGV quer vender mais on-line</title><description>&lt;div&gt;A Editora FGV quer turbinar a fatia das vendas on-line na receita. Hoje &amp;eacute; de 15%, contra 45% de livrarias e 40% de conv&amp;ecirc;nios com cursos e empresas. Segundo a coluna Neg&amp;oacute;cios &amp;amp; Cia, criou conta no Twitter e vai triplicar os t&amp;iacute;tulos da Cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o Digital. Al&amp;eacute;m de acesso online, seu pre&amp;ccedil;o &amp;eacute; atrativo: R$ 10 por obra. A meta &amp;eacute; crescer 40% em dois anos.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Maria F. Delmas</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58888</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58888</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Frei Betto e Marcelo Gleiser juntos em livro</title><description>&lt;div&gt;Frei Betto e o f&amp;iacute;sico Marcelo Gleiser est&amp;atilde;o desde quarta trancados no Hotel Santa Teresa, debatendo religi&amp;atilde;o e ci&amp;ecirc;ncia para o livro &lt;em&gt;Conversa sobre a f&amp;eacute;&lt;/em&gt;. Sai em novembro pela Nova Fronteira, informa Ancelmo Gois. A obra integra uma cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o que j&amp;aacute; reuniu Lu&amp;iacute;s Fernando Verissimo e Zuenir Ventura entrevistados por Arthur Dapieve.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Ancelmo Gois</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58889</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58889</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A origem do boteco carioca em livro</title><description>&lt;div&gt;Depois dos guias de servi&amp;ccedil;os com estrelas, os botequins ter&amp;atilde;o livro cultuando as origens, comenta a coluna Gente Boa. &lt;em&gt;Mem&amp;oacute;ria afetiva dos botequins cariocas&lt;/em&gt; est&amp;aacute; sendo feito por Paulo Thiago de Mello, Z&amp;eacute; Ot&amp;aacute;vio Sebadelhe e Flavio Silveira. Falar&amp;aacute; de Zicartola, Zeppelin, Jangadeiro, Bafo de On&amp;ccedil;a e outros que se foram, mas explicam o atual esp&amp;iacute;rito de encontro e camaradagem do bar carioca.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58907</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58907</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Gonçalo M. Tavares fala sobre maldade, Saramago e o Brasil </title><description>&lt;div&gt;Gon&amp;ccedil;alo M. Tavares rejeita a ideia de que os seus &amp;quot;livros pretos&amp;quot;, como &lt;em&gt;A m&amp;aacute;quina de Joseph Walser&lt;/em&gt; (Companhia das Letras, 168 pp., R$ 39), que sai agora no Brasil, sejam um atestado de descren&amp;ccedil;a na humanidade. S&amp;atilde;o, antes, sustenta o escritor portugu&amp;ecirc;s, um recado de que &amp;quot;nenhum de n&amp;oacute;s est&amp;aacute; fora do barco da maldade&amp;quot;. &amp;quot;O ser humano &amp;eacute; potencialmente uma m&amp;aacute;quina da maldade. Mas &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m uma m&amp;aacute;quina da bondade. Temos dois motores em funcionamento, o de fazer atos maldosos e um para atos bondosos. E eu gostaria que esses livros servissem para que os leitores percebessem melhor o funcionamento dos seus motores&amp;quot;, disse. Leia a &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/767901-portugues-goncalo-m-tavares-fala-sobre-maldade-saramago-e-o-brasil.shtml"&gt;&lt;span&gt;entrevista&lt;/span&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Fabio Victor</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58904</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58904</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Editoras americanas caçam best-sellers no exterior</title><description>&lt;div&gt;O sueco Stieg Larsson, autor da trilogia &lt;em&gt;Millennium&lt;/em&gt;, fez mais do que vender 40 milh&amp;otilde;es de livros: ele abriu as portas das editoras americanas a escritores de mist&amp;eacute;rio estrangeiros. Se antes as editoras evitavam obras traduzidas para o ingl&amp;ecirc;s, elas agora concorrem por autores do Jap&amp;atilde;o, da Nig&amp;eacute;ria, da Mong&amp;oacute;lia, da China e de onde mais puder surgir o &amp;quot;pr&amp;oacute;ximo Larsson&amp;quot;. &amp;Eacute; que a sua s&amp;eacute;rie chegou ao fim --o &amp;uacute;ltimo livro, &lt;em&gt;A rainha do castelo de ar&lt;/em&gt;, foi publicado nos EUA em maio deste ano--, e o apetite dos leitores, n&amp;atilde;o. Larsson &amp;quot;precisa&amp;quot; de um sucessor. &amp;quot;Nos &amp;uacute;ltimos seis anos, as editoras j&amp;aacute; vinham se esfor&amp;ccedil;ando para ampliar o escopo de fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o de crime internacional. Mas agora isso acontece em escala muito maior&amp;quot;, diz Sarah Weinman, jornalista especializada em mercado de livros de mist&amp;eacute;rio. A primeira &amp;quot;onda&amp;quot; veio da regi&amp;atilde;o da Escandin&amp;aacute;via. Autores best-sellers na Europa ganharam lugar ao lado de Larsson nas prateleiras. Uma das apostas &amp;eacute; Jo Nesbo, noruegu&amp;ecirc;s que trocou a HarperCollins pela Alfred A. Knopf, a mesma de Larsson. Segundo o &amp;quot;Wall Street Journal&amp;quot;, a Salomonsson Agency, que representa 36 autores da regi&amp;atilde;o, vendeu quase 40 obras para os EUA nos &amp;uacute;ltimos anos. A explos&amp;atilde;o de escandinavos fez com que a regi&amp;atilde;o fosse considerada saturada por muitos editores americanos, que passaram a buscar suspenses especialmente na &amp;Aacute;sia e na &amp;Aacute;frica. Weinman diz que o interesse das editoras &amp;eacute; pelo &amp;quot;best-seller imediato&amp;quot;, e os livros estrangeiros, &amp;quot;que antes eram ex&amp;oacute;ticos, hoje podem ter chance no mercado&amp;quot;.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Cristina Fibe</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58894</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58894</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Peruano diz que ao traçar perfis confronta a própria ignorância </title><description>&lt;div&gt;&amp;quot;Como h&amp;aacute; cr&amp;iacute;ticos de vinhos, quem escreve um perfil &amp;eacute; um cr&amp;iacute;tico de pessoas.&amp;quot; Este &amp;eacute; o modo como o peruano Julio Villanueva Chang, 42, define seu of&amp;iacute;cio. Convidado da pr&amp;oacute;xima Festa Liter&amp;aacute;ria Internacional de Paraty (entre 4 e 8 de agosto), o jornalista ficou conhecido por fundar, em 2002, a badalada revista &amp;quot;Etiqueta Negra&amp;quot;, baseada em Lima e dedicada a grandes reportagens e perfis. Chang acaba de ter publicado em alguns pa&amp;iacute;ses hispano-americanos &lt;em&gt;Elogios Criminales&lt;/em&gt;, uma colet&amp;acirc;nea de grandes reportagens que fez com figuras singulares. Entre elas est&amp;atilde;o perfis do chef espanhol Ferran Adri&amp;agrave;, do dentista do escritor colombiano Gabriel Garc&amp;iacute;a M&amp;aacute;rquez, do tenor peruano Juan Diego Fl&amp;oacute;rez e de um inacredit&amp;aacute;vel prefeito cego da cidade de Cali. O autor atualmente trabalha numa reportagem sobre o maestro venezuelano Gustavo Dudamel, que deve integrar uma reedi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do livro. Na Flip, far&amp;aacute; uma oficina sobre perfis e falar&amp;aacute; sobre jornalismo cultural. Leia os principais trechos da &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/768262-autor-peruano-diz-que-ao-tracar-perfis-confronta-a-propria-ignorancia.shtml"&gt;&lt;span&gt;entrevista&lt;/span&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Sylvia Colombo</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58895</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58895</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Chesterton escreve apologia irônica do catolicismo popular</title><description>&lt;div&gt;Ap&amp;oacute;s &lt;em&gt;Ortodoxia&lt;/em&gt;, a editora Mundo Crist&amp;atilde;o publica uma segunda apologia do cristianismo composta por G. K. Chesterton (1874-1936): &lt;em&gt;O homem eterno&lt;/em&gt; (320 pp., R$ 29,90 - Trad. Almiro Pisetta), de 1925. Trata-se de um arrazoado sutil, imaginoso, erudito e bem-humorado em defesa do catolicismo popular, de vi&amp;eacute;s franciscano, contra as posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es cientificistas e evolucionistas que dominavam o cen&amp;aacute;rio intelectual, na Inglaterra eduardina. Em particular, Chesterton ataca o livro de H.G. Wells, &lt;em&gt;Hist&amp;oacute;ria universal&lt;/em&gt;, de 1919, que adotava as teses darwinistas das origens evolutivas da humanidade e negava a divindade de Cristo, considerando-o t&amp;atilde;o somente um l&amp;iacute;der moral, um m&amp;iacute;stico como outros surgidos ao longo da hist&amp;oacute;ria: Maom&amp;eacute;, Buda, Conf&amp;uacute;cio etc. Com base em argumentos do tipo &amp;quot;reductio ad absurdum&amp;quot;, Chesterton procura demonstrar que, a se adotar a ideia de que a humanidade e a civiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o contempor&amp;acirc;neas s&amp;atilde;o simplesmente efeito de um processo evolutivo que se aplica a outras esp&amp;eacute;cies naturais, ent&amp;atilde;o ter-se-ia de admitir que o homem &amp;eacute; um tipo absolutamente &amp;uacute;nico e bizarro de animal, ainda mais estranho e absurdo do que a criatura proposta pela cren&amp;ccedil;a crist&amp;atilde;. &lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Alcir Pécora</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58908</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58908</guid><pubDate>Sat, 17 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Biógrafo de Saramago participa da Bienal</title><description>&lt;div&gt;A editora LeYa trar&amp;aacute; Jo&amp;atilde;o Marques Lopes, bi&amp;oacute;grafo de Jos&amp;eacute; Saramago, para a Bienal do Livro dia 18 de agosto, informa Sonia Racy.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Sonia Racy</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58878</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58878</guid><pubDate>Fri, 16 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Pinguim das letras</title><description>O logotipo mais famoso do mercado editorial mundial, o da ave marinha que d&amp;aacute; nome &amp;agrave; gigante Penguin, sofreu apenas retoques sutis desde que, em 1935, o editor brit&amp;acirc;nico Allen Lane decidiu suprir o mercado com livros que fossem ao mesmo tempo baratos e bem editados. Menos t&amp;iacute;mida foi a expans&amp;atilde;o da empresa desde ent&amp;atilde;o. Ao longo das d&amp;eacute;cadas, a Penguin ampliou seus dom&amp;iacute;nios a outros seis pa&amp;iacute;ses com idioma ingl&amp;ecirc;s, incluindo Estados Unidos, Canad&amp;aacute; e Austr&amp;aacute;lia. E eis que agora, aos 75 anos, concretiza neste m&amp;ecirc;s o acordo com a brasileira Companhia das Letras, anunciada no ano passado, para a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o em portugu&amp;ecirc;s de t&amp;iacute;tulos do selo &lt;em&gt;Classics&lt;/em&gt; - que por aqui vira &lt;em&gt;Penguin Companhia Cl&amp;aacute;ssicos&lt;/em&gt;. J&amp;aacute; em pr&amp;eacute;-venda em grandes livrarias, chegam &amp;agrave;s lojas no pr&amp;oacute;ximo dia 26 os quatro primeiros filhotes: &lt;em&gt;O pr&amp;iacute;ncipe&lt;/em&gt;, de Maquiavel, &lt;em&gt;Pelos olhos de Maisie&lt;/em&gt;, de Henry James, e dois t&amp;iacute;tulos organizados pelo historiador Evaldo Cabral de Mello, &lt;em&gt;Joaquim Nabuco Essencial&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O Brasil Holand&amp;ecirc;s&lt;/em&gt;. &amp;quot;Avaliamos de perto o mercado brasileiro e vimos grande potencial editorial. &amp;Eacute; um pa&amp;iacute;s em crescimento e no qual h&amp;aacute; espa&amp;ccedil;o para edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de alta qualidade de cl&amp;aacute;ssicos da literatura&amp;quot;, disse o CEO da Penguin, John Makinson. Os t&amp;iacute;tulos lan&amp;ccedil;ados por aqui custar&amp;atilde;o de R$ 15 a R$ 35, com tiragens que podem chegar a 18 mil c&amp;oacute;pias. Por exig&amp;ecirc;ncia da Penguin, todos os volumes sair&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m no formato digital, com pre&amp;ccedil;os de 30% a 40% menores que os das edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es impressas. Makinson, que participar&amp;aacute; da Flip, &amp;eacute; um &amp;aacute;rduo defensor do formato digital. Para ler a entrevista, &lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,o-desafio-e-tornar-a-leitura-interessante-nos-e-books,581968,0.htm"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;. A mat&amp;eacute;ria original pode ser acessada pelo t&amp;iacute;tulo.</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58880</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58880</guid><pubDate>Fri, 16 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Pinguim invade praia do Brasil</title><description>O selo Penguin Classics foi lan&amp;ccedil;ado em 1946 e hoje passam de 1.200 os t&amp;iacute;tulos publicados com as faixas branca e preta ao p&amp;eacute; da capa. Os t&amp;iacute;tulos desse cat&amp;aacute;logo previstos para sair pelo selo Penguin Companhia Cl&amp;aacute;ssicos n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o in&amp;eacute;ditos. Mais que o cat&amp;aacute;logo, boa parte em dom&amp;iacute;nio p&amp;uacute;blico, o que a Penguin cede nessa parceria &amp;eacute; conte&amp;uacute;do editorial, o que inclui pref&amp;aacute;cios e notas de rodap&amp;eacute;. Mas tamb&amp;eacute;m know-how e o prest&amp;iacute;gio da marca, como ressalta Luiz Schwarcz, editor da Companhia das Letras. &amp;quot;Entramos com o trabalho e o conhecimento do mercado local, e ganhamos em troca um patrim&amp;ocirc;nio de 50 anos anterior &amp;agrave; nossa editora (a Companhia faz 25 anos em 2011). &amp;Eacute; um salto de qualidade.&amp;quot; Assim como Matinas Suzuki Jr. e Andr&amp;eacute; Conti, que cuidam do novo selo, Schwarcz chegou a fazer uma esp&amp;eacute;cie de est&amp;aacute;gio na Penguin americana. Continue lendo a mat&amp;eacute;ria do &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100716/not_imp582015,0.php"&gt;Estad&amp;atilde;o&lt;/a&gt;.</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58882</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58882</guid><pubDate>Fri, 16 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Cultura centralizada</title><description>Terminou, nesta semana, o prazo que as entidades culturais do pa&amp;iacute;s tinham para candidatar-se a participar da escolha dos 21 nomes da sociedade civil que integrar&amp;atilde;o a Comiss&amp;atilde;o Nacional de Incentivo &amp;agrave; Cultura (CNIC) de 2011 a 2012. Do seleto colegiado, composto ainda por representantes do Minist&amp;eacute;rio da Cultura, sai a &amp;uacute;ltima palavra sobre quais projetos culturais merecem captar recursos por meio da Lei Rouanet. As inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es, no entanto, devem ser prorrogadas. A ideia &amp;eacute; incentivar a presen&amp;ccedil;a de organismos de regi&amp;otilde;es como Nordeste e Centro-Oeste, hoje sem representantes. Dos atuais integrantes, mais da metade &amp;eacute; do Rio ou de S&amp;atilde;o Paulo, informa a coluna Avant-Premi&amp;egrave;re.</description><source>Valor Econômico</source><author>João Bernardo Caldeira</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58863</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58863</guid><pubDate>Fri, 16 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Inês Pedrosa, melancólica e intrigante</title><description>&lt;div&gt;Por causa da boa aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;Fica comigo esta noite&lt;/em&gt; (2008), da escritora e jornalista portuguesa In&amp;ecirc;s Pedrosa, a editora Alfaguara relan&amp;ccedil;a este &lt;em&gt;Fazes-me falta&lt;/em&gt; (272 pp., R$ 37,90), o livro que a consagrou. &amp;Eacute; talvez um dos mais intrigantes romances portugueses desta d&amp;eacute;cada, uma narrativa em duas vozes, no qual um casal reflete sobre a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o amorosa interrompida pela morte prematura da mulher, aos 37 anos. Feminista de primeira hora, In&amp;ecirc;s &amp;eacute; conhecida por seu engajamento em causas como a uni&amp;atilde;o entre pessoas do mesmo sexo e a descriminaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do aborto. Se a milit&amp;acirc;ncia na vida real &amp;eacute; expl&amp;iacute;cita, na obra ela surge de forma muito mais discreta. A personagem feminina &amp;eacute; uma professora que se envolve na pol&amp;iacute;tica de forma idealista. Ela n&amp;atilde;o carrega bandeiras nem faz discursos, mas &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel perceber, de forma sutil, muitas vezes nas entrelinhas, cr&amp;iacute;ticas ao machismo da sociedade, &amp;agrave;s diferen&amp;ccedil;as sociais e outras quest&amp;otilde;es atuais. A autora criou uma estrutura na qual cada cap&amp;iacute;tulo, que dura em geral duas ou tr&amp;ecirc;s p&amp;aacute;ginas, traz o pensamento de um deles, de forma alternada. O estilo de escrever de cada personagem &amp;eacute; bem diferente do outro, o que torna desnecess&amp;aacute;ria a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tipo de letras usado em cada texto. No fundo, &amp;eacute; como se cada cap&amp;iacute;tulo fosse uma carta que um escreve ao outro. A quest&amp;atilde;o &amp;eacute; que nenhum dos dois tem conhecimento do que o outro escreveu. Isso &amp;eacute; ainda mais interessante quando percebemos que volta e meia os textos se cruzam de forma a dialogar indiretamente entre si.&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Marcelo Lyra</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58875</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58875</guid><pubDate>Fri, 16 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Polo de Leitura Baixada Literária é criado</title><description>&lt;div&gt;A falta de bibliotecas comunit&amp;aacute;rias em munic&amp;iacute;pios da Baixada Fluminense, no Rio, fez com que movimentos sociais se unissem para criar o Polo de Leitura Baixada Liter&amp;aacute;ria, informa Galeno Amorim. O projeto quer aproximar as pessoas da leitura liter&amp;aacute;ria. A iniciativa tem o apoio do Instituto C&amp;amp;A e dia 23/7, em Nova Igua&amp;ccedil;u, ter&amp;aacute; v&amp;aacute;rias atividades culturais, tendas tem&lt;a&gt;&lt;/a&gt;&amp;aacute;ticas, espa&amp;ccedil;os para pequenos leitores e a presen&amp;ccedil;a de autores. Al&amp;eacute;m, naturalmente, do sorteio de livros. Para saber mais, mande um e-mail para &lt;a href="mailto:baixadaliteraria@hotmail.com"&gt;baixadaliteraria@hotmail.com&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>Blog do Galeno</source><author>Galeno Amorim</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58859</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58859</guid><pubDate>Thu, 15 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Governo do Rio dá R$ 1,5 mi à Flip</title><description>&lt;div&gt;S&amp;eacute;rgio Cabral resolveu ajudar a viabilizar a pr&amp;oacute;xima Flip. De acordo com Ancelmo Gois, o governo do Rio vai aportar R$ 1,5 milh&amp;atilde;o na Festa Liter&amp;aacute;ria de Paraty que come&amp;ccedil;a dia 4 agora. O colunista comenta que a Flip contava com dinheiro da Petrobras, mas a estatal desistiu de apoiar o evento.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Ancelmo Gois</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58844</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58844</guid><pubDate>Thu, 15 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>O escritor, a delegada e Espinosa</title><description>&lt;div&gt;Sentados durante o almo&amp;ccedil;o em mesas separadas anteontem, no Pav&amp;atilde;o Azul, Copacabana, acabaram tomando caf&amp;eacute; juntos o escritor Luiz Alfredo Garcia-Roza e a delegada Cristiana, adjunta da 12&amp;ordf; DP, em frente, comenta a coluna Gente Boa. Garcia-Roza prepara nova aventura do detetive Espinosa, que h&amp;aacute; dez livros trabalha na delegacia. Ficou impressionado com a moderna investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o policial.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58846</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58846</guid><pubDate>Thu, 15 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>José Bechara lança livro de desenhos em edição trilíngue</title><description>&lt;div&gt;Numa conversa com o cr&amp;iacute;tico de arte Fernando Cocchiarale, o artista pl&amp;aacute;stico Jos&amp;eacute; Bechara comentou que come&amp;ccedil;ava a reunir uma s&amp;eacute;rie de desenhos no ateli&amp;ecirc;. E ouviu do amigo de longa data, um dos primeiros a prestar aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o no seu trabalho, que o desenho era um dos meios mais poderosos, em sua aparente simplicidade. O coment&amp;aacute;rio ficou ressoando na mente e no ateli&amp;ecirc; de Bechara, que n&amp;atilde;o s&amp;oacute; come&amp;ccedil;ou a olhar de forma diferente para seus pr&amp;oacute;prios desenhos, como passou a desenhar mais. Um ano e meio depois, parte dessa produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; reunida no livro &lt;em&gt;Como piscada de vaga-lume&lt;/em&gt; (287 pp., R$ 85), que a R&amp;eacute;ptil Editora lan&amp;ccedil;a hoje, &amp;agrave;s 19h, na &lt;a href="http://www.travessa.com.br/"&gt;Livraria da Travessa&lt;/a&gt; do Leblon (Av. Afr&amp;acirc;nio de Melo Franco, 290 - loja 205 A &amp;ndash; Tel: 21- 3138-9600), em edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o tril&amp;iacute;ngue (portugu&amp;ecirc;s, espanhol e ingl&amp;ecirc;s), com textos de Cocchiarale e Paulo Reis. &amp;rdquo;O livro re&amp;uacute;ne estudos para outros trabalhos e tamb&amp;eacute;m desenhos como obras aut&amp;ocirc;nomas. Mas outra parte &amp;eacute; como um di&amp;aacute;rio. Um jeito de escrever sobre o que fa&amp;ccedil;o no ateli&amp;ecirc; &amp;eacute; substituir palavras por linhas&amp;rdquo;, diz Bechara.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Suzana Velasco</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58851</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58851</guid><pubDate>Thu, 15 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Sonia Braga não quer foto em revista da Abril</title><description>&lt;div&gt;Uma revista comemorativa dos 50 anos da Abril, com as suas melhores fotos, n&amp;atilde;o ter&amp;aacute;, como pretendiam os editores, uma foto de Sonia Braga nua na Playboy, informa a coluna Gente Boa. A atriz n&amp;atilde;o autorizou. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel&amp;rdquo;, diz Sonia, &amp;ldquo;que em mais de 40 anos de carreira, com tantos sucessos no cinema e na televis&amp;atilde;o, a minha foto mais representativa seja nua&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58852</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58852</guid><pubDate>Thu, 15 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Profissão: herdeiro</title><description>&lt;div&gt;&lt;em&gt;Fam&amp;iacute;lias, eu vos detesto&lt;/em&gt;. A antologia que acaba de sair na Fran&amp;ccedil;a com esse t&amp;iacute;tulo &amp;eacute; uma cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o de casos vividos por Emmanuel Pierrat, especialista em propriedade intelectual. O que pode ser pior para um f&amp;atilde; de Jorge Luis Borges do que n&amp;atilde;o encontrar suas obras pela cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pl&amp;eacute;iade porque a reedi&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi bloqueada pela vi&amp;uacute;va do autor, Maria Kodama? E a frustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos leitores de Jean Giono que n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o ler as 3 mil p&amp;aacute;ginas de sua correspond&amp;ecirc;ncia com a amante Blanche Meyer, proibida pelos sucessores? Freud j&amp;aacute; estudava as lutas familiares depois da morte do pai e o impulso de retomar o lugar vago. N&amp;atilde;o acontece apenas no terreno ps&amp;iacute;quico nem s&amp;oacute; na Fran&amp;ccedil;a. O bibli&amp;oacute;filo Jos&amp;eacute; Mindlin dizia que familiares de escritores deviam ostentar no cart&amp;atilde;o de visita a profiss&amp;atilde;o &amp;ldquo;herdeiro&amp;rdquo;. N&amp;atilde;o &amp;eacute; justo colocar no papel do carrasco apenas as fam&amp;iacute;lias. O pr&amp;oacute;prio Pierrat reconhece que editoras s&amp;atilde;o especialistas em ultrapassar limites. Agora que Pagu revive com uma fotobiografia e exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Casa das Rosas, em S&amp;atilde;o Paulo, um lado da fam&amp;iacute;lia cuida de n&amp;atilde;o respingar na m&amp;iacute;tica av&amp;oacute; nenhum petardo da batalha travada pelos herdeiros do ex-marido de Patr&amp;iacute;cia Galv&amp;atilde;o, Oswald de Andrade. Graciliano morreu um ano antes de Oswald. A fam&amp;iacute;lia em p&amp;eacute; de guerra levou mais de 50 anos para fechar o invent&amp;aacute;rio. [Para continuar lendo sobre as lutas judiciais que por vezes enterram a obra de um autor e conhecer alguns casos emblem&amp;aacute;ticos, &lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI155579-15220,00-PROFISSAO+HERDEIRO.html"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;]&lt;/div&gt;</description><source>Revista Época</source><author>Norma Couri</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58923</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58923</guid><pubDate>Thu, 15 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Amigo de Stieg Larsson dá detalhes sobre quarto livro</title><description>&lt;div&gt;Um amigo do autor da s&amp;eacute;rie de livros &lt;em&gt;Millenium&lt;/em&gt; deu detalhes do manuscrito de uma quarta obra de Stieg Larsson com os protagonistas Mikael Blomqvist e Lisbeth Salander. De acordo com a ag&amp;ecirc;ncia de not&amp;iacute;cias AP, a trama se passaria no norte do Canad&amp;aacute;, em um m&amp;ecirc;s de setembro e teria 440 p&amp;aacute;ginas. Segundo a ag&amp;ecirc;ncia, somente duas pessoas tiveram acesso ao rascunho, de cerca de 320 p&amp;aacute;ginas: sua companheira Eva Gabrielsson, que se recusou a comentar o assunto, e o amigo John-Henri Holmberg, que disse ter recebido um e-mail sobre a obra cerca de um m&amp;ecirc;s antes da morte do escritor, em 9 de novembro de 2004. Holmberg contou que Larsson planejara concluir o livro em dezembro. O amigo afirmou que Larsson j&amp;aacute; tinha conseguido uma trama para o in&amp;iacute;cio da hist&amp;oacute;ria e uma para o final, mas faltava o meio.&lt;/div&gt;</description><source>Portal G1</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58853</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58853</guid><pubDate>Thu, 15 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Coetzee entre os finalistas de prêmio australiano</title><description>&lt;div&gt;J M Coetzee, Lucy Christopher e Deborah Forster est&amp;atilde;o entre os 29 finalistas do &amp;ldquo;Prime Minister's Literary Awards in Australia&amp;rdquo;. O ministro da Cultura Peter Garrett anunciou os &amp;ldquo;grandes t&amp;iacute;tulos australianos&amp;rdquo; em quatro categorias - fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, pela primeira vez, fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o para jovens e para crian&amp;ccedil;as - nesta quinta-feira (15). Para ver os outros finalistas, &lt;a href="http://www.thebookseller.com/news/123503-coetzee-and-christopher-among-shortlistees-for-pm-awards.html.rss?utm_source=twitterfeed&amp;amp;utm_medium=twitter"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>The Bookseller</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58876</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58876</guid><pubDate>Thu, 15 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Direitos autorais: artigo polêmico deve mudar</title><description>&lt;div&gt;Entre os artigos pol&amp;ecirc;micos da nova Lei do Direito Autoral que poder&amp;atilde;o ter sua reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o modificada antes de serem enviados ao Congresso, chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos cr&amp;iacute;ticos da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o o de n&amp;uacute;mero 52-B. Diz o seguinte: &amp;quot;O presidente da Rep&amp;uacute;blica poder&amp;aacute;, mediante requerimento do interessado legitimado nos termos do par&amp;aacute;grafo 3.&amp;ordm;, conceder licen&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o volunt&amp;aacute;ria e n&amp;atilde;o exclusiva para tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de obras liter&amp;aacute;rias, art&amp;iacute;sticas ou cient&amp;iacute;ficas, desde que a licen&amp;ccedil;a atenda necessariamente aos interesses da ci&amp;ecirc;ncia, da cultura, da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou do direito fundamental de acesso &amp;agrave; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100714/not_imp580794,0.php"&gt;(...)&lt;/a&gt;. Para a Abramus, o artigo &amp;eacute; &amp;quot;absurdo&amp;quot;, pois prev&amp;ecirc; que o presidente da Rep&amp;uacute;blica possa dispor sobre obras musicais. &amp;quot;Al&amp;eacute;m disso, o que &amp;eacute; &amp;quot;n&amp;atilde;o razo&amp;aacute;vel&amp;quot;. Todas as obras s&amp;atilde;o registradas. O que &amp;eacute; impossibilidade de se identificar um autor?&amp;quot;, indaga Roberto Correa de Mello, da Abramus. Segundo Marcos Souza, diretor de Direitos Intelectuais do MinC, h&amp;aacute; um equ&amp;iacute;voco de interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, porque o artigo trata t&amp;atilde;o somente de obras liter&amp;aacute;rias e cient&amp;iacute;ficas. N&amp;atilde;o se refere &amp;agrave; m&amp;uacute;sica. Visa a permitir que as chamadas &amp;quot;obras &amp;oacute;rf&amp;atilde;s&amp;quot;, &amp;agrave;s quais o leitor perdeu o direito por desinteresse do autor, fam&amp;iacute;lias e editoras nas suas reedi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, possam chegar de novo a quem interessa: o leitor. O interesse p&amp;uacute;blico da obra se sobrep&amp;otilde;e &amp;agrave; restri&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ainda assim, Souza diz que, se a reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do artigo est&amp;aacute; dando margem a essa confus&amp;atilde;o, o texto poder&amp;aacute; sofrer revis&amp;atilde;o antes de chegar ao Congresso.[Para ler mais sobre a quest&amp;atilde;o, tratada com mais interesse pela ind&amp;uacute;stria da m&amp;uacute;sica, &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100714/not_imp580793,0.php"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;]&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Jotabê Medeiros</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58831</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58831</guid><pubDate>Wed, 14 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>"A proposta da Abril foi de longe a melhor"</title><description>&lt;div&gt;A aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Anglo pela Abril Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, anunciada na segunda-feira, teve como fator decisivo a proposta financeira ofertada pela fam&amp;iacute;lia Civita, que desbancou as gigantes internacionais Pearson e Santillana. &amp;quot;A proposta da Abril foi de longe a melhor oferta. Al&amp;eacute;m disso, os projetos para o futuro do Anglo tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o muito interessantes&amp;quot;, disse Guilherme Faiguenboim, ex-dono do Anglo e que agora ocupa o posto de executivo na Abril Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Faiguenboim ressaltou que a equipe atual e os projetos j&amp;aacute; aprovados ser&amp;atilde;o mantidos. Ele e Manoel Amorim, presidente da Abril Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, j&amp;aacute; est&amp;atilde;o trabalhando em conjunto. Um dos projetos que est&amp;atilde;o sendo estudados &amp;eacute; em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao p&amp;uacute;blico-alvo das duas marcas de sistemas de ensino. Hoje, o t&amp;iacute;quete m&amp;eacute;dio do Ser &amp;eacute; de cerca de R$ 200 e sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; exclusiva em escolas particulares. J&amp;aacute; o Anglo est&amp;aacute; presente nas redes p&amp;uacute;blica e particular e o t&amp;iacute;quete m&amp;eacute;dio &amp;eacute; bem mais elevado: R$ 600. O Anglo &amp;eacute; considerado uma grife no mercado de sistemas de ensino. &amp;quot;Nossa ideia &amp;eacute; manter as duas marcas porque ambas est&amp;atilde;o crescendo de forma significativa&amp;quot;, disse Amorim. Com a compra do Anglo, a Abril Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o passa a ter 334 mil alunos. Al&amp;eacute;m disso, &amp;eacute; dona da &amp;Aacute;tica e Scipione, que nos &amp;uacute;ltimos anos v&amp;ecirc;m fechando grandes contratos com o governo para venda de livros did&amp;aacute;ticos.&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Beth Koike</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58815</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58815</guid><pubDate>Wed, 14 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Biografia de Keith Richards está no prelo</title><description>&lt;em&gt;Life&lt;/em&gt;, a autobiografia do guitarrista Keith Richards, 67 anos, fundador dos Rolling Stones e principal parceiro de Mick Jagger, chega aqui ainda este ano, informa Ancelmo Gois. A obra vai sair pela Globo Livros.</description><source>O Globo</source><author>Ancelmo Gois</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58828</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58828</guid><pubDate>Wed, 14 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A atualidade do Centro Cultural São Paulo</title><description>&lt;div&gt;O Centro Cultural S&amp;atilde;o Paulo &amp;eacute; um marco do p&amp;oacute;s-modernismo no Brasil. Inaugurado em 1982, sua arquitetura &amp;eacute; singular principalmente pelo des&amp;iacute;gnio de se tornar um ambiente modelado pelo uso e apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da multid&amp;atilde;o, ou seja, democr&amp;aacute;tico e participativo. Na &amp;uacute;ltima d&amp;eacute;cada, a continuidade na gest&amp;atilde;o do centro permitiu que as estruturas f&amp;iacute;sica, administrativa e cultural fossem revitalizadas. Desde 2007, com a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um novo sistema operacional, o centro est&amp;aacute; sendo gerido por meio de uma nova l&amp;oacute;gica. Foram colocados em pr&amp;aacute;tica novos conceitos, entre eles: a curadoria, a media&amp;ccedil;&amp;atilde;o cultural, a gest&amp;atilde;o unificada dos acervos, as tecnologias de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rede. Na revis&amp;atilde;o da miss&amp;atilde;o deste Centro Cultural, o que ficou patente foi sua principal contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; esfera p&amp;uacute;blica da arte e da cultura desde sua g&amp;ecirc;nese: a de promover o livre acesso &amp;agrave; cultura e &amp;agrave; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;small&gt;(*Martin Grossmann &amp;eacute; professor titular da ECA-USP, curador-coordenador do F&amp;oacute;rum Permanente: Museus de Arte entre o P&amp;uacute;blico e o Privado, foi diretor-geral do Centro Cultural S&amp;atilde;o Paulo de julho de 2006 a maio de 2010. Foi tamb&amp;eacute;m vice-diretor do Museu de Arte Contempor&amp;acirc;nea da USP (1998-2002).&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Martin Grossmann*</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58829</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58829</guid><pubDate>Wed, 14 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Heróis de games precisam ganhar mais substância</title><description>&lt;div&gt;Desde os tempos de Mario Bros, a ind&amp;uacute;stria de videogames batalha para dar realismo a seus personagens. A boina vermelha de Mario, por exemplo, servia para esconder a dificuldade de recriar cabelos, um desafio que existe at&amp;eacute; hoje. Para alguns especialistas, por&amp;eacute;m, n&amp;atilde;o &amp;eacute; o cabelo o problema dos games. &amp;Eacute; a falta de cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;quot;Os desenvolvedores trabalham duro para fazer penteados maravilhosos, mas esquecem o quanto &amp;eacute; importante dar a esses personagens sentimentos e coisas inteligentes para dizer&amp;quot;, disse &amp;agrave; Folha o americano Tom Bissell, autor de &lt;em&gt;Extra Lives - Why Video Games Matter&lt;/em&gt;, lan&amp;ccedil;ado no m&amp;ecirc;s passado nos Estados Unidos. O autor insiste que os games s&amp;atilde;o sim uma forma de arte, embora ainda precisem ir al&amp;eacute;m das narrativas tradicionais e melhorar muito os di&amp;aacute;logos capengas de seus jogos. Al&amp;eacute;m dos depoimentos pessoais, ele tamb&amp;eacute;m descreve passagens de jogos como se fossem verdadeiras tramas liter&amp;aacute;rias. &amp;quot;As emo&amp;ccedil;&amp;otilde;es que eu senti nesses momentos -medo, d&amp;uacute;vida, coragem- foram t&amp;atilde;o intensas como eu nunca antes senti, seja lendo um livro, vendo um filme ou ouvindo uma m&amp;uacute;sica&amp;quot;, escreveu, ap&amp;oacute;s descrever uma batalha contra zumbis em Left 4 Dead. Leia trechos da &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/tec/tc1407201029.htm"&gt;entrevista&lt;/a&gt; (para assinantes).&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Fernanda Ezabella</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58830</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58830</guid><pubDate>Wed, 14 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Persuasão e grito na tentativa de seduzir o consumidor</title><description>&lt;div&gt;O livro do jornalista Guilherme Azevedo - &lt;em&gt;Propaganda popular brasileira&lt;/em&gt; (Senac/SP. 220 pp., R$ 45), &amp;eacute; uma esp&amp;eacute;cie de &amp;quot;talk show&amp;quot; impresso. Est&amp;atilde;o ali conversas com 12 personalidades da publicidade brasileira, apresentadas numa prosa que s&amp;oacute; &amp;eacute; despretensiosa na forma coloquial. Com habilidade e conhecimento do tema, o autor consegue compor, a partir do papo com seus entrevistados - Alex Periscinoto, Erc&amp;iacute;lio Tranjan, Washington Olivetto, Roberto Duailibi, Jo&amp;atilde;o Daniel Tikhomiroff, Marcelo Conde, Celso Loducca, &amp;Iacute;caro D&amp;oacute;ria, P J Pereira, Michel Lent, Julio Xavier e Jarbas Agnelli - um conte&amp;uacute;do valorizado por transportar at&amp;eacute; o leitor a experi&amp;ecirc;ncia de profissionais de diferentes gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Os depoimentos deixam claro que o momento atual da publicidade &amp;eacute; de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A criatividade, que sempre foi um dos destaques da propaganda brasileira, &amp;eacute; debatida sob o enfoque de que hoje parece estar jogada a um segundo plano. A discuss&amp;atilde;o vai longe e envolve outros temas importantes para a profiss&amp;atilde;o de publicit&amp;aacute;rio, como a &amp;eacute;tica, por exemplo. Deve-se fazer propaganda de bebida alco&amp;oacute;lica para adolescentes? A encruzilhada da propaganda brasileira parece estar entre a picardia inglesa e a objetividade massacrante dos americanos. O desafio que todos os entrevistados do livro tentam superar &amp;eacute; encontrar o caminho verde-amarelo. &lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Eduardo Pinto de Almeida</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58819</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58819</guid><pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Com a corda toda, seu nome é Aleijadinho</title><description>&lt;div&gt;N&amp;atilde;o &amp;eacute; de hoje que luthiers brasileiros ganharam respeito e credibilidade n&amp;atilde;o s&amp;oacute; no Brasil como no exterior. Mesmo que aqui no Pa&amp;iacute;s a luteria n&amp;atilde;o seja t&amp;atilde;o difundida e n&amp;atilde;o tenha criado tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e escola, h&amp;aacute; profissionais que podem ser classificados como verdadeiros artistas, fabricando instrumentos para os melhores m&amp;uacute;sicos do mundo. &amp;Eacute; o caso do pernambucano Saulo Dantas-Barreto, que teve um recorte de seu of&amp;iacute;cio retratado pela jornalista Marcia Glogowski no livro &lt;em&gt;Aleijadinho, o violoncelo - A luteria de Dantas-Barreto&lt;/em&gt; (Ala&amp;uacute;de, 88 pp., R$ 92), que ser&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ado hoje, &amp;agrave;s 18h30, na &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/eventos/resenha.asp?nevento=17517&amp;amp;sid=7381492271251926239591632&amp;amp;k5=34E639B6&amp;amp;uid="&gt;Livraria Cultura&lt;/a&gt; Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073 - Bela Vista - S&amp;atilde;o Paulo/SP &amp;ndash; Loja de Artes). A obra, que ficou pronta em 2008, com edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o bil&amp;iacute;ngue (portugu&amp;ecirc;s e ingl&amp;ecirc;s), mostra todo o processo de fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do violoncelo Aleijadinho, instrumento com ornamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o inspirada no escultor brasileiro, e que foi apadrinhado pelo violoncelista Antonio Meneses, respeitad&amp;iacute;ssimo no mundo inteiro e professor do conservat&amp;oacute;rio de Berna, Su&amp;iacute;&amp;ccedil;a.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Lucas Nobile</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58804</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58804</guid><pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Microsoft reforça guerra ao iPad</title><description>&lt;div&gt;O presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, conseguiu atrair novos tablets para seu sistema operacional Windows 7. Em uma confer&amp;ecirc;ncia realizada ontem, o executivo conseguiu juntar cerca de 20 fabricantes de aparelhos, ressaltando a avidez da gigante dos softwares para conter a explos&amp;atilde;o do interesse pelo iPad, da rival Apple. O Windows dedicado aos tablets, ou dispositivos port&amp;aacute;teis sem fio, est&amp;aacute; na linha de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fabricantes como Acer, Dell, Samsung Electronics, Toshiba, Sony e uma d&amp;uacute;zia de outras produtoras de PCs, disse Ballmer na confer&amp;ecirc;ncia anual de parceiros da Microsoft, realizada em Washington. Ballmer n&amp;atilde;o mencionou diretamente a HP, maior fabricante mundial de computadores pessoais, e que tem dito planejar ter um tablet com o sistema operacional da Palm - que foi comprada pela HP este ano. Contudo, o logotipo da HP aparecia na lista de fabricantes de PCs trabalhando com a Microsoft, que foi mostrada na apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Ballmer. &lt;small&gt;(Reuters)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58810</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58810</guid><pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>MinC diz que associações querem travar debate sobre direitos autorais </title><description>&lt;div&gt;Ap&amp;oacute;s a abertura do debate &amp;quot;O Autor, o Artista e o Direito Autoral Brasileiro&amp;quot;, na manh&amp;atilde; de ontem (12), no Ita&amp;uacute; Cultural, o presidente da Abramus (Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de M&amp;uacute;sica e Artes), Roberto Melo, chamou de lado o secret&amp;aacute;rio de Pol&amp;iacute;ticas Culturais do Minist&amp;eacute;rio da Cultura (MinC). Irritado com a fala p&amp;uacute;blica do secret&amp;aacute;rio Jos&amp;eacute; Luiz Her&amp;ecirc;ncia, Melo amea&amp;ccedil;ou process&amp;aacute;-lo judicialmente. &amp;quot;Ele est&amp;aacute; faltando com a verdade quando diz que cobramos uma taxa dos artistas&amp;quot;, repetiu o presidente da Abramus &amp;agrave; Folha. Por tr&amp;aacute;s desse debate que parece ter algo de sem&amp;acirc;ntico, est&amp;aacute; a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para a era digital, da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira de direitos autorais. &amp;quot;N&amp;atilde;o queremos punir o menino que tira uma c&amp;oacute;pia para si, mas queremos nos proteger dos provedores de conte&amp;uacute;do que n&amp;atilde;o querem pagar os autores&amp;quot;, diz Melo. Her&amp;ecirc;ncia, por sua vez, diz que entidades como Abramus e Ecad (Escrit&amp;oacute;rio Central de Arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Direitos) tentam interditar o debate. &amp;quot;Eles v&amp;ecirc;m com o falso argumento de que queremos estatizar a arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, com isso, evitam o aprofundamento das quest&amp;otilde;es importantes de fato&amp;quot;, diz o secret&amp;aacute;rio. Herencia anunciou que ser&amp;aacute; prorrogado o per&amp;iacute;odo de consulta p&amp;uacute;blica da nova lei sobre a mat&amp;eacute;ria. Segundo ele, o prazo ser&amp;aacute; estendido por mais 45 dias, aproximadamente.