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PublishNews 26/06/2018
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PublishNews, Leonardo Neto, 26/06/2018

Emenda ao Projeto de Lei prevê que 3% da arrecadação bruta das loterias federais seja destinada ao Fundo Nacional Pró-Livro | © Wilson Dias / Agência BrasilNo início de junho, o presidente Michel Temer assinou medida provisória que reduziu a destinação de recursos das Loterias Federais para financiamento de projetos via Fundo Nacional de Cultura. Segundo prevê o documento presidencial, o valor cairia de 3% para 0,5%, a partir de 2019. A diferença iria para a Segurança Pública. Paralelamente a essa história, corre no Congresso Nacional o Projeto de Lei (PL) 1.321 de 2011, que prevê a criação do Fundo Nacional Pró-Leitura (FNPL), destinado à captação de recursos que sejam empregados na formação de leitores e na democratização do acesso ao livro. O PL está nesse momento na Comissão de Cultura (CCULT) da Câmara dos Deputados. O deputado Tadeu Alencar (PSB / PE) apresentou nesta segunda-feira (25) duas emendas ao PL. Uma delas prevê que 3% da arrecadação bruta dos concursos de prognósticos e das loterias federais sejam destinados ao FNPL. O pernambucano justifica a sua emenda dizendo que é preciso que os recursos do FNPL sejam expressivos. Pelo texto atual, desconsiderando as sugestões do deputado Tadeu, os recursos para composição do Fundo virão do próprio Tesouro Nacional, de doações; legados, subvenções e auxílios de entidades, inclusive de organismos internacionais. Essa sugestão do deputado será submetida em votação na própria Comissão de Cultura, onde, segundo fontes ouvidas pelo PublishNews, poderá até ser aprovada. Na sequência, a matéria passa pelas comissões de Finanças e Tributação (CFT) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), onde deverá enfrentar dificuldades. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 26/06/2018

Desde 2014, a Liga Brasileira de Editoras (Libre) e a Nuvem de Livros vão juntas para a Flip. No ano passado, a Casa Libre & Nuvem de Livros levou para o evento nomes como Lázaro Ramos, Conceição Evaristo e Roger Mello que discutiram sobre suas experiencias de leitura. Com o mote Leitura, gesto político, a casa pretende este ano reforçar o debate feminista e para isso, recebe as escritoras Bella Prudencio (na foto ao lado), Eliana Alves Cruz e Livia Magalhães, na mesa Lugar de mulher é onde ela quiser. Cada uma tratará de sua experiência sobre o tema no dia 28 de julho, às 18h, com mediação da editora Lizandra Magon de Almeida. A atração é um complemento da programação oficial do festival, que homenageará a feminista Hilda Hilst. A casa funcionará de 26 a 30 de julho, das 11h às 22h, na Rua da Lapa, 8, no Centro Histórico de Paraty. A Bibliomundi, Metabooks e Forma Certa apoiam o espaço.

PublishNews, Redação, 26/06/2018

Dois dos principais roteiristas da TV brasileira participam da 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo (3 a 12/08): Walcyr Carrasco, autor da última novela das 21h O outro lado do paraíso, e Adriana Falcão, responsável por sucessos como A Grande Família e O Auto da Compadecida. No encontro que acontece no dia 4, às 13h30, na Arena Cultural BIC® eles falarão sobre a relação da literatura com outras formas de arte como as produções audiovisuais, sobretudo criações para a TV e o cinema. Além de roteiristas, ambos também são autores de livros consagrados. Entre eles, a autobiografia Em busca de um sonho e Anjo de quatro patas, de Walcyr Carrasco, publicados pela Editora Moderna; e o best-seller Mania de explicação e Luna Clara & Apolo Onze, de Adriana Falcão, pela Editora Salamandra. Os ingressos já estão à venda pelo site oficial do evento.

PublishNews, Redação, 26/06/2018

O Centro Cultural e de Estudos Superiores Aúthos Pagano (Rua Tomé de Souza, 997 – Alto da Lapa São Paulo / SP) abriu as inscrições para uma oficina de contos. Ministrado pela socióloga e autora Ivana Arruda Leite, o curso gratuito é direcionado à todas as pessoas que desejam conhecer mais sobre o gênero literário e exercitar a escrita. Além de conhecer aspectos teóricos, o participante descobrirá novos autores e, a partir de diversos temas e técnicas, conseguirá aprimorar suas histórias em formato de conto. As aulas acontecem às terças e quintas, de 17 a 31 de julho, das 15h às 17h. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail agenda@centroculturalauthospagano.org.br.

PublishNews, Redação, 26/06/2018

© Pauliana V. PimentelGonçalo Tavares estreou na literatura aos 31 anos e hoje é autor de 30 livros | © Pauliana V. PimentelO Sempre um Papo e o Sesc 24 de Maio (Rua 24 de Maio, 109 – São Paulo / SP) recebem logo mais o escritor Gonçalo Tavares para um debate sobre o tema Literatura e Imagens e para falar sobre seus livros. Ensaísta, dramaturgo, professor e escritor, considerado uma das grandes vozes do romance português contemporâneo, com obras traduzidas para mais de 30 línguas, em 46 países, Gonçalo nasceu em Luanda, Angola, tendo se mudado logo a seguir para Portugal. Estreou na literatura aos 31 anos e hoje é autor de 30 livros. É vencedor de diversas premiações internacionais, com destaque para o Prix de Meilleur Livre Étranger 2010, por Aprender a rezar na era da técnica (Companhia das Letras). O encontro acontece às 19h30 e tem entrada gratuita. Amanhã (27), ele segue para o Fliaraxá onde fica até domingo cumprindo agenda de diversas atividades. 

PublishNews, Redação, 26/06/2018

A Livraria Zaccara (Rua Cardoso de Almeida – São Paulo / SP) recebe logo mais, às 19h, o lançamento do livro Com armas sonolentas (Companhia das Letras, 272 pp, R$ 54,90), de Carola Saavedra. A obra gira em torno de três mulheres: Anna, uma aspirante a atriz, de origem humilde, que vê num cineasta alemão a possibilidade de ser levada a sério e ter fama e reconhecimento; a melancólica Maike, uma jovem alemã que, sem razão aparente, resolve estudar português na universidade — para o desgosto dos pais, advogados — e descobre aos poucos que sua improvável ligação com a língua e o Brasil é cada vez mais forte; e ainda uma terceira personagem, sem nome, que aos catorze anos é obrigada pela mãe a deixar sua casa no interior de Minas para trabalhar como doméstica numa casa de família no Rio de Janeiro. São três mulheres muito distintas, mas fortemente interligadas, que experimentam uma situação crescente de abandono e exílio — seja geográfico, seja emocional. 

PublishNews, Redação, 26/06/2018

Tulipa Ruiz e China são músicos. Ela paulista. Ele pernambucano. Juntos, eles criaram o livro Carlos viaja (Jubarte / Impressões de Minas, 68 pp, R$ 30), que conta a história do cachorro Carlos que embarca numa viagem pelo Brasil, indo de carro de São Paulo até Pernambuco. No caminho, cruza Minas e Bahia, conhece as montanhas, as cachoeiras e o sertão. O livro, que tem textos de China, ganhou as ilustrações de Tulipa. Esse lado desenhista da cantora que já é dona de quatro discos já era conhecido dos leitores do Le Monde Diplomatique Brasil. Ela colabora ilustrando o periódico. O livro será lançado no próximo sábado (30), na Biblioteca Pública Estadual de Minas (Praça da Liberdade, 21 – Belo Horizonte / MG), a partir das 10h, com a presença dos dois artistas.