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58799</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58799</guid><pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Biblioteca Mário de Andrade empresta livros de autores pop</title><description>&lt;div&gt;Fechada desde setembro de 2007 para reforma e recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seu acervo, a biblioteca M&amp;aacute;rio de Andrade reabrir&amp;aacute; no pr&amp;oacute;ximo dia 21 a sua se&amp;ccedil;&amp;atilde;o circulante (Av. S&amp;atilde;o Lu&amp;iacute;s, 235. 2&amp;ordf; a 6&amp;ordf;, das 8h30 &amp;agrave;s 20h30, e aos s&amp;aacute;bados das 10h &amp;agrave;s 17h) com 42 mil livros para empr&amp;eacute;stimo. Grande parte deles ser&amp;aacute; de best-sellers adaptados para o cinema e para a TV recentemente, como os volumes da saga &lt;em&gt;Crep&amp;uacute;sculo&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Lula: o filho do Brasil&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O diabo veste Prada&lt;/em&gt;, entre outros. Ter&amp;aacute; ainda uma se&amp;ccedil;&amp;atilde;o com livros de autoajuda, como &lt;em&gt;O segredo&lt;/em&gt;; obras liter&amp;aacute;rias de escritores &amp;quot;cult&amp;quot; entre os jovens, como &lt;em&gt;Alta fidelidade&lt;/em&gt; de Nick Hornby; al&amp;eacute;m de livros sobre culin&amp;aacute;ria, gravidez e guias de viagens.&amp;quot;Esses livros ser&amp;atilde;o &amp;lsquo;iscas&amp;rsquo; para atrair leitores para outras obras&amp;quot;, diz o diretor de acervo, William Okubo. Essa, no entanto, &amp;eacute; s&amp;oacute; uma pequena parte dos mais de 320 mil t&amp;iacute;tulos existentes nos 22 andares da M&amp;aacute;rio de Andrade que, ap&amp;oacute;s a reforma, tiveram portas e janelas vedados para impedir a entrada de pragas como as brocas. Ainda em fase de cataloga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, esse outro acervo, que tem livros rar&amp;iacute;ssimos como &lt;em&gt;Jazz&lt;/em&gt;, de Henri Matisse (avaliado em R$ 200 mil), estar&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel apenas para pesquisas a partir de 2011, quando ser&amp;aacute; reinaugurada toda a biblioteca. &lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>James Cimino </author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58800</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58800</guid><pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Coletânea de Italo Calvino agrada só aos fãs incondicionais </title><description>&lt;div&gt;Um artista pl&amp;aacute;stico especializado em fabricar selos de pa&amp;iacute;ses imagin&amp;aacute;rios. Aut&amp;ocirc;matos capazes de escrever, desenhar ou tocar um instrumento, fabricados por uma dupla de relojoeiros su&amp;iacute;&amp;ccedil;os no s&amp;eacute;culo 18. A gram&amp;aacute;tica sutil dos jardins japoneses. A iconografia da Am&amp;eacute;rica no tempo dos descobrimentos. Temas desse tipo s&amp;atilde;o abordados pelo escritor italiano Italo Calvino em &lt;em&gt;Cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o de areia&lt;/em&gt; (Companhia das Letras, 232 pp., R$ 39), que re&amp;uacute;ne reportagens e ensaios escritos, na sua maioria, de 1980 a 1984. Est&amp;aacute; longe de ser um livro desinteressante, mas o que predomina &amp;eacute; um tom relatorial e descritivo, no qual a marca do autor est&amp;aacute; mais na escolha de cada assunto do que em sua capacidade de transcend&amp;ecirc;-lo. Reconhece-se o gosto de Calvino pela literatura fant&amp;aacute;stica, pelo artif&amp;iacute;cio, pelo arbitr&amp;aacute;rio, e a relativa aus&amp;ecirc;ncia de preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas, morais ou psicol&amp;oacute;gicas nesses artigos. &amp;Eacute; sobre Roland Barthes o melhor texto de &lt;em&gt;Cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o de areia&lt;/em&gt;. Calvino analisa um livro de Barthes sobre fotografia associando-o &amp;agrave; not&amp;iacute;cia, que acabava de receber, da morte do semi&amp;oacute;logo, num ensaio ao mesmo tempo expositivo e emocionado.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Marcelo Coelho</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58802</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58802</guid><pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>JB deixará de circular e terá apenas versão na internet</title><description>&lt;div&gt;O Jornal do Brasil, um dos mais antigos do pa&amp;iacute;s &amp;mdash; que teve a sua primeira &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o impressa em 1891 &amp;mdash;, vai deixar de circular. A data para o fim da vers&amp;atilde;o em papel ser&amp;aacute; decidida entre amanh&amp;atilde; e quinta-feira, disse ontem o empres&amp;aacute;rio Nelson Tanure, dono da marca. Com d&amp;iacute;vidas estimadas em R$ 100 milh&amp;otilde;es e vendo a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o despencar, Tanure tentou encontrar um comprador para o jornal. Sem sucesso, decidiu manter o jornal s&amp;oacute; na internet. &amp;ldquo;A decis&amp;atilde;o de acabar com o papel est&amp;aacute; sendo tomada esta semana. Teremos uma decis&amp;atilde;o na quarta-feira ou na quinta-feira. Provavelmente, seremos o primeiro jornal a estar apenas na internet. &amp;Eacute; algo que est&amp;aacute; acontecendo no mundo todo&amp;rdquo;, disse Nelson Tanure. Ontem, Tanure confirmou a sa&amp;iacute;da de Pedro Grossi, que ocupava a presid&amp;ecirc;ncia do JB h&amp;aacute; apenas quatro meses. &amp;ldquo;Eu demiti o Pedro Grossi porque ele era a favor de continuar no papel&amp;rdquo;, disse. Segundo a sua assessoria de imprensa, o Jornal do Brasil conta com 180 funcion&amp;aacute;rios, sendo 60 jornalistas, que trabalham na reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O JB tem hoje tiragem de 17 mil exemplares nos dias de semana e de 22 mil aos domingos. Na reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do jornal, o clima &amp;eacute; de tristeza e nervosismo. &lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58805</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58805</guid><pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Leitores de livros eletrônicos podem aumentar a pirataria</title><description>&lt;div&gt;Com telas e peso semelhantes &amp;agrave;s publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de papel, conectividade 3G e Wi-fi e compartilhamento das opini&amp;otilde;es com outros leitores pelas redes sociais, os leitores de livros digitais conseguiram conquistar milhares de adeptos. De abril a maio de 2010, foram vendidas 740 mil unidades no mundo. No primeiro quadrimestre, o acumulado chega a 1,4 milh&amp;atilde;o de aparelhos vendidos, de acordo com dados da Digitimes Research. As editoras tamb&amp;eacute;m encontraram um novo segmento para faturar. Uma pesquisa da comScore apontou uma alta tend&amp;ecirc;ncia entre os consumidores de e-readers &amp;mdash; principalmente o p&amp;uacute;blico jovem &amp;mdash; de pagar por jornais e revistas formatadas para esse aparelhos. Entre os usu&amp;aacute;rios de &lt;st1:metricconverter w:st="on" productid="25 a"&gt;25 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 34 anos, 59% disseram que pagariam por um conte&amp;uacute;do virtual. O interesse se reflete nos lucros. De acordo com a consultoria norte-americana PricewaterhouseCoopers, o mercado de e-books vai passar de US$ 1,1 bilh&amp;atilde;o, &amp;iacute;ndice atingido em 2009, para US$ 4,1 bilh&amp;otilde;es at&amp;eacute; 2013. As editoras de livros e revistas h&amp;aacute; alguns anos j&amp;aacute; se preparavam para esse mercado. A Editora Matrix foi pioneira em fechar contratos para publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros tanto no formato digital como em papel. Com a populariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos e-books, outra quest&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; levantada: a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ilegal. A Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Direitos Reprogr&amp;aacute;ficos (ABDR) retirou do ar de agosto do ano passado at&amp;eacute; janeiro deste ano 15,7 mil links para download piratas de livros. Para ler a mat&amp;eacute;ria completa, que fala sobre outras editoras, livrarias e ainda sobre experi&amp;ecirc;ncias internacionais, &lt;a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/07/13/tecnologia,i=202178/LEITORES+DE+LIVROS+ELETRONICOS+DAO+FORCA+A+DIGITALIZACAO+DE+OBRAS+E+PODEM+AUMENTAR+A+PIRATARIA.shtml"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>Correio Braziliense</source><author>Ataide de Almeida Jr.</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58813</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58813</guid><pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Angeli na Biblioteca de São Paulo</title><description>&lt;div&gt;No pr&amp;oacute;ximo dia 17 de julho, a partir das 14h, a Biblioteca de S&amp;atilde;o Paulo (Avenida Cruzeiro do Sul, 2630, S&amp;atilde;o Paulo/SP) apresenta o &amp;ldquo;S&amp;aacute;bado da Mem&amp;oacute;ria das Artes Gr&amp;aacute;ficas&amp;rdquo;. Todo s&amp;aacute;bado, um artista gr&amp;aacute;fico presta um depoimento sobre sua vida, sua obra e sua t&amp;eacute;cnica para o p&amp;uacute;blico presente. Este depoimento &amp;eacute; gravado e transcrito, gerando cadernos biogr&amp;aacute;ficos que ser&amp;atilde;o vendidos a pre&amp;ccedil;o de custo na Biblioteca, e dispon&amp;iacute;veis ao p&amp;uacute;blico em geral. Desta vez, o artista convidado &amp;eacute; o cartunista Angeli, criador, entre outros, de R&amp;ecirc; Bordosa e Bob Cuspe. O evento ter&amp;aacute; media&amp;ccedil;&amp;atilde;o do jornalista Marcelo Alencar. &lt;/div&gt;</description><source>Universo HQ</source><author>Marcelo Naranjo</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58856</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58856</guid><pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>DC Comics lança livro com capas de Adam Hughes</title><description>&lt;div&gt;A DC Comics lan&amp;ccedil;ou &lt;em&gt;Cover Run: The DC Comics Art of Adam Hughes&lt;/em&gt; (208 pp., US$ 39,99). O volume, em capa dura, re&amp;uacute;ne algumas das melhores capas de Adam Hughes nas s&amp;eacute;ries Wonder Woman, Catwoman e outras revistas da DC Comics. As capas s&amp;atilde;o acompanhadas de coment&amp;aacute;rios de Hughes, de desenhos preliminares, sketches e at&amp;eacute; imagem de estatuetas baseadas em suas ilustra&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Embora o grande foco esteja nas capas da Mulher-Maravilha e da Mulher-Gato, outros personagens da DC Comics como a Liga da Justi&amp;ccedil;a (Hughes foi o desenhista da s&amp;eacute;rie entre 1989 e 1990), Poderosa e at&amp;eacute; Rhosyn Forrest (da s&amp;eacute;rie Rose and Thorn) tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o presentes. &lt;/div&gt;</description><source>Universo HQ</source><author>Sérgio Codespoti</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58818</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58818</guid><pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Roteirista de 'Amanhecer' fala da adaptação de polêmica cena</title><description>&lt;div&gt;Uma das quest&amp;otilde;es que mais intriga os f&amp;atilde;s da saga &lt;em&gt;Crep&amp;uacute;sculo&lt;/em&gt; &amp;eacute; saber como ser&amp;aacute; filmada a cena do parto de Bella em Amanhecer, cena esta que, no livro de Stephenie Meyer, &amp;eacute; descrita com detalhes gr&amp;aacute;ficos bastante precisos. A resposta vem nas palavras da roteirista Melissa Rosenberg, respons&amp;aacute;vel pela adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o cinema deste cap&amp;iacute;tulo da trama. Ela se diz completamente a favor de mostrar tudo que est&amp;aacute; descrito no livro. Ou quase tudo. Em entrevista &amp;agrave; revista People, Rosenberg disse que provavelmente n&amp;atilde;o se ver&amp;aacute; os dentes de vampiro de Edward na placenta, &amp;quot;porque n&amp;atilde;o h&amp;aacute; necessidade disso&amp;quot;, afirmou ela.&lt;/div&gt;</description><source>Terra</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58820</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58820</guid><pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A realidade da Estante Virtual</title><description>&lt;div&gt;Voc&amp;ecirc; viu os livros mais vendidos da semana? Em primeiro lugar, j&amp;aacute; h&amp;aacute; algum tempo, &lt;em&gt;Vidas secas&lt;/em&gt;, de Graciliano Ramos. Em segundo e quarto lugares, George Orwell, com &lt;em&gt;A revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bichos&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;1984&lt;/em&gt;. Na terceira posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Gabriel Garc&amp;iacute;a M&amp;aacute;rquez com o seu cl&amp;aacute;ssico &lt;em&gt;Cem anos de solid&amp;atilde;o&lt;/em&gt;. A lista segue com Paulo Freire &lt;em&gt;(Pedagogia da autonomia)&lt;/em&gt;, Jorge Amado &lt;em&gt;(Capit&amp;atilde;es da areia)&lt;/em&gt;, Aldous Huxley &lt;em&gt;(Admir&amp;aacute;vel mundo novo)&lt;/em&gt; e Clarice Lispector &lt;em&gt;(A hora da estrela)&lt;/em&gt;. Se, claro, n&amp;atilde;o estamos tratando dos mais vendidos nas livrarias pa&amp;iacute;s afora, ao menos, &amp;eacute; um alento ver que, para al&amp;eacute;m de vampiros, cabanas e auto-ajuda, o leitor brasileiro opta, sim, pela bibliodiversidade oferecida pelos sebos Brasil afora. A lista acima mencionada &amp;eacute; a do site &lt;a target="_blank" href="http://www.estantevirtual.com.br/"&gt;Estante Virtual&lt;/a&gt;, que re&amp;uacute;ne 1.753 sebos em 313 cidades pa&amp;iacute;s adentro e oferece quase 7 milh&amp;otilde;es de livros on-line, que podem ser comprados por meio de dep&amp;oacute;sito, transfer&amp;ecirc;ncia, boleto banc&amp;aacute;rio e cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito e em poucos dias chegam &amp;agrave; sua casa. Destes, 5,8 milh&amp;otilde;es custam menos de R$ 30. Confira a entrevista em v&amp;iacute;deo com Andr&amp;eacute; Garcia, criador da Estante Virtual (&lt;a target="_blank" href="http://www.literal.com.br/banco/video/entrevista-com-andre-garcia-da-estante-virtual-parte-1"&gt;Parte 1&lt;/a&gt; e &lt;a target="_blank" href="http://www.literal.com.br/banco/video/entrevista-com-andre-garcia-da-estante-virtual-parte-2"&gt;Parte 2&lt;/a&gt;) ou leia diretamente no &lt;a href="http://www.literal.com.br/blogs/a-realidade-da-estante-virtual"&gt;Portal Literal&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>Portal Literal</source><author>Bruno Dorigatti e Felipe Pontes </author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58832</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58832</guid><pubDate>Tue, 13 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Maraca é o cacete</title><description>&lt;div&gt;De Ruy Castro, bi&amp;oacute;grafo de Carmen Miranda, sobre o filme &amp;ldquo;Maracas: The Carmem Miranda story&amp;rdquo;, a ser feito nos EUA por Buddy Bregman: &amp;rdquo;L&amp;aacute; fora, &amp;eacute; assim: algu&amp;eacute;m resolve se apossar de um personagem sem dar satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, inclusive deturpando tudo: o que Carmen tinha a ver com maracas?&amp;rdquo;. Ali&amp;aacute;s, a produtora Paula Lavigne, que det&amp;eacute;m os direitos para a tela da hist&amp;oacute;ria de Carmen, vai recorrer &amp;agrave; Justi&amp;ccedil;a.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Ancelmo Gois</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58806</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58806</guid><pubDate>Mon, 12 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Gabriel García Márquez vira filme pela sétima vez</title><description>&lt;div&gt;Campe&amp;atilde;o de vendas nas livrarias, &lt;em&gt;Mem&amp;oacute;rias de minhas putas tristes&lt;/em&gt; (Record), do colombiano Gabriel Garc&amp;iacute;a M&amp;aacute;rquez, enfim chegar&amp;aacute; &amp;agrave;s telas, marcando a volta de um mestre do cinema europeu, cada vez mais bissexto nas telas: o dinamarqu&amp;ecirc;s Henning Carlsen, que surpreendeu os anos 60 com &amp;ldquo;Dilema&amp;rdquo; e &amp;ldquo;Fome&amp;rdquo;. Para o projeto de &lt;em&gt;Mem&amp;oacute;rias...&lt;/em&gt;, rodado no M&amp;eacute;xico, com codire&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Ricardo Del R&amp;iacute;o, Carlsen conta com a colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um mito do roteiro: o franc&amp;ecirc;s Jean-Claude Carri&amp;egrave;re. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o sei a linha dram&amp;aacute;tica que Carlsen vai adotar na narrativa. Mas ele me convocou para escrever as cartas redigidas pelo personagem principal. Como gosto muito de Garc&amp;iacute;a M&amp;aacute;rquez, produzi as correspond&amp;ecirc;ncias trocadas na trama&amp;rdquo;, diz Carri&amp;egrave;re, por telefone, ao Globo. Internacionalmente, o longametragem &amp;eacute; conhecido apenas como &amp;ldquo;Mem&amp;oacute;ria&amp;rdquo;. Sabe-se que o ator mexicano Dami&amp;aacute;n Alc&amp;aacute;zar ser&amp;aacute; o protagonista. Segundo jornalistas italianos, a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; foi inscrita para o Festival de Veneza, que acontece de 1 a 11 de setembro. Mas Carlsen, conhecido por seu requinte fotogr&amp;aacute;fico e por demorar meses na finaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada longa, mant&amp;eacute;m a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o em sigilo total. &amp;ldquo;Mem&amp;oacute;rias de minhas putas tristes&amp;rdquo; &amp;eacute; o s&amp;eacute;timo longametragem baseado na obra de Garc&amp;iacute;a M&amp;aacute;rquez realizado nesta d&amp;eacute;cada.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Rodrigo Fonseca</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58798</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58798</guid><pubDate>Mon, 12 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>TV Record vai fazer Machado de Assis viajar no tempo </title><description>&lt;div&gt;Depois de levar ao ar adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de hist&amp;oacute;rias de Machado de Assis, como Os &amp;oacute;culos de Pedro Ant&amp;atilde;o (2008) e Uns bra&amp;ccedil;os (2009), a Record prepara um docudrama que d&amp;aacute; um curioso superpoder ao autor de &lt;em&gt;Dom Casmurro&lt;/em&gt;: o de viajar no tempo, informa a coluna Outro Canal. Na trama, que est&amp;aacute; sendo coproduzida mais uma vez pela Cont&amp;eacute;m Conte&amp;uacute;do, o escritor ser&amp;aacute; transportado para o ano de 2010. Nos dias atuais, ele ser&amp;aacute; recebido com ceticismo na ABL, onde ser&amp;aacute; sabatinado pelos colegas imortais, que desconfiam se tratar de um impostor. Passagens da vida de Machado ser&amp;atilde;o ent&amp;atilde;o dramatizadas de acordo com as respostas corretas que ele der a respeito de si mesmo e da pr&amp;oacute;pria biografia. O telefilme est&amp;aacute; previsto para ir ao ar no segundo semestre deste ano e ser&amp;aacute; gravado no Rio de Janeiro&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Clarice Cardoso</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58764</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58764</guid><pubDate>Mon, 12 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Livro com pipoca na Piccadilly</title><description>&lt;div&gt;A Waterstone's vai abrir um cinema na sua loja localizada em Picadilly, em Londres, no ano que vem. Ela assinou um acordo com a Curzon Artificial Eye. A rede se negou a comentar onde o cinema seria instalado, quantas telas teria ou mesmo se ela reduzir&amp;aacute; o n&amp;uacute;mero de livros da loja. A Curzon Artifical Eye tem cinco cinemas em Londres e opera um cinema na HMV em Wimbledon. Em nota, Ross Fitzsimons, diretor da Curzon Artifical Eye, disse que outros cinemas est&amp;atilde;o sendo planejados para a rede Waterstone's.&lt;/div&gt;</description><source>The Bookseller</source><author>Graeme Neill</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58790</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58790</guid><pubDate>Mon, 12 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A marca de Isabel Allende</title><description>&lt;div&gt;Em uma Olimp&amp;iacute;ada, o feito seria considerado recorde mundial: em pouco mais de 10 minutos foram vendidos todos os 850 ingressos para assistir &amp;agrave; palestra da escritora Isabel Allende na pr&amp;oacute;xima Festa Liter&amp;aacute;ria Internacional de Paraty, a Flip, que come&amp;ccedil;a dia 4 de agosto. Nada surpreendente - a chilena que tem por h&amp;aacute;bito come&amp;ccedil;ar a escrever todos seus livros sempre no dia 8 de janeiro (em 1981, naquela data, ela iniciou uma carta para o av&amp;ocirc; que estava morrendo e que se transformou no seu primeiro grande sucesso, A Casa dos Esp&amp;iacute;ritos) encanta multid&amp;otilde;es - especialmente de mulheres - ao criar personagens de tra&amp;ccedil;os fortes e caracter&amp;iacute;sticos. &amp;Eacute; o caso de Zarit&amp;eacute;, a escrava negra que domina &lt;em&gt;A ilha sob o mar&lt;/em&gt; (Bertrand Brasil, 476 pp., R$ 49 &amp;ndash; Trad. Ernane Sso). Vendida aos 9 anos para um fazendeiro das Antilhas durante a coloniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o francesa no s&amp;eacute;culo 18, ela n&amp;atilde;o sofre a mesma dor e humilha&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos outros escravos, mas descobre a mis&amp;eacute;ria de seus patr&amp;otilde;es brancos. Quando os escravos se rebelam e queimam as planta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da ilha, Zarit&amp;eacute; consegue fugir para Cuba com o patr&amp;atilde;o e os filhos dele at&amp;eacute; se estabelecer em uma nova fazenda em New Orleans, nos Estados Unidos. Para a escrita, Isabel Allende aprofundou-se em pesquisas e descobriu detalhes t&amp;atilde;o s&amp;oacute;rdidos da escravid&amp;atilde;o que, atordoada, foi atacada por uma misteriosa dor de est&amp;ocirc;mago, s&amp;oacute; extinta depois de dado o ponto final. &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100711/not_imp579476,0.php"&gt;Leia a entrevista&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Ubiratan Brasil</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58774</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58774</guid><pubDate>Sun, 11 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Retrato do sociólogo quando jovem </title><description>&lt;div&gt;Em 1931, quando recebeu Gilberto Freyre como professor visitante, a Universidade Stanford era, no dizer dele mesmo, uma escola de estudantes &amp;quot;ricos, eug&amp;ecirc;nicos e belos&amp;quot;, &amp;quot;talvez a mais aristocr&amp;aacute;tica dos Estados Unidos, ent&amp;atilde;o&amp;quot;, e abrigava &amp;quot;a maior Brasiliana da &amp;eacute;poca em qualquer parte dos Estados Unidos ou, talvez, do mundo&amp;quot;, organizada pelo reitor John Casper Branner, ge&amp;oacute;logo e brasilianista. Freyre tinha 30 anos. Vinha de Lisboa - onde se exilara depois da a Revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 30 e &amp;quot;por vezes, passara fome&amp;quot;- a convite do professor Percy Alvin Martin.Para quem foi alfabetizado em ingl&amp;ecirc;s, formou-se em artes em Baylor, no Texas, p&amp;oacute;s-graduou-se em Columbia e acabava de passar por um aperto em Portugal, o novo ambiente causou encanto s&amp;uacute;bito e ajudou a produzir grandes coisas. Se foi em Lisboa que Freyre teve a ideia de escrever &lt;em&gt;Casa-Grande &amp;amp; Senzala&lt;/em&gt;, Stanford seria o laborat&amp;oacute;rio e nascedouro da obra, lan&amp;ccedil;ada em 1933. &amp;quot;Os programas que comecei a elaborar para os dois cursos que iria professar se tornariam os primeiros esbo&amp;ccedil;os desse futuro livro&amp;quot;, relata Freyre no in&amp;eacute;dito &lt;em&gt;&lt;span&gt;De menino a homem&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; (Global, 256 pp., R$ 59). Num tom memorialista, pr&amp;oacute;ximo ao de um di&amp;aacute;rio, o livro abrange hist&amp;oacute;rias de 1930 ao in&amp;iacute;cio dos anos 80. &amp;Eacute; a continua&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;Tempo morto e outros tempos&lt;/em&gt; (1975), mem&amp;oacute;rias da adolesc&amp;ecirc;ncia e primeira juventude. Re&amp;uacute;ne fac-s&amp;iacute;miles de cartas e cartazes, um anexo com artigos de jornal escritos por Freyre e um &amp;aacute;lbum de fotografias.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Fabio Victor</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58773</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58773</guid><pubDate>Sun, 11 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>O futuro do livro, volume 1</title><description>&lt;div&gt;Enquanto meio mundo bate cabe&amp;ccedil;a para saber se o futuro do livro est&amp;aacute; nas vers&amp;otilde;es on-line ou nos cl&amp;aacute;ssicos em papel, os s&amp;oacute;cios &amp;Iacute;ndio Brasileiro Guerra Neto e Ricardo Almeida juntaram as duas vertentes, mexeram bem, atra&amp;iacute;ram, em pouco mais de um ano, quase 3.500 autores e agora contemplam, contentes, o espet&amp;aacute;culo do crescimento. Eles s&amp;atilde;o os donos do &lt;a href="http://clubedeautores.com.br/"&gt;Clube de Autores&lt;/a&gt;, que funciona com um p&amp;eacute; em cada tecnologia: os autores sobem suas obras em formato digital, e os leitores as encomendam na forma de livros em papel, com orelha e tudo. O sistema tem pelo menos duas grandes vantagens em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos processos tradicionais de autopublica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Para in&amp;iacute;cio de conversa, o autor n&amp;atilde;o precisa pagar nada para p&amp;ocirc;r sua obra ao alcance dos leitores; depois, como a impress&amp;atilde;o &amp;eacute; feita sob demanda, exemplar a exemplar, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; encalhe. Em suma: desperd&amp;iacute;cio zero! De quebra, a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m fica mais simples, j&amp;aacute; que o site do clube funciona como uma esp&amp;eacute;cie de bem fornida livraria virtual, com cerca de tr&amp;ecirc;s mil t&amp;iacute;tulos &amp;agrave; venda. Com 90 mil visitantes por m&amp;ecirc;s, o site n&amp;atilde;o pode se queixar de falta de movimento. Mas, para agitar ainda mais a freguesia, realiza-se, neste momento, o Primeiro Pr&amp;ecirc;mio Clube de Autores de Literatura Contempor&amp;acirc;nea, que permite aos visitantes votarem nos seus livros favoritos. O grande vencedor, que ser&amp;aacute; anunciado no final do m&amp;ecirc;s, ganhar&amp;aacute; 50 exemplares do seu livro e um espa&amp;ccedil;o para lan&amp;ccedil;&amp;aacute;-lo em plena Flip, em Paraty, em agosto. Como todo mundo que trabalha na ind&amp;uacute;stria editorial, &amp;Iacute;ndio Brasileiro Guerra Neto, s&amp;oacute;ciodiretor do Clube de Autores, reage com certo ceticismo quando o assunto &amp;eacute; o fim do papel. N&amp;atilde;o foi isso que viu ao longo deste &amp;uacute;ltimo ano, em que o Clube de Autores saiu do zero para quase 30 mil exemplares vendidos. A marca impressiona sobretudo quando se leva em conta o fato de que o clube trabalha com autores virtualmente desconhecidos. Para continuar lendo sobre o Clube de Autores, &lt;a href="http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2010/07/10/no-clube-de-autores-escritores-sobem-obras-na-web-leitores-encomendam-em-papel-917118978.asp"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Cora Rónai</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58777</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58777</guid><pubDate>Sun, 11 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Já tem nome o livro de Nelson Motta sobre Glauber Rocha</title><description>&lt;div&gt;Vai se chamar &lt;em&gt;Primavera do drag&amp;atilde;o&lt;/em&gt; o livro que Nelson Motta prepara sobre Glauber Rocha, informa a coluna Gente Boa. Sai no final do ano pela Objetiva. &amp;Eacute; a hist&amp;oacute;ria da juventude do cineasta e sua turma de amigos, entre eles Jo&amp;atilde;o Ubaldo. Vai de 1958 at&amp;eacute; 1964, quando Glauber, com 24 anos, se consagra com &amp;ldquo;Deus e o diabo&amp;rdquo; em Cannes.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58778</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58778</guid><pubDate>Sun, 11 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Marília Pêra adapta contos de padre Fábio de Melo</title><description>&lt;div&gt;Mar&amp;iacute;lia P&amp;ecirc;ra adapta contos dos livros &lt;em&gt;Mulheres cheias de gra&amp;ccedil;a&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Mulheres de a&amp;ccedil;o e flores&lt;/em&gt;, do padre F&amp;aacute;bio de Melo, para pe&amp;ccedil;a que montar&amp;aacute; com Ana Botafogo, conta a coluna Gente Boa. &amp;ldquo;Elas s&amp;atilde;o cat&amp;oacute;licas&amp;rdquo;, diz Mar&amp;iacute;lia, &amp;ldquo;mas os textos falam dos desejos e anseios dessas mulheres, e isso interessa a todas as outras&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58779</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58779</guid><pubDate>Sun, 11 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Corujão da Poesia lança campanha por estátua de Jorge Amado no Rio</title><description>&lt;div&gt;O pessoal do Coruj&amp;atilde;o da Poesia lan&amp;ccedil;a campanha pela est&amp;aacute;tua de Jorge Amado na orla de Copacabana. Ela ficaria em frente a Rodolfo Dantas, onde Jorge morou por 50 anos, ou seja: depois de Caymmi, no Posto Seis, e Drummond, na altura da Souza Lima, conta a coluna Gente Boa.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58780</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58780</guid><pubDate>Sun, 11 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Poema de Leila Diniz parecia prever a final da Copa </title><description>&lt;div&gt;Leila Diniz, que previu uma nova mulher, mais livre e feliz para as brasileiras, escreveu poema na adolesc&amp;ecirc;ncia que mais tarde foi aproveitado no filme &amp;ldquo;Edu Cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Ouro&amp;rdquo;, de Domingos Oliveira. Parecia prever o jogo de hoje, comenta a coluna Gente Boa. Dizia: &amp;ldquo;Brigam Espanha e Holanda/ Pelos direitos do mar/ Brigam Espanha e Holanda/ Porque n&amp;atilde;o sabem que o mar/ &amp;Eacute; de quem o sabe amar&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58788</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58788</guid><pubDate>Sun, 11 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Livros raros de Warhol e Bresson à venda no Salão das Artes</title><description>Tr&amp;ecirc;s exemplares de livros raros e autografados pelos autores ser&amp;atilde;o vendidos pela livraria F&amp;oacute;lio no Sal&amp;atilde;o de Artes, que acontece de 16 a 22 de agosto no Clube A Hebraica, em S&amp;atilde;o Paulo, conforme informa a coluna Babel. Dois s&amp;atilde;o de Andy Warhol: &lt;em&gt;Portraits of the 70&amp;rsquo;s &lt;/em&gt;(1979), cuja edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o teve apenas 200 c&amp;oacute;pias, custar&amp;aacute; R$ 6 mil; j&amp;aacute; &lt;em&gt;The Philosophy of Andy Warhol &lt;/em&gt;(1975), que inclui desenho &amp;agrave; m&amp;atilde;o do artista de uma de suas c&amp;eacute;lebras latas de sopa Campbell, sair&amp;aacute; por R$15 mil. A terceira obra &amp;eacute; um exemplar da primeira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;Paris &amp;agrave; Vue D&amp;rsquo;Oeil &lt;/em&gt;(1994), com dedicat&amp;oacute;ria de Henri Cartier-Bresson &amp;agrave; pessoa que o ajudou a selecionar as fotos para o livro. Tem textos de Vera Feyder e Andr&amp;eacute; Pieyre de Mandiargues e custar&amp;aacute; R$ 4.600.</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58784</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58784</guid><pubDate>Sat, 10 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Beatles como nunca antes</title><description>&lt;div&gt;De acordo com a coluna Babel, um arquivo in&amp;eacute;dito de letras, roupas e instrumentos ser&amp;aacute; revelado em setembro em &lt;em&gt;Beatles Memorabilia: The Julian Lennon Collection&lt;/em&gt;, que a Carlton publica com o filho mais velho de John. &amp;ldquo;H&amp;aacute; itens que ningu&amp;eacute;m jamais viu&amp;rdquo;, resumiu o editor Roland Hall.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58785</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58785</guid><pubDate>Sat, 10 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A obra artística e seus sentidos</title><description>S&amp;atilde;o muitas as obras do fil&amp;oacute;sofo norte-americano John Dewey (1859-1952) que trazem a palavra experi&amp;ecirc;ncia em seu t&amp;iacute;tulo. Seu mais cultuado ensaio sobre est&amp;eacute;tica, &lt;em&gt;Arte como experi&amp;ecirc;ncia&lt;/em&gt; (Martins Martins Fontes, 648 pp., R$ 49,80 &amp;ndash; Trad. Vera Ribeiro), &amp;eacute; uma prova do apre&amp;ccedil;o que tinha pela palavra o grande reformador do sistema educacional dos EUA no s&amp;eacute;culo 20. Pai da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o progressiva, movimento que emancipou a escola americana, Dewey deu a ela um perfil pr&amp;oacute;prio, baseado no trip&amp;eacute; progresso, educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e democracia - bem diferente da autorit&amp;aacute;ria escola europeia do come&amp;ccedil;o do s&amp;eacute;culo passado. Seu livro sobre arte como experi&amp;ecirc;ncia vital foi publicado em 1934 e parece ter sido escrito ontem. Em boa hora ele chega &amp;agrave;s livrarias brasileiras em sua vers&amp;atilde;o integral, pela primeira vez. Com Dewey, o pragmatismo deixa de ser a filosofia do homem de neg&amp;oacute;cios para ser a de todos aqueles que contemplam e se deixam contaminar por uma obra de arte. Chamem a sua teoria de experimentalista ou instrumentalista, o certo &amp;eacute; que ela funciona - e funcionou com ele, um homem de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o austera, criado numa fam&amp;iacute;lia conservadora e religiosa. Ao passar por uma experi&amp;ecirc;ncia art&amp;iacute;stica de impacto, o espectador adquire uma nova perspectiva do seu meio. E cresce com a experi&amp;ecirc;ncia. &amp;Eacute; um processo transacional, que muda o indiv&amp;iacute;duo empenhado em &amp;quot;experimentar&amp;quot; uma obra de arte - e, por consequ&amp;ecirc;ncia, o meio em que vive, por se transformar num portador de novas ideias.</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Antonio Gonçalves Filho</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58786</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58786</guid><pubDate>Sat, 10 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Literatura, “um espelho que distorce”</title><description>&lt;div&gt;Dizia Thomas Mann que, mesmo na fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o realista, aquela em que a arte faz um pacto de vida com a realidade, um largo fosso continua a separar a literatura da verdade. Apesar de seus esfor&amp;ccedil;os para dominar o mundo e as coisas, os grandes escritores realistas, como Charles Dickens, Gustave Flaubert e o pr&amp;oacute;prio Mann, todos eles filhos do positivismo do s&amp;eacute;culo XIX, continuaram a fazer literatura, e n&amp;atilde;o sociologia, ou hist&amp;oacute;ria. Apesar do realismo, o romance continua a ser romance. Considerada assim, como um instrumento de captura da realidade, a literatura se torna &amp;mdash; nas palavras do historiador e cr&amp;iacute;tico americano Peter Gay &amp;mdash; &amp;ldquo;um tesouro poss&amp;iacute;vel (e possivelmente trai&amp;ccedil;oeiro) de conhecimento&amp;rdquo;. Ele desenvolve essas ideias em &lt;em&gt;Repres&amp;aacute;lias selvagens&lt;/em&gt; (Companhia das Letras, 184 pp., R$ 34,50 &amp;ndash; Trad. Rosaura Eichenberg), livro em que define a literatura como &amp;ldquo;um espelho que distorce&amp;rdquo;. Desse modo, o que vemos em um romance seria, ainda e sempre, a realidade &amp;mdash; s&amp;oacute; que deformada pela lente da imagina&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mesmo o modernismo do s&amp;eacute;culo XX, sugere Gay, n&amp;atilde;o passa de uma esp&amp;eacute;cie de &amp;ldquo;realismo profundo&amp;rdquo;. Transporta, assim, para a fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o uma ideia de Elizabeth Bishop a respeito da poesia: a de que tamb&amp;eacute;m os romancistas &amp;ldquo;colocam sapos imagin&amp;aacute;rios nos jardins reais&amp;rdquo;. Ao sustentar um v&amp;iacute;nculo indissol&amp;uacute;vel entre vida e literatura, Peter Gay se op&amp;otilde;e aos que defendem a autonomia radical da literatura. Posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se expressa, por exemplo, no c&amp;eacute;lebre coment&amp;aacute;rio do romancista checo Milan Kundera: &amp;ldquo;A &amp;uacute;nica raz&amp;atilde;o do romance &amp;eacute; dizer o que apenas o romance pode dizer&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>José Castello</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58781</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58781</guid><pubDate>Sat, 10 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Livros numerados</title><description>&lt;div&gt;A rec&amp;eacute;m-criada editora Faces resolveu quebrar um tabu do mercado editorial e numerar cada exemplar dos seus lan&amp;ccedil;amentos. Velha reivindica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de autores brasileiros, por impedir que as editoras fa&amp;ccedil;am novas tiragens sem comunic&amp;aacute;los (e portanto sem recolher os direitos autorais), a numera&amp;ccedil;&amp;atilde;o costuma ser descartada pelas empresas nacionais como invi&amp;aacute;vel devido ao tempo e investimento necess&amp;aacute;rios, informa a coluna No Prelo. Dona da Faces, a empres&amp;aacute;ria Bia Willcox diz que foi dif&amp;iacute;cil encontrar uma gr&amp;aacute;fica que topasse a numera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e uma distribuidora que fizesse o controle do destino de cada lote. O primeiro t&amp;iacute;tulo da editora ser&amp;aacute; o romance &lt;em&gt;Pandemonium&lt;/em&gt;, de Zeca Fonseca, que vai para as livrarias em agosto com orelha de Tony Bellotto, quarta capa de Z&amp;eacute;lia Duncan e tiragem de 2 mil exemplares. Todos numerados.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Mànya Millen e Miguel Conde</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58782</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58782</guid><pubDate>Sat, 10 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Geraldo Carneiro autografa primeiro em Lisboa</title><description>&lt;div&gt;Antes de lan&amp;ccedil;ar &lt;em&gt;Poesia reunida&lt;/em&gt; (Nova Fronteira) no Brasil, o poeta Geraldo Carneiro vai autografar a obra em Lisboa na pr&amp;oacute;xima semana, a convite da embaixada brasileira em Portugal, informa a coluna No prelo.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Mànya Millen e Miguel Conde</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58783</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58783</guid><pubDate>Sat, 10 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Internet: 25% das crianças e adolescentes visitam sites de varejo</title><description>&lt;div&gt;Foi-se o tempo em que crian&amp;ccedil;as e adolescentes entravam na internet apenas para pesquisas escolares. Hoje, os internautas com idade de seis a 14 anos, e que j&amp;aacute; somam quase cinco milh&amp;otilde;es no Brasil, est&amp;atilde;o mais interessados em entretenimento e em refor&amp;ccedil;ar a sua rede de contatos na web. Pesquisa feita pela consultoria brit&amp;acirc;nica comScore revela que esses usu&amp;aacute;rios passam 60% do tempo on-line assistindo a v&amp;iacute;deos no You Tube, conversando no MSN e trocando contatos em sites como Orkut e Facebook. At&amp;eacute; o Twitter j&amp;aacute; aparece na lista. A propens&amp;atilde;o ao consumo n&amp;atilde;o fica muito atr&amp;aacute;s: um em cada quatro acessam sites de lojas de varejo. Esses quase cinco milh&amp;otilde;es de crian&amp;ccedil;as e adolescentes j&amp;aacute; ultrapassaram em quantidade outros grupos, como o de 45 a 54 anos, que somam 3,7 milh&amp;otilde;es. Alex Banks, diretor da comScore no Brasil e vice-presidente da consultoria na Am&amp;eacute;rica Latina, lembra que esses jovens j&amp;aacute; nasceram na cultura digital. &amp;ldquo;Esses jovens representam 12% da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o on-line no Brasil, e os n&amp;uacute;meros devem crescer. Em termos educativos, a internet tem muito a oferecer. Hoje, a primeira coisa que a crian&amp;ccedil;a faz quando entra na internet &amp;eacute; assistir a v&amp;iacute;deos, ver filmes e ouvir m&amp;uacute;sicas. O MSN (servi&amp;ccedil;o de conversa da Microsoft) representa 22% do tempo que essas crian&amp;ccedil;as e adolescentes passam na web, e as redes sociais ficam com 15%&amp;rdquo;. Das 8,6 bilh&amp;otilde;es de p&amp;aacute;ginas acessadas no Brasil em maio, 1,6 bilh&amp;atilde;o veio de jovens entre seis e 14 ano, afirma.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Bruno Rosa</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58776</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58776</guid><pubDate>Sat, 10 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Harper Lee, a best-seller silenciosa </title><description>&lt;div&gt;Apesar dos &amp;oacute;culos de sol grossos e pretos, h&amp;aacute; algo de familiar na mulher fr&amp;aacute;gil de 84 anos que &amp;eacute; auxiliada a caminhar at&amp;eacute; o lago. Um sorriso percorre seu rosto quando os patos e gansos a cercam para bicar os peda&amp;ccedil;os de p&amp;atilde;o trazidos do lar para idosos onde vive em um apartamento modesto. Trajando camiseta limpa, mas gasta, e cal&amp;ccedil;as de algod&amp;atilde;o soltas, ela mal atrai o olhar dos transeuntes. Mas seu rosto est&amp;aacute; na capa de um livro que j&amp;aacute; fascinou mais de 40 milh&amp;otilde;es de leitores pelo mundo e que v&amp;aacute;rias vezes foi classificado como um dos dez mais importantes publicados no s&amp;eacute;culo 20. Ela &amp;eacute; Harper Lee, cujo &amp;uacute;nico livro, &lt;em&gt;O sol &amp;eacute; para todos&lt;/em&gt; (Jos&amp;eacute; Olympio), de 1960, recebeu um Pr&amp;ecirc;mio Pulitzer, foi traduzido em quase 50 l&amp;iacute;nguas e levado ao cinema em um filme hom&amp;ocirc;nimo de 1962 estrelado por Gregory Peck e premiado com o Oscar. Al&amp;eacute;m disso, converteu Harper em multimilion&amp;aacute;ria. Eu me aproximo da escritora com nervosismo, carregando uma caixa dos melhores bombons que consegui encontrar na cidadezinha de Monroeville, no Alabama. Foi uma conversa breve, mas isso n&amp;atilde;o surpreende. Harper tem dito muito pouco desde a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;O sol &amp;eacute; para todos&lt;/em&gt;, que completa amanh&amp;atilde; 50 anos. N&amp;atilde;o escreveu mais nada desde ent&amp;atilde;o, excetuando alguns contos no in&amp;iacute;cio dos anos 1960. No anivers&amp;aacute;rio do lan&amp;ccedil;amento do livro, milhares de f&amp;atilde;s do livro v&amp;atilde;o se reunir em Monroeville para um festival de tr&amp;ecirc;s dias que vai celebrar sua obra. Ningu&amp;eacute;m espera que Harper fa&amp;ccedil;a um discurso de boas-vindas a eles. Na verdade, ela passou as &amp;uacute;ltimas cinco d&amp;eacute;cadas vivendo em isolamento quase total. (Para ler, em ingl&amp;ecirc;s, visite o site do &lt;a href="http://www.dailymail.co.uk/femail/article-1289793/Dont-mention-mockingbird-Meet-Harper-Lee-reclusive-novelist-wrote-classic-novel-mesmerised-40-million-readers.html"&gt;Daily Mail&lt;/a&gt;. Assinante da Foha confere a tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1007201006.htm"&gt;aqui&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Sharon Churcher</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58767</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58767</guid><pubDate>Sat, 10 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Updike volta a Eastwick em fábula sombria dos anos 00 </title><description>&lt;div&gt;Em &lt;em&gt;As vi&amp;uacute;vas de Eastwick&lt;/em&gt; (Companhia das Letras, 360 pp., R$ 54 &amp;ndash; Trad. Fernanda Abreu), John Updike (1932-2009) retoma um de seus livros mais conhecidos, &lt;em&gt;As bruxas de Eastwick&lt;/em&gt; (1984), cuja adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para cinema teve enorme sucesso. Nesse primeiro romance, ambientado numa pequena cidade costeira de Rhode Island, no final dos anos 60, tr&amp;ecirc;s donas de casas convencionais, com maridos e muitos filhos, s&amp;atilde;o seduzidas por um estranho misterioso, com tra&amp;ccedil;os demon&amp;iacute;acos, que chega &amp;agrave; cidade. Tornam-se suas amantes e entregam-se a noites de sexo, bebidas e bruxarias. O humor delicioso e os di&amp;aacute;logos cortantes, ressaltados pela prosa realista estilizada, come&amp;ccedil;am a enegrecer quando o estranho se casa com uma amiga delas, mais jovem e ing&amp;ecirc;nua, despertando os ci&amp;uacute;mes e a f&amp;uacute;ria das antigas amantes. Quase 40 anos depois, na era Bush, as tr&amp;ecirc;s mulheres, septuagen&amp;aacute;rias, j&amp;aacute; s&amp;atilde;o todas vi&amp;uacute;vas do segundo marido. Solit&amp;aacute;rias, acabam se reaproximando. Ap&amp;oacute;s algumas t&amp;iacute;picas excurs&amp;otilde;es tur&amp;iacute;sticas juntas, que acentuam a natureza inapel&amp;aacute;vel que as arrasta para o fim, decidem retornar a Eastwick, em parte por culpa do mal que fizeram, um pouco para reencontrar a energia que lhes falta.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Alcir Pécora</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58768</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58768</guid><pubDate>Sat, 10 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Diversão é solução, sim </title><description>&lt;div&gt;Barbara Ehrenreich: o nome d&amp;aacute; trabalho de pronunciar, mas suas teses s&amp;atilde;o redentoras. Em &lt;em&gt;Dan&amp;ccedil;ando nas ruas &lt;/em&gt;(Record, 378 pp., R$ 54,90 &amp;ndash; Trad. Juli&amp;aacute;n Fuks), a soci&amp;oacute;loga e jornalista americana defende que concertos de rock e eventos esportivos, como a Copa do Mundo, s&amp;atilde;o umas das poucas formas leg&amp;iacute;timas de catarse coletiva contempor&amp;acirc;nea, informa a coluna Painel das Letras. &amp;ldquo;Apesar de altamente comercializados, podem ser muito divertidos&amp;quot;, diz, em entrevista &amp;agrave; coluna. Psican&amp;aacute;lise? &amp;quot;Freud investiu demais na individualidade e n&amp;atilde;o entendeu as festividades p&amp;uacute;blicas.&amp;quot;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Marcos Flamínio Peres</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58769</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58769</guid><pubDate>Sat, 10 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Livro ensina empresas a interagir com cliente conectado e mais poderoso</title><description>&lt;div&gt;Quem nunca ouviu a m&amp;aacute;xima &amp;quot;o cliente sempre tem raz&amp;atilde;o&amp;quot;? Voc&amp;ecirc; acredita no que eles dizem, contudo? Para eles, para os consumidores, para os profissionais de marketing, propaganda, jornalismo e direito do consumidor, recomendo o livro &lt;em&gt;O cliente &amp;eacute; quem manda&lt;/em&gt; (Sextante, 190 pp., R$ 19,90) de Pete Blackshaw), que ser&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ado no Brasil no dia 19 deste m&amp;ecirc;s. O autor tem profunda experi&amp;ecirc;ncia no relacionamento empresa-consumidor, consumidor-empresa. Foi o criador da express&amp;atilde;o &amp;quot;M&amp;iacute;dia Gerada pelo Consumidor&amp;quot;, CGM na sigla em ingl&amp;ecirc;s. Blackshaw alerta para o poder adquirido pelo consumidor que aprendeu a usar as redes sociais e os demais caminhos da internet. Um v&amp;iacute;deo de um cliente irritado pelo p&amp;eacute;ssimo atendimento pode obter milhares ou at&amp;eacute; milh&amp;otilde;es de exibi&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Um rastilho de p&amp;oacute;lvora para a marca e seus produtos. O livro &amp;eacute; recheado de exemplos de empres&amp;aacute;rios e executivos que se deram mal por mentir, fechar os olhos para problemas, desrespeitar o consumidor ou demorar a agir em situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es cr&amp;iacute;ticas. Mais do que apontar erros, contudo, Blackshaw tra&amp;ccedil;a um roteiro para que uma empresa entenda o novo cen&amp;aacute;rio da CGM e saiba interagir com o consumidor midi&amp;aacute;tico.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Maria Inês Dolci</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58770</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58770</guid><pubDate>Sat, 10 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Além do crepúsculo</title><description>&lt;div&gt;A edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;O despertar da primavera &amp;amp; Mine-Haha&lt;/em&gt; (Luzes no asfalto, 168 pp., R$ 39 &amp;ndash; Trad. Claudia Abelin e Marcus Tulius Franco Morais), de Frank Wedekind, traz a p&amp;uacute;blico a oportunidade do debate sobre os anseios da inf&amp;acirc;ncia e da adolesc&amp;ecirc;ncia. Seria melhor, no entanto, que esse debate acontecesse n&amp;atilde;o apenas entre os pr&amp;oacute;prios adolescentes, mas tamb&amp;eacute;m entre os mais velhos, aqueles que na verdade det&amp;ecirc;m o poder. Embora os tempos sejam outros, o problema mudou apenas na apar&amp;ecirc;ncia. A inibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; sexualidade, discutida em ambos os textos, deslocou-se para outras quest&amp;otilde;es. Tudo funciona como se se tirasse uma m&amp;aacute;scara para se colocar outra. O que &amp;eacute; escamoteado, nos dias de hoje, n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais a sexualidade mas a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre os mecanismos de estabelecimento e vig&amp;ecirc;ncia de uma esp&amp;eacute;cie de pensamento &amp;uacute;nico. Incentiva-se cada vez mais a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jovens, mas n&amp;atilde;o no contexto pol&amp;iacute;tico, e sim no mercado consumidor, criando-se uma perspectiva de extremo individualismo e solid&amp;atilde;o. Inspirada na pr&amp;oacute;pria vida do autor, que n&amp;atilde;o viveria para gozar o t&amp;iacute;tulo de um dos mais populares dramaturgos da Alemanha, a pe&amp;ccedil;a aborda o percurso dos adolescentes Melchior, Wendla, Moritz, Otto, Robert, Zirschnitz, R&amp;ouml;bel, L&amp;auml;mmermeier, Bessel, Thea e Ilse. Est&amp;atilde;o presentes suas instabilidades psicol&amp;oacute;gicas em consequ&amp;ecirc;ncia da chegada da puberdade, idealiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e ang&amp;uacute;stias. &lt;small&gt;(*Haron Gamal &amp;eacute; professor e doutor em literatura brasileira pela UFRJ)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Jornal do Brasil</source><author>Haron Gamal*</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58771</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58771</guid><pubDate>Sat, 10 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Dunguismo, por Juan Villoro</title><description>&lt;div&gt;Juan Villoro &amp;eacute; um excelente escritor mexicano que jamais foi traduzido no Brasil. Autor da colet&amp;acirc;nea &lt;em&gt;Dios es redondo&lt;/em&gt;, ele entende bem mais de futebol que certo uruguaio &amp;ndash; endeusado por estas plagas &amp;ndash; com o qual divide apenas o of&amp;iacute;cio, n&amp;atilde;o o talento, comenta a coluna Informe Ideias. A an&amp;aacute;lise de Villoro &amp;ndash; publicada no site &lt;a href="http://www.letraslibres.com/blog/blogs/index.php?blog=18&amp;amp;page=1&amp;amp;paged=2"&gt;Letras Libres&lt;/a&gt; &amp;ndash; sobre o dunguismo &amp;eacute; certeira: &amp;ldquo;Prop&amp;ocirc;s o mau humor como estrat&amp;eacute;gia. Disciplinou a Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira para nossa desgra&amp;ccedil;a, mas tamb&amp;eacute;m para a sua pr&amp;oacute;pria. Seu car&amp;aacute;ter lembra um omelete psicol&amp;oacute;gico: um masoquista que sofre pelo sadismo com que infringe os demais. Terminou s&amp;oacute;. Ningu&amp;eacute;m escreve ao coronel&amp;rdquo;. Um cronista de futebol desse calibre nos faz falta.&lt;/div&gt;</description><source>Jornal do Brasil</source><author>Alvaro Costa e Silva</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58772</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58772</guid><pubDate>Sat, 10 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Lya Luft no cultivo de dias mais felizes</title><description>&lt;div&gt;Lya Luft costuma dizer que tem um olho alegre que vive e um olho triste que escreve, ao comentar a dist&amp;acirc;ncia entre sua trajet&amp;oacute;ria pessoal e as obscuras personagens que habitam seus livros. Numa tarde ensolarada e de temperatura amena, no agrad&amp;aacute;vel ambiente da filial carioca do restaurante Gero, a escritora, de fato, revela-se uma otimista incorrig&amp;iacute;vel ao defender o cultivo de dias felizes em todas as esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da vida. Aos 71 anos, casada pela quarta vez, Lya afirma que envelhecer n&amp;atilde;o significa entregar os pontos. Ga&amp;uacute;cha de Santa Cruz, Lya est&amp;aacute; de volta ao Rio, onde morou durante tr&amp;ecirc;s anos enquanto esteve casada com o psicanalista mineiro H&amp;eacute;lio Pellegrino. Desta vez, est&amp;aacute; de passagem. Fica o tempo necess&amp;aacute;rio para lan&amp;ccedil;ar seu &amp;uacute;ltimo livro de ensaios, &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=57541"&gt;M&amp;uacute;ltipla escolha&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (Record, 192 pp., R$ 32,90). Ao contr&amp;aacute;rio de outros t&amp;iacute;tulos classificados como autoajuda, Lya tem n&amp;iacute;tida pretens&amp;atilde;o liter&amp;aacute;ria. &amp;ldquo;Tomei gosto por escrever meus velhos temas de drama existencial, desencontros, quest&amp;otilde;es sociais. S&amp;atilde;o aspectos que me preocupam de maneira mais direta, diferente do que fa&amp;ccedil;o na fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;rdquo; Conhecida por n&amp;atilde;o circular entre seus pares, Lya, hoje, parece n&amp;atilde;o se importar com a legitima&amp;ccedil;&amp;atilde;o do meti&amp;ecirc; das letras e evita o competitivo ambiente liter&amp;aacute;rio, apesar de ter boas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es com escritoras como Lygia Fagundes Telles e N&amp;eacute;lida Pi&amp;ntilde;on. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o curto a vida liter&amp;aacute;ria. N&amp;atilde;o acredito nessa coisa de um ler o texto do outro. Tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o aprovo essa coisa de pr&amp;ecirc;mio. &amp;lsquo;Agora voc&amp;ecirc; ganha, depois eu ganho.&amp;rsquo; Estou completamente fora.&amp;rdquo;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Robinson Borges</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58762</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58762</guid><pubDate>Fri, 09 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Revelações de Cortázar</title><description>&lt;div&gt;Os leitores apaixonados pelo escritor argentino Julio Cort&amp;aacute;zar (1914-1984) t&amp;ecirc;m, em geral, apre&amp;ccedil;o especial por &lt;em&gt;O jogo da amarelinha&lt;/em&gt;, romance publicado em 1963. O livro &amp;eacute; uma engenhosa combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 155 cap&amp;iacute;tulos que tanto pode ser lido na ordem linear como de acordo com uma &amp;ldquo;tabela de dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; apresentada na abertura. Se optar por seguir a tabela, o leitor deve partir n&amp;atilde;o do primeiro cap&amp;iacute;tulo, mas do no 73, pular dele, a&amp;iacute; sim, para o primeiro, e depois seguir para o 2, em seguida para o 116, depois de volta ao 3, e depois ainda para o 84, em uma dan&amp;ccedil;a que nunca termina. Dezesseis anos ap&amp;oacute;s a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do romance, em artigo publicado na &amp;ldquo;Revista Iberoamericana&amp;rdquo;, editada nos EUA, Cort&amp;aacute;zar fez espantosa revela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a respeito do livro. No cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos 155 cap&amp;iacute;tulos, declarou, encontra-se um cap&amp;iacute;tulo suprimido, o de n&amp;uacute;mero 126 &amp;mdash; na verdade o primeiro que Cort&amp;aacute;zar escreveu. Antes de entregar os originais a seu editor, Cort&amp;aacute;zar reduziu o cap&amp;iacute;tulo 126 &amp;agrave; sua ep&amp;iacute;grafe. A cita&amp;ccedil;&amp;atilde;o come&amp;ccedil;a com uma exclama&amp;ccedil;&amp;atilde;o dolorosa: &amp;ldquo;Por que, com teus encantamentos infernais, arrancaste-me &amp;agrave; tranquilidade da minha primeira vida...&amp;rdquo; H&amp;aacute; a chance, agora, de ler esse artigo revelador &amp;mdash; batizado &amp;ldquo;Um Cap&amp;iacute;tulo Suprimido de O Jogo da Amarelinha&amp;rdquo; &amp;mdash; na colet&amp;acirc;nea &lt;em&gt;Pap&amp;eacute;is inesperados&lt;/em&gt; (Civiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira, 490 pp., R$ 62,90 &amp;ndash; Trad. Ari Roitman e Paulina Wacht), com organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Aurora Bern&amp;aacute;rdez e Carles Alvarez. E de entender a intranquilidade que reina no cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seu romance mais espetacular.&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>José Castello</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58763</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58763</guid><pubDate>Fri, 09 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Jô contra o acordo ortográfico</title><description>&lt;div&gt;J&amp;ocirc; Soares aproveitou a grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;quot;Programa do J&amp;ocirc;&amp;quot; para assinar um manifesto contra a nova ortografia, comenta a coluna Outro Canal. O objetivo do movimento, liderado pelo professor Ernani Pimentel, &amp;eacute; o de rever equ&amp;iacute;vocos criados pelo novo acordo ortogr&amp;aacute;fico. &lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Clarice Cardoso</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58765</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58765</guid><pubDate>Fri, 09 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Cofrinho da TV Cultura pode ficar mais gordo</title><description>&lt;div&gt;A TV Cultura aprovou projeto no Minist&amp;eacute;rio da Cultura para captar R$ 9,5 milh&amp;otilde;es em patroc&amp;iacute;nios e doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es por meio da Lei Rouanet, informa M&amp;ocirc;nica Bergamo. Os recursos ser&amp;atilde;o destinados &amp;agrave; produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de programas e transmiss&amp;otilde;es da grade de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da emissora.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Mônica Bergamo</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58766</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58766</guid><pubDate>Fri, 09 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Nobel: “Queremos ter livrarias espalhadas pelo mundo”</title><description>&lt;div&gt;Ap&amp;oacute;s concluir a gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o em administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas pela Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Get&amp;uacute;lio Vargas, S&amp;eacute;rgio Milano Benclowicz come&amp;ccedil;ou a trabalhar na empresa da fam&amp;iacute;lia, em 1992, disposto a dar um novo f&amp;ocirc;lego para os neg&amp;oacute;cios. Convenceu o seu pai, Ary Benclowicz, a iniciar um processo de expans&amp;atilde;o da Nobel, at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o uma pequena livraria com cinco lojas na capital paulista. Com o sistema de franquias, a Nobel deslanchou: hoje, &amp;eacute; a maior rede franqueada de livrarias do mundo, com 230 unidades. &amp;quot;Existe espa&amp;ccedil;o para mais 300 lojas no Pa&amp;iacute;s, principalmente em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da melhora da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;, disse Milano &amp;agrave; rep&amp;oacute;rter Let&amp;iacute;cia Bragaglia. &amp;ldquo;Queremos ter pontos de venda espalhados por todo o mundo. O foco maior, por&amp;eacute;m, &amp;eacute; o p&amp;uacute;blico leitor de l&amp;iacute;ngua portuguesa e espanhola. Temos um plano de montar livrarias &amp;eacute;tnicas para os hisp&amp;acirc;nicos dos EUA, que somam cerca de 80 milh&amp;otilde;es de imigrantes. Esse mercado oferece um potencial enorme de abertura de livrarias&amp;rdquo;. A entrevista, na &amp;iacute;ntegra, com v&amp;iacute;deo, pode ser acessada no site &lt;a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios+comercio,%E2%80%98existe-espaco-para-cerca-de-500-lojas-da-nobel-no-brasil--diz-sergio-milano-benclowi,not_26549,0.htm"&gt;Economia &amp;amp; Neg&amp;oacute;cios&lt;/a&gt;, do Estad&amp;atilde;o.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Clayton Netz</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58758</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58758</guid><pubDate>Thu, 08 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Novo livro de Anthony Bourdain sairá pela Cia. das Letras</title><description>&lt;div&gt;A Cia. das Letras comprou os direitos autorais do novo livro de Anthony Bourdain, &lt;em&gt;Bloody Valentine&lt;/em&gt;, informa a coluna Direto da Fonte&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Sonia Racy</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58759</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58759</guid><pubDate>Thu, 08 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A última tentação em quadrinhos</title><description>&lt;div&gt;A gravidez secreta de Maria, o parto de Jesus, o batismo pelas m&amp;atilde;os de Jo&amp;atilde;o Batista, o massacre dos rec&amp;eacute;m-nascidos por Herodes, as tenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es: com uma ousada vers&amp;atilde;o da vida de Cristo, o cartunista paulista Laudo Ferreira est&amp;aacute; &amp;quot;papando&amp;quot; os principais pr&amp;ecirc;mios dos quadrinhos nacionais. Depois do Pr&amp;ecirc;mio &amp;Acirc;ngelo Agostini, ele acaba de ser indicado nas categorias melhor desenhista, melhor roteirista e edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial no pr&amp;ecirc;mio HQ Mix, o mais importante da Am&amp;eacute;rica do Sul. &lt;em&gt;Yeshuah - Assim em cima assim embaixo&lt;/em&gt; (Devir Livraria, 156 pp., R$ 23) &amp;eacute; um projeto de 450 p&amp;aacute;ginas que j&amp;aacute; consumiu 10 anos de estudos e tem tr&amp;ecirc;s volumes (o segundo volume, &lt;em&gt;O C&amp;iacute;rculo Interno, o C&amp;iacute;rculo Externo&lt;/em&gt;, sai em agosto). A primeira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com 2 mil exemplares, vende como &amp;aacute;gua no deserto. N&amp;atilde;o sem pol&amp;ecirc;mica: religiosos questionam o autor, que se baseou nos Evangelhos, textos ap&amp;oacute;crifos e na vers&amp;atilde;o do cineasta italiano Pier Paolo Pasolini. Para ler a entrevista, &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100708/not_imp578027,0.php"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Jotabê Medeiros</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58760</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58760</guid><pubDate>Thu, 08 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>"Gosto de ser o campeão da mentira" </title><description>&lt;div&gt;N&amp;atilde;o eram apenas Pr&amp;ecirc;mios Nobel de Literatura e escritores ilustres. Tamb&amp;eacute;m o Dalai Lama, Mikhail Gorbatchov, Elie Wiesel, Noam Chomsky e Joseph Ratzinger - este, pouco antes do in&amp;iacute;cio do conclave que o elegeu papa, em 2005- foram entrevistados pela imagina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Tommaso Debenedetti. A lista de falsas entrevistas do freelancer italiano continua a crescer. O escrit&amp;oacute;rio que faz o resumo de imprensa do parlamento postou o arquivo na internet, e j&amp;aacute; constam dele 79 mat&amp;eacute;rias, embora nem todas sejam entrevistas. Uma de suas &amp;uacute;ltimas v&amp;iacute;timas foi o dramaturgo Derek Walcott. Debenedetti o descreveu aterrorizado do outro lado do telefone no dia do terremoto no Haiti. Pouco depois, Philip Roth descobriu a grande impostura. Agora o inventor de entrevistas decidiu conceder uma entrevista ao El Pa&amp;iacute;s. Debenedetti confessa que tudo foi falso. Ou, mais precisamente, que foi um jogo. &amp;quot;Minha ideia era ser um jornalista cultural s&amp;eacute;rio e honrado, mas isso &amp;eacute; imposs&amp;iacute;vel na It&amp;aacute;lia&amp;quot;, afirma. &amp;quot;Gosto de ser o campe&amp;atilde;o italiano da mentira. Creio que inventei um g&amp;ecirc;nero novo e espero poder publicar novas falsidades e a cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o toda em um livro. Com pr&amp;oacute;logo de Philip Roth, &amp;eacute; claro.&amp;quot; Leia a &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0807201010.htm"&gt;entrevista completa&lt;/a&gt; (para assinantes). &lt;small&gt;[El Pa&amp;iacute;s]&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Miguel Mora</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58757</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58757</guid><pubDate>Thu, 08 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Biografia de Wilker</title><description>&lt;div&gt;Vai sair em novembro pela Editora LeYa a autobiografia do ator e diretor Jos&amp;eacute; Wilker, 65 anos, conta Ancelmo Gois. Cearense, Wilker come&amp;ccedil;ou a atuar ainda no movimento estudantil no Centro Popular de Cultura da UNE, fechado pelo golpe de 1964.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Ancelmo Gois</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58755</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58755</guid><pubDate>Thu, 08 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Borders inaugura e-bookstore</title><description>&lt;div&gt;&lt;span&gt;A e-bookstore da Borders Group Inc nasceu nesta quarta-feira (7) e a previs&amp;atilde;o &amp;eacute; de que rapidamente ela alcan&amp;ccedil;ar&amp;aacute; seus rivais e ganhar&amp;aacute; uma fatia desse mercado de e-books que cresce vertiginosamente. A inaugura&amp;ccedil;&amp;atilde;o acontece nove meses depois que Barnes &amp;amp; Noble lan&amp;ccedil;ou o Nook e tr&amp;ecirc;s meses depois da apari&amp;ccedil;&amp;atilde;o do iPad, o que permitiu com que elas e a Amazon sa&amp;iacute;ssem na frente. Mas Mike Edwards, presidente da Borders Inc, disse que a empresa n&amp;atilde;o est&amp;aacute; em desvantagem. &amp;ldquo;N&amp;oacute;s vamos conquistar o mercado apenas por nos lan&amp;ccedil;armos nele&amp;rdquo;. Edwards disse que a Borders, a segunda rede em vendas, tem um mailing de 38 milh&amp;otilde;es de clients em seu programa de fidelidade e tem cerca de 700 lojas onde vai poder divulgar sua loja virtual. A Borders vai oferecer 1,5 mi de t&amp;iacute;tulos, incluindo livros gratuitos. &amp;quot;Muitas pessoas me disseram: Voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; atrasado para o jogo. E eu disse: o jogo acabou de come&amp;ccedil;ar&amp;rdquo;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Reuters</source><author>Phil Wahba</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58750</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58750</guid><pubDate>Thu, 08 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Laerte lança &lt;i&gt;Muchacha&lt;/i&gt; em agosto</title><description>&lt;div&gt;Os f&amp;atilde;s do trabalho do cartunista Laerte podem ficar felizes. &lt;em&gt;Muchacha&lt;/em&gt;, tira criada por ele e originalmente publicada na Folha, vai virar livro em agosto. A HQ, que sai pela Companhia das Letras, contar&amp;aacute; as hist&amp;oacute;rias da trupe formada por Capit&amp;atilde;o Tigre, Sulfana, Milhafre, Lairo, Djalma e Cabayba. Ambientada nos bastidores de um programa televisivo de aventura dos anos 50, a obra faz um resgate afetivo das mem&amp;oacute;rias de inf&amp;acirc;ncia do autor, em um estilo que mescla suspense, romance e pol&amp;iacute;tica. &lt;small&gt;(Livraria da Folha)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha Online</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58756</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58756</guid><pubDate>Wed, 07 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A última entrevista de Saramago vai virar livro</title><description>&lt;div&gt;Vai virar livro a conversa entre Jos&amp;eacute; Saramago e o tamb&amp;eacute;m escritor portugu&amp;ecirc;s Jos&amp;eacute; Rodrigues do Santos pouco antes da morte do primeiro, informa a coluna Gente Boa. O assunto de &lt;em&gt;A &amp;uacute;ltima entrevista do Saramago&lt;/em&gt;, que sai pela Usina de Letras, &amp;eacute; literatura. O colunista d&amp;aacute; ainda um trecho da obra: &amp;ldquo;A hist&amp;oacute;ria bem constru&amp;iacute;da &amp;eacute; indispens&amp;aacute;vel; aquilo tem de estar estruturado, tem de manter-se de p&amp;eacute;. Mas nos &amp;uacute;ltimos tempos tornei-me consciente disso: o fundamental &amp;eacute; a linguagem.&amp;rdquo;&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58736</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58736</guid><pubDate>Wed, 07 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Roberto Carlos na passeata contra a revisão da Lei de Direito Autoral</title><description>&lt;div&gt;Roberto Carlos deve se engajar no movimento que combate o projeto de revis&amp;atilde;o da Lei de Direito Autoral, patrocinado pelo Minist&amp;eacute;rio da Cultura, informa M&amp;ocirc;nica Bergamo. &amp;quot;Se essas propostas forem enviadas ao Congresso, ele vai participar de passeata em Bras&amp;iacute;lia, vai para a imprensa, vai fazer tudo o que precisar&amp;quot;, diz Dody Sirena, empres&amp;aacute;rio do cantor. A ades&amp;atilde;o do Rei &amp;agrave; causa est&amp;aacute; sendo festejada: ele nunca participa desse tipo de mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ainda de acordo com a colunista, est&amp;aacute; em discuss&amp;atilde;o, entre outras coisas, a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um &amp;oacute;rg&amp;atilde;o ligado ao governo para regular mat&amp;eacute;ria autoral. &amp;quot;O que est&amp;aacute; sendo proposto afeta obras de Caetano, Chico, Roberto. Com pretexto de dar acesso &amp;agrave; cultura, o governo quer se tornar dono delas&amp;quot;, diz Dody. Nos debates, o Minist&amp;eacute;rio da Cultura tem negado a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;quot;estatizar&amp;quot; os direitos autorais.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Mônica Bergamo</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58738</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58738</guid><pubDate>Wed, 07 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Livro traz fotos de Frida Kahlo que permaneceram inéditas por 50 anos </title><description>&lt;div&gt;Quando o artista Diego Rivera morreu, em 1957, deixou o pedido que seus arquivos e os de sua mulher, Frida Kahlo, continuassem fechados pelos pr&amp;oacute;ximos 15 anos. Sua testamenteira, zelosa demais, acabou estendendo esse prazo. E s&amp;oacute; agora &amp;eacute; rompido um longo sil&amp;ecirc;ncio em torno da intimidade de dois mitos da arte do s&amp;eacute;culo 20. Um livro rec&amp;eacute;m-lan&amp;ccedil;ado pela Cosac Naify - &lt;em&gt;Frida Kahlo: suas fotos&lt;/em&gt; (524 pp., R$ 120 - Trad.: G&amp;ecirc;nese Andrade e Otac&amp;iacute;lio Nunes), de Pablo Ortiz Monasterio, faz uma sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o das fotografias que Frida Kahlo juntou em vida, seu arquivo pessoal de imagens que ficou escondido num dos banheiros da c&amp;eacute;lebre Casa Azul, na Cidade do M&amp;eacute;xico. Nessas 400 fotografias, est&amp;atilde;o autorretratos de seu pai, o fot&amp;oacute;grafo Guillermo Kahlo, imagens da artista em festas e no hospital e lembran&amp;ccedil;as de seus amantes e desafetos --uns com marcas de batom de seus l&amp;aacute;bios, outros rasgados ou dobrados ao meio. Em vida, e diante da c&amp;acirc;mera, Kahlo posou como a imagem que plasmou de si, indissoci&amp;aacute;vel do pr&amp;oacute;prio mito. &amp;quot;Sabia que o campo de batalha do sofrimento se refletia em meus olhos&amp;quot;, escreveu a artista numa carta. &amp;quot;Desde ent&amp;atilde;o, comecei a olhar para a lente, sem piscar, sem sorrir, decidida a mostrar que seria uma lutadora at&amp;eacute; o final.&amp;quot; Numa biografia &lt;em&gt;Diego e Frida&lt;/em&gt; (Record, 240 pp., R$ 39,90 - Trad.: Vera Lucia dos Reis), escrito por J.M.G. Le Cl&amp;eacute;zio, est&amp;aacute; a mesma constata&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;quot;Frida jamais se separar&amp;aacute; de seu duplo&amp;quot;, escreve o vencedor do Nobel. &amp;quot;A enfermidade progressiva e o fechamento na solid&amp;atilde;o da dor transformaram o sonho da crian&amp;ccedil;a em fantasma, e deram valor quase m&amp;iacute;tico &amp;agrave; outra ela mesma que escruta infinitamente no espelho.&amp;quot;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Silas Martí</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58739</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58739</guid><pubDate>Wed, 07 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>DC Comics detalha pagamento sobre vendas de HQs digitais</title><description>&lt;div&gt;Segundo Rich Johnston, do site Bleeding Cool, a DC Comics divulgou alguns detalhes do plano de pagamento sobre vendas de HQs digitais. O an&amp;uacute;ncio foi feito aos artistas e escritores que trabalham para a DC Comics por meio de uma carta assinada por Jim Lee e Dan DiDio. Na carta, Lee e Didio informam que todos os artistas envolvidos receber&amp;atilde;o alguma forma de compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas a descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos detalhes n&amp;atilde;o inclui os coloristas e letristas. Escritores e desenhistas receber&amp;atilde;o 5% sobre a receita l&amp;iacute;quida da venda online de seus trabalhos, como compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o adicional. Os arte-finalistas receber&amp;atilde;o 3% da receita l&amp;iacute;quida. Autores com controle sobre os direitos autorais sobre suas HQs receber&amp;atilde;o 3% da receita l&amp;iacute;quida como royalties.&lt;/div&gt;</description><source>Universo HQ</source><author>Sérgio Codespoti</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58740</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58740</guid><pubDate>Wed, 07 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Biografia de Lady Gaga reforça tendência de memórias curtas</title><description>&lt;div&gt;Os artistas est&amp;atilde;o ganhando biografia cedo demais. Mal blefa com o primeiro produto-sabonete, j&amp;aacute; recebe devo&amp;ccedil;&amp;otilde;es, unanimidades precoces, num clique, sem pestanejar. No come&amp;ccedil;o deste m&amp;ecirc;s, chegou ao mercado &lt;em&gt;Lady Gaga &amp;ndash; Biografia&lt;/em&gt; (Lua de Papel, 248 pp., R$ 34,90 &amp;ndash; Trad: Magda Lopes), recente revela&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pop dance, sempre acusada de ser um gen&amp;eacute;rico, cover-s&amp;aacute;tira-homenagem e put-pourri de Madonna.A editora Madras tamb&amp;eacute;m tem planos de lan&amp;ccedil;ar um livro sobre Gaga. Nos EUA, at&amp;eacute; uma vers&amp;atilde;o HQ da hist&amp;oacute;ria da dan&amp;ccedil;arina-cantora. Enquanto Gaga se prepara para lan&amp;ccedil;ar mais um trabalho, Madonna (que &amp;eacute; escritora de livros infantis) se preocupa em rejuvenescer a pele das m&amp;atilde;os. Talvez Lady Gaga seja apenas um intervalo criativo da eterna rainha do pop, cujo pr&amp;oacute;prio irm&amp;atilde;o tentou tirar uma casquinha do sucesso da irm&amp;atilde; (&lt;em&gt;A vida com minha irm&amp;atilde; Madonna&lt;/em&gt;). No Brasil, at&amp;eacute; participante do Big Brother Brasil j&amp;aacute; sai e lan&amp;ccedil;a um livro. Tudo bem que, &amp;agrave;s vezes, fica s&amp;oacute; na promessa, como &amp;eacute; o caso de Serginho. Geisy Arruda, aquela do vestido s&amp;iacute;mbolo do bullying escolar, em que a fama atentou, participou de reality show para conseguir namorado (um pecuarista) e agora tamb&amp;eacute;m anunciou projeto de biografia. &lt;small&gt;(Livraria da Folha)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha Online</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58734</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58734</guid><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>&lt;i&gt;O alquimista&lt;/i&gt;, de Paulo Coelho, vai virar graphic novel nos EUA </title><description>&lt;div&gt;A editora HarperOne vai transformar o livro &lt;em&gt;O alquimista&lt;/em&gt;, de Paulo Coelho, numa graphic novel. A publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para o mercado norte-americano, deve chegar &amp;agrave;s lojas em dezembro. A adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o gr&amp;aacute;fica est&amp;aacute; sendo produzida pela Sea Lion Books, com desenhos de Daniel Sampere e capa de Vitor Ishimura. &amp;quot;Eles mandaram uma pr&amp;eacute;via dos desenhos para o Paulo com uma carta entusiasmada e isso o cativou&amp;quot;, afirmou o editor executivo da HarperOne, Gideon Weil, ao New York Times. Desde sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em 1988, o livro j&amp;aacute; foi publicado em mais de 60 l&amp;iacute;nguas.&lt;/div&gt;</description><source>Folha Online</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58732</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58732</guid><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Um lobo devora a filosofia</title><description>&lt;div&gt;Mark Rowlands, 48 anos, &amp;eacute; um tipo especial de pensador wittgensteiniano. Quase foi engenheiro, mas, reprovado, decidiu seguir seu instinto e conseguiu um t&amp;iacute;tulo de doutor em filosofia em Oxford. Bon vivant, sua vida era uma festa sem fim, at&amp;eacute; que decidiu se isolar na Irlanda e escrever livros de filosofia, alguns deles lan&amp;ccedil;ados no Brasil, como &lt;em&gt;Tudo o que aprendi com a TV&lt;/em&gt; (Ediouro, 2008). A nova provoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Rowlands &amp;eacute; um livro original, &lt;em&gt;O fil&amp;oacute;sofo e o lobo&lt;/em&gt; (Objetiva, 216 pp., R$ 33,90 &amp;ndash; Trad. Paulo Afonso), em que relata a inusitada experi&amp;ecirc;ncia de viver com um lobo por mais de uma d&amp;eacute;cada. A principal li&amp;ccedil;&amp;atilde;o que Brenin lhe ensinou n&amp;atilde;o poderia ter aprendido nos livros de Nietzsche e Heidegger, seus mentores filos&amp;oacute;ficos. Brenin, que uivava em suas aulas quando elas se tornavam chatas, provocando risos dos alunos, ensinou a Rowlands a n&amp;atilde;o pensar como primata, isto &amp;eacute;, a ter experi&amp;ecirc;ncias n&amp;atilde;o baseadas no puro interesse. &amp;quot;Somos mais primatas que lobos&amp;quot;, diz ele, concluindo que a esperteza do s&amp;iacute;mio, ditada por seu obtuso imediatismo - macacos s&amp;oacute; fazem algo se isso lhes trouxer algum benef&amp;iacute;cio - n&amp;atilde;o lhe servir&amp;aacute; de nada na hora da morte. Na entrevista que deu ao Estad&amp;atilde;o, falou sobre filosofia, religi&amp;atilde;o e ainda sobre o filme que ser&amp;aacute; feito com base neste best-seller. &lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,best-seller-o-filosofo-e-o-lobo-vai-virar-filme,576794,0.htm"&gt;Leia&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Antonio Gonçalves Filho</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58706</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58706</guid><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Self retoma fascínio pela orgia da barbárie subdesenvolvida</title><description>&lt;div&gt;Desde &lt;em&gt;O Livro de Dave&lt;/em&gt; (Alfaguara, 456 pp., R$ 59,90) Will Self tem dilu&amp;iacute;do sua verve sat&amp;iacute;rica em sutilezas, pero no mucho. Se no livro anterior o cen&amp;aacute;rio era p&amp;oacute;s-apocal&amp;iacute;ptico, com o enredo sobre a religi&amp;atilde;o erigida em torno do di&amp;aacute;rio de um taxista londrino do s&amp;eacute;culo 20 dizimando fundamentalismos, o novo &lt;em&gt;A guimba&lt;/em&gt; (Alfaguara, 336 pp., R$ 48,90 &amp;ndash; Trad. C&amp;aacute;ssio de Arantes Leite) opera no presente e em suas mazelas p&amp;oacute;s 11 de Setembro. Tom Brodzinski est&amp;aacute; em f&amp;eacute;rias com a fam&amp;iacute;lia em algum fict&amp;iacute;cio retiro terceiro-mundista entre o Iraque e a Austr&amp;aacute;lia, quando inadvertidamente deixa a guimba daquele que seria seu &amp;uacute;ltimo cigarro atingir a calva de um idoso na sacada de baixo de seu hotel. Ocorre que o velho anglo Reggie Lincoln Terceiro &amp;eacute; casado com Atalaya, nativa da tribo dos tayswengo. Tom pede desculpas pelo acidente, mas n&amp;atilde;o adianta nada, pois os tayswengos n&amp;atilde;o acreditam em acidentes. Assim, a guimba adquire as propor&amp;ccedil;&amp;otilde;es de um m&amp;iacute;ssil lan&amp;ccedil;ado sobre toda uma cultura. Instado a se defender, Tom &amp;eacute; abandonado pela mulher (que volta r&amp;aacute;pido aos EUA), permanecendo &amp;agrave;s voltas com um advogado e um c&amp;ocirc;nsul inescrupulosos e sob a jurisdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos selvagens. Despejado de sua zona de conforto, ele se perde nos c&amp;iacute;rculos kafkianos de leis que lhe soam, al&amp;eacute;m de in&amp;oacute;spitas, completamente absurdas. (Joca Reiners Terron &amp;eacute; autor de &lt;em&gt;Do fundo do po&amp;ccedil;o se v&amp;ecirc; a lua&lt;/em&gt;, da Companhia das Letras). [Al&amp;eacute;m da resenha, a Folha publicou uma &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/762037-em-novo-livro-will-self-fala-de-cigarro-e-colonialismo.shtml"&gt;entrevista com Will Self&lt;/a&gt;]&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Joca Reiners Terron</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58714</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58714</guid><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Entrevista de Eduardo Galeano vai ao ar hoje</title><description>&lt;div&gt;O escritor Eduardo Galeano diz que o povo uruguaio desmentiu a tese de torcedor melanc&amp;oacute;lico e, depois de tantos anos sem t&amp;iacute;tulos, foi para as ruas, inclusive ele, comemorar a sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o, conta a coluna Gente Boa. Sua entrevista ir&amp;aacute; ao ar hoje, no Observat&amp;oacute;rio da Imprensa, de Alberto Dines, na TV Brasil. Jogador preferido? &amp;ldquo;Peledona&amp;rdquo;. [&lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/oinatv_horarios.asp"&gt;Veja os hor&amp;aacute;rios&lt;/a&gt;]&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58712</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58712</guid><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Modernização da Lei Autoral foi discutida em SP</title><description>&lt;div&gt;O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) promoveu em S&amp;atilde;o Paulo, na &amp;uacute;ltima segunda-feira (5), um debate sobre a moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei de Direito Autoral (Lei n&amp;ordm; 9.610/98). Para a plat&amp;eacute;ia, o diretor de Direitos Intelectuais do Minist&amp;eacute;rio da Cultura, Marcos Souza, mostrou os principais pontos de moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cujo objetivo central &amp;eacute; harmonizar as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre criadores, investidores e cidad&amp;atilde;os. A opini&amp;atilde;o do advogado do Idec, Guilherme Varella, &amp;eacute; semelhante, mas vai al&amp;eacute;m. Ele argumentou que o contexto de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &amp;eacute;poca em que a lei entrou em vigor, em 1998, &amp;eacute; muito diferente do atual. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o havia o mesmo ambiente digital de hoje. Isso torna a lei alien&amp;iacute;gena&amp;rdquo;, disparou. A reforma da Lei de Direitos Autorais marcou a entrada do consumidor como um ator importante dessa discuss&amp;atilde;o. &amp;ldquo;Com isso - explicou Varella - queremos olhar o direito autoral sob a perspectiva p&amp;uacute;blica e n&amp;atilde;o apenas privada, da prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nossa discuss&amp;atilde;o &amp;eacute; sobre como os direitos autorais podem contribuir ou atrapalhar o acesso aos bens culturais. O advogado especialista no tema, Guilherme Carboni, defendeu que gozar os bens culturais &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m um direito, que foi constru&amp;iacute;do politicamente como todos os direitos humanos. A Lei de Direito Autoral est&amp;aacute; sob consulta p&amp;uacute;blica desde 14 de junho e vai at&amp;eacute; 28 de julho. Todo cidad&amp;atilde;o pode participar pelo &lt;a href="http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral"&gt;site&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>MinC</source><author>Ismália Afonso</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58729</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58729</guid><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Rights Directors Meeting: direito autoral nos novos tempos</title><description>&lt;div&gt;Todos os anos, experts internacionais da ind&amp;uacute;stria apresentam t&amp;oacute;picos sobre com&amp;eacute;rcio e direitos das licen&amp;ccedil;as. S&amp;atilde;o oferecidas dicas pr&amp;aacute;ticas para profissionais, criando tamb&amp;eacute;m uma grande oportunidade para fazer contatos pelo mundo. O encontro, marcado para o dia 5 de outubro de 2010, &amp;eacute; ministrado em ingl&amp;ecirc;s e direcionado aos gestores de licen&amp;ccedil;as e direitos autorais, o que n&amp;atilde;o descarta a presen&amp;ccedil;a de agentes liter&amp;aacute;rios e profissionais de editoras e ag&amp;ecirc;ncias com interesse em atividades internacionais de editora&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Na Frankfurt Buchmesse 2010, o tema ser&amp;aacute; a adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s leis de direito autoral. Com os novos direitos surgindo gra&amp;ccedil;as &amp;agrave; era digital, como podemos desenvolver nossas habilidades para licenci&amp;aacute;-los com sucesso? Como podemos lidar e explorar as novas demandas do mercado digital e ao mesmo tempo suprir mercados n&amp;atilde;o t&amp;atilde;o desenvolvidos?