PublishNews, Redação, 26/06/2018

No centenário de nascimento da poeta e tradutora Dora Ferreira da Silva (1918 - 2006), a Casa das Rosas (Av. Paulista, 37 – São Paulo / SP) presta sua homenagem à escritora paulista no dia 8 de julho, das 10h às 17h. O evento Dora – 100 anos terá uma extensa programação artístico-cultural, incluindo palestras, roda de conversa, apresentações musicais, lançamento de livros e performances poéticas. Dora se dedicou a vida toda à poesia e ao ensaio, além de traduzir a obra de autores como Carl Gustav Jung, fundador da psicologia analítica. Seu primeiro livro de poesias foi Andanças, publicado em 1970, e sua primeira obra prestigiada foi Poemas da estrangeira, que ganhou o Prêmio Jabuti em 1995. A programação começa com a palestra Dora Ferreira da Silva e a consciência da época na poesia brasileira, seguida pela palestra A correspondência entre Carlos Drummond de Andrade e Dora Ferreira da Silva, ministrada por Lyza Brasil, pesquisadora do Instituto Moreira Sales (IMS). Todas as atividades são livres, gratuitas e abertas ao público do museu.

“Minha experiência é que quando falo para crianças ou jovens, são eles que ganham. Mas quando falo para adultos quem ganha sou eu, porque, finda a palestra, o público me traz um precioso feedback sobre o meu trabalho.”
Marina Colasanti
Escritora brasileira
1.
As aventuras na Netoland com Luccas Neto
2.
A sutil arte de ligar o foda-se
3.
O milagre da manhã
4.
Atenção : o maior ativo do mundo
5.
Combate espiritual
6.
Felipe Neto - A vida por trás das câmeras
7.
Seja foda!
8.
O poder da autorresponsabilidade
9.
Me poupe!
10.
Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente
 
PublishNews, Redação, 26/06/2018

A Copa do Mundo é tema da edição de junho do jornal Cândido, editado pela Biblioteca Pública do Paraná (BPP). Cinco escritores brasileiros produziram textos de ficção e não ficção a partir de imagens feitas nas quatro edições mais recentes do Mundial — material produzido pela equipe de fotógrafos do jornal Gazeta do Povo e que faz parte da mostra A vida se conta em Copas, em cartaz na BPP até julho. Além do especial sobre a Copa do Mundo, a edição 83 também traz outros destaques. Na série de entrevistas “Os Editores”, Roberto Gomes lembra as atividades da Criar Edições, selo que marcou época no cenário editorial do Paraná. A coleção Roteiro Literário, idealizada pelo selo Biblioteca Paraná, publica em breve um livro sobre Paulo Leminski (1944-1989), de autoria do poeta e ensaísta Rodrigo Garcia Lopes. E, nesta edição, o Cândido reproduz um fragmento da obra que destaca a relação de Leminski com a cidade de Curitiba. Para fechar, o escritor e jornalista Marcio Renato dos Santos escreve sobre a trajetória de Graça Aranha (1868-1931), autor do clássico Canaã e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras (ABL).

PublishNews, Redação, 26/06/2018

Dois dos maiores escritores de fantasia do século XX, J.R.R. Tolkien e C.S. Lewis venderam juntos mais de 250 milhões de exemplares de suas sagas O Senhor dos Anéis e As crônicas de Nárnia. Tolkien e Lewis, muito diferentes tanto no temperamento quanto no estilo de escrita, tiveram, ao longo de quase 40 anos, uma relação conturbada, marcada por afinidades, ressentimentos e influências mútuas. Sem o encorajamento de Lewis, Tolkien jamais teria escrito O Senhor dos Anéis; por outro lado, toda a ficção de Lewis é profundamente marcada pelas ideias de Tolkien. Em O dom da amizade (HarperCollins, 304 pp, R$ 49,90 – Trad.: Ronald Kyrmse), o professor e jornalista inglês Colin Duriez conta os bastidores dessa relação de amor e ódio.