&lt;/div&gt;</description><source>CBL Informa</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58724</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58724</guid><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Feira de La Paz vai homenagear o Brasil</title><description>&lt;div&gt;Entre os dias 18 e 29 de agosto acontecer&amp;aacute; a &lt;a href="http://www.camaralibrolapaz.org.bo/feriadellibro"&gt;15&amp;ordf; Feira Internacional do Livro de La Paz&lt;/a&gt;, na Bol&amp;iacute;via, na qual o Brasil &amp;eacute; pa&amp;iacute;s homenageado. Dicion&amp;aacute;rios em portugu&amp;ecirc;s, livros de iconografia, fauna e flora, obras sobre cultura ind&amp;iacute;gena e afro-brasileira, ensaios hist&amp;oacute;ricos, literatura infantil e juvenil e HQ&amp;rsquo;s contam com especial interesse para divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o nesta edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Para participar, a editora interessada dever&amp;aacute; encaminhar dois exemplares de cada t&amp;iacute;tulo escolhido at&amp;eacute; o dia 28 de julho para o escrit&amp;oacute;rio da Coordenadoria Geral do Livro e da Leitura - Feiras Liter&amp;aacute;rias Internacionais, na Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Biblioteca Nacional (Rua da Imprensa, 16 / sala 1110 - Centro - Rio de Janeiro/RJ - CEP 20030-120), acompanhados de nota fiscal de doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O limite de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o por editora &amp;eacute; de at&amp;eacute; cinco t&amp;iacute;tulos e ao final do evento as obras ser&amp;atilde;o doadas ao Centro Cultural Brasil Bol&amp;iacute;via. Para outras informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, ligue para 21 2220-2057.&lt;/div&gt;</description><source>CBL Informa</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58725</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58725</guid><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Escola do Livro oferece curso sobre e-book</title><description>&lt;div&gt;A Escola do Livro, da C&amp;acirc;mara Brasileira do Livro (CBL), organiza nos dias 15 e 16 de julho, das 9h &amp;agrave;s 15h, curso sobre &amp;ldquo;O Livro eletr&amp;ocirc;nico e suas implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es jur&amp;iacute;dicas&amp;rdquo;. O novo eixo da discuss&amp;atilde;o sobre a nova tecnologia &amp;eacute; a sua legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Por isso, o curso da Escola do Livro discutir&amp;aacute; a quest&amp;atilde;o autoral (contratos); a quest&amp;atilde;o fiscal (tributos); e a quest&amp;atilde;o penal (contrafa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pirataria). A iniciativa ir&amp;aacute; ainda esclarecer conceitos e tirar d&amp;uacute;vidas sobre o direito do autor, as primeiras conven&amp;ccedil;&amp;otilde;es internacionais e a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira, e o dilema do direito de autor frente &amp;agrave;s novas tecnologias.As aulas ser&amp;atilde;o ministradas por Gilberto Mariot, editor e advogado militante na &amp;aacute;rea de Propriedade Intelectual. Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es pelo e-mail &lt;a href="mailto:escoladolivro@cbl.org.br"&gt;escoladolivro@cbl.org.br&lt;/a&gt; ou pelo telefone 11- 3069-1300.&lt;/div&gt;</description><source>CBL Informa</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58735</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58735</guid><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Estudo revitaliza aspectos da obra de Gonçalves Dias</title><description>&lt;div&gt;Quando o Ville de Boulogne, navio no qual viajava Gon&amp;ccedil;alves Dias se espatifou nos arrecifes do Baixio de Atins, nos arredores das praias maranhenses, na madrugada de novembro de 1864, o autor de Can&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ex&amp;iacute;lio, j&amp;aacute; amplamente consagrado pelos elogios do conceituado escritor portugu&amp;ecirc;s Alexandre Herculano, tinha a sa&amp;uacute;de completamente arruinada, sem chances de sobreviver quando chegasse a terra. Quis o destino, no entanto, que ele findasse seus dias no mar. No tr&amp;aacute;gico naufr&amp;aacute;gio, salvaram-se todos os passageiros e tripulantes da embarca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, menos o poeta. Reviver um pouco da atmosfera desse poeta atrav&amp;eacute;s dos seus textos can&amp;ocirc;nicos &amp;eacute; sempre um prazer que deixa no esp&amp;iacute;rito o sagrado dever de consagra&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; mem&amp;oacute;ria de um grande autor nacional. Este &amp;eacute; o prop&amp;oacute;sito do livro &lt;em&gt;O poeta na contram&amp;atilde;o&lt;/em&gt; (EdUFSCar, 279 pp., R$ 39), de Wilton Jos&amp;eacute; Marques. Atendo-se aos temas da literatura e da escravid&amp;atilde;o no per&amp;iacute;odo do primeiro romantismo brasileiro, percorre exatamente a fase gon&amp;ccedil;alvina pela an&amp;aacute;lise acurada do texto em prosa de &lt;em&gt;Medita&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt;, projeto bastante marginal e, al&amp;eacute;m de tudo, inacabado do poeta maranhense, divulgado parcialmente na revista Guanabara, e que teve parca repercuss&amp;atilde;o nos meios intelectuais e acad&amp;ecirc;micos. &lt;small&gt;(Uelinton Farias Alves &amp;eacute; jornalista e escritor. Autor de &lt;em&gt;Cruz e Sousa: Dante Negro do Brasil&lt;/em&gt;, da Pallas)&lt;/small&gt; &lt;/div&gt;</description><source>JB Online</source><author>Uelinton Farias Alves</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58727</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58727</guid><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Playboy de Portugal homenageia Saramago com Cristo na capa</title><description>&lt;div&gt;Embora seja novata em Portugal, estando em circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o desde maio de 2009, a vers&amp;atilde;o lusitana da Playboy decidiu fazer uma homenagem um pouco inusitada ao escritor Jos&amp;eacute; Saramago. Na capa da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de julho, um homem representa Jesus Cristo e segura em seus bra&amp;ccedil;os uma mulher nua sobre uma cama. Na cabeceira &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel ler o nome de um dos maiores sucessos de Saramago, o livro &lt;em&gt;O Evangelho Segundo Jesus Cristo&lt;/em&gt;, respons&amp;aacute;vel por abalar suas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es com a Igreja Cat&amp;oacute;lica.&lt;/div&gt;</description><source>JB Online</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58728</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58728</guid><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Cazuza: 20 anos após sua morte, obra do cantor vira referência</title><description>&lt;div&gt;Exatamente duas d&amp;eacute;cadas depois de sua morte, Cazuza entra no time de figuras cultuadas pelas novas gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de artistas brasileiros. Mas, pela habilidade com as palavras e a atitude rebelde e transgressora, o cantor e compositor carioca transcendeu definitivamente as esferas musicais, tornando-se uma influ&amp;ecirc;ncia decisiva tamb&amp;eacute;m entre escritores. Assim como j&amp;aacute; acontecera com Jim Morrison, suas letras s&amp;atilde;o elevadas ao status de poesia. &amp;ldquo;Eu escuto Cazuza com o mesmo respeito com que leio Carlos Drummond de Andrade&amp;rdquo;, explica o poeta Ramon Mello. Para o poeta, a influ&amp;ecirc;ncia se exerce em sua gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o tanto pela quest&amp;atilde;o liter&amp;aacute;ria/musical quanto pela comportamental. O cr&amp;iacute;tico, professor e poeta &amp;Iacute;talo Moriconi v&amp;ecirc; a presen&amp;ccedil;a de Cazuza hoje como um referencial em um caldeir&amp;atilde;o que junta indistintamente autores mais literatos e outros mais pops. O que j&amp;aacute; acontecia com as gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es anteriores, tamb&amp;eacute;m influenciada por compositores populares. Na introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;Caio Fernando Abreu: cartas&lt;/em&gt;, que organizou, o pesquisador afirma que Cazuza e Renato Russo seriam &amp;ldquo;almas irm&amp;atilde;s de Caio em mat&amp;eacute;ria de destino e express&amp;atilde;o art&amp;iacute;stica&amp;rdquo;. &amp;ldquo;&amp;Eacute; tudo poesia, palavra cantada, falada e escrita&amp;rdquo;, argumenta Moriconi. &amp;ldquo;Mas cada uma tem sua especifidade. Sempre que atravessam as fronteiras, h&amp;aacute; perdas e ganhos. Aqui no Brasil, contudo, desde a escola prim&amp;aacute;ria se tem a ideia de que as tr&amp;ecirc;s configuram uma cultura po&amp;eacute;tica de igual para igual.&lt;/div&gt;</description><source>JB Online</source><author>Bolívar Torres</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58733</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58733</guid><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Lonely Planet volta a lucrar</title><description>&lt;div&gt;A Lonely Planet reverteu suas perdas e o lucro chegou a 1,9 milh&amp;otilde;es de libras (cerca de R$ 5 milh&amp;otilde;es) em seu &amp;uacute;ltimo ano fiscal, conquistado devido a um &amp;ldquo;significativo investimento digital&amp;rdquo;, informou a BBC Worldwide. Os resultados mostram uma melhora nos ganhos de 5,1 milh&amp;otilde;es de libras (R$ 13,6 milh&amp;otilde;es) &amp;ndash; no ano anterior houve perdas de 3,2 milh&amp;otilde;es (R$ 8,5 milh&amp;otilde;es). As vendas nos 12 meses que se encerraram no dia 31 de maio de 2010 aumentaram 8,4 milh&amp;otilde;es (R$ 22,4 milh&amp;otilde;es) e ficaram em 51,4 milh&amp;otilde;es (R$ 137,1 milh&amp;otilde;es), um crescimento de 19,5%. A BBCW disse: &amp;ldquo;A empresa ganhou market share no Reino Unido, nos Estados Unidos e na Austr&amp;aacute;lia. O resultado vem de uma s&amp;eacute;rie de novos t&amp;iacute;tulos relevantes, incluindo um guia da Discover em cores. Entretanto, a venda de livros continua fraca e caindo nesses mercados cerca de 25% (comparando com a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mercado financeiro antes da crise de 2007). As vendas digitais ficaram 37,2% maiores. Quando a BBC comprou a Lonely Planet, n&amp;atilde;o passava dos 9%. No ano passado, as vendas digitais representaram 22% do faturamento e o movimento no site foi 17% maior.&lt;/div&gt;</description><source>The Bookseller</source><author>Graeme Neill</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58716</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58716</guid><pubDate>Tue, 06 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Piva, o poeta que mais sabia viver à margem</title><description>&lt;div&gt;&amp;quot;E para que ser poeta em tempos de pen&amp;uacute;ria?&amp;quot;, perguntava Roberto Piva em um de seus mais recentes poemas. Mais do que seus contempor&amp;acirc;neos, o poeta sabia o que era viver &amp;agrave; margem: de opini&amp;otilde;es firmes, vision&amp;aacute;rio, feroz contra as unanimidades de laborat&amp;oacute;rio, Piva tamb&amp;eacute;m bradou orgulhosamente seu homossexualismo por becos e pra&amp;ccedil;as de S&amp;atilde;o Paulo. Diagnosticado com o mal de Parkinson h&amp;aacute; cerca de uma d&amp;eacute;cada, viveu modestamente nos &amp;uacute;ltimos anos, sendo evitado por quem o bajulava e pelos c&amp;iacute;rculos liter&amp;aacute;rios bem postos do Pa&amp;iacute;s. Internado desde maio no Hospital das Cl&amp;iacute;nicas, Piva morreu no s&amp;aacute;bado (3), aos 72 anos, em S&amp;atilde;o Paulo, com fal&amp;ecirc;ncia m&amp;uacute;ltipla dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os decorrente de uma insufici&amp;ecirc;ncia renal. Ele chegara ao hospital com uma infec&amp;ccedil;&amp;atilde;o na pr&amp;oacute;stata, logo diagnosticada como um c&amp;acirc;ncer - que posteriormente se espalhou pelos ossos, agravando seu estado. N&amp;atilde;o era a primeira interna&amp;ccedil;&amp;atilde;o neste ano. Em janeiro, havia sido hospitalizado com infec&amp;ccedil;&amp;otilde;es urin&amp;aacute;ria e card&amp;iacute;aca; dois meses depois, voltou ao hospital para uma cirurgia no cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O corpo foi velado no s&amp;aacute;bado, no Cemit&amp;eacute;rio do Ara&amp;ccedil;&amp;aacute;, e cremado na manh&amp;atilde; de ontem na Vila Alpina. Piva tornou-se fundamental para a poesia brasileira em 1963, quando, ainda garoto, lan&amp;ccedil;ou &lt;em&gt;Paranoia&lt;/em&gt;, poemas-inst&amp;acirc;ntaneos da metr&amp;oacute;pole cinza, contradit&amp;oacute;ria e brutal que se formava. O livro foi reeditado em novembro do ano passado pelo Instituto Moreira Salles (208 pp., R$ 60). A Editora Globo lan&amp;ccedil;ou, em 2005, o primeiro volume das obras de Piva, &lt;em&gt;Um estrangeiro na legi&amp;atilde;o&lt;/em&gt;. O segundo volume, &lt;em&gt;Mala na M&amp;atilde;o &amp;amp; Asas Pretas&lt;/em&gt;, saiu no ano seguinte com quatro livros de poemas. Em 2008, saiu o terceiro volume da obra completa.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Jotabê Medeiros</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58689</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58689</guid><pubDate>Mon, 05 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Aos 20 anos, lei Mendonça pede reforma</title><description>&lt;div&gt;Mais antigo mecanismo incentivado de apoio &amp;agrave; Cultura, a Lei Mendon&amp;ccedil;a, que completa 20 anos em dezembro, est&amp;aacute; em via de mudar. Segundo o secret&amp;aacute;rio municipal de Cultura, Carlos Augusto Calil, um novo texto dever&amp;aacute; ser enviado &amp;agrave; C&amp;acirc;mara Municipal ainda este semestre, reformulando a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o - que se baseia na ren&amp;uacute;ncia fiscal do Imposto Sobre Servi&amp;ccedil;os (ISS) e do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). &amp;quot;Vamos manter os investimentos e ampliar a possibilidade de ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es culturais por pelo menos dois anos&amp;quot;, disse Calil. O secret&amp;aacute;rio &amp;eacute; cr&amp;iacute;tico das leis de incentivo, acredita que esse mecanismo tem causado distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es - &amp;quot;inchando&amp;quot; o valor dos projetos, por exemplo, e causando sobreposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de usos (um mesmo projeto se apresenta para captar recursos nas leis estaduais, municipais e federais, o que mostra o produtor cultural em busca de mais &amp;quot;conforto&amp;quot; na realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto, diz). &amp;quot;O modelo hoje &amp;eacute; completamente equivocado, s&amp;oacute; atende a atividade da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o cultural, n&amp;atilde;o o acesso aos bens culturais&amp;quot;, pondera. A Lei Mendon&amp;ccedil;a, informou Calil, sofre queda progressiva de aproveitamento - chegou a ter capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de R$ 36 milh&amp;otilde;es (em 1997), no auge, caiu para R$ 22 milh&amp;otilde;es no in&amp;iacute;cio da d&amp;eacute;cada e hoje se estabilizou em torno de R$ 4 milh&amp;otilde;es para todo o munic&amp;iacute;pio, segundo informou o secret&amp;aacute;rio. Ele atribui a queda ao maior rigor na an&amp;aacute;lise de projetos a partir de 2005.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Jotabê Medeiros</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58694</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58694</guid><pubDate>Mon, 05 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Geração 80 em livro</title><description>&lt;div&gt;Depois de Beatriz Milhazes e Jorge Guinle, o editor Carlos Leal prepara livros de luxo dedicadas &amp;agrave;s obras de Cristina Canale e aos artistas da Gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o 80, informa &lt;span&gt;a coluna Gente Boa. Fernando Cocchiareli assina o texto da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Canale e Ligia Canongia, o da Gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o 80.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58697</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58697</guid><pubDate>Mon, 05 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Cisco também entra na onda dos tablets</title><description>&lt;div&gt;A Cisco anunciou sua entrada no mercado de tablets com um novo dispositivo chamado Cius. Ele roda Android e &amp;eacute; voltado para ambiente profissional, integrando-se &amp;agrave;s outras aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de neg&amp;oacute;cios da fabricante, incluindo WebEX, TelePresence e Quad. O Cius possui um processador Atom, da Intel, com 1,6GHz de clock, suporta Wi-Fi a/b/g/n, 3G e suportar&amp;aacute; 4G assim que dispon&amp;iacute;vel, informa a coluna Update. &amp;Eacute; equipado com uma c&amp;acirc;mera frontal capaz de filmar v&amp;iacute;deo 720p de alta defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A c&amp;acirc;mera traseira &amp;eacute; de 5 Mpx. O aparelho permite conectar fones via Bluetooth e por meio de uma porta micro-USB.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58698</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58698</guid><pubDate>Mon, 05 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Vendas de downloads ganham espaço na internet brasileira</title><description>&lt;div&gt;O mercado de downloads surpreendeu as redes brasileiras que apostaram no formato. Rec&amp;eacute;m-lan&amp;ccedil;ados, os servi&amp;ccedil;os de compra via troca de dados na internet j&amp;aacute; experimentam crescimentos de at&amp;eacute; 300% nas vendas. Executivos e especialistas acreditam que os produtos possam repetir a curva de crescimento observada no com&amp;eacute;rcio on-line do pa&amp;iacute;s, que neste ano deve chegar a 30% do total das vendas. A refer&amp;ecirc;ncia do potencial &amp;eacute; o mercado norte-americano de e-books, que registra avan&amp;ccedil;o m&amp;eacute;dio anual de 71,7%. &amp;quot;Conseguimos fazer o download de jogos gerar mais receita do que os de caixinha. Isso &amp;eacute; surpreendente para mim&amp;quot;, diz o gerente comercial do PontoFrio.com, Cl&amp;aacute;udio Campos. Desde outubro de 2009, quando os downloads come&amp;ccedil;aram a ser comercializados no site, as vendas crescem 20% ao m&amp;ecirc;s, segundo dados do varejista. At&amp;eacute; o final do ano, a empresa quer ampliar o servi&amp;ccedil;o para livros e filmes. A amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos t&amp;iacute;tulos foi essencial para fazer as vendas de downloads de filmes da Saraiva.com registrar crescimento de 300% desde o lan&amp;ccedil;amento, em maio do ano passado. Os 1.200 t&amp;iacute;tulos dispon&amp;iacute;veis hoje representam 60% a mais do que o n&amp;uacute;mero inicial. A empresa espera repetir o resultado com os e-books, lan&amp;ccedil;ados em junho. &amp;quot;A pr&amp;oacute;xima evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do nosso neg&amp;oacute;cio &amp;eacute; digital. O cliente vai consumir cultura sem receber o produto f&amp;iacute;sico&amp;quot;, afirma o diretor presidente da Livraria Saraiva, Marc&amp;iacute;lio D'Amico Pousada. J&amp;aacute; a Livraria Cultura, que tem 20% da receita no com&amp;eacute;rcio virtual, espera igualar as vendas de e-book ao n&amp;iacute;vel americano em dois anos. A venda dos livros digitais foi lan&amp;ccedil;ada em maio e no &amp;uacute;ltimo m&amp;ecirc;s registrou alta de 100%.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Gabriel Baldocchi</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58693</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58693</guid><pubDate>Mon, 05 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Escritor é interrogado na China antes de lançar livro</title><description>&lt;div&gt;Escritor best-seller chin&amp;ecirc;s e forte cr&amp;iacute;tico do Partido Comunista, Yu Jie foi detido e interrogado hoje durante algumas horas pela pol&amp;iacute;cia em uma delegacia de Pequim. Ele disse que foi amea&amp;ccedil;ado com uma pena de pris&amp;atilde;o caso mantenha seus planos de publicar um livro cr&amp;iacute;tico ao primeiro-ministro Wen Jiabao. O escritor contou que os policiais disseram que Wen &amp;quot;n&amp;atilde;o &amp;eacute; um cidad&amp;atilde;o normal&amp;quot;, e critic&amp;aacute;-lo &amp;quot;fere os interesses e a seguran&amp;ccedil;a da na&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;. Yu, cujos t&amp;iacute;tulos s&amp;atilde;o censurados na China continental, disse que mant&amp;eacute;m seus planos de publicar o livro no qual critica as pol&amp;iacute;ticas do premi&amp;ecirc; para a economia, cultura e educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Segundo ele, a obra deve ser publicada nos pr&amp;oacute;ximos meses em Hong Kong.&lt;/div&gt;</description><source>Estado.com</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58704</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58704</guid><pubDate>Mon, 05 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Pearson negocia compra do Anglo, diz ''FT''</title><description>&lt;div&gt;O Pearson, grupo editorial e de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital que controla o jornal &amp;quot;Financial Times&amp;quot;, est&amp;aacute; na briga pela compra do Anglo, grupo de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileiro especializado em cursos preparat&amp;oacute;rios para o vestibular, com unidades pr&amp;oacute;prias e parcerias com escolas em todo o Pa&amp;iacute;s - em que fornece material did&amp;aacute;tico e metodologia de ensino. Segundo not&amp;iacute;cia do pr&amp;oacute;prio Financial Times, mais duas empresas estariam interessadas no neg&amp;oacute;cio. O Anglo negou que esteja &amp;agrave; venda. Mas, segundo o jornal, fontes pr&amp;oacute;ximas dizem que a empresa teria sido avaliada pelo banco de investimentos Credit Suisse por at&amp;eacute; R$ 600 milh&amp;otilde;es, e que ofertas eram esperadas dentro de semanas. De acordo com as fontes do FT, as ofertas viriam abaixo do valor proposto e n&amp;atilde;o haveria certeza quanto ao fechamento do neg&amp;oacute;cio. Os outros interessados no sistema Anglo, segundo o jornal, seriam o Grupo Abril e a editora espanhola Santillana, que tem interesse em se expandir na Am&amp;eacute;rica Latina. O grupo que conseguir fazer a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o poderia exportar o sistema Anglo. Pearson, Santillana e Abril n&amp;atilde;o comentaram o assunto. A companhia tamb&amp;eacute;m esteve perto de fechar outra grande aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil, segundo as mesmas fontes. O grupo e outras empresas mantiveram conversas sobre a compra total ou de uma fatia do Sistema Educacional Brasileiro (SEB), que controla escolas e oferece sistemas de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58685</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58685</guid><pubDate>Sun, 04 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>SP vira polo mundial de criação de HQs</title><description>&lt;div&gt;De S&amp;atilde;o Paulo saem as hist&amp;oacute;rias dos her&amp;oacute;is mais famosos do mundo. O desenhista do Super-Homem, Renato Guedes, estudou na escola de quadrinhos Quanta, na Vila Mariana. Em Perdizes est&amp;aacute; outro centro de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o: a Impacto, de onde saiu gente que trabalha nas duas maiores editoras americanas, Marvel e DC. Essa turma ainda frequenta bares da Pra&amp;ccedil;a Roosevelt, a Lapa, sede do Est&amp;uacute;dio Mauricio de Sousa, e Pinheiros, onde est&amp;aacute; a principal ag&amp;ecirc;ncia do g&amp;ecirc;nero. Esse grupo que ganhou fama l&amp;aacute; fora n&amp;atilde;o arreda o p&amp;eacute; da cidade. &amp;quot;Mudar para c&amp;aacute; foi fundamental para a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da minha carreira&amp;quot;, diz o baiano Ig Guara, de 27 anos, que chegou na metr&amp;oacute;pole h&amp;aacute; tr&amp;ecirc;s anos e trabalha para a Marvel (do Homem de Ferro, do X-Men). &amp;quot;Foi aqui que consegui oportunidades, virei amigo de outros profissionais.&amp;quot; Ele mora em Pinheiros, pr&amp;oacute;ximo da ag&amp;ecirc;ncia Art&amp;amp;Comics, que vende seu trabalho no exterior, e &amp;eacute; professor da Quanta. &amp;quot;S&amp;atilde;o Paulo ainda me ajuda a pensar em hist&amp;oacute;rias, tra&amp;ccedil;os.&amp;quot; Pela escola da Vila Mariana, ali&amp;aacute;s, passaram nomes das tr&amp;ecirc;s gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de desenhistas paulistanos que estouraram no exterior.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58686</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58686</guid><pubDate>Sun, 04 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Sem ter falado com Marina, autora traça perfil de "heroína"</title><description>&lt;div&gt;Em meio a mentiras e subornos na pol&amp;iacute;tica, Marina Silva &amp;eacute; honesta e altru&amp;iacute;sta. Ela &amp;eacute; ouvida, fala com paix&amp;atilde;o, mas de maneira refletida, e leva seu trabalho a s&amp;eacute;rio. Sua intelig&amp;ecirc;ncia e lideran&amp;ccedil;a apaixonada s&amp;atilde;o mundialmente reconhecidas. Marina usa a lei para lutar pela floresta. At&amp;eacute; chegar a um dos principais cargos pol&amp;iacute;ticos do pa&amp;iacute;s, a senadora percorreu trajet&amp;oacute;ria mais espetacular que a da Cinderela, princesa que saiu dos farrapos e alcan&amp;ccedil;ou a riqueza. Isso porque, no Brasil, ela deixou a pobreza iletrada e chegou &amp;agrave; universidade. &amp;Eacute; dessa forma que a senadora do Acre &amp;eacute; descrita na biografia &lt;em&gt;Marina Silva - defendendo as comunidades da floresta tropical do Brasil&lt;/em&gt; (&lt;span&gt;The Feminist Press at CUNY, 112 pp., US$ 9,95), lan&amp;ccedil;ada em 2001 por uma editora feminista e sem fins lucrativos dos EUA. A obra foi pensada e escrita antes de Marina ganhar a proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ministra do Meio Ambiente e candidata &amp;agrave; Presid&amp;ecirc;ncia pelo PV. O livro integra a cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;em&gt;Mulheres mudando o mundo&lt;/em&gt;, que tem o objetivo de apresentar exemplos de vida e supera&amp;ccedil;&amp;atilde;o a jovens com idades entre 12 e 16 anos. Fazem parte da s&amp;eacute;rie biografias de Aung San Suu Kyi (Nobel em 1991, de Mianmar), Ela Bhatt (&amp;Iacute;ndia), Rigoberta Mench&amp;uacute; (Guatemala) e Mamphela Ramphele (&amp;Aacute;frica do Sul), entre outras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Johanna Nublat</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58684</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58684</guid><pubDate>Sun, 04 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Loyola mostra Ruth Cardoso "por trás da catedrática"</title><description>&lt;div&gt;Ign&amp;aacute;cio de Loyola Brand&amp;atilde;o j&amp;aacute; entregou &amp;agrave; Globo Livros os originais do perfil &lt;em&gt;Ruth Cardoso: Fragmentos de uma vida&lt;/em&gt;, ao qual se dedicou no &amp;uacute;ltimo ano e que deve sair em setembro, quando a soci&amp;oacute;loga, morta em 2008, completaria 80 anos, informa a coluna Babel. Foi Fernando Henrique Cardoso quem sugeriu o nome dele para a editora, ao lembrar que, em 1995, o escritor havia realizado para a revista Vogue uma extensa entrevista com Ruth, que at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o se recusava a falar no papel de primeira-dama. Na ocasi&amp;atilde;o, Loyola tirou dela at&amp;eacute; coment&amp;aacute;rios sobre a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com FHC (&amp;quot;Todos o consideravam o bonit&amp;atilde;o, mas confesso que nem era tanto. T&amp;atilde;o magrinho&amp;quot;). Trechos dessa conversa est&amp;atilde;o no livro, assim como lembran&amp;ccedil;as de dezenas de parentes e conhecidos.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58667</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58667</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>John Grisham já é sucesso entre os mais novos</title><description>&lt;div&gt;A estreia de John Grisham no g&amp;ecirc;nero infanto-juvenil levou-o neste m&amp;ecirc;s ao topo dos mais vendidos nos EUA e j&amp;aacute; tem dona no Brasil - at&amp;eacute; o fim do ano, a Rocco lan&amp;ccedil;a o primeiro t&amp;iacute;tulo da s&amp;eacute;rie &lt;em&gt;Theodore Boone&lt;/em&gt;, sobre um expert em advocacia de 13 anos, conta a coluna Babel. Antes, em agosto, sai &lt;em&gt;A lei&lt;/em&gt;, mais recente thriller de tribunal adulto do autor de &lt;em&gt;A Firma&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58668</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58668</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Outros rumos da Panini</title><description>&lt;div&gt;L&amp;iacute;der em quadrinhos no Brasil, com obras da Marvel e DC Comics, a Panini aposta no que chama de &amp;quot;livros liter&amp;aacute;rios&amp;quot; no momento em que grandes editoras investem nas HQs, relata a coluna Babel. A estreia acontece com &lt;em&gt;Orcs - Guardi&amp;otilde;es do rel&amp;acirc;mpago&lt;/em&gt; (&amp;quot;no melhor estilo Senhor dos An&amp;eacute;is&amp;quot;, informa a editora). Ainda neste ano, saem t&amp;iacute;tulos como &lt;em&gt;Demonkeeper - O guardi&amp;atilde;o do caos&lt;/em&gt; (sobre fera &amp;quot;muito, muito perigosa&amp;quot;) e &lt;em&gt;Bram Hambric&lt;/em&gt; (&amp;quot;que segue a linha Harry Potter&amp;quot;).&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58669</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58669</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Philip Roth fala de seu novo romance "Nemesis"</title><description>&lt;div&gt;O servi&amp;ccedil;o de meteorologia previa pancadas de chuva para o noroeste do Estado de Connecticut. Enquanto eu dirigia pelas estradinhas sinuosas, o cinegrafista Sean Conaboy, um irland&amp;ecirc;s-americano, ia resmungando no assento ao meu lado. Discordava das instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es que imprimi para chegar at&amp;eacute; o esconderijo do lend&amp;aacute;rio casmurro das letras americanas. A amea&amp;ccedil;a de chuva oferecia um problema log&amp;iacute;stico consider&amp;aacute;vel para a entrevista com Philip Roth que, dependendo do pronunciamento cr&amp;iacute;tico, &amp;eacute; o maior autor da l&amp;iacute;ngua inglesa ou o maior romancista vivo. Nenhum dos dois ep&amp;iacute;tetos justificaria a presen&amp;ccedil;a do terceiro ocupante do carro, Franklin, um pastor Corgi cujo dono estava fora do pa&amp;iacute;s, de f&amp;eacute;rias. N&amp;atilde;o &amp;eacute; sempre que voc&amp;ecirc; recebe um e-mail sucinto de uma amiga: seu cachorro vai visitar Philip Roth em Connecticut porque n&amp;atilde;o encontro quem tome conta dele. Podemos deduzir facilmente que o autor de &lt;em&gt;O animal agonizante&lt;/em&gt; n&amp;atilde;o recebe equipes de correspondentes acompanhada de animais de estima&amp;ccedil;&amp;atilde;o. As provas do romance Nemesis me ca&amp;iacute;ram nas m&amp;atilde;os por acaso, pouco antes de chegar a resposta ao pedido de uma visita &amp;agrave; antiga casa de fazenda da Nova Inglaterra, que desde 1972 &amp;eacute; o ref&amp;uacute;gio onde Roth trabalha diariamente, num confort&amp;aacute;vel escrit&amp;oacute;rio com lareira, separado da casa principal por um gramado. Nesta entrevista ao Estado, ele manifestou melancolia e bom humor, com uma candura surpreendente para quem costuma controlar sua intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a imprensa. &lt;a href="http://tv.estadao.com.br/videos,PHILIP-ROTH-INEDITO-ESCRITOR-FALA-COM-EXCLUSIVIDADE-AO-SABATICO,109886,253,0.htm"&gt;Assista a trechos da conversa&lt;/a&gt; com Philip Roth e leia a &lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,philip-roth-fala-de-seu-novo-romance-nemesis,575532,0.htm"&gt;entrevista&lt;/a&gt; na &amp;iacute;ntegra.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Lucia Guimarães</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58670</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58670</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Investigação sobre Lily Safra repisa mistérios da bilionária</title><description>A bilion&amp;aacute;ria ga&amp;uacute;cha Lily Safra, 75, passou boa parte da vida despistando ca&amp;ccedil;adores de celebridades e pondo advogados no encal&amp;ccedil;o de jornalistas curiosos. Nesta semana, chegou &amp;agrave;s livrarias dos EUA o resultado da tentativa mais recente de furar sua rede de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Escrita por Isabel Vincent, rep&amp;oacute;rter do New York Post, &lt;em&gt;Gilded Lily &lt;/em&gt;(Harper, 336 pp., US$ 25,99) &amp;eacute; uma biografia para quem gosta de esc&amp;acirc;ndalos. Se esfor&amp;ccedil;a para ampliar a aura de mist&amp;eacute;rio que envolve a bilion&amp;aacute;ria e contribui pouco para decifrar sua personalidade. Herdeira da rede Ponto Frio, cujo controle vendeu para o P&amp;atilde;o de A&amp;ccedil;&amp;uacute;car no ano passado, e vi&amp;uacute;va do banqueiro Edmond Safra, Lily vive entre Nova York e Londres. Sua fortuna &amp;eacute; estimada em US$ 1,2 bilh&amp;atilde;o pela Forbes. O livro reacende uma controv&amp;eacute;rsia ao lan&amp;ccedil;ar d&amp;uacute;vidas sobre as circunst&amp;acirc;ncias da morte do segundo marido de Lily, Alfredo Monteverde, fundador do Ponto Frio. Monteverde foi encontrado morto em seu quarto em dezembro de 1969, horas ap&amp;oacute;s um almo&amp;ccedil;o em que discutiu com Lily preparativos para o div&amp;oacute;rcio. Para a pol&amp;iacute;cia, ele se matou com dois tiros no peito, mas sua fam&amp;iacute;lia jamais aceitou essa vers&amp;atilde;o</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Ricardo Balthazar</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58671</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58671</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Larousse vai lançar livro sobre o início do Rolling Stones</title><description>&lt;div&gt;O livro &lt;em&gt;Mick Jagger e os Rolling Stones&lt;/em&gt;, do autor alem&amp;atilde;o Willi Winkler, ser&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ado em agosto no Brasil pela editora Larousse, informa M&amp;ocirc;nica Bergamo. A obra fala do in&amp;iacute;cio da banda de Mick Jagger.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Monica Bergamo</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58672</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58672</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Estado deve inaugurar outra biblioteca até o fim do ano</title><description>&lt;div&gt;Deve ter 3 mil m&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt; a biblioteca que a Secretaria Estadual da Cultura pretende fazer no parque do Bel&amp;eacute;m, informa M&amp;ocirc;nica Bergamo. Ela vai ocupar tr&amp;ecirc;s pavilh&amp;otilde;es, com inaugura&amp;ccedil;&amp;atilde;o programada para o final do ano.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Mônica Bergamo</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58673</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58673</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Vanguardismo moldou talento precoce de Rosário Fusco</title><description>&lt;div&gt;&amp;quot;Quando tiver idade para ler este livro, eu j&amp;aacute; morri. Quando tiver experi&amp;ecirc;ncia para entend&amp;ecirc;-lo, j&amp;aacute; estar&amp;aacute; na fila para morrer.&amp;quot; Assim escreveu o autor mineiro Ros&amp;aacute;rio Fusco (1910-1977) ao filho Fran&amp;ccedil;ois ao presente&amp;aacute;-lo com um exemplar de &lt;em&gt;O dia do ju&amp;iacute;zo&lt;/em&gt; (1961), &amp;uacute;ltimo romance que publicou em vida. &amp;Agrave;s v&amp;eacute;speras de completar cem anos de nascimento (em 19 de julho), Fusco, se fosse vivo, teria ainda poucos motivos para se sentir mais compreendido. Fran&amp;ccedil;ois ainda guarda um romance (&lt;em&gt;VACACHUVAAMOR&lt;/em&gt;) e dezenas de poemas, cartas e di&amp;aacute;rios in&amp;eacute;ditos de Fusco &amp;agrave; espera de editoras. Em 2003, ele conseguiu lan&amp;ccedil;ar &lt;em&gt;A.S.A&lt;/em&gt;, outro dos livros p&amp;oacute;stumos, mas n&amp;atilde;o ficou satisfeito com a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Segundo ele, o livro foi um fracasso de vendas. &amp;quot;Ningu&amp;eacute;m quer saber de Ros&amp;aacute;rio Fusco&amp;quot;, lamenta. Fran&amp;ccedil;ois vive em Cataguases, cidade onde o pai despontou na literatura no final dos anos 20 e onde viveria os &amp;uacute;ltimos anos de vida. Garoto prod&amp;iacute;gio, aos 17 anos foi o mais ativo participante da revista liter&amp;aacute;ria Verde, publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vanguarda editada em Cataguases entre 1927 e 1929. Influenciada pela movimento modernista de 22, a Verde rompeu fronteiras e teve colaboradores de renome como M&amp;aacute;rio de Andrade, Murilo Mendes e Carlos Drummond de Andrade. &amp;quot;Ele dizia que s&amp;oacute; seria entendido 50 anos depois de morrer. J&amp;aacute; passaram 33 e ainda nada&amp;rdquo;, diz Fran&amp;ccedil;ois.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Marco Rodrigo Almeida</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58674</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58674</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Coletânea de contos faz uso sofisticado da indefinição</title><description>&lt;div&gt;Autor bissexto que teve importante atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o na cena liter&amp;aacute;ria e teatral brasileira, An&amp;iacute;bal Machado (1894-1964) ficou mais conhecido por alguns dos contos reunidos neste volume - &lt;em&gt;A morte da porta-estandarte Tati, a garota e outras hist&amp;oacute;rias&lt;/em&gt; (Jos&amp;eacute; Olympio, 320 pp., R$ 40) - fundido e refundido durante as d&amp;eacute;cadas de 1940 e 50. Dado o amplo per&amp;iacute;odo de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o - a maior parte dos contos come&amp;ccedil;ou a ser escrita nos anos 1930-, o conjunto mostra, a despeito da qualidade, fatura desigual tanto nos resultados obtidos quanto na proposta art&amp;iacute;stica. O realismo est&amp;aacute; mais marcado em alguns e h&amp;aacute; busca por uma figura&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais on&amp;iacute;rica e alucinat&amp;oacute;ria em outros. No plano do conte&amp;uacute;do, evidencia-se o mote da transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o das cidades brasileiras j&amp;aacute; apontado por v&amp;aacute;rios cr&amp;iacute;ticos, cujo s&amp;iacute;mbolo maior &amp;eacute; o surgimento dos &amp;quot;arranha-c&amp;eacute;us&amp;quot; (as aspas s&amp;atilde;o importantes para entendermos que esses edif&amp;iacute;cios tinham, ent&amp;atilde;o, por volta de 12 andares). Do ponto de vista formal, h&amp;aacute; uma interessante tend&amp;ecirc;ncia de muitas hist&amp;oacute;rias conterem um fator de indefini&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;small&gt;(*Marcelo Pen &amp;eacute; professor de teoria liter&amp;aacute;ria da Faculdade de Filosofia, Letras e Ci&amp;ecirc;ncias Humanas da USP)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Marcelo Pen*</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58675</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58675</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Lodge faz divertidíssimo tratado a respeito de um mundo doente</title><description>&lt;div&gt;&amp;ldquo;Quem?&amp;rdquo;, eu perguntei. &amp;ldquo;Lodge&amp;rdquo;. &amp;ldquo;Jim Dodge?&amp;rdquo; &amp;ldquo;N&amp;atilde;o, David Lodge&amp;rdquo;. Confus&amp;atilde;o na audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ao telefone. N&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o era o autor de &lt;em&gt;Fup&lt;/em&gt;. Fui convidado para escrever na Folha sobre o autor de &lt;em&gt;A arte da fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;/em&gt;(L&amp;amp;PM, 256 pp., R$ 18 &amp;ndash; Trad. Guilherme da Silva Braga) - esse, o &amp;uacute;nico livro que li deste premiado ficcionista ingl&amp;ecirc;s nascido em 1935. &amp;ldquo;Lodge acaba de lan&amp;ccedil;ar o romance &lt;em&gt;Surdo mundo&lt;/em&gt; (LP&amp;amp;M, 328 pp., R$ 49 &amp;ndash; Trad. Guilherme da Silva Braga). &amp;Eacute; a hist&amp;oacute;ria de um professor aposentado e a sua luta contra a velhice e a surdez&amp;rdquo;. Oba! Quase gritei. Gosto de aventuras decr&amp;eacute;pitas. Desventuras pat&amp;eacute;ticas e caducas. Uma horinha depois da conversa acima, o livro chegou. Um calhama&amp;ccedil;o de mais de 300 p&amp;aacute;ginas. E que eu li de uma arrancada s&amp;oacute;, para o meu espanto. Divertid&amp;iacute;ssimo, ir&amp;ocirc;nico, inventivo. Um tratado sobre a defici&amp;ecirc;ncia auditiva e outras defici&amp;ecirc;ncias &amp;agrave; vista. Quando chega o cansa&amp;ccedil;o. E o tempo impiedoso. Sobretudo para quem precisa, repetidas vezes, da paci&amp;ecirc;ncia dos outros. &lt;small&gt;(*Marcelino Freire &amp;eacute; autor, entre outros, do livro de contos &lt;em&gt;RASIF - Mar que arrebenta&lt;/em&gt;, da Editora Record)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Marcelino Freire*</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58676</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58676</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A forma da letra</title><description>&lt;div&gt;Se escrever &amp;eacute; lutar com palavras, como sugeriu Drummond num poema conhecido, o manuscrito &amp;eacute; o campo de batalha. Registro dos acr&amp;eacute;scimos, supress&amp;otilde;es, d&amp;uacute;vidas e rasuras dos quais no fim &amp;mdash; dando tudo mais ou menos certo &amp;mdash; deve resultar um texto, ele &amp;eacute; a trilha de pegadas que mais tarde o pesquisador tentar&amp;aacute; reconstituir para descobrir como o escritor foi do nada &amp;agrave; obra. Mesmo que n&amp;atilde;o revele por inteiro a hist&amp;oacute;ria do texto, ser&amp;aacute; ainda objeto de fetiche para o colecionador em busca da aura perdida, que encontra no movimento das letras e rabiscos um &amp;iacute;ndice do pr&amp;oacute;prio corpo do escritor. O que acontece ent&amp;atilde;o quando a caneta e o caderno &amp;mdash; ou mesmo a p&amp;aacute;gina datilografada, onde em seguida o autor anotava suas corre&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;mdash; s&amp;atilde;o substitu&amp;iacute;dos pelo processador de texto do computador? Ao estudar a literatura do presente, o acad&amp;ecirc;mico do futuro ter&amp;aacute; que se contentar com a assepsia da obra publicada, ou ainda encontrar&amp;aacute;, em alguns originais, os remendos de que ela surgiu? O Prosa &amp;amp; Verso tentou responder &amp;agrave; quest&amp;atilde;o consultando alguns escritores brasileiros. De seis contactados, cinco responderam ter na gaveta textos manuscritos, entre in&amp;eacute;ditos e originais de obras publicadas. Nas pr&amp;oacute;ximas duas p&amp;aacute;ginas (se for assinante, &lt;a href="http://tinyurl.com/28k9l7p"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;) est&amp;atilde;o imagens de alguns desses textos, acompanhadas por coment&amp;aacute;rios dos autores (Milton Hatoum, Armando Freitas Filho, Paloma Vidal, Cristov&amp;atilde;o Tezza e Bruna Beber) sobre escrever &amp;agrave; m&amp;atilde;o.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Miguel Conde</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58687</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58687</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Coleção transforma obras clássicas em tristes arremedos literários</title><description>&lt;div&gt;H&amp;aacute; um divertido conto do h&amp;uacute;ngaro Dezs&amp;ouml; Kosztol&amp;aacute;nyi (1885-1936) que conta a hist&amp;oacute;ria de um cleptoman&amp;iacute;aco que se torna tradutor. Ao traduzir o primeiro romance para o h&amp;uacute;ngaro, ele compulsivamente subtrai lustres, joias, janelas e outros objetos de valor da obra original. Perfeito seria o crime se o leitor, supostamente n&amp;atilde;o proficiente na l&amp;iacute;ngua do autor, de fato n&amp;atilde;o pudesse ir ao original e comprovar o que lhe foi furtado. Tal conto nos traz alguns elementos para pensar sobre a cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;em&gt;&amp;Eacute; s&amp;oacute; o come&amp;ccedil;o&lt;/em&gt;, da L&amp;amp;PM. Com nove t&amp;iacute;tulos publicados, de autores como Shakespeare, Cervantes, e os brasileiros Machado de Assis, Lima Barreto, Alu&amp;iacute;sio de Azevedo, entre outros, ela oferece edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es com &amp;ldquo;linguagem adaptada para um p&amp;uacute;blico espec&amp;iacute;fico&amp;rdquo;, o que ela chama de &amp;ldquo;neoleitores&amp;rdquo;. O alvo s&amp;atilde;o estudantes at&amp;eacute; a oitava s&amp;eacute;rie. O pressuposto &amp;eacute; que o &amp;ldquo;neoleitor&amp;rdquo; n&amp;atilde;o teria condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ler os originais e que &amp;eacute; preciso &amp;ldquo;facilitar a leitura&amp;rdquo;. H&amp;aacute; algo inquietante na facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o vir justamente no momento em que os leitores est&amp;atilde;o em forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da inicia&amp;ccedil;&amp;atilde;o liter&amp;aacute;ria dos jovens proposta pela cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o parece desconsiderar a possibilidade da paix&amp;atilde;o liter&amp;aacute;ria, o arrebatamento de um primeiro amor juvenil, que poderia advir do contato com um grosso volume de uma biblioteca alheia &amp;mdash; seja ela a da escola, da fam&amp;iacute;lia, ou de um sebo. A brevidade e a simplicidade das vers&amp;otilde;es adaptadas parece postergar para um momento incerto o contato efetivo com a literatura, como se primeiro fosse preciso &amp;ldquo;aprender a aprender a ler&amp;rdquo;, para s&amp;oacute; depois ler de fato. &lt;small&gt;(*Wilson Alves Bezerra &amp;eacute; professor de Departamento de Letras da UFSCar, tradutor e escritor)&lt;/small&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Wilson Alves-Bezerra*</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58677</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58677</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Jornalista peruano vai comandar oficina literária na Flip</title><description>&lt;div&gt;Fundador da Etiqueta Negra, criada em 2002 com o slogan &amp;ldquo;uma revista para distra&amp;iacute;dos&amp;rdquo; e refer&amp;ecirc;ncia em jornalismo liter&amp;aacute;rio na Am&amp;eacute;rica Latina, o peruano Julio Villanueva Chang vir&amp;aacute; &amp;agrave; Festa Liter&amp;aacute;ria Internacional de Paraty (Flip), de 4 a 8 de agosto, para uma oficina sobre perfis, desenvolvida em parceria com a Folha de S.Paulo &amp;mdash; os participantes j&amp;aacute; foram selecionados. &lt;a href="http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/"&gt;Nesta entrevista por e-mail&lt;/a&gt;, Chang, autor de &lt;em&gt;Elog&amp;iacute;os criminales&lt;/em&gt; (colet&amp;acirc;nea de perfis in&amp;eacute;dita no Brasil), fala sobre a &amp;ldquo;aventura kafkiana&amp;rdquo; que deu origem &amp;agrave; Etiqueta Negra, comenta alguns de seus perfis favoritos (como o de Gabriel Garc&amp;iacute;a M&amp;aacute;rquez, cuja avers&amp;atilde;o a rep&amp;oacute;rteres ele contornou entrevistando o dentista do autor) e os que nunca conseguiu escrever. &lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Guilherme Freitas</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58678</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58678</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Literatura no cinema</title><description>&lt;div&gt;A rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre o cinema e a literatura &amp;eacute; o mote do projeto Adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que de 13 a 25 de julho vai levar ao espa&amp;ccedil;o Caixa Cultural (Av. Almirante Barroso, 25. Rio de Janeiro/RJ) uma s&amp;eacute;rie de filmes baseados em livros de fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Debates com escritores, diretores e roteiristas tamb&amp;eacute;m fazem parte da programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da mostra, que inclui ainda um curso gratuito de escrita criativa e roteiro ministrado por Marcelino Freire, David Fran&amp;ccedil;a Mendes e Maria Camargo, informa a coluna No Prelo. Entre os filmes que ser&amp;atilde;o exibidos, est&amp;atilde;o &amp;ldquo;O sangue de um poeta&amp;rdquo;, do franc&amp;ecirc;s Jean Cocteau, e &amp;ldquo;O Natimorto&amp;rdquo;, longa de Paulo Machline baseado no livro de Louren&amp;ccedil;o Mutarelli. O autor &amp;eacute; um dos que participar&amp;atilde;o dos debates. Tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o confirmados S&amp;eacute;rgio Sant&amp;rsquo;Anna e Jo&amp;atilde;o Gilberto Noll, entre outros. Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no site &lt;a href="http://www.literaturanocinema.com.br/"&gt;www.literaturanocinema.com.br&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Mànya Millen e Miguel Conde</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58679</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58679</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Igreja pecadora é tema de livro de vaticanista italiano</title><description>&lt;div&gt;A Gryphus Editora acaba de adquirir os direitos de tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o portugu&amp;ecirc;s do livro &lt;em&gt;I peccati del Vaticano&lt;/em&gt;, do vaticanista italiano Claudio Rendina, informa a coluna No Prelo. No livro, o autor revela as estrat&amp;eacute;gias da Igreja Cat&amp;oacute;lica para lidar com esc&amp;acirc;ndalos dos mais diversos, da fraude financeira aos casos de pedofilia, reconstituindo as manobras da Santa S&amp;eacute; para evitar confrontos e minimizar os processos que sofre em v&amp;aacute;rios pa&amp;iacute;ses.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Mànya Millen e Miguel Conde</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58680</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58680</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Poesia no Sesi terá Vinicius de Moraes</title><description>&lt;div&gt;De acordo com a coluna No Prelo, o projeto Poesia no Sesi-RJ, capitaneado por Claufe Rodrigues e M&amp;ocirc;nica Montone, homenagear&amp;aacute; em julho Vinicius de Moraes. Abel Silva, Mauro Santa Cec&amp;iacute;lia e Geraldo Carneiro s&amp;atilde;o alguns dos nomes que passar&amp;atilde;o pelo Teatro Sesi (Rua Gra&amp;ccedil;a Aranha, 1. Rio de Janeiro/RJ) &amp;agrave;s quartas-feiras, das 12h &amp;agrave;s 13h. Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es: &lt;a href="http://www.firjan.org.br/cultura"&gt;www.firjan.org.br/cultura&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Mànya Millen e Miguel Conde</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58681</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58681</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Festival de Inverno do Sesc com Chacal e outros</title><description>&lt;div&gt;O poeta Chacal, o escritor Antonio Torres e o cr&amp;iacute;tico e colunista do Globo Jos&amp;eacute; Castello est&amp;atilde;o entre os convidados do Festival de Inverno Sesc Rio, que vai de 13 de julho a 1 de agosto em Petr&amp;oacute;polis, Teres&amp;oacute;polis e Nova Friburgo, informa a coluna No Prelo. Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no site: &lt;a href="http://www.sescrio.org.br/"&gt;www.sescrio.org.br&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Mànya Millen e Miguel Conde</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58682</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58682</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Viciados em livros já tem 100 mil integrantes</title><description>&lt;div&gt;Criada por Claudio Schamis, a comunidade Viciados em Livros passou dos 100 mil integrantes no Orkut. O grupo organiza concursos liter&amp;aacute;rios e vai criar um selo editorial, relata a coluna No Prelo. Os dois primeiros t&amp;iacute;tulos ser&amp;atilde;o &lt;em&gt;Morte no parque ecol&amp;oacute;gico&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O segredo do senhor Hegel&lt;/em&gt;, de Antonio Marcos Cavalheiro.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Mànya Millen e Miguel Conde</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58683</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58683</guid><pubDate>Sat, 03 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Beco das Garrafas biografado</title><description>&lt;div&gt;Os anos de ouro do Beco das Garrafas, reduto bo&amp;ecirc;mio carioca conhecido como &amp;quot;templo da bossa nova&amp;quot; nos anos 50 e 60, ser&amp;atilde;o retratados em livro, informa a coluna Avant Premi&amp;egrave;re. Baseada em pesquisa e entrevistas, a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o conter&amp;aacute; imagens, hist&amp;oacute;rias e curiosidades dos personagens que marcaram &amp;eacute;poca nas casas noturnas situadas na rua Duvivier, em Copacabana, como Baden Powell, Durval Ferreira, Elis Regina, Wilson Simonal e Dolores Duran, entre outros. O lan&amp;ccedil;amento da Monte Castelo Ideias est&amp;aacute; previsto para o fim do ano.&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>João Bernardo Caldeira</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58653</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58653</guid><pubDate>Fri, 02 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A era da cidadania global</title><description>&lt;div&gt;&amp;Iacute;ntegros, francos, honestos, bem informados, inteligentes, solid&amp;aacute;rios: assim s&amp;atilde;o os integrantes da primeira gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o que foi criada utilizando a internet, na vis&amp;atilde;o do especialista em estrat&amp;eacute;gia e inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica Don Tapscott. Admirador confesso da nova era que surge com a democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediata possibilitada pela web 2.0, Tapscott, que acaba de lan&amp;ccedil;ar no Brasil &lt;em&gt;A hora da gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital&lt;/em&gt; (Agir, 448 pp., R$ 69,90 - &amp;ndash;Trad. Marcello Lino), acredita firmemente nos bons princ&amp;iacute;pios desses jovens que desrespeitam direitos autorais, enquanto criticam a corrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o na pol&amp;iacute;tica e os abusos cometidos contra a natureza. &amp;ldquo;A integridade faz parte do DNA dessa gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para a qual racismo e machismo, entre outros preconceitos, s&amp;atilde;o inaceit&amp;aacute;veis. A honestidade e franqueza na express&amp;atilde;o de suas opini&amp;otilde;es s&amp;atilde;o naturais para eles, os primeiros a amadurecerem durante a era digital, com acesso ao conhecimento que desenvolveu esp&amp;iacute;rito colaborador e pensamento inovador&amp;quot;, disse Tapscott. Um pouco de imaturidade comp&amp;otilde;e o perfil desses jovens, que divulgam dados pessoais, v&amp;iacute;deos e fotografias que podem compromet&amp;ecirc;-los profissionalmente no futuro, admite Tapscott. Autor de 12 livros sobre comportamento e tecnologia, Don Tapscott n&amp;atilde;o v&amp;ecirc; contradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre honestidade e desrespeito aos direitos autorais por quem baixa material pela internet. Os criadores de conte&amp;uacute;do, afirma, devem buscar novos modelos de neg&amp;oacute;cios, levando em conta a facilidade de c&amp;oacute;pia do material que produzem.&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Olga de Mello</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58654</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58654</guid><pubDate>Fri, 02 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A "ressurreição" de Tolstói</title><description>&lt;div&gt;Perto dos 50 anos, tendo j&amp;aacute; publicado suas duas maiores obras, &lt;em&gt;Guerra e paz&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Anna Kari&amp;ecirc;nina&lt;/em&gt;, Liev Tolst&amp;oacute;i (1828-1910) caiu em profunda depress&amp;atilde;o. Sentia-se esvaziado e impotente; a presen&amp;ccedil;a da morte pesava sobre todas as coisas e o impedia de seguir escrevendo. A duras penas, encontrou ref&amp;uacute;gio intelectual e consolo espiritual no cristianismo, depois de perceber que a religiosidade popular provocava nele fasc&amp;iacute;nio e rever&amp;ecirc;ncia. Mas n&amp;atilde;o se submeteu a ela - ao contr&amp;aacute;rio, passou a denunciar as religi&amp;otilde;es organizadas de deturpar a ess&amp;ecirc;ncia do cristianismo, que estaria na postura asc&amp;eacute;tica, na recusa terminante da viol&amp;ecirc;ncia e na fraternidade incondicional. A milit&amp;acirc;ncia quase obsessiva provocou sua excomunh&amp;atilde;o pela Igreja Ortodoxa Russa em 1901.&lt;em&gt; Ressurrei&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt; (Cosac Naify, 432 pp., R$ 79 - Trad.: Rubens Figueiredo), o terceiro e &amp;uacute;ltimo grande romance de Tolst&amp;oacute;i, &amp;eacute; um testemunho desse per&amp;iacute;odo. No centen&amp;aacute;rio da morte do escritor russo, o livro est&amp;aacute; sendo lan&amp;ccedil;ado em sua primeira tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira feita diretamente do idioma original. &lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Márcio Ferrari</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58655</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58655</guid><pubDate>Fri, 02 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Um estigma cheio de letras</title><description>&lt;div&gt;A menina de 4 anos chegou da creche com um bilhete em punho: &amp;quot;Manh&amp;ecirc;&amp;ecirc;, l&amp;ecirc;!&amp;quot; Maria Helena, de 36 anos, tr&amp;ecirc;s filhos e uma panela na m&amp;atilde;o, olhou o papel e logo voltou os olhos para a pia. Mas a filha n&amp;atilde;o deu sossego. A mulher, ent&amp;atilde;o, deixou a panela, pegou a m&amp;atilde;o da garota e o bilhete e foi em busca de algu&amp;eacute;m que fizesse o favor de &amp;quot;entender as palavras escritas&amp;quot;. A pequena fincou o p&amp;eacute; e desabou num choro: &amp;quot;N&amp;atilde;o! &amp;Eacute; a m&amp;atilde;e que tem que ler, n&amp;atilde;o vale a vizinha, a professora mandou!&amp;quot; Cida tem 40 anos, &amp;eacute; irm&amp;atilde; de Maria Helena e trabalha como empregada dom&amp;eacute;stica. Ao som de seu radinho de pilha, Cida cumpre seus afazeres. Mas basta o carteiro aparecer para tirar o seu sossego. Cida sabe assinar o nome, &amp;quot;todinho, em letra corrida: Maria Aparecida de Oliveira da Silva&amp;quot;, mas basta segurar a caneta para se esquecer das letras. Espalhados pelas cidades, metidos em uniformes de garis, buracos de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, casas de fam&amp;iacute;lia ou sal&amp;otilde;es de cabeleireiros, h&amp;aacute; no Brasil 14 milh&amp;otilde;es de analfabetos. Eles ganham em m&amp;eacute;dia R$ 430, ante R$ 962 para aqueles que cursam o ensino m&amp;eacute;dio. S&amp;atilde;o analfabetos absolutos, que frequentaram muito pouco uma escola ou mesmo nunca pisaram numa delas. Essa popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o aprendeu a levar a vida no jeitinho, reconhece o &amp;ocirc;nibus pela cor ou guarda receitas e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es importantes na mem&amp;oacute;ria. Analfabetismo &amp;eacute; um problema hist&amp;oacute;rico dif&amp;iacute;cil de resolver agora, diz ao Valor o economista Naercio Aquino Menezes Filho, do Insper-Instituto de Ensino e Pesquisa, de S&amp;atilde;o Paulo. Segundo ele, ao longo do s&amp;eacute;culo XX, o Brasil n&amp;atilde;o se esfor&amp;ccedil;ou suficientemente para p&amp;ocirc;r todas as crian&amp;ccedil;as na escola. &lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Adriana Abujamra</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58661</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58661</guid><pubDate>Fri, 02 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Kindle mais em conta</title><description>&lt;div&gt;A rede varejista online Amazon.com anunciou ontem o lan&amp;ccedil;amento da nova vers&amp;atilde;o do Kindle DX, a pre&amp;ccedil;os mais em conta para os usu&amp;aacute;rios, &amp;agrave; medida que se intensifica a concorr&amp;ecirc;ncia entre os leitores digitais. A nova vers&amp;atilde;o do Kindle DX tem uma tela melhor, que mostrar&amp;aacute; imagens mais n&amp;iacute;tidas. O leitor de tela larga, com o qual a Amazon espera substituir os livros did&amp;aacute;ticos nas universidades, tem conex&amp;atilde;o sem fio em redes de celulares 3G. Ser&amp;aacute; vendido a US$ 379, cerca de 23% menos em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos US$ 489 cobrados pela Amazon por sua gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o anterior. A Amazon tamb&amp;eacute;m anunciou que aprimorou a forma como o Kindle DX trabalha com documento em formato PDF, resolvendo uma das maiores reclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre os estudantes que testaram o Kindle em um programa piloto no &amp;uacute;ltimo ano acad&amp;ecirc;mico. O novo aparelho j&amp;aacute; est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel para pr&amp;eacute;-venda via encomenda. Eles ser&amp;atilde;o enviados a partir do dia 7.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58665</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58665</guid><pubDate>Fri, 02 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Saraiva escreve seu futuro (com bits)</title><description>&lt;div&gt;Ao longo das &amp;uacute;ltimas d&amp;eacute;cadas, a Livraria Saraiva reescreveu sua hist&amp;oacute;ria em tr&amp;ecirc;s oportunidades. A primeira quando abriu sua primeira megastore, em 1996. O segundo marco foi a estreia da companhia no com&amp;eacute;rcio eletr&amp;ocirc;nico dois anos depois. Hoje, as vendas do site representam 35% do faturamento de mais de R$ 1 bilh&amp;atilde;o. E, por fim, quando comprou a rival Siciliano em 2008. Agora, a maior rede de livrarias do Brasil d&amp;aacute; um novo passo que pode definir o seu futuro e transformar rapidamente o seu neg&amp;oacute;cio. A companhia est&amp;aacute; anunciando a sua entrada no embrion&amp;aacute;rio mercado de livros digitais. &amp;ldquo;Temos certeza de que o livro digital levar&amp;aacute; uma fra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos cinco anos que o nosso site demorou para se tornar relevante&amp;rdquo;, afirma em entrevista exclusiva &amp;agrave; Dinheiro, Marc&amp;iacute;lio Pousada, presidente da Saraiva. No ar desde meados de junho, a nova se&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros digitais da Saraiva ainda n&amp;atilde;o seduziu os consumidores. Das mais de 12 mil compras di&amp;aacute;rias que acontecem no site da empresa, aproximadamente 50 s&amp;atilde;o de e-books. De acordo com a consultoria Pricewaterhouse-Coopers, a receita com a venda de livros digitais no mundo deve crescer de US$ 1,1 bilh&amp;atilde;o, em 2009, para US$ 4,1 bilh&amp;otilde;es, em 2013. A comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de leitores de e-books deve mais do que dobrar, pulando de 5 milh&amp;otilde;es de unidades em 2009 para 12 milh&amp;otilde;es neste ano, segundo a consultoria Informa. Esses dados n&amp;atilde;o incluem o iPad.&lt;/div&gt;</description><source>Isto É Dinheiro</source><author>Bruno Galo</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58700</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58700</guid><pubDate>Fri, 02 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Amazon já paga 70% de royalty nos EUA</title><description>&lt;div&gt;A Amazon est&amp;aacute; oferecendo uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 70% de royalties para e-books vendidos em qualquer loja da Kindle ou nos aplicativos desde que o e-book custe entre US$ 2,99 e US$ 9,99 e que seja pelo menos 20% mais barato do que a vers&amp;atilde;o impressa. Ele tamb&amp;eacute;m poder&amp;aacute; ser vendido no mesmo pre&amp;ccedil;o ou mais barato que nos concorrentes. A oferta &amp;eacute; v&amp;aacute;lida para autores e editoras que usem a plataforma do Kindle e prev&amp;ecirc; o desconto de 15 centavos por megabite baixado. E s&amp;oacute; est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel para livros &amp;agrave; venda nos Estados Unidos. A op&amp;ccedil;&amp;atilde;o padr&amp;atilde;o, que oferece 35% de royalties, continua.&lt;/div&gt;</description><source>The Bookseller</source><author>Catherine Neilan</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58641</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58641</guid><pubDate>Thu, 01 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Quer cobrar por livros digitais? Concentre-se em torná-los não-descartáveis</title><description>&lt;div&gt;Algumas decis&amp;otilde;es s&amp;atilde;o realmente f&amp;aacute;ceis. A decis&amp;atilde;o de twitar, por exemplo, &amp;eacute; f&amp;aacute;cil. S&amp;atilde;o somente 140 caracteres. Tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; f&amp;aacute;cil postar coment&amp;aacute;rios em um site, escrever uma carta ao editor, ou desenvolver seu pr&amp;oacute;prio blog. Decis&amp;otilde;es criativas podem ser pesadas e decididas (sem repercuss&amp;atilde;o) a qualquer momento, de dia ou de noite. Por isso voc&amp;ecirc; v&amp;ecirc; uma prolifera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;dos novos, curtos e digitais. Mas, como todos sabemos, escrever um blog ou twitter n&amp;atilde;o &amp;eacute; um projeto vi&amp;aacute;vel comercialmente, especialmente em larga escala. A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; ef&amp;ecirc;mera, n&amp;atilde;o permanente. O que &amp;eacute; permanente? A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em livros, jornais e revistas, mas apenas em parte. O real desafio &amp;eacute; inventar uma maneira de criar e oferecer &amp;ldquo;valor duradouro&amp;rdquo;. Neste artigo, Chris Rechsteiner, co-fundador e diretor de marketing da Page Foundry Inc., uma plataforma de disponibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do digital que ajuda editoras e fabricantes de dispositivos a oferecerem solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de conte&amp;uacute;do digital, d&amp;aacute; algumas ideias para editoras, anunciantes e fabricantes de dispositivos.&lt;/div&gt;</description><source>Publishing Perspectives</source><author>Chris Rechsteiner</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58619</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58619</guid><pubDate>Thu, 01 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Ao fazer 60 anos, editora Suhrkamp inaugura nova fase em Berlim </title><description>&lt;div&gt;Nenhuma editora marcou tanto o desenvolvimento da literatura alem&amp;atilde; e a propaga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de autores estrangeiros na Alemanha como a &lt;a href="http://www.suhrkamp.de/"&gt;Suhrkamp&lt;/a&gt;. Ap&amp;oacute;s longos anos de turbul&amp;ecirc;ncia, a editora inaugura nova fase com sede em Berlim. &amp;quot;Claro que eu gostaria de estar de qualquer jeito em uma editora dirigida pelo senhor&amp;quot;, escreveu Bertolt Brecht a Peter Suhrkamp em 1950. Logo depois, este aficionado por livros fundou sua pr&amp;oacute;pria editora, iniciando uma hist&amp;oacute;ria de &amp;ecirc;xito sem precedentes, iniciada a 1&amp;ordm; de julho de 1950. Os mais famosos escritores do p&amp;oacute;s-guerra &amp;ndash; al&amp;eacute;m de Brecht, tamb&amp;eacute;m Hermann Hesse, Max Frisch, Martin Walser, Uwe Johnson &amp;ndash; encontraram nesta editora um ambiente intelectual prop&amp;iacute;cio. Entre os nomes da literatura internacional inclu&amp;iacute;dos desde cedo no programa editorial est&amp;atilde;o Samuel Beckett, James Joyce e Marcel Proust. No in&amp;iacute;cio deste ano, seis d&amp;eacute;cadas ap&amp;oacute;s a sua funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Suhrkamp mudou de Frankfurt para Berlim. Apesar de o cen&amp;aacute;rio liter&amp;aacute;rio e editorial alem&amp;atilde;o ter se diversificado e dilu&amp;iacute;do a ponto de n&amp;atilde;o se poder mais falar de uma &amp;quot;cultura Suhrkamp&amp;quot;, a editora vive at&amp;eacute; hoje da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;xima que mant&amp;eacute;m com seus escritores. N&amp;atilde;o publicamos livros, e sim autores&amp;quot; j&amp;aacute; era o lema do fundador Peter Suhrkamp. Nenhuma outra editora alem&amp;atilde; promoveu tanto a descoberta liter&amp;aacute;ria e intelectual da Am&amp;eacute;rica Latina como a Suhrkamp. Em 1976, ano em que a Feira de Livros de Frankfurt destacou a Am&amp;eacute;rica Latina como foco, foram editados 17 livros de autores da regi&amp;atilde;o.&lt;/div&gt;</description><source>Deutsche Welle (Alemanha)</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58649</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58649</guid><pubDate>Thu, 01 Jul 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Pesquisador britânico diz ter desvendado o ‘Código de Platão’</title><description>&lt;div&gt;Um pesquisador brit&amp;acirc;nico afirma ter desvendado os segredos ocultos nas obras do fil&amp;oacute;sofo grego Plat&amp;atilde;o, mais de dois mil anos ap&amp;oacute;s sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A exist&amp;ecirc;ncia de um suposto &amp;lsquo;C&amp;oacute;digo de Plat&amp;atilde;o&amp;rsquo; era debatida h&amp;aacute; tempos por estudiosos da filosofia. Segundo Jay Kennedy, professor de hist&amp;oacute;ria da ci&amp;ecirc;ncia na Universidade de Manchester, sua descoberta tem o potencial de revolucionar o entendimento da hist&amp;oacute;ria da origem do pensamento ocidental. &lt;span&gt;Segundo ele, Plat&amp;atilde;o utilizaria um padr&amp;atilde;o regular de s&amp;iacute;mbolos, herdados dos antigos seguidores do fil&amp;oacute;sofo e matem&amp;aacute;tico Pit&amp;aacute;goras, para dar aos seus livros uma estrutura musical. Um s&amp;eacute;culo antes de Plat&amp;atilde;o, Pit&amp;aacute;goras declarou que os planetas e as estrelas produziam uma m&amp;uacute;sica inaud&amp;iacute;vel, chamada por ele de &amp;ldquo;harmonia das esferas&amp;rdquo;. Plat&amp;atilde;o teria seguido essa ideia. O estudo, publicado na revista especializada americana Apeiron, afirma que Plat&amp;atilde;o teria antecipado a revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica promovida por Galileu Galilei e por Isaac Newton em 2 mil anos ao entender a estrutura b&amp;aacute;sica do universo de forma matem&amp;aacute;tica. Segundo Kennedy, o fil&amp;oacute;sofo teria escolhido essa maneira para conseguir passar de maneira oculta sua mensagem de que o mundo &amp;eacute; regido por leis matem&amp;aacute;ticas, n&amp;atilde;o por Deuses, o que contrariava a cren&amp;ccedil;a religiosa grega e amea&amp;ccedil;ava sua seguran&amp;ccedil;a.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>BBC Brasil</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58637</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58637</guid><pubDate>Wed, 30 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Galã dos anos 80, Rob Lowe escreve livro de memórias</title><description>&lt;div&gt;O ator Rob Lowe come&amp;ccedil;ou a escrever um livro de mem&amp;oacute;rias intitulado &lt;em&gt;Stories I Only Tell My Friends. &lt;/em&gt;Lowe, de 46 anos, foi um &amp;iacute;dolo para as adolescentes na d&amp;eacute;cada de 80, tendo ressurgido mais recentemente em s&amp;eacute;ries como Brothers and Sisters. O livro sai pela Holt em maio de 2011.&lt;/div&gt;</description><source>BBC Brasil</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58638</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58638</guid><pubDate>Wed, 30 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A construção da Capital é o tema de novo livro de João Almino</title><description>&lt;div&gt;O escritor e diplomata Jo&amp;atilde;o Almino &amp;eacute; habitualmente lembrado por romances ambientados em Bras&amp;iacute;lia - foi assim com &lt;em&gt;Ideias para onde passar o fim do mundo&lt;/em&gt; (1987), &lt;em&gt;Samba-enredo&lt;/em&gt; (1994) e &lt;em&gt;As cinco esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es do amor&lt;/em&gt; (2001), que formaram uma trilogia, e continua com &lt;em&gt;Cidade livre&lt;/em&gt; (Record, 240 pp., R$ 39,90), que ele lan&amp;ccedil;a hoje no Rio. Mas a coincid&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; apenas um detalhe menor de um trabalho que se revela mais interessante: as experi&amp;ecirc;ncias com o uso da linguagem. Almino parte do princ&amp;iacute;pio que o estado do narrador &amp;eacute; que condiciona as varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Assim, em &lt;em&gt;Cidade Livre&lt;/em&gt;, um escritor sem editora encontra no blog o caminho para resgatar as mem&amp;oacute;rias do pai adotivo e das tias para recuperar a hist&amp;oacute;ria da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Bras&amp;iacute;lia, mais especificamente de um bairro provis&amp;oacute;rio, que depois se transformou no atual N&amp;uacute;cleo Bandeirante. A vis&amp;atilde;o otimista sobre uma cidade que nasce contrasta com as crendices e as decep&amp;ccedil;&amp;otilde;es da trajet&amp;oacute;ria familiar, tramas paralelas bem articuladas por Almino, que comenta na seguinte &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100630/not_imp573903,0.php"&gt;entrevista&lt;/a&gt;. [O lan&amp;ccedil;amento come&amp;ccedil;a &amp;agrave;s 19h, na &lt;a href="http://www.livrariaargumento.com.br/"&gt;Livraria Argumento&lt;/a&gt; (Rua Dias Ferreira, 417 &amp;ndash; Leblon &amp;ndash; Rio de Janeiro/RJ. Tel.: 21 2239-5294)]&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Ubiratan Brasil</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58616</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58616</guid><pubDate>Wed, 30 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Livrarias veem Google Editions como aliado</title><description>A Google est&amp;aacute; preparando sua investida no mercado de livros eletr&amp;ocirc;nicos - o &amp;quot;Google Editions&amp;quot; - um esquema de venda de publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es digitais que poder&amp;atilde;o ser lidas em qualquer navegador web ou dispositivo conectado &amp;agrave; rede. Segundo o New York Times, a empresa est&amp;aacute; prestes a fechar acordo com a American Booksellers Association, que congrega as mais de 1.400 livrarias independentes dos EUA. Esses estabelecimentos sofreram duros golpes no passado recente, primeiramente desferidos pelas redes de livrarias de descontos, como a Barnes &amp;amp; Noble, e depois pela gigante das vendas online de livros convencionais, a Amazon.com. O Google Editions pretende se tornar o principal vendedor de e-books em sites. No entanto, por n&amp;atilde;o ter grande experi&amp;ecirc;ncia em venda no varejo, a Google provavelmente enfrentar&amp;aacute; dificuldades para penetrar no j&amp;aacute; congestionado mercado de e-books. Consciente desses obst&amp;aacute;culos, pretende tamb&amp;eacute;m vender no atacado, permitindo que as livrarias independentes e outros parceiros vendam seus e-books em seus pr&amp;oacute;prios sites. A Google j&amp;aacute; tem em seu acervo mais de dois milh&amp;otilde;es de livros. Em paralelo, a empresa prossegue escaneando milh&amp;otilde;es de obras esgotadas e raras, num projeto que vem enfrentando disputas jur&amp;iacute;dicas desde 2005.</description><source>Globo Online</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58631</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58631</guid><pubDate>Wed, 30 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Aventuras de Harry Potter são refeitas com Lego</title><description>&lt;div&gt;Batman, Indiana Jones e agora, Harry Potter, mostram que os famosos blocos de montar e os games est&amp;atilde;o mesmo em sintonia. &lt;a href="http://games.kidswb.com/official-site/lego-harry-potter/"&gt;Lego Harry Potter&lt;/a&gt; recria as aventuras do bruxinho na escola de magia de Hogwarts com o charme e a divers&amp;atilde;o do brinquedo. O game abrange os quatro primeiros livros da s&amp;eacute;rie de J.K. Rowling. Mas n&amp;atilde;o se engane, pois o conte&amp;uacute;do &amp;eacute; vasto. Basta dizer que h&amp;aacute; mais de cem personagens para escolher, incluindo, &amp;eacute; claro, o trio Harry Potter, Ronny Weasley e Hermione Granger. Explorar os ambientes de Hogwarts, do Beco Diagonal, de Hogsmeade e da Floresta Proibida, al&amp;eacute;m de interagir com os professores, misturar po&amp;ccedil;&amp;otilde;es, aprender feiti&amp;ccedil;os e voar em vassouras s&amp;atilde;o algumas das possibilidades do game. Lego Harry Potter, de forma geral, &amp;eacute; uma nova maneira de enxergar as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es j&amp;aacute; conhecidas do bruxinho, nos livros ou mesmo nos filmes. &lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Théo Azevedo</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58613</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58613</guid><pubDate>Wed, 30 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Prêmio para livrarias no México</title><description>&lt;div&gt;Como uma forma de apoio &amp;agrave;s livrarias, o Instituto de Desarollo Profesional para Libreros (Indeli) em colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a FIL - Feira Internacional do Livro de Guadalajara e as editoras Random House Mondadori y Trillas, lan&amp;ccedil;ou a convoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Terceiro Pr&amp;ecirc;mio Nacional de Livrarias. Dirigido apenas &amp;agrave;s livrarias independentes que queiram realizar uma reforma, passar por uma otimiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do espa&amp;ccedil;o, melhorar sua imagem ou atender melhor seus clientes, ele &amp;eacute; de 120 mil pesos mexicanos, pouco menos de 10 mil d&amp;oacute;lares. No M&amp;eacute;xico existem apenas 1.400 estabelecimentos para a venda de livros, um para cada 77 mil habitantes. Para piorar a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o um em cada quatro mexicanos nunca entrou numa livraria. Assim esse pr&amp;ecirc;mio altamente bem vindo n&amp;atilde;o s&amp;oacute; para os livreiros, mas para os editores que v&amp;ecirc;em, a cada dia, diminu&amp;iacute;rem seus pontos de venda.&lt;/div&gt;</description><source>CBL Informa</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58621</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58621</guid><pubDate>Wed, 30 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Zahar vai lançar biografia de Michel Jackson em 2011</title><description>&lt;div&gt;A biografia &lt;em&gt;Thriller: a vida musical de Michael Jackson&lt;/em&gt;, do jornalista George Nelson, que acaba de ser lan&amp;ccedil;ada nos EUA, foi comprada pela Zahar, conta a coluna Gente Boa. Diz que Michael escreveu &amp;ldquo;Bad&amp;rdquo; para gravar em dueto com Prince. Sai em 2011, em e-book e impresso.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58611</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58611</guid><pubDate>Wed, 30 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>DC Comics muda o uniforme e a história da Mulher-Maravilha</title><description>&lt;div&gt;Aviso aos leitores: este texto lida com fatos do Universo DC que por enquanto s&amp;atilde;o in&amp;eacute;ditos no Brasil e aborda acontecimentos que realmente podem prejudicar o prazer de sua leitura no futuro. A revista Wonder Woman #600, distribu&amp;iacute;da no dia 30 de junho nos Estados Unidos, apresentou duas grandes mudan&amp;ccedil;as para os leitores. Diana Prince ganhou um novo visual, com design de Jim Lee, que atualmente divide o cargo de publisher da DC Comics com Dan DiDio. O visual biqu&amp;iacute;ni, politicamente incorreto, foi abandonado e a personagem adotou um uniforme mais casto, que cobre todo o corpo. Mas a mudan&amp;ccedil;a cosm&amp;eacute;tica n&amp;atilde;o &amp;eacute; a mais importante. J. Michael Straczynski assumiu o enredo da revista e vai mudar a hist&amp;oacute;ria da Mulher-Maravilha. Numa entrevista ao site Newsarama, Straczynski explicou que uma das raz&amp;otilde;es para a mudan&amp;ccedil;a radical &amp;eacute; o fato de que a revista Wonder Woman estava perdendo de 500 a 1000 leitores por m&amp;ecirc;s. (Veja a rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos leitores sobre a nova &lt;a href="http://universohq.com/quadrinhos/2010/n01072010_06.cfm"&gt;Mulher-Maravilha&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;</description><source>Universo HQ</source><author>Sérgio Codespoti</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58652</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58652</guid><pubDate>Wed, 30 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Confraria Reinações no Rio</title><description>&lt;div&gt;Todos os meses, escritores e leitores de literatura infantil e juvenil se re&amp;uacute;nem para debater a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o liter&amp;aacute;ria, seu espa&amp;ccedil;o e import&amp;acirc;ncia na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de p&amp;uacute;blico leitor, dentro do projeto Confraria Reina&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Galeno Amorim avisa que o pr&amp;oacute;ximo encontro j&amp;aacute; tem data marcada: 20/7, na Biblioteca Municipal Machado de Assis (Rua Farani, 53 &amp;ndash; Botafogo &amp;ndash; Rio de Janeiro/RJ). O tema para discuss&amp;atilde;o ser&amp;aacute; a obra infantil do mo&amp;ccedil;ambicano Mia Couto.&lt;/div&gt;</description><source>Blog do Galeno</source><author>Galeno Amorim</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58644</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58644</guid><pubDate>Tue, 29 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Britânica lança primeiro livro aos 82 anos</title><description>&lt;div&gt;