PublishNews, Redação, 26/06/2018

Autorretrato e outras crônicas (Record, 256 pp, R$ 39,90), de Carlos Drummond de Andrade, foi o primeiro livro a ser impresso no então recém-inaugurado parque gráfico da editora Record, em 1989. O poeta havia morrido dois anos antes e a coletânea viria a ser uma homenagem póstuma, com textos inéditos. Organizada por Fernando Py, a obra trazia crônicas escritas num largo período, entre 1943 a 1970, e publicadas na revista Leitura, no Correio da Manhã e no Jornal do Brasil. Esta nova edição, autorizada pelos herdeiros e pela nova casa editorial que abriga a obra de Drummond, será única e comemorativa dos 75 anos do Grupo Editorial Record. No livro, foi incluído um encarte feito a partir de pesquisas no acervo da família Machado, proprietária da Record, da própria editora e da obra do autor guardada pela Casa de Rui Barbosa. A capa da primeira edição, a folha de rosto com um selo do sesquicentenário de Machado de Assis, cartas trocadas entre o editor Alfredo Machado e Drummond e ainda contratos de livros assinados pelo poeta estão entre as pérolas encontradas nos arquivos e que agora vêm a público no livro.

PublishNews, Redação, 26/06/2018

Autor dos best-sellers Autoengano e O valor do amanhã, o economista Eduardo Giannetti explora temas como identidade, cultura e história econômica em O elogio do vira-lata (Companhia das Letras, 348 pp, R$ 64,90). É possível virar do avesso o “complexo de vira-latas” — a expressão cunhada por Nelson Rodrigues para a subalternidade dos brasileiros em relação ao que é estrangeiro — e reinventá-lo não apenas como componente identitário, mas também como virtude tropical? No ensaio inédito que dá nome ao livro, Eduardo Giannetti vai na contramão do senso comum e defende que “não ter pedigree” é um caminho civilizatório tão válido quanto os trilhados por sociedades tidas como exemplos de desenvolvimento. Nesta coletânea, o leitor encontrará ainda outros 24 textos em que o economista aborda, com a lucidez e a argúcia que lhe são características, assuntos pertinentes à identidade, à cultura e à economia. Agrupados em eixos temáticos, os escritos aliam o diálogo com as inquietações do presente à lucidez e à erudição que firmaram o autor como um de nossos pensadores mais originais.

PublishNews, Redação, 26/06/2018

A autora canadense Alice Munro, vencedora do prêmio Nobel de Literatura, traz, em sua quarta coletânea de contos, As luas de Júpiter (Biblioteca Azul / Globo Livros, 296 pp, R$ 49,90), histórias sobre o conteúdo e as oscilações – os emaranhados e relações – dos sentimentos femininos: o passado pobre que envergonha a esposa diante do marido; o homem casado que, diante de uma fatalidade, resolve assumir uma nova vida com a amante; o marido que não se sente mais atraído pelo corpo envelhecido da mulher. Paixões desesperadamente concebidas, afeições traídas, casamentos estabelecidos e desfeitos: as alegrias, os medos, os amores e os despertares femininos ecoam ao longo dessas doze histórias, trazendo à tona a dor excepcional – e ainda inescapável – do contato humano. As luas de Júpiter retrata mulheres que, embora aparentemente frágeis, revelam personalidades surpreendentes e corajosas, enfrentando com lucidez a vida, suas alegrias e pesares, suas lutas e decepções.

PublishNews, Redação, 26/06/2018

Em 1922, a Inglaterra ainda vive à sombra da Primeira Guerra Mundial. Maridos, irmãos e primos jamais retornaram dos campos de batalha. A casa dos Wray, na elegante Camberwell, ao sul de Londres, antes habitada por uma grande família e seus criados, agora abriga apenas Frances, solteira por opção, e sua mãe, viúva. Afogadas em dívidas, elas não veem saída a não ser alugar os quartos do primeiro andar. É quando entram em cena os Barber, casal que vai transformar por completo a rotina da velha residência. Lilian e Leonard Barber são crias de um novo mundo, trabalhadores emergentes de classe média e logo Frances se dá conta que, mesmo sem um pingo de cultura, eles sabem viver com conforto. Porém, se ela pensava em termos puramente financeiros, logo a estranha proximidade com o casal ganha outros tons. Em Os hóspedes (Rocco, 416 pp, R$ 69,90 – Trad.: Léa Viveiros de Castro), Sarah Waters constrói um romance histórico de texturas góticas repleto de mistério, tensão e erotismo.

 
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