&lt;div&gt;Aos 82 anos, a professora e diretora de teatro Myrrha Stanford-Smith acaba de lan&amp;ccedil;ar no Reino Unido seu primeiro livro, &lt;em&gt;The Great Lie&lt;/em&gt; (Honno Welsh Women's Press, 288 pp., 8.99 libras)&lt;em&gt;. &lt;/em&gt;A obra &amp;eacute; o primeiro volume da triologia prevista no contrato assinado entre a autora estreante e a editora galesa Honno. O livro aborda, sob a &amp;oacute;tica da fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a rivalidade entre Shakespeare e o dramaturgo e poeta Christopher Marlowe. Myrrha Stanford-Smith enviou seus manuscritos &amp;agrave; editora depois da boa repercuss&amp;atilde;o de um conto infantil que havia mandado a um programa de r&amp;aacute;dio da BBC do Pa&amp;iacute;s de Gales. Ainda assim, ela diz que n&amp;atilde;o esperava a resposta positiva dos editores. &amp;ldquo;Eu tive de p&amp;ocirc;r o fone no gancho e depois telefonar de volta, de t&amp;atilde;o surpresa que fiquei com a coisa toda&amp;rdquo;, conta. &amp;ldquo;Eu realmente achava que o manuscrito seria rejeitado.&amp;rdquo;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><source>BBC Brasil</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58610</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58610</guid><pubDate>Tue, 29 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Nos EUA, bibliotecas se rendem à internet</title><description>&lt;div&gt;Mais leitores nos Estados Unidos podem em breve se ver livres da multa por atraso na devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Bibliotecas do pa&amp;iacute;s est&amp;atilde;o expandindo a oferta de livros eletr&amp;ocirc;nicos com edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es fora de cat&amp;aacute;logo que expiram na data de vencimento. A partir 29/6, um grupo de bibliotecas encabe&amp;ccedil;ado pelo Internet Archive, uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sem fins lucrativos, vai se unir para permitir que as pessoas tomem emprestadas pela internet c&amp;oacute;pias digitalizadas de seu acervo impresso. As bibliotecas participantes, entre elas a Biblioteca P&amp;uacute;blica de Boston, o Internet Archive e o Laborat&amp;oacute;rio de Biologia Marinha, v&amp;atilde;o oferecer 1 milh&amp;atilde;o de livros em dom&amp;iacute;nio p&amp;uacute;blico e tamb&amp;eacute;m algumas centenas de obras que ainda t&amp;ecirc;m direito autoral, mas est&amp;atilde;o esgotadas e n&amp;atilde;o podem ser obtidas comercialmente. Para ler os livros digitais, as pessoas podem baix&amp;aacute;-los gratuitamente no computador ou nos aparelhos para e-books. O software usado torna o livro imposs&amp;iacute;vel de ler ap&amp;oacute;s expirar o prazo de empr&amp;eacute;stimo. Dois ter&amp;ccedil;os das bibliotecas americanas ofereceram empr&amp;eacute;stimos de e-books em 2009, segundo uma pesquisa da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Americana de Bibliotecas. Mas o projeto tamb&amp;eacute;m pode suscitar cr&amp;iacute;ticas porque a lei de direito autoral ainda n&amp;atilde;o &amp;eacute; clara em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos livros digitais. (As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o do The Wall Street Journal e a mat&amp;eacute;ria completa, em ingl&amp;ecirc;s, pode ser acessada &lt;a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052748703279704575335193054884632.html?KEYWORDS=library"&gt;aqui&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Geoffrey A. Fowler</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58634</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58634</guid><pubDate>Tue, 29 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Café com Letras de olho nas cópias</title><description>&lt;div&gt;A Caf&amp;eacute; com Letras, a livraria cibercaf&amp;eacute; do ponto onde funcionava o Antonio&amp;rsquo;s, no Leblon, contratou o advogado Nehemias Gueiros. De acordo com a coluna Gente Boa, a marca est&amp;aacute; sendo copiada em v&amp;aacute;rias cidades brasileiras. &amp;ldquo;A propriedade intelectual n&amp;atilde;o &amp;eacute; respeitada&amp;rdquo;, diz.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58588</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58588</guid><pubDate>Tue, 29 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Juan Rulfo, o fotógrafo</title><description>&lt;div&gt;Em 68 anos de vida, o mexicano Juan Rulfo publicou apenas dois livros, ambos na juventude, a colet&amp;acirc;nea de contos &lt;em&gt;El llano em llamas&lt;/em&gt; (sua estreia, aos 26 anos, em 1953) e a novela &lt;em&gt;Pedro P&amp;aacute;ramo&lt;/em&gt; (1955). Dois pequenos livros que exerceram enorme impacto na cultura hispanoamericana, exaltados por contempor&amp;acirc;neos como Julio Cort&amp;aacute;zar e Jorge Luis Borges &amp;mdash; este destacou &lt;em&gt;Pedro P&amp;aacute;ramo&lt;/em&gt; como &amp;ldquo;uma das melhores novelas das literaturas de l&amp;iacute;ngua hisp&amp;acirc;nica e mesmo de toda a literatura&amp;rdquo;. A partir da&amp;iacute;, mesmo que ainda ligado ao meio liter&amp;aacute;rio, colaborando com outros escritores (incluindo dois apaixonados por sua pequena grande obra, Carlos Fuentes e Gabriel Garc&amp;iacute;a M&amp;aacute;rquez) em roteiros para o cinema e escrevendo para a TV, Rulfo dedicou-se principalmente &amp;agrave; fotografia. &amp;Eacute; essa faceta do artista a focada em &amp;ldquo;M&amp;eacute;xico: Juan Rulfo fot&amp;oacute;grafo&amp;rdquo;, exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que em 2010 percorre a rede do Instituto Cervantes no Brasil &amp;mdash; na sede carioca (R. Visconde de Ouro Preto, 62 &amp;ndash; Botafogo &amp;ndash; Rio de Janeiro/RJ. Tel.: 21 3554-5910), ficar&amp;aacute; na Sala de Exposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre 7 de julho e 7 de agosto. Rulfo exerceu a fotografia como um hobby ou, melhor, uma arte. Ainda em vida, em 1980, o volume &lt;em&gt;Juan Rulfo&lt;/em&gt; reuniu algo de sua produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o fotogr&amp;aacute;fica, acompanhado de ensaios de cr&amp;iacute;ticos de arte. Eles apontam o paralelo entre sua literatura, de prosa seca, econ&amp;ocirc;mica, na qual tanto as imagens fortes quanto as elipses s&amp;atilde;o frequentes, com a escrita de luzes e sombras de sua fotografia.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Antônio Carlos Miguel</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58594</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58594</guid><pubDate>Tue, 29 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Entrada em vigor do RECOPI é adiada</title><description>&lt;div&gt;O f&amp;oacute;rum realizado na manh&amp;atilde; de segunda-feira (28), no Hotel Caesar Business Paulista, promovido por &lt;span&gt;ABIGRAF-SP, ABRO, ANER, CBL e SINDIGRAF-SP&lt;strong&gt;, &lt;/strong&gt;foi sucesso de p&amp;uacute;blico. Na plat&amp;eacute;ia mais de 250 pessoas preocupadas em entender o RECOPI , que regulamenta e fiscaliza o uso do papel imune. Para explicar passo a passo o pedido de credenciamento, Jo&amp;atilde;o Marcos Winand, diretor-adjunto da Diretoria Executiva da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Tribut&amp;aacute;ria da Secretaria da Fazenda de S&amp;atilde;o Paulo, e Marcelo Bergamasco Silva, assistente fiscal e l&amp;iacute;der do Projeto RECOPI foram os palestrantes. Iniciaram sua exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o com uma not&amp;iacute;cia esperada por todos; a prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do prazo para 1&amp;ordm; de agosto da entrada em vigor do RECOPI, solicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o esta feita pelas cinco entidades e atendida pela Secretaria. Clique no &amp;ldquo;Leia Mais&amp;rdquo; e confira a mat&amp;eacute;ria do CBL Informa na &amp;iacute;ntegra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>CBL Informa</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58614</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58614</guid><pubDate>Tue, 29 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Apostila melhora nota de aluno em SP </title><description>&lt;div&gt;Alunos de escolas p&amp;uacute;blicas municipais de S&amp;atilde;o Paulo que usam apostilas de sistemas de ensino estatais ou privados se saem melhor que os demais na Prova Brasil. Esta &amp;eacute; a conclus&amp;atilde;o de um estudo que ser&amp;aacute; apresentado hoje no semin&amp;aacute;rio Sala de Aula Estruturada, organizado pela &lt;a href="http://www.fundacaolemann.org.br/"&gt;Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Lemann&lt;/a&gt;. &amp;Eacute; o primeiro estudo emp&amp;iacute;rico a identificar impacto significativo na nota dos alunos e relacionar essa melhoria ao uso de apostilas. O uso de material elaborado por sistemas de ensino tem crescido em S&amp;atilde;o Paulo, e hoje 46% dos munic&amp;iacute;pios do Estado utilizam o material substituindo ou complementando livros did&amp;aacute;ticos. S&amp;atilde;o, em sua maioria, cidades de pequeno porte que gastam de R$ 150 a R$ 200 por aluno por ano para usar um sistema de ensino. A principal diferen&amp;ccedil;a entre o livro e um sistema &amp;eacute; que, no segundo caso, o material did&amp;aacute;tico j&amp;aacute; vem estruturado, com a indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;dos a serem dados aula por aula. No caso do livro, cabe principalmente ao professor elaborar os planos de aula. Al&amp;eacute;m de grupos educacionais privados, a Prefeitura de S&amp;atilde;o Paulo e o governo do Estado tamb&amp;eacute;m trabalham com material pr&amp;oacute;prio estruturado. Esses sistemas p&amp;uacute;blicos s&amp;atilde;o oferecidos a outros munic&amp;iacute;pios -aumentando de 18 para 73 o n&amp;uacute;mero de secretarias usando as apostilas de 2009 para 2010. J&amp;aacute; nas particulares, caiu de 229 para 218.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Antônio Gois</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58585</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58585</guid><pubDate>Tue, 29 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Nova Fronteira vai lançar livro que ganhou o Pulitzer</title><description>&lt;div&gt;O livro &lt;em&gt;Tinkers&lt;/em&gt;, do americano Paul Harding, que ganhou o Pr&amp;ecirc;mio Pulitzer neste ano, ser&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ado no Brasil no ano que vem pela editora Nova Fronteira, conta M&amp;ocirc;nica Bergamo. O romance fala de um homem que, &amp;agrave; beira da morte, relembra sua rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o pai.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Mônica Bergamo</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58589</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58589</guid><pubDate>Tue, 29 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Marvel pagará royalties sobre vendas digitais</title><description>&lt;div&gt;Segundo o site &lt;a target="_blank" href="http://www.bleedingcool.com/"&gt;Bleeding Cool&lt;/a&gt;, a Marvel Comics anunciou, seguindo o exemplo da DC Comics, que vai pagar &lt;em&gt;royalties&lt;/em&gt; a seus autores referentes &amp;agrave; receita gerada com as HQs digitais. Numa carta enviada a seus artistas e escritores exclusivos, com data de 21 de junho, Joe Quesada informa que a editora pretende pagar &lt;em&gt;royalties&lt;/em&gt; sobre a receita gerada pelas HQs digitais, como por exemplo, o material vendido no aplicativo para iPad. A carta faz parte de uma nova linha de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o destinada aos autores que n&amp;atilde;o trabalham dentro do escrit&amp;oacute;rio da Marvel Comics, est&amp;atilde;o afastados da rotina di&amp;aacute;ria da empresa, e por isso muitas vezes acabam surpreendidos por certas not&amp;iacute;cias. &lt;/div&gt;</description><source>Universo HQ</source><author>Sérgio Codespoti</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58612</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58612</guid><pubDate>Tue, 29 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Distribuidores franceses de e-books vão criar catálogo único</title><description>&lt;div&gt;Distribuidores franceses de e-books lan&amp;ccedil;aram a primeira fase de seu projeto de criar um cat&amp;aacute;logo &amp;uacute;nico de e-book online e interface eletr&amp;ocirc;nica. Inicialmente, os sites de nove livrarias de peso (&lt;a target="_blank" href="http://www.appeldulivre.fr/"&gt;www.appeldulivre.fr&lt;/a&gt;; &lt;a target="_blank" href="http://www.arbrealettres.com/"&gt;www.arbrealettres.com&lt;/a&gt;; &lt;a target="_blank" href="http://www.cultura.fr/"&gt;www.cultura.fr&lt;/a&gt;; &lt;a target="_blank" href="http://www.librairie-ledivan.fr/"&gt;www.librairie-ledivan.fr&lt;/a&gt;;&lt;a target="_blank" href="http://www.furet.com/"&gt;www.furet.com&lt;/a&gt;; &lt;a target="_blank" href="http://www.gibertjeune.fr/"&gt;www.gibertjeune.fr&lt;/a&gt;; &lt;a target="_blank" href="http://www.lamartine.fr/"&gt;www.lamartine.fr&lt;/a&gt;;&lt;a target="_blank" href="http://www.ombres-blanches.fr/"&gt;www.ombres-blanches.fr&lt;/a&gt;; &lt;a href="http://www.virginmega.fr/"&gt;www.virginmega.fr&lt;/a&gt;) e dois parceiros eletr&amp;ocirc;nicos, ePagine e Numilog, est&amp;atilde;o envolvidos. Os dois &amp;uacute;ltimos v&amp;atilde;o cuidar das vendas. Al&amp;eacute;m de envolver a Numilog para Hachette Livre e ePagine, o esquema vai envolver Eden Livres para a Flammarion, Gallimard e La Martini&amp;egrave;re-Le Seuil, ePlatforme para Editis e M&amp;eacute;dia Participations. T&amp;iacute;tulos dos parceiros da ePlatforme ser&amp;atilde;o adicionados em setembro. Hoje, a maior parte dos livros dispon&amp;iacute;vel &amp;eacute; publicada pela Hachette Livre e seus parceiros como Albin Michel e Eden Livres, o seman&amp;aacute;rio franc&amp;ecirc;s Livres Hebdo reportou. Cerca de 20 mil t&amp;iacute;tulos s&amp;atilde;o oferecidos, disse o diretor executivo da Numilog, Denis Zwirn.&lt;/div&gt;</description><source>The Bookseller</source><author>Barbara Casassus</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58597</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58597</guid><pubDate>Tue, 29 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>MEC estima matricular 2,2 milhões de adultos em classes de alfabetização</title><description>&lt;div&gt;A uma semana do final do prazo para ades&amp;atilde;o de estados e munic&amp;iacute;pios ao Programa Brasil Alfabetizado (4/7), do governo federal, o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o faz a previs&amp;atilde;o de matricular, neste ano, 2,2 milh&amp;otilde;es de jovens e adultos em classes de alfabetiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A meta do minist&amp;eacute;rio &amp;eacute; fechar parceria com 1.450 secretarias de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. At&amp;eacute; agora, foram registradas 1.392 ades&amp;otilde;es &amp;ndash; 23 estados, o Distrito Federal e 1.368 munic&amp;iacute;pios. Ainda n&amp;atilde;o aderiram ao programa os estados de S&amp;atilde;o Paulo, do Esp&amp;iacute;rito Santo e Rio Grande do Sul. O minist&amp;eacute;rio repassa recursos aos estados e munic&amp;iacute;pios participantes para capacita&amp;ccedil;&amp;otilde;es de professores, compra de material pedag&amp;oacute;gico, al&amp;eacute;m de ser respons&amp;aacute;vel pelo pagamento da bolsa dos alfabetizadores. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&amp;iacute;lios (Pnad) de 2008, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;iacute;stica (IBGE), o pa&amp;iacute;s tem 14 milh&amp;otilde;es de analfabetos entre a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o com 15 anos de idade ou mais. Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a ades&amp;atilde;o ao Brasil Alfabetizado no &lt;a href="http://www.mec.gov.br/"&gt;site&lt;/a&gt; do minist&amp;eacute;rio.&lt;/div&gt;</description><source>Agência Estado</source><author>Amanda Cieglinski</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58586</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58586</guid><pubDate>Mon, 28 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Kindle no Android (e no Brasil)</title><description>&lt;div&gt;Uma not&amp;iacute;cia boa para quem &amp;eacute; f&amp;atilde; da Amazon e gastou todo o dinheiro comprando um celular Android, em vez de um Kindle: o aplicativo do Kindle ganhou ontem (28) uma vers&amp;atilde;o para celulares Android. Da mesma forma que sua vers&amp;atilde;o do iPhone, o programa serve para baixar e comprar livros em formato digital da Amazon direto no telefone. O programa funciona s&amp;oacute; em celulares que usam a vers&amp;atilde;o 1.6 ou superior do Android.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Filipe Tavares Serrano</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58595</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58595</guid><pubDate>Mon, 28 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Livro sobre Claudia Leitte deve ter a participação de fãs</title><description>&lt;div&gt;A cantora Claudia Leitte vai ganhar livro sobre a sua carreira, informa M&amp;ocirc;nica Bergamo. A ideia &amp;eacute; que f&amp;atilde;s tamb&amp;eacute;m participem, escrevendo sobre a import&amp;acirc;ncia da artista em suas vidas.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Mônica Bergamo</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58582</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58582</guid><pubDate>Mon, 28 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Casa de Eduardo Galeano “fechada por futebol”</title><description>&lt;div&gt;Com a vit&amp;oacute;ria do Uruguai sobre a Coreia do Sul, o escritor Eduardo Galeano, de 69 anos, que queria na inf&amp;acirc;ncia ser jogador, &amp;eacute; todo felicidade, conta Ancelmo Gois. Ele colocou em sua casa em Montevid&amp;eacute;u um cartaz dizendo: &amp;ldquo;Fechada por futebol.&amp;rdquo; Ali&amp;aacute;s, Galeano viu Garrincha jogar. &amp;ldquo;Era como assistir a Chaplin no gramado&amp;rdquo;, disse.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Ancelmo Gois</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58581</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58581</guid><pubDate>Mon, 28 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Agência literária ameaça negociar diretamente com empresas de tecnologia</title><description>&lt;div&gt;O agente Andrew Wylie est&amp;aacute; amea&amp;ccedil;ando passar por cima de editoras e negociar os direitos dos e-books de seus autores diretamente com a Google, a Amazon ou a Apple porque ele n&amp;atilde;o est&amp;aacute; feliz com os termos das editoras. Em entrevista para a &lt;a href="http://harvardmagazine.com/2010/07/fifteen-percent-of-immortality"&gt;Harvard Magazine&lt;/a&gt;, Wylie disse que as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es da ag&amp;ecirc;ncia com as editoras quanto aos e-books est&amp;atilde;o em espera. &amp;ldquo;N&amp;oacute;s vamos levar nossos 700 clientes, ver quais direitos est&amp;atilde;o com as editoras e contratar algu&amp;eacute;m para negociar, por eles, esses e-books diretamente com empresas&amp;rdquo;. &lt;a href="http://www.wylieagency.com/"&gt;The Wylie Agency&lt;/a&gt; tem nomes como Philip Roth, Salman Rushdie, Italo Calvino, Vladimir Nabokov e John Updike em seu cat&amp;aacute;logo estelar.&lt;/div&gt;</description><source>The Bookseller</source><author>Benedict Page</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58598</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58598</guid><pubDate>Mon, 28 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Amazon adiciona vídeo e áudio nos aplicativos do Kindle</title><description>&lt;div&gt;A Amazon atualizou seus aplicativos do Kindle para iPhone e iPad, oferecendo para os leitores a oportunidade de assistir v&amp;iacute;deos ou ouvir material de &amp;aacute;udio. Cerca de 10 t&amp;iacute;tulos &lt;a href="http://www.amazon.com/gp/browse.html?node=2248263011"&gt;est&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis&lt;/a&gt; na loja, incluindo t&amp;iacute;tulos de culin&amp;aacute;ria e guias de viagem. A diretora da Amazon Dorothy Nicholls disse: &amp;ldquo;Leitores j&amp;aacute; encontram edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o Kindle com &amp;aacute;udio e video &amp;ndash; de &lt;em&gt;&lt;span&gt;Rose's Heavenly Cakes&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; com dicas em v&amp;iacute;deo que ajudam a preparar o bolo perfeito ao &lt;em&gt;Bird Songs&lt;/em&gt;&lt;em&gt;, com o som dos p&amp;aacute;ssaros relacionados a imagem deles&amp;rdquo;. &amp;ldquo;Isso &amp;eacute; s&amp;oacute; o come&amp;ccedil;o. Estamos ansiosos por saber o que os autores e editores v&amp;atilde;o criar para os usu&amp;aacute;rios dos aplicativos do Kindle&amp;rdquo;, completou.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;</description><source>The Bookseller</source><author>Graeme Neill</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58624</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58624</guid><pubDate>Mon, 28 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Autobiografia sobre infância na RDA vence prêmio de literatura</title><description>&lt;div&gt;O autor Peter Wawerzinek conquistou no domingo (27) o pr&amp;ecirc;mio Ingeborg Bachmann de literatura alem&amp;atilde;. A obra agraciada foi &lt;em&gt;Rabenleibe, autobiografia&lt;/em&gt; &amp;ndash; ainda n&amp;atilde;o publicada &amp;ndash; que revisita a inf&amp;acirc;ncia do escritor, vivida na antiga Alemanha Oriental. O evento da escolha do premiado aconteceu na cidade austr&amp;iacute;aca de Klagenfurt: depois de uma maratona de leitura ao longo de v&amp;aacute;rios dias, os sete jurados chegaram &amp;agrave; decis&amp;atilde;o. O escritor de 55 anos se confessou honrado com o convite e disse que ficou surpreso com o pr&amp;ecirc;mio. &amp;quot;J&amp;aacute; havia sido realmente muita aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dispensada eu poder estar em Klagenfurt, que em termos de ambiente liter&amp;aacute;rio &amp;eacute; muito bom&amp;quot;, disse Wawerzinek nesta segunda-feira (28). O autor, que participou pela primeira vez da competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em 1991, vai receber 25 mil euros como premia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Peter Wawerzinek nasceu em Rostock, no norte da Alemanha, e passou a inf&amp;acirc;ncia num orfanato da antiga Alemanha comunista &amp;ndash; os pais o abandonaram quando fugiram do regime.&lt;/div&gt;</description><source>Deutsche Welle (Alemanha)</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58602</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58602</guid><pubDate>Mon, 28 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Stephen Hawking publica novo livro em setembro</title><description>&lt;div&gt;O cientista brit&amp;acirc;nico Stephen Hawking publica seu novo livro, intitulado &lt;em&gt;The Grand Design&lt;/em&gt;, sobre sua teoria para descrever a natureza, no pr&amp;oacute;ximo dia 7 de setembro, disse a editora Bantam Dell. Trata-se da primeira grande obra do f&amp;iacute;sico e cosm&amp;oacute;logo brit&amp;acirc;nico em v&amp;aacute;rios anos. O livro ser&amp;aacute; publicado junto ao tamb&amp;eacute;m cientista Leonard Mlodinow, que j&amp;aacute; foi coautor de outras publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es com Hawking, como &lt;em&gt;Brev&amp;iacute;ssima hist&amp;oacute;ria do tempo&lt;/em&gt;. Hawking, que sofre de esclerose lateral amiotr&amp;oacute;fica, tamb&amp;eacute;m conhecida como doen&amp;ccedil;a de Lou Gehrig, foi honrado com 12 doutorados honoris causa e agraciado com o Pr&amp;ecirc;mio Pr&amp;iacute;ncipe de Ast&amp;uacute;rias da Conc&amp;oacute;rdia em 1989.&lt;/div&gt;</description><source>Estado.com</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58591</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58591</guid><pubDate>Mon, 28 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Livro apresenta 400 fotos inéditas de Frida Kahlo</title><description>&lt;div&gt;Um livro com mais de 400 fotografias da pintora mexicana Frida Kahlo, seus amigos e diversos momentos de sua vida, em grande parte imagens &amp;quot;in&amp;eacute;ditas&amp;quot;, foi apresentado nesta segunda (28), na capital mexicana. A editora RM e o Museu Frida Kahlo, situado na Casa Azul do bairro de Coyoac&amp;aacute;n, onde a artista viveu, co-editaram a obra &lt;em&gt;Frida Kahlo: suas fotos&lt;/em&gt;, de 552 p&amp;aacute;ginas, que al&amp;eacute;m das 401 imagens cont&amp;eacute;m v&amp;aacute;rios ensaios de especialistas na pintora. A obra, coordenada pelo fot&amp;oacute;grafo Pablo Ortiz Mosteiro, tem uma tiragem inicial de quatro mil exemplares e ser&amp;aacute; traduzida para o franc&amp;ecirc;s, ingl&amp;ecirc;s, alem&amp;atilde;o e portugu&amp;ecirc;s, assinala a nota. &lt;small&gt;(EFE)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Estado.com</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58592</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58592</guid><pubDate>Mon, 28 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Rádio de Lanzarote homenageia Saramago com leitura</title><description>&lt;div&gt;O escritor e Nobel portugu&amp;ecirc;s Jos&amp;eacute; Saramago, que faleceu recentemente, est&amp;aacute; sendo homenageado a partir desta segunda-feira (28) atrav&amp;eacute;s da R&amp;aacute;dio Insular da ilha espanhola de Lanzarote, onde viveu, com a leitura de seu romance &lt;em&gt;Memorial do Convento&lt;/em&gt;. Al&amp;eacute;m disso, convidou todos os que queiram fazer parte desta homenagem com o objetivo de gravar um disco com a leitura completa do livro e com &amp;quot;todas as vozes de Lanzarote que admiram o escritor portugu&amp;ecirc;s&amp;quot;, indicou o comunicado. A R&amp;aacute;dio Insular conta h&amp;aacute; anos com um programa destinado &amp;agrave; obra do portugu&amp;ecirc;s, com o qual queria &amp;quot;demonstrar que as pessoas que vivem em Lanzarote e os ouvintes da R&amp;aacute;dio Insular estavam orgulhosos de ter um vizinho como Saramago&amp;quot;.&lt;/div&gt;</description><source>JB Online</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58593</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58593</guid><pubDate>Mon, 28 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Saramagô-san</title><description>Pena que Jos&amp;eacute; Saramago tenha falecido sem conhecer o Jap&amp;atilde;o! Eu, pelo contr&amp;aacute;rio, tive o prazer de conhecer o mestre e sua mulher em Lanzarote, em 2007. Na ocasi&amp;atilde;o, conversamos sobre a similaridade entre as paisagens de Lanzarote, lugar que ele escolheu para viver, e da regi&amp;atilde;o do MonteFuji, tamb&amp;eacute;m vulc&amp;acirc;nica,cercada de pedras, areia e cinzas. Ana Paula Arnaut, da Universidade de Coimbra, especialista na obra de Saramago, foi quem intermediou esse contato. Pode-se dizer que, no ensino formal das escolas, o Jap&amp;atilde;o ignorou a contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de culturas como as da Am&amp;eacute;rica Latina, &amp;Aacute;frica e &amp;Aacute;sia. Por essas e outras raz&amp;otilde;es, as primeiras tradu&amp;ccedil;&amp;otilde;es da obra de Saramago ocorreram apenas ap&amp;oacute;s o autor ter ganho o Pr&amp;ecirc;mio Nobel de Literatura, em 1998, o que abriu os olhos dos japoneses para a literatura portuguesa. Existem cinco obras de Saramago acess&amp;iacute;veis ao leitor japon&amp;ecirc;s: &lt;em&gt;Memorial do convento&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Ensaio sobre a cegueira&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Todos os nomes&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O conto da ilha desconhecida&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;O ano da morte de Ricardo Reis&lt;/em&gt;. Dessas, &lt;em&gt;Todos os nomes &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;O ano da morte de Ricardo Reis &lt;/em&gt;foram as duas &amp;uacute;nicas traduzidas diretamente do portugu&amp;ecirc;s, j&amp;aacute; que aqui s&amp;atilde;o raros os tradutores bil&amp;iacute;ng&amp;uuml;es nessas l&amp;iacute;nguas. &lt;small&gt;(*Ikunori Sumida &amp;eacute; diretor do departamento de estudos luso-brasileiros da Universidade de Estudos Estrangeiros de Kyoto)&lt;/small&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Ikunori Sumida*</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58557</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58557</guid><pubDate>Sun, 27 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Livro sobre bundas não faz sucesso no Rio</title><description>&lt;div&gt;&amp;Eacute; decepcionante a venda do livro de arte da Taschen sobre bundas (&lt;em&gt;The big butt book&lt;/em&gt;), que chegou ao Rio no in&amp;iacute;cio do m&amp;ecirc;s, com direito a oito fotos da Mulher Melancia, relata a coluna Gente Boa. &amp;ldquo;H&amp;aacute; excesso de oferta no mercado&amp;rdquo;, diz um livreiro. O mesmo tipo de livro da sofisticada editora alem&amp;atilde;, sobre p&amp;ecirc;nis (&amp;ldquo;The big penis book&amp;rdquo;), vende bem mais.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58550</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58550</guid><pubDate>Sun, 27 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A trilogia autobiográfica de J.M.Coetzee</title><description>Ao receber o Pr&amp;ecirc;mio Nobel de Literatura, em 2003, John Maxwell Coetzee n&amp;atilde;o fez uma palestra protocolar. Preferiu ler um relato ficcional sobre Daniel Defoe. O autor de Robinson Cruso&amp;eacute;, no conto de Coetzee, diz que na sua c&amp;eacute;lebre ilha ele vivia &amp;quot;uma vida silenciosa&amp;quot;. De volta &amp;agrave; Europa, parecia-lhe que havia &amp;quot;muita fala no mundo&amp;quot;. A cita&amp;ccedil;&amp;atilde;o d&amp;aacute; uma medida do amor pelo sil&amp;ecirc;ncio desse autor. Coetzee construiu uma obra ficcional que poderia ser talvez sintetizada como uma densa investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute;tica sobre o homem contempor&amp;acirc;neo. Em seus 15 romances, est&amp;atilde;o presentes temas que v&amp;atilde;o desde a viol&amp;ecirc;ncia e a brutalidade militar colonial (&lt;em&gt;&amp;Agrave; espera dos b&amp;aacute;rbaros&lt;/em&gt;), at&amp;eacute; a den&amp;uacute;ncia da matan&amp;ccedil;a dos animais neste mundo carn&amp;iacute;voro (&lt;em&gt;A vida dos animais&lt;/em&gt;). Em Coetzee tudo &amp;eacute; pesado, depressivo e sem remiss&amp;atilde;o. E &amp;eacute; por isso que seus fantasmas precisam da literatura para virem &amp;agrave; tona, como se s&amp;oacute; por meio dela se tornassem suport&amp;aacute;veis. Ao falar de si mesmo, ele parece dizer que a fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a &amp;uacute;nica linguagem capaz de iluminar a vida pessoal mantendo-a permanentemente difusa. A desconcertante ironia de Coetzee, desenhada pela simplicidade cartesiana de sua frase, d&amp;aacute; uma leveza extraordin&amp;aacute;ria ao mundo sombrio que relata. Um mundo no qual, mesmo a contragosto, pelo poder da palavra, o leitor acaba por se sentir em casa.</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Cristovão Tezza</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58561</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58561</guid><pubDate>Sun, 27 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Um surto de arte</title><description>&lt;div&gt;&amp;ldquo;S&amp;oacute; vou morrer se eu ganhar o Nobel&amp;rdquo;, escreveu Rodrigo de Souza Le&amp;atilde;o, aos 43 anos, na superf&amp;iacute;cie do &amp;uacute;ltimo &amp;oacute;leo sobre tela que pintou, em 2009. Depois de 20 anos sem sair de casa &amp;mdash; exceto quando arranjava uma namorada (via telefone ou e-mail), e os pais o levavam &amp;agrave;s respectivas alcovas &amp;mdash;, ele enfim cedera: come&amp;ccedil;ara a frequentar as aulas de Jo&amp;atilde;o Magalh&amp;atilde;es no Parque Lage. A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de telas aumentou at&amp;eacute; atingir 35, algumas de grandes dimens&amp;otilde;es. A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o liter&amp;aacute;ria tamb&amp;eacute;m: um ano transcorrido do sucesso cult e da fortuna cr&amp;iacute;tica de &lt;em&gt;Todos os cachorros s&amp;atilde;o azuis&lt;/em&gt; (7Letras) &amp;mdash; livro que narra o surto em que se manifestou sua esquizofrenia, aos 23 anos &amp;mdash;, estava prestes a concluir um romance novo, de f&amp;ocirc;lego, &lt;em&gt;Me roubaram uns dias contados&lt;/em&gt; (a ser lan&amp;ccedil;ado no pr&amp;oacute;ximo dia 2, primeiro anivers&amp;aacute;rio de sua morte, pela Record). &amp;ldquo;O trabalho do Rodrigo mistura mundo interno e externo de maneira radical. &amp;Eacute; uma escrita feroz. O cara n&amp;atilde;o brincava em servi&amp;ccedil;o, n&amp;atilde;o escrevia por charme ou pedantismo. Escrevia com imensa coragem, para resistir &amp;agrave; loucura, e para existir&amp;rdquo;, reflete o cr&amp;iacute;tico Jos&amp;eacute; Castello. Uma vez pronto o novo livro, Rodrigo parou de tomar os rem&amp;eacute;dios e passou a escond&amp;ecirc;-los dentro do computador. Em abstin&amp;ecirc;ncia, ent&amp;atilde;o, soube que a autora Gl&amp;oacute;ria Perez ia estrear uma novela com um personagem esquizofr&amp;ecirc;nico. Fez chegar &amp;agrave;s m&amp;atilde;os dela &lt;em&gt;Todos os cachorros s&amp;atilde;o azuis&lt;/em&gt;. Quando a novela foi ao ar, e Tarso&amp;nbsp;fez, pela primeira vez, refer&amp;ecirc;ncia a um chip implantado em seu c&amp;eacute;rebro, Rodrigo se inquietou. Furioso, escreveu uma carta aberta a Gl&amp;oacute;ria, publicada no Jornal do Brasil. Mas n&amp;atilde;o chegaria a v&amp;ecirc;-la impressa. Pediu para ser internado. Uma semana depois, morreria, v&amp;iacute;tima de uma parada card&amp;iacute;aca.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Arnaldo Bloch</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58564</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58564</guid><pubDate>Sun, 27 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>O Pequeno Nicolau revive seu encanto</title><description>&lt;div&gt;H&amp;aacute; certas pessoas por a&amp;iacute; que, mesmo com mais de 50 anos, continuam sendo eternos guris: encantadores, divertidos e reposit&amp;oacute;rios dos sonhos de qualquer adulto. Criado em 1959 pelo ilustrador Jean-Jacques Semp&amp;eacute; e pelo escritor Ren&amp;eacute; Goscinny (1926-1977), ambos franceses, o personagem Pequeno Nicolau rapidamente se tornou o protagonista de uma das principais s&amp;eacute;ries infanto-juvenis da Fran&amp;ccedil;a. Nicolau, um menino com cerca de 7 anos de idade, chega esta semana aos cinemas brasileiros em &amp;ldquo;O Pequeno Nicolau&amp;rdquo;, de Laurent Tirard. Al&amp;eacute;m disso, a editora Rocco come&amp;ccedil;a a lan&amp;ccedil;ar por aqui uma s&amp;eacute;rie de oito livros in&amp;eacute;ditos, rec&amp;eacute;m-editados por Semp&amp;eacute; e por Anne Goscinny, filha de Ren&amp;eacute;. O t&amp;iacute;tulo do primeiro livro &amp;eacute; &lt;em&gt;A volta &amp;agrave;s aulas do Pequeno Nicolau&lt;/em&gt; (144, R$ 20). Muitas das aventuras do personagem &amp;mdash; e de seus amigos Alceu, Rufino, Godofredo, Clot&amp;aacute;rio e Sopa &amp;mdash; foram baseadas nas pr&amp;oacute;prias inf&amp;acirc;ncias de Goscinny (tamb&amp;eacute;m criador de Asterix) e Semp&amp;eacute;. O trabalho de Anne, ent&amp;atilde;o, consistiu em resgatar anota&amp;ccedil;&amp;otilde;es, textos inacabados e lembran&amp;ccedil;as; reencontrar-se com o ilustrador, que continuou pr&amp;oacute;ximo da fam&amp;iacute;lia ap&amp;oacute;s a morte de Goscinny; e organizar tudo em livros. Para os f&amp;atilde;s que j&amp;aacute; adquiriram mais de 13 milh&amp;otilde;es de publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es do personagem em todo o mundo, tratava-se de um reencontro com a inf&amp;acirc;ncia. J&amp;aacute; para os novos leitores, era uma descoberta.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>André Miranda</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58565</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58565</guid><pubDate>Sun, 27 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>O livro relido</title><description>&lt;div&gt;Sua biblioteca pessoal cresce e voc&amp;ecirc; se v&amp;ecirc; diante de um problema que seus pais n&amp;atilde;o tiveram: como acomodar certos volumes de formato pouco convencional? Essa pequena observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o resume algumas das muitas quest&amp;otilde;es abordadas em &lt;em&gt;A aventura do livro experimental&lt;/em&gt; (Aut&amp;ecirc;ntica/Edusp, 146 pp., R$ 59,90), de Ana Paula Mathias de Paiva. Mestre em Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Semi&amp;oacute;tica pela UFMG, doutoranda em educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela mesma universidade, ela leciona no Centro Universit&amp;aacute;rio de Belo Horizonte. &amp;quot;A diferencia&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos livros considerando aspectos destacados de acabamento especial ganha notoriedade e repercuss&amp;atilde;o dos anos 90 para c&amp;aacute; no Brasil, o que coincide com o incremento da ind&amp;uacute;stria gr&amp;aacute;fica brasileira e abertura de importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es (baixa de impostos e barreiras)&amp;rdquo;, explica Ana Paiva. Com tais evolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o objeto livro se transforma e testa seus limites. Quando nosso h&amp;aacute;bito de leitura est&amp;aacute; cada vez mais associado ao uso di&amp;aacute;rio de computadores e tecnologias semelhantes, fala-se no fim do livro. &amp;quot;O livro n&amp;atilde;o sai de moda e sua defasagem estaria presa a aspectos retr&amp;oacute;grados. Ent&amp;atilde;o, o livro que para no tempo, sim, poder&amp;aacute; ser descartado por seus aspectos relaxados de edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas n&amp;atilde;o o livro que se revoluciona desde sempre em sua linguagem material e conceitual, convertendo leitura em busca pelo saber, hoje tamb&amp;eacute;m valorizando em sua unidade acabamentos, formatos, edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es especiais, ludicidade, sensorialidade, inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de projeto, como sinal dos tempos. &lt;/div&gt;</description><source>Diário do Nordeste</source><author>Dellano Rios</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58580</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58580</guid><pubDate>Sun, 27 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>O almanaque de Julio Cortázar</title><description>&lt;div&gt;Julio Cort&amp;aacute;zar morreu h&amp;aacute; 26 anos. Como &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel, depois desse tempo todo, reunir uma miscel&amp;acirc;nea de in&amp;eacute;ditos grande o suficiente para formar um livro de 450 p&amp;aacute;ginas? &amp;Eacute; o que se pergunta, no pr&amp;oacute;logo destes &lt;em&gt;Pap&amp;eacute;is inesperado&lt;/em&gt;s (Civiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira, 490 pp., R$ 62,90), Carles &amp;Aacute;lvarez Garriga, que organizou o volume ao lado da vi&amp;uacute;va, Aurora Bern&amp;aacute;rdez. A resposta, ele mesmo d&amp;aacute; ao contar uma pequena hist&amp;oacute;ria da vida liter&amp;aacute;ria. Garriga conversava animadamente com Aurora, no apartamento dela, no 15eme arrondissement, em Paris, na antev&amp;eacute;spera do Natal de 2006. Falavam de Cort&amp;aacute;zar (1914-1984), claro, quando a vi&amp;uacute;va mostrou ao visitante uma velha c&amp;ocirc;moda, abriu uma gaveta abarrotada... e come&amp;ccedil;aram a surgir pap&amp;eacute;is. &amp;Agrave; medida que as gavetas iam sendo esvaziadas, ela perguntava ao interlocutor, pasmo com a descoberta, se ele j&amp;aacute; havia visto tal e tal artigo, se conhecia este conto original, se havia lido uma determinada autoentrevista de Julio, etc. O conte&amp;uacute;do da c&amp;ocirc;moda foi colocado, primeiro sobre a velha mesa em que Cort&amp;aacute;zar escrevera sua obra-prima, &lt;em&gt;O jogo da amarelinha&lt;/em&gt;; depois, esparramado pelo ch&amp;atilde;o do quarto. Era um tesouro, em desordem completa, e que precisava ser avaliado, selecionado e, em seguida, divulgado. O volume, aparecido em 2009 e agora publicado em portugu&amp;ecirc;s pela Civiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira sai em forma de almanaque, isto &amp;eacute;, no estilo heterog&amp;ecirc;neo que era um dos prediletos do pr&amp;oacute;prio Cort&amp;aacute;zar.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Luiz Zanin Oricchio</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58558</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58558</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Amor é tema de &lt;i&gt;O acidente&lt;/i&gt;, de Ismail Kadaré</title><description>&lt;div&gt;N&amp;atilde;o seria exagero descrever &lt;em&gt;O acidente&lt;/em&gt; (Companhia das Letras, 232 pp., R$ 47 &amp;ndash; Trad: Bernardo Joffily), &amp;uacute;ltimo romance de Ismail Kadar&amp;eacute;, que acaba de ser lan&amp;ccedil;ado no Brasil, como singular. Trata-se, para ser mais preciso, da exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o da exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A primeira, &amp;eacute; seu tema: o amor. Poucos, ou talvez nenhum dos 45 romances escritos por Kadar&amp;eacute; ao longo de quase 50 anos de carreira, explorou de forma t&amp;atilde;o desvelada, t&amp;atilde;o direta, os mist&amp;eacute;rios e alternativas da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre um homem, Bessfort, e uma mulher, Rovena. Sua hist&amp;oacute;ria, claro, n&amp;atilde;o prescinde da hipervigil&amp;acirc;ncia do Estado, da ideia de conspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o, da paranoia oficial que sequestra a verdade, temas que servem como fio condutor na literatura do mestre alban&amp;ecirc;s. Mas &amp;eacute; o amor, ou melhor, um beijo, o seu ponto de partida. A segunda exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute;, claro, sua grife. Ismail Kadar&amp;eacute; &amp;eacute; apontado por cr&amp;iacute;ticos de todo o mundo como um dos injusti&amp;ccedil;ados pelo Pr&amp;ecirc;mio Nobel. Diante da perspectiva de encontrar um dos ficcionistas mais respeitados do globo, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; outra alternativa al&amp;eacute;m de devorar seus livros mais essenciais, informar-se sobre sua vida, suas influ&amp;ecirc;ncias est&amp;eacute;ticas e suas tend&amp;ecirc;ncias art&amp;iacute;sticas mais recentes. Entretanto, ao ser recebido por Kadar&amp;eacute; em sua resid&amp;ecirc;ncia no Boulevard Saint-Michel, em Paris, dogmas jornal&amp;iacute;sticos ficam &amp;agrave; porta. Aos 74 anos, o escritor mostra-se falante e descontra&amp;iacute;do. Com esse esp&amp;iacute;rito, toma a dianteira e faz a primeira pergunta. Fica t&amp;aacute;cito, ent&amp;atilde;o: esta ser&amp;aacute; uma conversa, n&amp;atilde;o uma entrevista. Para ler na &amp;iacute;ntegra, &lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,amor-e-tema-de-o-acidente-de-ismail-kadare,572164,0.htm"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Andrei Netto</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58559</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58559</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A ginga perfeita dos donos da bola</title><description>&lt;div&gt;Enquanto o English Team sofria para passar &amp;agrave;s oitavas contra a Eslov&amp;ecirc;nia, o escoc&amp;ecirc;s Andrew Jennings desfiava o sarcasmo adquirido ao longo da vida de rep&amp;oacute;rter investigativo na Inglaterra, na BBC e em grandes jornais. Com a pontaria muito mais calibrada que a dos artilheiros desta Copa do Mundo, o jornalista vai relatando casos de corrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o que apurou para produzir seus tr&amp;ecirc;s livros sobre o Comit&amp;ecirc; Ol&amp;iacute;mpico Internacional (COI) e outro sobre a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Internacional de Futebol (Fifa) &amp;ndash; mesmo sendo o &amp;uacute;nico jornalista do mundo banido das coletivas da entidade desde 2003. Um dos esc&amp;acirc;ndalos relatados por ele em 2006, no livro &lt;em&gt;Foul! The Secret World of Fifa&lt;/em&gt; (HarperSport, 400 pp., 9,99 libras - n&amp;atilde;o traduzido no Brasil), teve um desfecho na sexta-feira. Altos dirigentes da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;aacute;xima do futebol receberam propina, admitiu a Justi&amp;ccedil;a su&amp;iacute;&amp;ccedil;a. Mas eles n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o punidos porque a lei do pa&amp;iacute;s, que &amp;eacute; sede da Fifa, permitia o &amp;ldquo;bicho&amp;rdquo; na &amp;eacute;poca. Os figur&amp;otilde;es pagar&amp;atilde;o apenas os custos legais e suas identidades n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o reveladas. &amp;ldquo;&amp;Eacute; por isso que meu segundo livro sobre o tema ser&amp;aacute; uma compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fifa com o crime organizado&amp;rdquo;, conta. Ele optou por publicar a obra depois das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es na entidade, em maio de 2011, embora duvide que algu&amp;eacute;m v&amp;aacute; enfrentar o dono da bola, Joseph Blatter. &amp;ldquo;Ningu&amp;eacute;m ousa desafiar a Fifa porque eles controlam o dinheiro. E a imprensa cala&amp;rdquo;, dispara Jennings. Leia a &lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,a-ginga-perfeita-dos-donos-da-bola,572511,0.htm"&gt;entrevista completa&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Flavia Tavares</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58567</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58567</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Invasão literária em São Paulo</title><description>S&amp;atilde;o Paulo ser&amp;aacute; invadida por livros gigantes na primeira semana de agosto. Os exemplares t&amp;ecirc;m mais de 1,80 de altura e servir&amp;atilde;o para propagandear a Bienal do Livro na cidade, informa a coluna Direto da Fonte.</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Sonia Racy</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58549</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58549</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Livro de contos ajudará desabrigados do Nordeste</title><description>Ronaldo Correia de Brito, Raimundo Carrero, Alberto Mussa e Marcelino Freire est&amp;atilde;o entre os 19 ficcionistas confirmados para a colet&amp;acirc;nea &lt;em&gt;Tempo bom&lt;/em&gt;, cuja renda ser&amp;aacute; revertida aos moradores de Alagoas e Pernambuco que ficaram desabrigados com as chuvas dos &amp;uacute;ltimos dias. O projeto foi idealizado na segunda-feira pelo escritor pernambucano Sidney Rocha e j&amp;aacute; tem editora, a paulistana Iluminuras; como os autores, ela abriu m&amp;atilde;o do porcentual nos lucros. Rocha quer mandar o material para a gr&amp;aacute;fica na pr&amp;oacute;xima quarta e p&amp;ocirc;r o livro (ainda sem pre&amp;ccedil;o definido) &amp;agrave; venda nos primeiros dias de julho. Por curiosidade, o escritor tem um conto num projeto similar que a Garimpo Editorial organiza - mas este, em prol do Rio e do Haiti, foi iniciado em mar&amp;ccedil;o e n&amp;atilde;o deve sair antes de agosto.</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58551</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58551</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Outro livro de Pedro Bandeira vai virar filme</title><description>&lt;div&gt;De acordo com a coluna Babel, Pedro Bandeira acaba de assinar contrato para a adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seu mais famoso livro juvenil, &lt;em&gt;A droga da obedi&amp;ecirc;ncia&lt;/em&gt;. O longa ser&amp;aacute; coproduzido pela REC Produtores (respons&amp;aacute;vel por Cinema, Aspirinas e Urubus) e a Gullane (Carandiru). A obra, de 1984, teve mais de 1,5 milh&amp;atilde;o de c&amp;oacute;pias vendidas. &lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58552</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58552</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Conrad contra o tempo</title><description>&lt;div&gt;A Conrad corre para lan&amp;ccedil;ar a tempo da Flip a colet&amp;acirc;nea &lt;em&gt;Meus problemas com as mulheres&lt;/em&gt;, de Robert Crumb, e, na Bienal, uma colet&amp;acirc;nea de hist&amp;oacute;rias de Aline, mulher dele, conta a coluna Babel.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58553</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58553</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Cia. das Letras vai lançar HQ de &lt;i&gt;A divina comédia&lt;/i&gt;</title><description>Uma vers&amp;atilde;o em HQ para &lt;em&gt;A divina com&amp;eacute;dia&lt;/em&gt;, de Dante, que sai em agosto nos EUA, teve direitos comprados pela Companhia das Letras, informa a coluna Babel. O respons&amp;aacute;vel por ilustrar o Inferno, o Purgat&amp;oacute;rio e o Para&amp;iacute;so do cl&amp;aacute;ssico foi Seymour Chwast, conhecido como &amp;quot;o designer canhoto&amp;quot; e estreante em graphic novels.</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58554</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58554</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>O Brasil na Biblioteca Mundial</title><description>&amp;Eacute; da Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Biblioteca Nacional o arquivo mais acessado na &lt;a href="http://www.wdl.org/en/"&gt;World Digital Library&lt;/a&gt;, projeto de digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de livros, manuscritos e acervos visuais e sonoros de bibliotecas de 55 pa&amp;iacute;ses, relata a coluna Babel. Trata-se de um mapa da Espanha e de Portugal de 1810. Juntos, todos os documentos dispon&amp;iacute;veis tiveram 67 milh&amp;otilde;es de visualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es desde abril de 2009, quando o site entrou no ar.</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Raquel Cozer</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58555</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58555</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Haroldo de Campos muito além da plataforma concretista</title><description>&lt;div&gt;&amp;Eacute; bem conhecida a afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Nietzsche sobre a utilidade do esquecimento. Sem ele, diz sua formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nossa mem&amp;oacute;ria seria sobrecarregada de datas, nomes e fatos ociosos. Mas o fil&amp;oacute;sofo dos bigodes pensava em termos de Europa. Se ele soubesse do Brasil, verificaria que por aqui sua advert&amp;ecirc;ncia seria redundante. Os tr&amp;oacute;picos n&amp;atilde;o costumam cultivar a mem&amp;oacute;ria. Considerando portanto a (im)propriedade da mem&amp;oacute;ria nacional, seria inexplic&amp;aacute;vel que as obras de Haroldo de Campos continuem a estar nas grandes livrarias caso desconhec&amp;ecirc;ssemos o empenho conjunto de sua vi&amp;uacute;va e de seu filho, junto &amp;agrave; presen&amp;ccedil;a da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica paulista Casa das Rosas &amp;mdash; aqueles t&amp;ecirc;m-se encarregado de reunir o esp&amp;oacute;lio de Haroldo, e esta, de publiciz&amp;aacute;-lo. &lt;em&gt;O segundo arco-&amp;iacute;ris branco&lt;/em&gt;, (Iluminuras, 288 pp., R$ 47) faz parte deste esfor&amp;ccedil;o conjunto. Lan&amp;ccedil;ado por uma editora pequena, a Iluminuras, que escolhe seu acervo com extremo cuidado, o livro &amp;eacute; apresentado por Davi Arrigucci Jr. e prefaciado por Flora S&amp;uuml;ssekind. A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Arrigucci reserva a agrad&amp;aacute;vel surpresa de mostrar que o cr&amp;iacute;tico paulista foi capaz de superar as diverg&amp;ecirc;ncias que tem manifestado quanto &amp;agrave; poesia concreta, enquanto o pref&amp;aacute;cio de Flora confirma o interesse e a intelig&amp;ecirc;ncia com que sempre cercou a polifac&amp;eacute;tica produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Haroldo. (Luiz Costa Lima &amp;eacute; professor de Literatura Comparada da Uerj e da PUC-Rio, autor de &lt;em&gt;O controle do imagin&amp;aacute;rio &amp;amp; a afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do romance&lt;/em&gt; (Companhia das Letras), entre outros livros)&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Luiz Costa Lima</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58566</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58566</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Um dos destaques da Flip, Terry Eagleton ataca a militância ateísta</title><description>&lt;div&gt;Mais conhecido cr&amp;iacute;tico liter&amp;aacute;rio de seu pa&amp;iacute;s, e uma das principais atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es da pr&amp;oacute;xima Festa Liter&amp;aacute;ria Internacional de Paraty (Flip), o ingl&amp;ecirc;s Terry Eagleton &amp;eacute; um acad&amp;ecirc;mico c&amp;eacute;lebre pela habilidade com que explica e (muitas vezes) ironiza os argumentos mais complexos dos principais pensadores contempor&amp;acirc;neos. Seu livro mais popular, &lt;em&gt;Teoria liter&amp;aacute;ria: uma introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt; (Martins Martins Fontes, esgotado), &amp;eacute; um best-seller internacional com mais de um milh&amp;atilde;o de exemplares vendidos desde a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em 1983. Em Paraty, no entanto, Eagleton far&amp;aacute; uma palestra sobre uma figura de interesse um tanto mais amplo do que o p&amp;oacute;s-estruturalismo franc&amp;ecirc;s ou a teoria da recep&amp;ccedil;&amp;atilde;o alem&amp;atilde;: Deus. Aos 67 anos, Eagleton mant&amp;eacute;m-se um marxista irremitente, mas em seus &amp;uacute;ltimos textos o materialismo hist&amp;oacute;rico tem se feito acompanhar por um inesperado retorno &amp;agrave;s preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es religiosas de sua juventude, quando ele chegou a participar da funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o da importante revista cat&amp;oacute;lica de esquerda Slant. Famoso tamb&amp;eacute;m pela verve de polemista, ele se tornou nos &amp;uacute;ltimos anos um opositor convicto do ate&amp;iacute;smo militante que se espalhou pelos EUA e pela Europa em rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao islamismo radical e &amp;agrave; prega&amp;ccedil;&amp;atilde;o anticient&amp;iacute;fica da direita religiosa americana. Sua defesa da religi&amp;atilde;o, por&amp;eacute;m, nada tem da ret&amp;oacute;rica vociferante dos l&amp;iacute;deres terroristas ou dos televangelistas a la Pat Robertson. O ataque ao que ele chama de neoate&amp;iacute;smo foi estendido em 2009 no livro &lt;em&gt;Reason, &lt;/em&gt;&lt;em&gt;faith and revolution&lt;/em&gt;, ainda sem previs&amp;atilde;o de lan&amp;ccedil;amento no Brasil. Por telefone, Eagleton conversou com O Globo sobre a obra (acesso para assinantes).&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Miguel Conde</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58560</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58560</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Obras reveem o advogado e combatente Luiz Gama</title><description>&lt;div&gt;Escravo liberto que conquistou respeito por sua for&amp;ccedil;a intelectual e pela habilidade, como advogado, em libertar negros cativos muito antes da Lei &amp;Aacute;urea, Luiz Gama (1830-1882) foi o primeiro vulto abolicionista do pa&amp;iacute;s. Mulato autodeclarado negro em plena escravid&amp;atilde;o, poeta sat&amp;iacute;rico, l&amp;iacute;der republicano, &amp;eacute; intrigante que sua figura continue subestimada na galeria das personalidades hist&amp;oacute;ricas do pa&amp;iacute;s, com reconhecimento quase restrito ao movimento negro, ao mundo jur&amp;iacute;dico e &amp;agrave; ma&amp;ccedil;onaria, outro setor em que atuou. No anivers&amp;aacute;rio de 180 anos do nascimento de Gama, comemorados na &amp;uacute;ltima segunda (21), dois lan&amp;ccedil;amentos engordam a relativamente parca bibliografia a seu respeito. Do advogado Nelson C&amp;acirc;mara, &lt;em&gt;Luiz Gama: o advogado dos escravos&lt;/em&gt; (Lettera, 316 pp., R$ 39,90), com pref&amp;aacute;cio de Miguel Reale J&amp;uacute;nior, agrega &amp;agrave; biografia transcri&amp;ccedil;&amp;otilde;es das defesas de Gama, garimpadas no arquivo do Tribunal de Justi&amp;ccedil;a de SP. Militante do movimento negro, o soci&amp;oacute;logo e professor Luiz Carlos Santos escreveu para a &lt;em&gt;Cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o Retratos do Negro no Brasil&lt;/em&gt; o perfil biogr&amp;aacute;fico &lt;em&gt;Luiz Gama&lt;/em&gt; (Selo Negro/Summus, 120 pp., R$ 21), em que sintetiza sua trajet&amp;oacute;ria &amp;uacute;nica ressaltando-lhe o car&amp;aacute;ter combativo na luta contra a discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ra&amp;ccedil;a. Traz as &amp;iacute;ntegras da carta autobiogr&amp;aacute;fica que Gama escreveu a pedido do amigo L&amp;uacute;cio de Mendon&amp;ccedil;a e do comovente artigo em que Raul Pomp&amp;eacute;ia descreve o enterro do abolicionista, que reuniu 3.000 pessoas numa S&amp;atilde;o Paulo de 40 mil habitantes.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Fabio Victor</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58562</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58562</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Brasília esconde coleção de obras raras de Goethe</title><description>&lt;div&gt;Em um lugar que faria tremer bibli&amp;oacute;filos, uma sala inapropriada e sem acesso p&amp;uacute;blico escondida em Bras&amp;iacute;lia, repousa um tesouro. Trata-se de uma rara cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o de obras de e sobre Johann Wolfgang Goethe (1749-1832). O conjunto de livros, 6 mil volumes, foi comprado pelo governo brasileiro h&amp;aacute; quase 40 anos e, desde ent&amp;atilde;o, foi pouco ou nada pesquisado. Repletos de mofo e empilhados de forma desorganizada em uma sala da biblioteca do Minist&amp;eacute;rio da Justi&amp;ccedil;a, os 4.183 t&amp;iacute;tulos da cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o jamais foram tratados. Pouco se sabe sobre os livros - Minist&amp;eacute;rio da Justi&amp;ccedil;a, Instituto Goethe e embaixada alem&amp;atilde; em Bras&amp;iacute;lia n&amp;atilde;o souberam responder. O adido cultural da Alemanha, Holger Klitzing, conheceu o acervo, que ele considera &amp;quot;impressionante&amp;quot;, ap&amp;oacute;s an&amp;aacute;lise feita em 2006 pelo professor Willi Bolle, da USP. &amp;quot;&amp;Eacute; possivelmente a mais importante biblioteca goethiana na Am&amp;eacute;rica Latina. H&amp;aacute; uma s&amp;eacute;rie de edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es originais e de capricho est&amp;eacute;tico especial&amp;quot;, disse Bolle. A cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi organizada pelo m&amp;eacute;dico e professor carioca Fernando Rodrigues da Silveira, morto em 1970. German&amp;oacute;filo, ele adquiriu parte dos livros diretamente na Alemanha. Ap&amp;oacute;s a morte de Silveira, sua filha p&amp;ocirc;s a cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; venda. A livreira Margarete Cardoso, 69, que atua com obras raras desde 1960, participou da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em 1971, feita pela livraria Kosmus, no Rio. &amp;quot;O ent&amp;atilde;o ministro da Justi&amp;ccedil;a, Alfredo Buzaid, frequentava a livraria e gostou muito dos livros&amp;quot;, conta Margarete. O minist&amp;eacute;rio pagou Cr$ 80.000, valor que hoje equivaleria a quase R$ 70 mil - o pre&amp;ccedil;o real, estimam livreiros, seria muito maior.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Lucas Ferraz</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58544</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58544</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Gullar pode ser Nobel?</title><description>&lt;div&gt;O poeta Ferreira Gullar afirmou &amp;agrave; coluna Painel de Letras que sua candidatura ao Nobel de Literatura dever&amp;aacute; ser reapresentada em Estocolmo em 2011. Segundo o autor, as publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na Su&amp;eacute;cia, dois anos atr&amp;aacute;s, de seu &lt;em&gt;Poema sujo&lt;/em&gt; e, mais recentemente, de uma antologia po&amp;eacute;tica e da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da revista Karavan -&amp;mdash;com dossi&amp;ecirc; dedicado a ele- levaram escritores e professores do pa&amp;iacute;s a propor a ideia. Gullar teve suas candidaturas registradas em 2002 e 2004. O fato de ter ganho neste ano o Cam&amp;otilde;es, principal pr&amp;ecirc;mio a autores de l&amp;iacute;ngua portuguesa, tamb&amp;eacute;m pesa.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Marcos Flamínio Peres</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58545</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58545</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Portugal faz lobby por Prêmio Nobel</title><description>&lt;div&gt;A pol&amp;ecirc;mica surgiu nesta semana no Di&amp;aacute;rio de Not&amp;iacute;cias (Lisboa), que disse j&amp;aacute; haver, em Portugal, lobbies de apoio &amp;agrave; candidatura de Lobo Antunes e, no Brasil, &amp;agrave; de Rubem Fonseca. O presidente da Academia Brasileira de Letras, Marcos Vinicios Vila&amp;ccedil;a, disse &amp;agrave; coluna Painel de Letras que &amp;quot;Portugal precisa superar esse ci&amp;uacute;me de suas duas principais cria&amp;ccedil;&amp;otilde;es: &lt;em&gt;Os Lus&amp;iacute;adas&lt;/em&gt; e o Brasil. Sobre Lobo Antunes: &amp;quot;&amp;Eacute; melhor que Saramago&amp;quot;. Sobre Fonseca: &amp;quot;Um &amp;oacute;timo nome&amp;quot;. Sobre brasileiros &amp;quot;nobeliz&amp;aacute;veis&amp;quot;: &amp;quot;Nem sob tortura digo isso!&amp;quot;.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Marcos Flamínio Peres</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58546</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58546</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Google digitaliza mais um acervo</title><description>Em neg&amp;oacute;cio de&amp;nbsp;30 milh&amp;otilde;es de euros, O Google escanear&amp;aacute; 400 mil obras da Biblioteca Nacional da &amp;Aacute;ustria, que tem um dos cinco maiores acervos de literatura dos s&amp;eacute;culos 16 a 19, informa a coluna Painel de Letras.</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Marcos Flamínio Peres</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58547</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58547</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A confissão do italiano inventor de entrevistas</title><description>&lt;div&gt;&amp;ldquo;Agrada-me ser o campe&amp;atilde;o italiano da mentira&amp;rdquo;. Com essa frase desafiadora, o jornalista Tommaso Debenedetti confessou, em entrevista ao jornal espanhol &lt;a href="http://www.elpais.com/articulo/reportajes/gusta/ser/campeon/italiano/mentira/elpepusocdmg/20100606elpdmgrep_5/Tes"&gt;El Pa&amp;iacute;s&lt;/a&gt;, ter inventado nos &amp;uacute;ltimos anos entrevistas com numerosos escritores e personalidades, entre eles Paul Auster, Philip Roth, Mikhail Gorbatchov e o Dalai Lama. Em entrevista ao rep&amp;oacute;rter Miguel Mora, Debenedetti justificou-se dizendo que pretendia ser um &amp;ldquo;jornalista cultural honrado&amp;rdquo;, mas que como n&amp;atilde;o conseguia trabalhos resolveu recorrer &amp;agrave; fabula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, relata a coluna No Prelo.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Mànya Millen e Miguel Conde</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58568</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58568</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Kledir, música e literatura</title><description>O cantor e compositor ga&amp;uacute;cho Kledir, que tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; autor de dois livros &amp;mdash; &lt;em&gt;O pai invis&amp;iacute;vel&lt;/em&gt; (Objetiva) e &lt;em&gt;Tipo assim&lt;/em&gt; (RBS Publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es) &amp;mdash; decidiu investir diariamente na palavra escrita. E falada. Botou no ar o &lt;a href="http://blogdokledir.blogspot.com/"&gt;Blog do Kledir&lt;/a&gt;, onde pretende concentrar suas atividades liter&amp;aacute;rias e &amp;ldquo;desdobramentos&amp;rdquo; &amp;mdash; cr&amp;ocirc;nicas, videocr&amp;ocirc;nicas e audiocr&amp;ocirc;nicas. Entre os posts recentes est&amp;atilde;o a divertida cr&amp;ocirc;nica &amp;ldquo;Futebol e sexo&amp;rdquo;, conta a coluna No Prelo.</description><source>O Globo</source><author>Mànya Millen e Miguel Conde</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58548</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58548</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>&lt;i&gt;Divagações&lt;/i&gt;, de Stéphane Mallarmé, ganha tradução brasileira</title><description>&lt;em&gt;Divaga&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/em&gt; (UFSC, 270 pp., R$ 41), &amp;uacute;nico livro em prosa escrito por St&amp;eacute;phane Mallarm&amp;eacute;, publicado pouco antes de sua morte em 1897, ganha tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira. O investimento &amp;eacute; da editora da UFSC, que publica o trabalho de Fernando Scheibe &amp;ndash; professor, pesquisador, poeta &amp;ndash; desenvolvido em seis anos de p&amp;oacute;s-doutoramento na Unicamp. O livro tem apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Scheibe e dois ensaios, entre eles o valioso &amp;ldquo;O t&amp;uacute;nel, o poeta e seu pal&amp;aacute;cio de vidro&amp;rdquo;, de Marcos Siscar, que passa em revista a fortuna cr&amp;iacute;tica de Mallarm&amp;eacute; e atualiza o valor de sua releitura. Apresentado por Mallarm&amp;eacute; como &amp;ldquo;um livro como deles n&amp;atilde;o gosto, aqueles esparsos e privados de arquitetura&amp;rdquo;, &lt;em&gt;Divaga&amp;ccedil;&amp;otilde;es &lt;/em&gt;re&amp;uacute;ne textos, muitos reescritos, &amp;ldquo;distra&amp;iacute;dos de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o corrente&amp;rdquo;, acrescidos, rejuntados, refundidos, publicados em diversos peri&amp;oacute;dicos, entre eles Revue Blanche e Revue Wagn&amp;eacute;rienne, como informado pelo pr&amp;oacute;prio Mallarm&amp;eacute; na se&amp;ccedil;&amp;atilde;o Bibliografia, que inclui um painel do contexto de escrita e de recep&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos textos. Ainda na nota de apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Mallarm&amp;eacute; adverte o leitor que, embora a impress&amp;atilde;o de bricolagem, &amp;ldquo;as divaga&amp;ccedil;&amp;otilde;es aparentes tratam de um tema de pensamento &amp;uacute;nico&amp;rdquo;. Esse tema &amp;uacute;nico, para o tradutor brasileiro, diz respeito &amp;agrave;s possibilidades pol&amp;iacute;ticas da poesia. (Ieda Magri &amp;eacute; ficcionista, autora do livro &lt;em&gt;Tinha uma coisa aqui&lt;/em&gt; (7Letras) e doutoranda em literatura brasileira).</description><source>Jornal do Brasil</source><author>Ieda Magri</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58563</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58563</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Perdão da dívida de J. G. Ballard</title><description>Autor de &lt;em&gt;Crash &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;O terrorista do mil&amp;ecirc;nio&lt;/em&gt;, J. G. Ballard, quando morreu em abril do ano passado, deixou d&amp;iacute;vidas fiscais no valor aproximado de 350 mil libras, conta a coluna Informe Ideias. Em troca do perd&amp;atilde;o, a fam&amp;iacute;lia de Ballard dou &amp;agrave; Biblioteca Nacional do Reino Unido manuscritos, cartas, cadernos de notas e at&amp;eacute; os boletins escolares do futuro escritor.</description><source>Jornal do Brasil</source><author>Alvaro Costa e Silva</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58556</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58556</guid><pubDate>Sat, 26 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Keats foi poeta, sonhou e amou na vida</title><description>&lt;div&gt;Na Inglaterra, na Austr&amp;aacute;lia e na Nova Zel&amp;acirc;ndia, a hist&amp;oacute;ria &amp;eacute; razoavelmente conhecida - o romance entre o poeta John Keats e sua musa, Fanny Brawne, ultrapassa a hist&amp;oacute;ria da literatura. Havia o risco - essa hist&amp;oacute;ria 100% rom&amp;acirc;ntica teria condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de interessar ao p&amp;uacute;blico n&amp;atilde;o necessariamente de l&amp;iacute;ngua inglesa? Em Cannes, no ano passado, a diretora Jane Campion admitia que valia a pena ter arriscado. A resposta dos espectadores - jornalistas de todo o mundo - havia superado sua expectativa mais otimista. &amp;Eacute; verdade que Brilho de Uma Paix&amp;atilde;o, Bright Star, que estreia hoje em S&amp;atilde;o Paulo, &amp;eacute; o melhor filme da autora desde os sucessos do come&amp;ccedil;o de sua carreira, com obras como Um Anjo em Minha Mesa e O Piano, que ganhou a Palma de Ouro em Cannes. &lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Luiz Carlos Merten</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58543</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58543</guid><pubDate>Fri, 25 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Queremos o livro em papel! </title><description>&lt;div&gt;A Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira da Ind&amp;uacute;stria Gr&amp;aacute;fica e mais 20 entidades lan&amp;ccedil;aram, nesta quinta (24), em S&amp;atilde;o Paulo, uma contraofensiva em favor do livro em papel, conta Galeno Amorim. Batizada de Campanha de Valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Papel e da Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Impressa, a iniciativa quer barrar um dos argumentos prediletos dos defensores do livro digital &amp;ndash; que os livros em papel estariam afetando duramente o meio ambiente. O trunfo da Abigraf e entidades que v&amp;atilde;o desde a C&amp;acirc;mara Brasileira do Livro at&amp;eacute; a Abrelivros &amp;eacute; um estudo da Universidade Federal de Vi&amp;ccedil;osa (RJ) que mostra que o uso de papel para impress&amp;atilde;o n&amp;atilde;o provoca desmatamento no Brasil. Isto porque, por aqui, a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de celulose e papel &amp;eacute; sustentada por florestas plantadas em &amp;aacute;reas espec&amp;iacute;ficas para essa finalidade. Que acabam por absorver 1 bilh&amp;atilde;o de toneladas de carbono da atmosfera a cada ano.&lt;/div&gt;</description><source>Blog do Galeno</source><author>Galeno Amorim</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58539</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58539</guid><pubDate>Fri, 25 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>MinC vai mudar o Fundo Nacional de Cultura</title><description>&lt;div&gt;Em ano eleitoral, O Minist&amp;eacute;rio da Cultura decidiu promover, nas pr&amp;oacute;ximas semanas, altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es no Fundo Nacional de Cultura (FNC) sem aguardar a tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Congresso da reforma proposta pela pasta, informa a coluna Avant Premi&amp;egrave;re. Por meio de portaria, ser&amp;atilde;o institu&amp;iacute;dos os oito novos fundos setoriais previstos no projeto que reformula as regras atuais da Lei Rouanet. Nos novos fundos criados est&amp;atilde;o contempladas &amp;aacute;reas como artes c&amp;ecirc;nicas, m&amp;uacute;sica, patrim&amp;ocirc;nio, literatura e artes visuais.&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>João B. Caldeira e João M. Coelho</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58536</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58536</guid><pubDate>Fri, 25 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Nos palcos, Clarice, Nara, Simone de Beauvoir e outros</title><description>&lt;div&gt;O ritual de prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o leva duas horas, o que inclui a respira&amp;ccedil;&amp;atilde;o ofegante, o corpo em movimentos bruscos, gritos e mantras entoados sem parar. A maquiagem, produzida delicadamente com a ponta dos dedos, consome mais uma hora e meia. E nada disso transforma Beth Goulart na personagem que encarna em &amp;quot;Simplesmente Eu, Clarice Lispector&amp;quot;, mon&amp;oacute;logo cujo texto e dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o ela tamb&amp;eacute;m assina. &amp;quot;O mais delicado &amp;eacute; encontrar o impulso, a emo&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o estado de alma da personagem&amp;quot;, conta. &amp;quot;&amp;Eacute; essa emo&amp;ccedil;&amp;atilde;o que une uma alma com a outra.&amp;quot; S&amp;oacute; minutos antes de entrar em cena, fitando a plateia pelas frestas da cortina, a atriz encontra a emo&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o impulso de Clarice Lispector (1920-1977). Essa metamorfose c&amp;ecirc;nica, processo que s&amp;oacute; se desfaz ao rufar das palmas, &amp;eacute; o desafio que mais sete diferentes espet&amp;aacute;culos tamb&amp;eacute;m apresentam nos palcos brasileiros. &amp;Eacute; uma tend&amp;ecirc;ncia no circuito teatral: a vida real de escritores, poetas e m&amp;uacute;sicos transformada em dramaturgia. Nara Le&amp;atilde;o, Simone de Beauvoir, Noel Rosa, Vicente Celestino, Lamartine Babo e Fiodor Dostoi&amp;eacute;vski s&amp;atilde;o alguns dos personagens que voltam &amp;agrave; cena em espet&amp;aacute;culos nos quais a fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a realidade se misturam.&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>João Carlos Lopes</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58537</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58537</guid><pubDate>Fri, 25 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Fábula de Saul Bellow reúne humor e filosofia</title><description>&lt;div&gt;Depois de publicar o irresist&amp;iacute;vel &lt;em&gt;As Aventuras de Augie March&lt;/em&gt;, no ano passado, a Companhia das Letras agora lan&amp;ccedil;a outro romance cl&amp;aacute;ssico de Saul Bellow (1915-2005), &lt;em&gt;Henderson, o Rei da chuva&lt;/em&gt; (416 pp., R$ 58 &amp;ndash; Trad. Jos&amp;eacute; Geraldo Couto). Ambos chegam em tradu&amp;ccedil;&amp;otilde;es not&amp;aacute;veis, que reproduzem a escrita cheia de energia e exatid&amp;atilde;o do autor. Apesar de muito diferentes entre si, os dois livros transmitem o mesmo humor e o mesmo prazer de compartilhamento. &lt;em&gt;Henderson&lt;/em&gt;, al&amp;eacute;m disso, &amp;eacute; escancaradamente filos&amp;oacute;fico - suas especula&amp;ccedil;&amp;otilde;es, nas palavras de um cr&amp;iacute;tico, v&amp;atilde;o do sublime ao absurdo. Como nas melhores com&amp;eacute;dias. &lt;em&gt;Augie&lt;/em&gt;, de 1953, e &lt;em&gt;Henderson&lt;/em&gt;, de 1959, pertencem &amp;agrave; primeira fase da obra do escritor, filho de judeus russos, nascido no Canad&amp;aacute; e naturalizado americano. Ele j&amp;aacute; era ent&amp;atilde;o plenamente reconhecido nos Estados Unidos, mas nem tanto no resto do mundo, o que s&amp;oacute; viria a acontecer quando ganhou o Pr&amp;ecirc;mio Nobel de Literatura em 1976. Nessa fase inicial, Bellow prestava homenagens e pagava tributos &amp;agrave; literatura do s&amp;eacute;culo XIX, ainda que nada de anacr&amp;ocirc;nico sobrevivesse ao filtro de seu ouvido musical e atento &amp;agrave; fala das ruas.&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Márcio Ferrari</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58538</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58538</guid><pubDate>Fri, 25 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Rua José Saramago</title><description>&lt;div&gt;Eduardo Paes deu o nome de Jos&amp;eacute; Saramago a uma rua do Recreio, informa Ancelmo Gois. O colunista lembrou que o escritor andou criticando a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de muros nas favelas do Rio, defendida pelo prefeito.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Ancelmo Gois</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58541</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58541</guid><pubDate>Fri, 25 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Brasil na Biblioteca Digital Mundial</title><description>&lt;div&gt;Na coluna de hoje (25), Ancelmo Gois conta que o Brasil, representado por Muniz Sodr&amp;eacute;, foi eleito membro do comit&amp;ecirc; executivo da Biblioteca Digital Mundial, em Washington.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Ancelmo Gois</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58542</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58542</guid><pubDate>Fri, 25 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Neil Gaiman ganha o Carnegie e Freya Blackwood, o Kate Greenaway</title><description>&lt;div&gt;Neil Gaiman e Freya Blackwood foram os vencedores do CILIP Carnegie Medal e do Kate Greenaway Medal (para ilustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o), respectivamente. A cerim&amp;ocirc;nia de entrega dos dois pr&amp;ecirc;mios foi feita em conjunto no Bafta, em Londres, nesta quinta-feira (24). Gaiman ganhou por &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=57481"&gt;O livro do cemit&amp;eacute;rio&lt;/a&gt;&lt;/em&gt; (Rocco, 336 pp., R$ 39,50) e voou de Nova York para ir &amp;agrave; cerim&amp;ocirc;nia. Vinda da Austr&amp;aacute;lia, a ilustradora Freya Blackwood ganhou por &lt;em&gt;Harry &amp;amp; Hopper&lt;/em&gt;, de Margaret Wild (Scholastic). Os livros foram selecionados por bibliotec&amp;aacute;rios especializados em literatura infantil e &amp;eacute; tido como o mais importante pr&amp;ecirc;mio desse segmento. [lustra&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Freya podem ser conferidas em um livro editado no Brasil pela Galerinha Record &amp;ndash; &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.record.com.br/livro_sinopse.asp?id_livro=24164"&gt;&amp;Eacute; a cara da m&amp;atilde;e&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;]&lt;/div&gt;</description><source>The Bookseller</source><author>Caroline Horn</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58534</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58534</guid><pubDate>Fri, 25 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Eu sou a mosca</title><description>&lt;div&gt;Em fase de montagem do longa-metragem Raul Seixas -o In&amp;iacute;cio, o Fim e o Meio, a equipe do document&amp;aacute;rio incluiu uma cena, no depoimento do escritor Paulo Coelho, em que uma mosca invade o quadro justamente quando ele falava da can&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mosca na Sopa. Ao v&amp;ecirc;-la, o escritor disse para o inseto: &amp;quot;Fala a&amp;iacute;, Raul!&amp;quot;. Quem conta isso &amp;eacute; a M&amp;ocirc;nica Bergamo.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Mônica Bergamo</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58518</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58518</guid><pubDate>Thu, 24 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Sextante se prepara para o lançamento de Paulo Coelho</title><description>&lt;div&gt;
&lt;div&gt;E a editora Sextante vai publicar na internet o primeiro cap&amp;iacute;tulo do novo livro de Paulo Coelho, &lt;em&gt;O Aleph&lt;/em&gt;, informa M&amp;ocirc;nica Bergamo. Colocar&amp;aacute; no ar, a partir de amanh&amp;atilde;, um site com o texto dele, a foto da capa da obra, um mapa e um document&amp;aacute;rio sobre a ferrovia Transiberiana, tema da obra.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Mônica Bergamo</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58503</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58503</guid><pubDate>Thu, 24 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>O gato subiu no telhado... e italiano pode ficar fora da Flip</title><description>&lt;div&gt;Antonio Tabucchi, o escritor italiano autor de &lt;em&gt;Noturno indiano&lt;/em&gt; (Rocco, esgotado), est&amp;aacute; com um problema de coluna que pode tir&amp;aacute;-lo da escala&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Flip, em agosto, alerta Ancelmo Gois. Espera-se que, como Elano, o meia da nossa sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ele se recupere a tempo.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Ancelmo Gois</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58504</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58504</guid><pubDate>Thu, 24 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Prêmio Alquimista</title><description>&lt;div&gt;De acordo com Ancelmo Gois, Paulo Coelho fez uma parceria com a secret&amp;aacute;ria estadual de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Rio, Teresa Porto. Haver&amp;aacute; concurso para alunos e o vencedor do Pr&amp;ecirc;mio Alquimista ganhar&amp;aacute; mil euros. Os melhores textos v&amp;atilde;o virar livro.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Ancelmo Gois</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58505</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58505</guid><pubDate>Thu, 24 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Vendas de livros de Saramago disparam</title><description>&lt;div&gt;Com &lt;em&gt;Memorial do convento&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Caim&lt;/em&gt; nas m&amp;atilde;os, na fila de pagamento da Livraria Bertrand do Shopping das Amoreiras, em Lisboa, a banc&amp;aacute;ria Sofia Passos confirma um fen&amp;ocirc;meno registrado em Portugal desde a morte de Jos&amp;eacute; Saramago: em quatro dias, as vendas de seus livros aumentaram dez vezes. Balan&amp;ccedil;o parecido foi constatado em 1998, ap&amp;oacute;s o an&amp;uacute;ncio do Nobel de Literatura. Zeferino Coelho, da Editorial Caminho, que nos &amp;uacute;ltimos 30 anos publicou Saramago em Portugal, conta que as encomendas dispararam. &amp;ldquo;Normalmente as vendas de livros de Saramago j&amp;aacute; eram muito boas, mas foram reaquecidas ap&amp;oacute;s sua morte&amp;rdquo;, explica. O fen&amp;ocirc;meno tamb&amp;eacute;m se repetiu no Brasil. A Companhia das Letras, editora de quase todas as obras de Saramago no pa&amp;iacute;s, colocou 30 mil livros do autor no mercado entre sexta-feira e ontem &amp;mdash; um aumento de 450%, segundo a editora. Na Espanha, exemplares de &lt;em&gt;Levantado do ch&amp;atilde;o&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Hist&amp;oacute;ria do cerco de Lisboa&lt;/em&gt; se esgotaram desde sexta-feira passada e ser&amp;atilde;o reeditados. &lt;em&gt;A viagem do elefante&lt;/em&gt; seria publicado em agosto na Alemanha, mas o lan&amp;ccedil;amento foi antecipado para esta semana. Zeferino Coelho prev&amp;ecirc; para o dia 16 de novembro, quando o escritor portugu&amp;ecirc;s faria 88 anos, o lan&amp;ccedil;amento de &lt;em&gt;Saramago nas suas palavras&lt;/em&gt;, uma colet&amp;acirc;nea de artigos e entrevistas &amp;ldquo;que cobrem o seu pensamento&amp;rdquo;.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Sandra Cohen</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58510</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58510</guid><pubDate>Thu, 24 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Rio de Clarice</title><description>&lt;div&gt;Ancelmo Gois conta que a secretaria municipal de Cultura promove domingo o tour &amp;ldquo;O Rio de Clarice&amp;rdquo;, por lugares que marcaram vida e a obra de Clarice Lispector.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Ancelmo Gois</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58511</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58511</guid><pubDate>Thu, 24 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Livro com 11 peças de Leilah Assumpção tem lançamento hoje</title><description>&lt;div&gt;&amp;quot;Leve. Ficou muito leve&amp;quot;, comemora Leilah Assump&amp;ccedil;&amp;atilde;o, jogando o livro de um lado para o outro. &amp;quot;Acho que vai dar at&amp;eacute; para ler na cama.&amp;quot; Para desavisados, pode mesmo parecer estranho que a dramaturga consiga achar delgado um calhama&amp;ccedil;o de mais de 600 p&amp;aacute;ginas. Mas, se considerarmos o conte&amp;uacute;do da obra -11 pe&amp;ccedil;as, escritas ao longo de 40 anos de carreira, d&amp;aacute; at&amp;eacute; para entender o espanto de Leilah. &amp;quot;Imaginava que o livro sairia t&amp;atilde;o imenso que seria mais uma obra de pesquisa, para estudantes de teatro. Mas, acho que vamos conseguir vender para o p&amp;uacute;blico tamb&amp;eacute;m.&amp;quot; Com lan&amp;ccedil;amento marcado para hoje, &lt;em&gt;11 pe&amp;ccedil;as de Leilah Assump&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt; (Casa da Palavra, 608 pp., R$ 49) re&amp;uacute;ne desde seu primeiro texto, Vejo um Vulto na Janela, Me Acudam Que Eu Sou Donzela, criado ainda sob o impacto do golpe militar, em 1964, at&amp;eacute; o trabalho mais recente, Ilustr&amp;iacute;ssimo Filho da M&amp;atilde;e, de 2008. A &amp;uacute;nica pe&amp;ccedil;a a ficar de fora da sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi Seda Pura e Alfinetadas, concebida sob encomenda para Clodovil. &amp;quot;O texto at&amp;eacute; fez bastante sucesso na &amp;eacute;poca&amp;quot;, ela explica. &amp;quot;Mas a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o era dar ao livro uma coer&amp;ecirc;ncia, revelar a minha tem&amp;aacute;tica.&amp;quot; [O lan&amp;ccedil;amento ser&amp;aacute; hoje (23), &amp;agrave;s 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2.073 &amp;ndash; S&amp;atilde;o Paulo/SP)]&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Maria Eugênia de Menezes</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58489</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58489</guid><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Dilma e Chaves</title><description>&lt;div&gt;De acordo com Ancelmo Gois, no livro &lt;a href="http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58006"&gt;Seu Madruga: vila e obra&lt;/a&gt; (Mirabolante, 128 pp., R$ 33), de Pablo Kaschner, sobre o seriado mexicano &amp;ldquo;Chaves&amp;rdquo;, h&amp;aacute; um depoimento de Dilma Rousseff: &amp;ldquo;Vi muito Chaves. Assisti a todos epis&amp;oacute;dios. Minha filha s&amp;oacute; comia vendo o Chaves.&amp;rdquo;&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Ancelmo Gois</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58487</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58487</guid><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Um músico que se encontrou na literatura</title><description>&lt;div&gt;Russel Grown &amp;eacute; um homem consumido por uma cega ambi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ao ponto a que chegou, tudo o que lhe resta &amp;eacute; a sua ex-promissora e hoje decadente banda independente. O ano &amp;eacute; 2001, e ser um m&amp;uacute;sico sem contrato n&amp;atilde;o significa apenas estar numa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o lament&amp;aacute;vel. &amp;Eacute; ser v&amp;iacute;tima de um transtorno ps&amp;iacute;quico, uma doen&amp;ccedil;a mental silenciosa, cujos sintomas eclodem quando o sujeito est&amp;aacute; em fase terminal: aniquilado por sucessivas frustra&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A maioria dos jovens que se lan&amp;ccedil;am ao sonho de rockstar, no entanto, ignora que padece do problema. Protagonista do novo romance do ingl&amp;ecirc;s Tim Thornton, &lt;em&gt;Death of an unsigned band&lt;/em&gt; (&lt;span&gt;Jonathan Cape, 400 pp., dispon&amp;iacute;vel por enquanto em e-book por US$ 11), Grown faz parte da minoria e tem consci&amp;ecirc;ncia de que precisa resolver a quest&amp;atilde;o o mais r&amp;aacute;pido poss&amp;iacute;vel. &amp;ldquo;Em 1997, a minha vida era bem parecida. Uma vez eu estava indo encontrar a minha namorada e, honestamente, me lembro de ter pensado: &amp;lsquo;Isso n&amp;atilde;o tem nada a ver com a banda. Ser&amp;aacute; que eu devo ir?&amp;rsquo;, recorda Thornton, que no ano passado colheu elogios e compara&amp;ccedil;&amp;otilde;es a Nick Hornby pela sua primeira novela, &lt;em&gt;The alternative hero.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Luiz Felipe Reis</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58488</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58488</guid><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Mulher de malandro vira personagem de HQ</title><description>&lt;div&gt;Virou hist&amp;oacute;ria em quadrinhos o livro &lt;em&gt;Loucas de amor&lt;/em&gt; (Ideias a Granel, 160 pp., R$ 33), em que Gilmar Rodrigues conta a hist&amp;oacute;ria de mulheres que se apaixonam por serial killers presos, conta a coluna Gente Boa. &amp;ldquo;Elas trabalham com a ideia de que o cara, como est&amp;aacute; na pris&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; fugir delas.&amp;rdquo; O lan&amp;ccedil;amento &amp;eacute; s&amp;aacute;bado, na La Cucaracha (Rua Teixeira de Melo, 31 &amp;ndash; Loja H - Ipanema. Rio de Janeiro/RJ).&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58496</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58496</guid><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Fica mais difícil tirar zero na redação da Unicamp</title><description>&lt;div&gt;Com as mudan&amp;ccedil;as no vestibular da Unicamp, j&amp;aacute; no fim deste ano, o candidato ter&amp;aacute; uma probabilidade menor de ser eliminado na reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Agora, para perder o direito de seguir para a segunda etapa, &amp;eacute; preciso zerar nos tr&amp;ecirc;s textos exigidos na 1&amp;ordf; fase. Antes, como o candidato precisava desenvolver apenas um texto, estatisticamente a probabilidade de ser eliminado por fugir ao tema ou n&amp;atilde;o se adequar a um dos g&amp;ecirc;neros propostos era maior. &amp;quot;A exist&amp;ecirc;ncia de tr&amp;ecirc;s textos minimiza o n&amp;uacute;mero de prejudicados pela anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;, diz Maur&amp;iacute;cio Kleinke, coordenador de pesquisa da Comvest. No &amp;uacute;ltimo vestibular, 7% dos candidatos foram desclassificados do processo seletivo por zerar na reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Pela nova proposta, os tr&amp;ecirc;s textos ser&amp;atilde;o de g&amp;ecirc;neros distintos. Matilde Scaramucci, uma das idealizadoras das mudan&amp;ccedil;as na reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o, afirma que a Unicamp n&amp;atilde;o listar&amp;aacute; os g&amp;ecirc;neros que podem ser cobrados. &amp;quot;Mas n&amp;oacute;s nunca vamos pedir uma poesia ou um e-mail para um amigo.&amp;quot;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Patrícia Gomes</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58490</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58490</guid><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Biblioteca discute filmes baseados em obras obrigatórias </title><description>&lt;div&gt;A Biblioteca de S&amp;atilde;o Paulo (Av. Cruzeiro do Sul, 2.630 &amp;ndash; Santana &amp;ndash; S&amp;atilde;o Paulo/SP) promove mais tr&amp;ecirc;s aulas gratuitas do curso &amp;quot;Arte: literatura e cinema&amp;quot;, sempre &amp;agrave;s 19h. Hoje, o professor Erivaldo Santos debate o livro &lt;em&gt;Dom Casmurro&lt;/em&gt;, de Machado de Assis, e mostra trechos do filme &lt;em&gt;Capitu&lt;/em&gt;, dirigido por Paulo Saraceni. Para participar, basta que o interessado se apresente na recep&amp;ccedil;&amp;atilde;o da biblioteca. &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/fovest/fo2306201011.htm"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; e confira os livros que ser&amp;atilde;o abordados nas outras aulas.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58491</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58491</guid><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Filhas de Amyr Kink lançam livro em agosto</title><description>&lt;div&gt;As irm&amp;atilde;s Laura, Tamara (g&amp;ecirc;meas de 13 anos) e Marina, 10, filhas do navegador Amyr Klink, v&amp;atilde;o lan&amp;ccedil;ar em agosto o livro &lt;em&gt;F&amp;eacute;rias na Ant&amp;aacute;rtica&lt;/em&gt;, informa M&amp;ocirc;nica Bergamo. A obra, da Gr&amp;atilde;o Editora, mostra as experi&amp;ecirc;ncias das meninas acompanhando o pai ao continente gelado. Elas v&amp;atilde;o participar da Flip e da Bienal do Livro de SP.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Mônica Bergamo</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58494</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58494</guid><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Wikipédia faz mudanças contra vândalos digitais</title><description>&lt;div&gt;Para proteger a Wikip&amp;eacute;dia de baderneiros virtuais, que editam verbetes com informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es falsas, uma nova ferramenta de modera&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; em fase de testes, por dois meses, desde o dia 15. Batizada de Pending Changes, a novidade pretende filtrar as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es sugeridas em p&amp;aacute;ginas pol&amp;ecirc;micas -como as de celebridades ou de pol&amp;iacute;ticos, que costumam atrair grande n&amp;uacute;mero de modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es nem sempre bem-intencionadas. Nessas p&amp;aacute;ginas, apenas usu&amp;aacute;rios logados poder&amp;atilde;o editar informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e as sugest&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o liberadas somente por colaboradores que t&amp;ecirc;m o status de editor.&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Alexandre Orrico</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58495</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58495</guid><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Superman vai fazer peregrinação pelos EUA em novas histórias</title><description>&lt;div&gt;O homem de a&amp;ccedil;o vai peregrinar pelos EUA para se reconectar com as pessoas comuns, em um arco de hist&amp;oacute;rias em quadrinhos que ter&amp;aacute; como cen&amp;aacute;rios cidades e bairros sugeridos pelos leitores. Superman, um dos principais super-her&amp;oacute;is da editora DC, come&amp;ccedil;a a sua jornada em julho, na Filad&amp;eacute;lfia. Ele vai embarcar em uma viagem de 12 edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es por todo o pa&amp;iacute;s. Dan DiDio, um dos editores da DC, diz que o her&amp;oacute;i nascido em Krypton e criado no Kansas perdeu o contato &amp;ldquo;com as pessoas com quem ele cresceu, com a sua casa adotiva na Terra&amp;rdquo; e que ele vai &amp;ldquo;viajar pelos EUA para se reconectar&amp;rdquo;. Leitores podem enviar textos dizendo por que suas cidades ou bairros deveriam ser inclu&amp;iacute;das na s&amp;eacute;rie de hist&amp;oacute;rias chamada &amp;ldquo;Grounded&amp;rdquo;. A DC vai escolher nove vencedores.&lt;/div&gt;</description><source>Portal G1</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58507</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58507</guid><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Bauman em sua mais recente obra</title><description>&lt;div&gt;Zygmunt Bauman, em &lt;em&gt;Capitalismo parasit&amp;aacute;rio&lt;/em&gt; (Zahar, 96 pp., R$ 19), lega para a sociedade contempor&amp;acirc;nea mais uma contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o intelectual para a compreens&amp;atilde;o dos dispositivos degradantes da atual conjuntura ideol&amp;oacute;gica do dito &amp;ldquo;mundo l&amp;iacute;quido&amp;rdquo;, caracterizado pela perda dos referenciais da modernidade. No ensaio s&amp;atilde;o retomadas quest&amp;otilde;es persistentes de obras anteriores, sem que, no entanto, a pertin&amp;ecirc;ncia de se pensar esses problemas tenha perdido sentido, pois continuamos atrelados a um mecanismo civilizat&amp;oacute;rio que gera sobre a exist&amp;ecirc;ncia cada vez mais tra&amp;ccedil;os de medo, de inseguran&amp;ccedil;a p&amp;uacute;blica, assim como a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o angustiante do vazio existencial. Diante de uma l&amp;oacute;gica social movida pela vertiginosa rotatividade de bens de consumo, o indiv&amp;iacute;duo p&amp;oacute;s-moderno necessita adequar-se continuamente a novos padr&amp;otilde;es de gosto, criados continuamente pelo sistema ideol&amp;oacute;gico da moda, que imp&amp;otilde;e sua &amp;ldquo;moral secularizada&amp;rdquo; sobre a coletividade social. Conforme Bauman destaca com grande perspic&amp;aacute;cia, esse mecanismo da rotatividade de bens materiais se infiltrou tamb&amp;eacute;m nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es pessoais. Lidamos com seres humanos como se fossem coisas descart&amp;aacute;veis, tanto no &amp;acirc;mbito do mercado de trabalho como nas pr&amp;aacute;ticas amorosas. Trabalho l&amp;iacute;quido, amor l&amp;iacute;quido, exist&amp;ecirc;ncia l&amp;iacute;quida. &lt;small&gt;(*Renato Nunes Bittencourt &amp;eacute; doutor em filosofia pela UFRJ)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Jornal do Brasil</source><author>Renato Nunes Bittencourt*</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58486</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58486</guid><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Madeleine Albright escreverá livro de memórias de sua infância</title><description>&lt;div&gt;A ex-secret&amp;aacute;ria de Estado dos EUA Madeleine Albright vai escrever um livro de mem&amp;oacute;rias sobre os acontecimentos da primeira d&amp;eacute;cada de sua vida e o impacto que tiveram sobre ela, anunciou na quarta-feira a editora HarperCollins. Intitulado &lt;em&gt;While I Was Growing Up&lt;/em&gt;, o livro ser&amp;aacute; baseado nas recorda&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Albright e nas reflex&amp;otilde;es escritas de seus pais, al&amp;eacute;m de entrevistas com contempor&amp;acirc;neos sobre os anos entre 1937, quando ela nasceu, e 1948, disse a editora em comunicado &amp;agrave; imprensa. Albright, que hoje tem 73 anos, foi moldada pela tomada nazista da Tchecoslov&amp;aacute;quia, o Holocausto, o nascimento da era at&amp;ocirc;mica, a funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas e a ascens&amp;atilde;o do comunismo na Europa. Ela foi secret&amp;aacute;ria de Estado dos EUA no governo do ex-presidente Bill Clinton, entre 1997 e 2001. O livro ser&amp;aacute; publicado em 2012.&lt;/div&gt;</description><source>Reuters</source><author>Christine Kearney</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58509</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58509</guid><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Termômetro literário</title><description>&lt;div&gt;De acordo com a coluna Direto da Fonte, a Editora Rocco colhe depoimentos de Caetano Veloso, Lygia Fagundes Telles e Ferreira Gullar sobre seus contos preferidos de Clarice Lispector. Os relatos ser&amp;atilde;o publicados na colet&amp;acirc;nea &lt;em&gt;Clarice na Cabeceira &amp;ndash; Contos&lt;/em&gt;, que chega &amp;agrave;s livrarias no fim do ano.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Sonia Racy</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58465</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58465</guid><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>"Leite derramado" no teatro</title><description>&lt;div&gt;&lt;em&gt;Leite Derramado&lt;/em&gt;, de Chico Buarque, vai ganhar vers&amp;atilde;o teatral, adianta a coluna Direto da Fonte. Corre no MinC projeto de capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a montagem do texto.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Sonia Racy</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58466</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58466</guid><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Novo marketing descobre que o consumidor também é humano</title><description>&lt;div&gt;Enquanto o pessoal de finan&amp;ccedil;as ainda divide o corpo humano em bolso, carteira e conta banc&amp;aacute;ria, a turma do marketing come&amp;ccedil;a a descobrir que o ser humano &amp;eacute; algo mais complexo do que o apelo emocional das campanhas publicit&amp;aacute;rias sugerem. Quando gurus como Philip Kotler e Jack Trout come&amp;ccedil;am a falar em coisas como &amp;quot;valores humanos&amp;quot;, &amp;quot;a lucratividade deve ter como contrapartida a responsabilidade corporativa&amp;quot;, &amp;quot;c&amp;oacute;digo da alma&amp;quot; e &amp;quot;n&amp;atilde;o tente crescer meramente por crescer&amp;quot;, &amp;eacute; por que alguma coisa vem por a&amp;iacute;. Em &lt;em&gt;Marketing 3.0&lt;/em&gt; (Campus Elsevier, 215 pp., R$ 55), de Philip Kotler, Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, esse novo consumidor tem quatro componentes b&amp;aacute;sicos: &amp;quot;corpo f&amp;iacute;sico, mente capaz de pensamento e an&amp;aacute;lises independentes, cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o capaz de sentir emo&amp;ccedil;&amp;atilde;o e esp&amp;iacute;rito - a alma ou centro filos&amp;oacute;fico&amp;quot;. O que leva o novo marketing a trilhar o Caminho de Santiago s&amp;atilde;o as consequ&amp;ecirc;ncias da &amp;uacute;ltima crise financeira. Trout tamb&amp;eacute;m faz sua ode contra Wall Street em seu &lt;em&gt;Marketing - Em Busca do &amp;Oacute;bvio&lt;/em&gt; (M. Books. 216 pp., R$ 65). Sobram cr&amp;iacute;ticas tamb&amp;eacute;m para a nova gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de publicit&amp;aacute;rios e profissionais de marketing. Uns, porque sobrevalorizam a criatividade e outros porque n&amp;atilde;o suportam o peso do pr&amp;oacute;prio ego.&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Edson Pinto de Almeida</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58484</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58484</guid><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Feira do Livro de Ribeirão pode ter acesso controlado em 2011</title><description>&lt;div&gt;O balan&amp;ccedil;o da 10&amp;ordf; Feira do Livro de Ribeir&amp;atilde;o Preto, encerrada anteontem (20), pode indicar mudan&amp;ccedil;as para 2011. A principal delas seria controlar o acesso das entradas das pra&amp;ccedil;as onde ocorre o evento. Essa &amp;eacute; uma das solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es consideradas para um problema antigo dos livreiros, que refor&amp;ccedil;aram a mesma queixa neste ano: a circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de adolescentes, que bagun&amp;ccedil;am e atrapalham. Segundo Isabel de Farias, presidente da Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Feira do Livro, essa possibilidade foi discutida anteontem em reuni&amp;atilde;o com os livreiros. Para tentar reduzir as reclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos expositores, neste ano a funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o promoveu oficinas para adolescentes de 12 a 19 anos nos Est&amp;uacute;dios Kaiser de Cinema. Por&amp;eacute;m, a ades&amp;atilde;o ficou abaixo do esperado. A m&amp;eacute;dia variou de 600 a 800 jovens por dia, mas o local podia receber at&amp;eacute; mil estudantes em oficinas e sess&amp;otilde;es de cinema. Segundo os livreiros ouvidos pela Folha, neste ano houve queda nas vendas em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o ano passado. Entre as causas dessa retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o eles apontam, principalmente, a bagun&amp;ccedil;a dos adolescentes, que afugentam os leitores. &lt;small&gt;(Folha de S. Paulo, Ribeir&amp;atilde;o)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58464</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58464</guid><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Depois da Copa, a biografia de Braulio Pedroso</title><description>&lt;div&gt;A vida de Braulio Pedroso, que revolucionou a telenovela com &amp;ldquo;Beto Rockefeller&amp;rdquo; e &amp;ldquo;O Rebu&amp;rdquo;, sai depois da Copa do Mundo pela Cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o Aplauso, conta a Coluna Gente Boa. O livro &amp;eacute; assinado por Renato S&amp;eacute;rgio.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Joaquim Ferreira dos Santos</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58467</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58467</guid><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>André Vianco, 500 mil livros vendidos, assina com a Rocco</title><description>&lt;div&gt;Nem todo sonho com vampiros assassinos e monstros sanguin&amp;aacute;rios pode ser chamado de pesadelo. Eterno viciado em filmes de terror, o paulista Andr&amp;eacute; Vianco sonhava com essas criaturas o tempo todo, dormindo ou acordado, e cismou de lev&amp;aacute;-las para o papel. Correu atr&amp;aacute;s e, quando a febre pop de &amp;ldquo;Crep&amp;uacute;sculo&amp;rdquo; estourou, em 2008, ele j&amp;aacute; tinha um portf&amp;oacute;lio de t&amp;iacute;tulos publicados sobre os seres da noite. Hoje, Vianco &amp;eacute; o maior escritor brasileiro de terror. Vendeu mais de 500 mil livros em dez anos e acaba de assinar contrato com a Rocco, uma das principais editoras do pa&amp;iacute;s. &amp;ldquo;Quando comecei a publicar, Bella ainda estava no jardim de inf&amp;acirc;ncia (risos). N&amp;atilde;o sou oportunista, mas o sucesso de &amp;ldquo;Crep&amp;uacute;sculo&amp;rdquo; deu for&amp;ccedil;a ao g&amp;ecirc;nero vampiresco e eu vendi muito ano passado. Depois que ficam &amp;oacute;rf&amp;atilde;s de Stephenie (Meyer), as pessoas acabam correndo para os vampiros do titio Andr&amp;eacute;&amp;rdquo;, diz o autor, que tem 12 t&amp;iacute;tulos publicados e outros dois quase no prelo. O campe&amp;atilde;o de vendas de Vianco &amp;eacute; justamente seu primeiro livro, &lt;em&gt;Os sete&lt;/em&gt; (Novo S&amp;eacute;culo, 379 pp., R$ 39,90), de 2000, cuja primeira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de mil exemplares, foi totalmente bancada pelo autor, a duras penas. &lt;small&gt;(MegaZine)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>William Helal Filho </author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58468</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58468</guid><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A 'genealogia' de Nietzsche fica pop ao virar quadrinho</title><description>&lt;div&gt;Escrito por um dos nomes mais pol&amp;ecirc;micos da filosofia na atualidade, Michel Onfray, militante do ate&amp;iacute;smo e da libertinagem, &lt;em&gt;Nietzsche &amp;mdash; Se cr&amp;eacute;er libert&amp;eacute;&lt;/em&gt; (Le Lombard, 124 pp., 19 euros), graphic novel desenhada por Maximilien Le Roy, tomou a Fran&amp;ccedil;a de Ast&amp;eacute;rix de assalto, consagrando-se como leitura obrigat&amp;oacute;ria entre os f&amp;atilde;s de hist&amp;oacute;rias em quadrinhos do Velho Mundo. Encarado como &amp;ldquo;o melhor gibi de 2010&amp;rdquo; em enquetes quadrinh&amp;oacute;filas na internet, o luxoso &amp;aacute;lbum prop&amp;otilde;e um recorte biogr&amp;aacute;fico dos feitos intelectuais de Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844-1900), tra&amp;ccedil;ando o limite entre genialidade e loucura. Ainda n&amp;atilde;o h&amp;aacute; confirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil, mas corre pela Europa o boato de que a Companhia das Letras j&amp;aacute; est&amp;aacute; no p&amp;aacute;reo pela HQ, editada na B&amp;eacute;lgica em mar&amp;ccedil;o deste ano.&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Rodrigo Fonseca</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58469</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58469</guid><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Mãe de Michael Jackson se associa a empresário para lançar livro</title><description>&lt;div&gt;A m&amp;atilde;e do cantor Michael Jackson, Katherine, de 80 anos, se associou a um promotor de uma vers&amp;atilde;o er&amp;oacute;tica de cassinos na internet para publicar ainda esta semana um livro sobre o &amp;quot;rei do pop&amp;quot;, informou na segunda-feira, 21, o site TMZ, que trata de not&amp;iacute;cias sobre celebridades. Katherine conheceu Howard Mann no in&amp;iacute;cio do ano, e desde ent&amp;atilde;o mantiveram uma boa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o, at&amp;eacute; que o empres&amp;aacute;rio foi convidado a eventos familiares com os filhos do cantor. A sintonia entre as partes levou &amp;agrave; publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do primeiro livro da m&amp;atilde;e do cantor, &lt;em&gt;Never Can Say Good Bye: The Katherine Jackson Story&lt;/em&gt;, que est&amp;aacute; &amp;agrave; venda &lt;a href="http://www.jacksonsecretvault.com/"&gt;aqui&lt;/a&gt;. A obra inclui 150 p&amp;aacute;ginas cheias de fotografias in&amp;eacute;ditas do artista.&lt;/div&gt;</description><source>Estado.com</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58463</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58463</guid><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Concurso amigo</title><description>&lt;div&gt;A Blooks, livraria das mais bacanas do Rio de Janeiro e parceira do Literal, est&amp;aacute; convidando todo mundo a criar uma cr&amp;ocirc;nica sobre a amizade para concorrer a um pr&amp;ecirc;mio raro e extremamente afetivo: o melhor conto ganhar&amp;aacute; um exemplar de &lt;em&gt;Conversas sobre o tempo&lt;/em&gt;, em que os amigos Luis Fernando Verissimo e Zuenir Ventura conversam, mediados por Arthur Dapieve, sobre o tempo, os amores, a amizade. A vida, portanto. Mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; qualquer exemplar: o vencedor do concurso leva para casa uma c&amp;oacute;pia com dedicat&amp;oacute;ria dos tr&amp;ecirc;s. Leia o &lt;a target="_blank" href="http://blooks.com.br/2010/06/01/concurso-amizades-que-valem-uma-cronica/"&gt;regulamento&lt;/a&gt; no blog da livraria. A equipe da Blooks vai escolher tr&amp;ecirc;s cr&amp;ocirc;nicas que ser&amp;atilde;o submetidas em seguida ao voto popular. O concurso vai at&amp;eacute; o dia 30.&lt;/div&gt;</description><source>Portal Literal</source><author>Douglas Duarte</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58523</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58523</guid><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Livro escrito por mãe de Michael Jackson pode ser proibido</title><description>&lt;div&gt;Quando se trata do patrim&amp;ocirc;nio deixado por Michael Jackson, nem a sua m&amp;atilde;e, Katherine, possui plenos direitos. Prova disso &amp;eacute; que a matriarca havia anunciado que iria publicar um livro com fatos e imagens in&amp;eacute;ditas sobre o filho ainda nesta semana, mas tudo indica que o advogado respons&amp;aacute;vel pelos bens do Rei do Pop, Howard Weitzman, n&amp;atilde;o permitir&amp;aacute;, conforme informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o divulgada no blog Perez Hilton nesta ter&amp;ccedil;a-feira (22). Segundo o advogado, o executivo estaria tentando se aproveitar da amizade com a senhora Jackson para ganhar dinheiro &amp;agrave;s custas da mem&amp;oacute;ria de Michael. &lt;/div&gt;</description><source>JB Online</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58485</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58485</guid><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Amazon derruba o preço do Kindle enquanto o Nook toma a dianteira</title><description>&lt;div&gt;Perto de 750 mil e-readers sa&amp;iacute;ram das f&amp;aacute;bricas e foram para lojas de todo o mundo entre abril e maio deste ano, disse o Digital Research. Isso aconteceu depois que tanto Barnes &amp;amp; Noble quanto Amazon reduziram o pre&amp;ccedil;o de seus e-readers diante da competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o iPad. O Nook superou o Kindle, totalizando 37% das unidades contra 16%. Vendas internacionais atingiram 1,43 milh&amp;otilde;es de unidades no primeiro trimestre. O Nook 3G caiu de US$ 259 para US$ 199 e o Kindle 3G, de US$ 259 para US$ 189. Espera-se que a Sony tamb&amp;eacute;m lance um novo e-reader em julho, enquanto a Barnes &amp;amp; Noble vai acrescentar, ainda neste ano, um ou dois modelos entre em sua linha de produtos, disse o Digitimes Research.&lt;/div&gt;</description><source>The Bookseller</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58453</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58453</guid><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Pioneira do netbook entra na era do iPad</title><description>&lt;div&gt;Computadores min&amp;uacute;sculos t&amp;ecirc;m sido ben&amp;eacute;ficos para a Asustek. A companhia taiwanesa lan&amp;ccedil;ou em 2007 o primeiro netbook, os minilaptops de baixo pre&amp;ccedil;o que t&amp;ecirc;m sido o produto de crescimento mais acelerado no setor de PCs nos dois &amp;uacute;ltimos anos. Agora, parece que a locomotiva de crescimento dos netbooks est&amp;aacute; perdendo vigor. A fatia dos netbooks no mercado global de PCs provavelmente permanecer&amp;aacute; inalterada neste ano, em 12%, estima o International Data Corp (IDC). Em vez disso, os consumidores est&amp;atilde;o se aglomerando em torno de tablets como o iPad, que oferece grande parte das vantagens dos netbooks. Para a Asustek, isso significa tomar um grande impulso rumo aos tablets. Em 31 de maio, a Asustek revelou suas primeiras armas na batalha contra o iPad. A exemplo do aparelho da Apple, o Eee Pad - que estar&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel no pr&amp;oacute;ximo ver&amp;atilde;o - ter&amp;aacute; tela sens&amp;iacute;vel ao toque, um teclado integrado e recurso de videoconfer&amp;ecirc;ncia. Ao contr&amp;aacute;rio do iPad, a m&amp;aacute;quina Asus ostentar&amp;aacute; um processador Intel e usar&amp;aacute; o sistema operacional Windows 7. &lt;small&gt;(Bloomberg BusinessWeek)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Valor Econômico</source><author>Bruce Einhorn e Tim Culpan</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58441</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58441</guid><pubDate>Mon, 21 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Literatura une censor e censurado na África do Sul</title><description>&lt;div&gt;Quando os regimes totalit&amp;aacute;rios sucumbem, &amp;agrave;s vezes deixam, sem querer, pistas documentais que revelam o sombrio of&amp;iacute;cio da opress&amp;atilde;o. Assim foi com o Nobel sul-africano de Literatura J.M. Coetzee, como ouviu recentemente uma plateia na Universidade Americana de Paris, quando ele contou suas experi&amp;ecirc;ncias. &amp;quot;At&amp;eacute; quando eu tinha 50 anos, meus livros s&amp;oacute; podiam ser lidos por meus compatriotas sul-africanos depois de terem sido aprovados por um comit&amp;ecirc; de censores&amp;quot;, disse Coetzee, 70. Mas s&amp;oacute; por volta de 2008 um pesquisador acad&amp;ecirc;mico se ofereceu para mostrar a ele arquivos que havia descoberto, relativos a tr&amp;ecirc;s obras do escritor na d&amp;eacute;cada de 1970 e come&amp;ccedil;o da de 1980. Esses censores sul-africanos eram acad&amp;ecirc;micos - colegas, suspeitava Coetzee, que em casa ouviam Mozart enquanto liam Austen e Trollope, e que acreditavam estar &amp;quot;fazendo um bom trabalho&amp;quot;. Os leitores secretos, disse Coetzee, se viam como &amp;quot;um certo tipo de her&amp;oacute;i an&amp;ocirc;nimo&amp;quot;. &amp;quot;Os censores que liam os meus livros viam a si mesmos como guardi&amp;otilde;es da Rep&amp;uacute;blica das Letras tamb&amp;eacute;m&amp;quot;, disse Coetzee &amp;agrave; plateia. &amp;quot;Aos seus olhos, eles estavam do meu lado.&amp;quot; &lt;small&gt;(The New York Times)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Alan Cowell</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58457</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58457</guid><pubDate>Mon, 21 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Barnes &amp; Noble lança versão WiFi do Nook</title><description>&lt;div&gt;A Barnes &amp;amp; Noble lan&amp;ccedil;ou nesta segunda-feira (21) uma vers&amp;atilde;o WiFi de seu leitor de livros digitais Nook e reduziu o pre&amp;ccedil;o do modelo compat&amp;iacute;vel com redes celulares 3G diante de aumento na competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o no segmento que atravessa r&amp;aacute;pida expans&amp;atilde;o. A maior vendedora de livros especializados dos Estados Unidos em vendas definiu pre&amp;ccedil;o 149 d&amp;oacute;lares para a vers&amp;atilde;o WiFi e de 199 d&amp;oacute;lares para a vers&amp;atilde;o 3G. A decis&amp;atilde;o da livraria surge depois do lan&amp;ccedil;amento do iPad e enquanto a Borders Group se prepara para come&amp;ccedil;ar a operar sua pr&amp;oacute;pria loja de livros eletr&amp;ocirc;nicos. &lt;/div&gt;</description><source>Reuters</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58454</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58454</guid><pubDate>Mon, 21 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Toshiba lança portátil com 2 telas para brigar com iPad e Kindle</title><description>&lt;div&gt;A Toshiba lan&amp;ccedil;ou nesta segunda-feira (21) um computador port&amp;aacute;til de pequeno porte equipado com duas telas que pode ser usado como leitor eletr&amp;ocirc;nico. O aparelho, chamado &lt;a href="http://laptops.toshiba.com/laptops/libretto/W100"&gt;Libretto&lt;/a&gt;, coloca a empresa em competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o iPad e o Kindle. O produto pode ser usado tanto como um notebook convencional com uma das telas servindo como teclado virtual, quanto como leitor eletr&amp;ocirc;nico. Ele estar&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel para comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Jap&amp;atilde;o no final de agosto e, posteriormente, na Europa, Estados Unidos e outros mercados. O Libretto n&amp;atilde;o deve abalar o mercado de leitores eletr&amp;ocirc;nicos no curto prazo, considerando que a Toshiba ainda precisar&amp;aacute; firmar acordos com provedores de conte&amp;uacute;do. Entretanto, os executivos da empresa ressaltaram que o aparelho, que segundo eles deve ser vendido a 120 mil ienes (1.320 d&amp;oacute;lares) no Jap&amp;atilde;o --ante 489 d&amp;oacute;lares do Kindle e 499 d&amp;oacute;lares do iPad mais barato-- oferece mais do que uma experi&amp;ecirc;ncia de &amp;quot;consumo&amp;quot; passiva. Veja &lt;a href="http://laptops.toshiba.com/laptops/libretto/W100"&gt;galeria de fotos&lt;/a&gt; no site da empresa.&lt;/div&gt;</description><source>Reuters</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58455</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58455</guid><pubDate>Mon, 21 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Pateta é o novo goleiro da seleção de Patópolis</title><description>&lt;div&gt;A edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de junho do gibi &lt;em&gt;Mickey&lt;/em&gt; (Abril, 48 pp., R$ 2,95) traz duas aventuras futebol&amp;iacute;sticas, todas protagonizadas pelo Pateta. Em &amp;ldquo;Um Pateta no gol&amp;rdquo;, HQ de abertura, o melhor amigo do camundongo detetive &amp;eacute; observado pelo t&amp;eacute;cnico Zunga, da sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o de futebol de Pat&amp;oacute;polis, e convocado para atuar como goleiro na grande final do campeonato contra a equipe de Rat&amp;ocirc;nia. E em &amp;ldquo;O segredo dos Pelot&amp;otilde;es&amp;rdquo;, o aventureiro Indiana Pateta procura as ru&amp;iacute;nas de uma civiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o antiga que cultuava o futebol, enquanto conta a hist&amp;oacute;ria da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse esporte com aquele povo. &lt;em&gt;Mickey # 813&lt;/em&gt; chegar&amp;aacute; inicialmente nas bancas das regi&amp;otilde;es Sul e Sudeste. No restante do Brasil, somente em setembro.&lt;/div&gt;</description><source>Universo HQ</source><author>Marcus Ramone</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58470</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58470</guid><pubDate>Mon, 21 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Cartunista Plantu completa 38 anos de charge política no Le Monde</title><description>&lt;div&gt;A pol&amp;iacute;tica internacional tem tra&amp;ccedil;os tristes. A brisa at&amp;ocirc;mica que sopra do Ir&amp;atilde;, as amea&amp;ccedil;as de guerra da Coreia do Norte e o ataque israelense a um barco humanit&amp;aacute;rio na semana passada s&amp;atilde;o as provas recentes. Mas &amp;eacute; ineg&amp;aacute;vel que os atores desses dramas, vistos de perto, est&amp;atilde;o mais para caricaturas grotescas do que para bustos de bronze em pra&amp;ccedil;a p&amp;uacute;blica. Desnudar a fragilidade dos poderosos tem sido o m&amp;eacute;rito do cartunista franc&amp;ecirc;s Jean Plantureux, que h&amp;aacute; 38 anos publica as charges da primeira p&amp;aacute;gina do Le Monde, um dos mais tradicionais e influentes jornais do mundo. Plantu, como &amp;eacute; conhecido, far&amp;aacute; exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em S&amp;atilde;o Paulo, com inaugura&amp;ccedil;&amp;atilde;o prevista para o dia 27 de setembro. Apesar do entusiasmo com as novas tecnologias, o cartunista - que trabalhou na equipe do belga Herg&amp;eacute; - ainda prefere desenhar com l&amp;aacute;pis grafite e canetinhas coloridas sobre folhas de papel. A internet, segundo ele, tem sido a ferramenta preferida dos extremistas religiosos - crist&amp;atilde;os e mu&amp;ccedil;ulmanos - que sonham em exercer algum controle sobre o humor ocidental e a imprensa livre. Para ler a entrevista concedida ao Estad&amp;atilde;o, &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100620/not_imp569237,0.php"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>João Paulo Charleaux</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58422</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58422</guid><pubDate>Sun, 20 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Pedro Puntoni, o guardião da biblioteca de Mindlin</title><description>&lt;div&gt;Era julho de 2007. Pedro Puntoni havia acabado de ser nomeado diretor da Biblioteca Brasiliana Guita e Jos&amp;eacute; Mindlin e almo&amp;ccedil;ava na casa do empres&amp;aacute;rio e bibli&amp;oacute;filo Jos&amp;eacute; Mindlin. &amp;ldquo;Doutor Jos&amp;eacute;&amp;rdquo;, dirigiu-se ao bibli&amp;oacute;filo, &amp;ldquo;queria lhe dizer que me sinto muito honrado com o cargo, com tanta responsabilidade. E espero corresponder &amp;agrave; altura&amp;rdquo;. &amp;ldquo;Pedro, n&amp;oacute;s vamos ajud&amp;aacute;-lo&amp;rdquo;, ele respondeu. &amp;ldquo;Sei que este &amp;eacute; um peso enorme&amp;rdquo;. E naquele mesmo dia ficou acertado que Puntoni precisava &amp;quot;aprender a biblioteca&amp;quot;. A partir disso, quinta-feira havia um programa sagrado para o novo diretor. &amp;quot;Era o dia da semana em que eu passei a ir cedo &amp;agrave; casa dele e s&amp;oacute; sair de l&amp;aacute; no fim do dia&amp;quot;, relata. A biblioteca em quest&amp;atilde;o, com 17 mil t&amp;iacute;tulos - ou 40 mil volumes -, &amp;eacute; o maior e mais relevante acervo originalmente particular de livros do Brasil. Mindlin come&amp;ccedil;ou a form&amp;aacute;-lo aos 13 anos. A primeira miss&amp;atilde;o de Pedro foi coordenar um ousado plano interdisciplinar de digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acervo. Um scanner especial foi adquirido para isso. &amp;quot;Custou US$ 220 mil e tem capacidade para copiar 2,4 mil p&amp;aacute;ginas por hora&amp;quot;, detalha o engenheiro eletr&amp;ocirc;nico Edson Gomi. Pelo cronograma, a obra deve ficar pronta no fim de 2011. Ali, al&amp;eacute;m da biblioteca, funcionar&amp;aacute; o centro de digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e um ateli&amp;ecirc; de restauro de livros.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Edison Veiga</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58423</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58423</guid><pubDate>Sun, 20 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Para impedir a extinção das livrarias de Quartier Latin</title><description>&lt;div&gt;Poucos lugares no mundo s&amp;atilde;o t&amp;atilde;o ligados &amp;agrave; intelectualidade quanto Quartier Latin, em Paris. Ainda assim, a regi&amp;atilde;o enfrentou uma debandada de atividades ligadas &amp;agrave; academia: em 15 anos, o n&amp;uacute;mero de livrarias caiu de 300 para cerca de 150, segundo o prefeito da cidade, Bertrand Delan&amp;ouml;e, divulgou em seu blog. Cabe ao poder p&amp;uacute;blico fazer algo a respeito? Para Delan&amp;ouml;e, sem d&amp;uacute;vida que sim, afinal, Quartier Latin faz parte da &amp;quot;alma intelectual de Paris&amp;quot;. Em 2008, a prefeitura delegou a uma empresa de economia mista a tarefa de reverter esse processo. Essa esp&amp;eacute;cie de ag&amp;ecirc;ncia de fomento compra im&amp;oacute;veis e depois aluga a valores subsidiados. A contrapartida do locat&amp;aacute;rio &amp;eacute; instalar uma das atividades determinadas pela prefeitura - no caso, livrarias, pequenas editoras e espa&amp;ccedil;os culturais. A medida &amp;eacute; pol&amp;ecirc;mica. Seja como for, novas livrarias est&amp;atilde;o surgindo.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Iuri Pitta</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58424</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58424</guid><pubDate>Sun, 20 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Escritor Carlos Monsiváis morre aos 72</title><description>&lt;div&gt;Carlos Monsiv&amp;aacute;is, um dos mais populares escritores mexicanos, morreu ontem, na Cidade do M&amp;eacute;xico, aos 72 anos. Ele estava hospitalizado h&amp;aacute; meses com infec&amp;ccedil;&amp;atilde;o pulmonar. Monsiv&amp;aacute;is, que tamb&amp;eacute;m atuava como jornalista e cronista da hist&amp;oacute;ria mexicana, era conhecido pelas cr&amp;iacute;ticas ao governo de seu pa&amp;iacute;s. &lt;small&gt;(EFE, AP e AFP)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58425</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58425</guid><pubDate>Sun, 20 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Senac lança &lt;i&gt;Arquitetura ecológica&lt;/i&gt; na Bienal </title><description>&lt;div&gt;A Editora Senac vai apresentar, na Bienal do Livro, a vers&amp;atilde;o em portugu&amp;ecirc;s de &lt;em&gt;Arquitetura ecol&amp;oacute;gica&lt;/em&gt;, da arquiteta e jornalista francesa Dominique Gauzin-M&amp;uuml;ller, com 28 projetos sustent&amp;aacute;veis.&lt;/div&gt;</description><source>O Estado de S. Paulo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58426</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58426</guid><pubDate>Sun, 20 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Dilemas da edição póstuma</title><description>&lt;div&gt;E&amp;ccedil;a de Queir&amp;oacute;s achava que se deviam publicar de um homem c&amp;eacute;lebre at&amp;eacute; as &amp;quot;contas do alfaiate&amp;quot;. Quem conta isso &amp;eacute; o escritor Verg&amp;iacute;lio Ferreira [1916-96] num dos volumes dos seus di&amp;aacute;rios, &lt;em&gt;Conta-Corrente&lt;/em&gt;. Est&amp;aacute; a falar de uma discuss&amp;atilde;o que teve com a sua mulher, Regina Kasprzykowski, a prop&amp;oacute;sito da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do romance in&amp;eacute;dito de E&amp;ccedil;a de Queir&amp;oacute;s &lt;em&gt;A trag&amp;eacute;dia da Rua das Flores&lt;/em&gt;. Discutiam os dois se &amp;eacute; l&amp;iacute;cito ou n&amp;atilde;o publicar-se o que um autor rejeitou. Para Verg&amp;iacute;lio Ferreira, &amp;quot;um autor n&amp;atilde;o d&amp;aacute; garantias quase nenhumas (mormente quando grande autor) sobre a valia do que realiza. E n&amp;atilde;o h&amp;aacute; obra med&amp;iacute;ocre alguma de um autor que lhe destrua a obra superior&amp;quot;. Em Portugal, anda a discutir-se o tema. Por estas semanas, chegaram &amp;agrave;s livrarias dois in&amp;eacute;ditos do autor de &lt;em&gt;Para sempre&lt;/em&gt;, editados pela Quetzal: uma novela (&lt;em&gt;A curva de uma vida&lt;/em&gt;, 1938, a primeira hist&amp;oacute;ria que escreveu) e um romance (&lt;em&gt;Promessa&lt;/em&gt;, de 1947). &amp;Eacute; um acontecimento. Passados tantos anos depois da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;Cartas a Sandra&lt;/em&gt;, o &amp;uacute;ltimo romance do Pr&amp;ecirc;mio Cam&amp;otilde;es 1992, j&amp;aacute; sa&amp;iacute;ram do seu esp&amp;oacute;lio um &lt;em&gt;Di&amp;aacute;rio in&amp;eacute;dito&lt;/em&gt; e essas duas obras. &lt;em&gt;Promessa&lt;/em&gt;, que teve como primeiro t&amp;iacute;tulo &lt;em&gt;Sequ&amp;ecirc;ncia&lt;/em&gt;, &amp;eacute; o &amp;uacute;nico romance in&amp;eacute;dito completo que existe no esp&amp;oacute;lio. A decis&amp;atilde;o de o trazer a p&amp;uacute;blico n&amp;atilde;o foi f&amp;aacute;cil de tomar para a equipa de investigadores e professores, que est&amp;aacute; a estudar, catalogar e anotar a sua obra. No seu di&amp;aacute;rio, Verg&amp;iacute;lio Ferreira escreveu: &amp;quot;Saber como se errou, progrediu, hesitou - tudo s&amp;atilde;o modos de ampliar o conhecimento de um autor. De qualquer modo, se um artista n&amp;atilde;o quer que se lhe conhe&amp;ccedil;a a obra, destrua-a ele.&amp;quot; E Verg&amp;iacute;lio Ferreira n&amp;atilde;o destruiu a sua. &lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Isabel Coutinho</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58439</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58439</guid><pubDate>Sun, 20 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>As pilhérias literárias de Carlos &amp; Carlos Sussekind</title><description>&lt;div&gt;O carioca Carlos Sussekind de Mendon&amp;ccedil;a Filho, 76, &amp;eacute; uma esp&amp;eacute;cie de saci liter&amp;aacute;rio. Entre as traquinagens de sua lavra, a que mais lhe d&amp;aacute; orgulho &amp;eacute; a da &amp;quot;correspond&amp;ecirc;ncia machadiana do al&amp;eacute;m&amp;quot;, executada h&amp;aacute; cinco d&amp;eacute;cadas. O cr&amp;iacute;tico Augusto Meyer nem era de seu c&amp;iacute;rculo de amigos, mas, na condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de autoridade em Machado de Assis, tornou-se alvo da patuscada. Carlos escolheu, entre as valiosas cartas de Machado herdadas do av&amp;ocirc; (L&amp;uacute;cio de Mendon&amp;ccedil;a, fundador da Academia Brasileira de Letras), uma que contivesse vagas men&amp;ccedil;&amp;otilde;es familiares que pudessem passar como relativas a Meyer. Envelopou-a e remeteu-a ao intelectual, endere&amp;ccedil;ada com pena Malet e nanquim, caligrafia rebuscada e o nome: &amp;quot;Joaquim Maria M. de Assis&amp;quot;. A brincadeira consistia em imaginar com que cara ficaria Meyer ao receber, pelo correio, uma carta endere&amp;ccedil;ada a ele do punho de seu &amp;iacute;dolo. Ao longo da entrevista concedida &amp;agrave; Folha, numa tarde de ventania em Copacabana, o escritor fez revela&amp;ccedil;&amp;otilde;es e admitiu que as brincadeiras, em sua maioria, tinham como objetivo conquistar teimosas donzelas. Foi o que ele quis com a carta de Machado para Augusto Meyer. Sua maquina&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais bem-sucedida, por&amp;eacute;m, &amp;eacute; &lt;em&gt;Armadilha para Lamartine&lt;/em&gt; (Companhia das Letras, 360 pp., R$ 61), romance de 1975. A autoria &amp;eacute; creditada a &amp;quot;Carlos &amp;amp; Carlos Sussekind&amp;quot;, j&amp;aacute; que o romancista se baseia no di&amp;aacute;rio do pai, proeminente jurista de mesmo nome. Sussekind Filho adulterou passagens, trocou nomes de pessoas, situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e refer&amp;ecirc;ncias, compondo uma narrativa meio ficcional e meio verdadeira, que se concentra em acontecimentos referentes ao ano de 1955. A cr&amp;iacute;tica da &amp;eacute;poca foi positiva e o livro ganhou notoriedade entre leitores seletos, que o julgaram extraordin&amp;aacute;rio. &lt;/div&gt;</description><source>Folha de S. Paulo</source><author>Vanessa Barbara e André Conti</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58440</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58440</guid><pubDate>Sun, 20 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>Editoras investem em títulos eróticos para mulheres </title><description>&lt;div&gt;Durante a interna&amp;ccedil;&amp;atilde;o no setor de proctologia de um hospital alem&amp;atilde;o onde se recupera de uma cirurgia, Helen Memel, de 18 anos, passa o tempo bolando fantasias sexuais com a equipe de enfermeiros. A interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi necess&amp;aacute;ria por causa de um acidente que ela mesma causou com um barbeador quando tentava raspar os pelos das partes &amp;iacute;ntimas. A hist&amp;oacute;ria fict&amp;iacute;cia &amp;eacute; narrada em &lt;em&gt;Zonas &amp;uacute;midas&lt;/em&gt; (Objetiva, 208 pp., R$ 36,90), da alem&amp;atilde; Charlotte Roche e apenas um dos t&amp;iacute;tulos (nacionais e estrangeiros) que engrossam a lista de publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es er&amp;oacute;ticas voltadas para o p&amp;uacute;blico feminino &amp;mdash; mais recente fil&amp;atilde;o das editoras. Al&amp;eacute;m de romances, h&amp;aacute; relatos de mulheres sobre suas experi&amp;ecirc;ncias sexuais, hist&amp;oacute;rias em quadrinhos, manual com ensinamentos de posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e at&amp;eacute; uma esp&amp;eacute;cie de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de autoajuda do prazer. T&amp;iacute;tulos que podem n&amp;atilde;o chegar no hall da literatura er&amp;oacute;tica de Henry Miller e Charles Bukowski, mas que prometem muita divers&amp;atilde;o para quem aprecia o g&amp;ecirc;nero. Na Livraria da Travessa, a maioria das mulheres que procura por esses t&amp;iacute;tulos tem mais de 30 anos e j&amp;aacute; chega com o nome do livro que quer. &amp;ldquo;As que passam por aqui n&amp;atilde;o aparentam nenhuma timidez&amp;rdquo;, conta o livreiro Antonio Berto, da Travessa de Ipanema. &lt;small&gt;(Revista O Globo)&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;</description><source>O Globo</source><author>Redação</author><category>Clipping</category><link>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58434</link><guid>http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=58434</guid><pubDate>Sun, 20 Jun 2010 00:00:00 GMT</pubDate></item><item><title>A história de Julita no comando das prisões cariocas</title><description>&lt;div&gt;A soci&amp;oacute;loga Julita Lemgruber e Anabela Paiva acabam de entregar &amp;agrave; Editora Record os originais de &lt;em&gt;A dona das chaves&lt;/em&gt;. De acordo com Ancelmo Gois, o livro conta a hist&amp;oacute;ria de Julita no comando das pris&amp;otilde;es do Rio de Janeiro na primeira metade dos anos 1990.&lt;/div&gt;</description>