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PublishNews 13/03/2018
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PublishNews, Leonardo Neto, 13/03/2018

Alfredo Weiszflog receberá o Troféu do Prêmio Especial Avena PublishNews de Contribuição ao Mercado Editorial | © Divulgação / CBLQuem trabalha na indústria do livro costuma culpar um certo “bichinho” pelo amor que essas pessoas desenvolvem por aquilo que produzem. É comum ouvir “o bichinho do livro me picou”. Mas essa história não começa com nenhum bichinho e sim com uma árvore. Uma bananeira. Alfredo Weiszflog, eleito para receber o Prêmio Especial Avena PublishNews de Contribuição ao Mercado Editorial em 2018, se apaixonou pelo livro depois de plantar uma bananeira. Não literalmente, mas, depois de ficar de ponta cabeça mesmo. Ele já tinha se graduado em jornalismo e trabalhado por 11 anos – desde os 13 – na indústria de papeis do Grupo Melhoramentos, empresa fundada em 1890 da qual o avô foi sócio depois de aportar no Brasil vindo da Alemanha. Foi aí que ele resolveu fazer o caminho inverso e foi estagiar na Rowohlt, uma gráfica especializada na publicação de livros de bolso. “O dono desta empresa era um sujeito sui generis”, lembra com um sorriso maroto no rosto. “Ele tinha uma jukebox na sala e só contratava estagiários que soubessem plantar bananeira”, conta. Alfredo completa a frase já alertando que o seu dom de ficar de ponta cabeça ficou no passado e não adianta pedir que ele repita a cena. Foi ali que ele era “picado pelo bichinho do livro”. De volta ao Brasil, no início dos anos 1970, Alfredo volta a trabalhar na Melhoramentos, mas, não mais na área de papeis e sim no braço editorial do grupo. Começava aí a trajetória de um dos mais relevantes editores do Brasil. Sua atuação foi além da editora. Presidiu a Câmara Brasileira do Livro e o Grupo Interamericano de Editores e esteve no nascedouro do livro digital no País. Para conhecer um pouco mais sobre a trajetória e das razões que credenciam Weiszflog ao Prêmio de Contribuição ao Mercado Editorial, clique no Leia Mais.

PublishNews, Redação, 15/03/2018

Nesta quinta (15), a LabPub, escola dedicada à formação continuada na área editorial do Brasil, fará uma masterclass gratuita sobre Edição de textos- a habilidade essencial do editor, com Pedro Almeida e Alessandra Ruiz, ambos coordenadores exclusivos da LabPub e professores do curso Formação do Editor de Textos. Durante a masterclass, os dois profissionais, com mais de 20 anos de experiência no mercado, apresentarão o que é fundamental para um editor de textos e responderão perguntas dos participantes. O evento acontece das 19h30 às 20h30, no formato a distância e ao vivo e faz parte de uma série de aulas gratuitas que serão dadas pelos professores da escola. Para participar é necessário fazer inscrição clicando aqui

PublishNews, Redação, 13/03/2018

De hoje (13) até quinta (15), acontece no Sesc Pinheiros (Rua Paes Leme, 195 – São Paulo / SP) o Seminário Arte, Palavra e Leitura na 1ª Infância que irá discutir a importância da arte para a formação das crianças durante a primeira infância (zero a seis anos) e como os adultos (educadores e responsáveis) devem se preparar para apoiar essa trajetória. Realizado pelo Itaú Social e Sesc São Paulo, com curadoria do Instituto Emília e da Comunidade Educativa CEDAC, o encontro irá reunir especialistas nacionais e internacionais para discutir e refletir sobre o assunto. Entre os participantes estão os autores Lara Meana (Espanha), Sara Bertrand (Chile), Yolanda Reyes (Columbia), Marina Colassanti (Brasil), Rodrigo Lacerda (Brasil), Laura Teixeira (Brasil), Paloma Valdivia (Chile); e a ilustradora Issa Watanabe (Peru). A programação completa pode ser acessada clicando aqui.

PublishNews, Redação, 13/03/2018

A Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho, 915 – São Paulo / SP) recebe nesta quinta (15), às 19h, o lançamento do livro O pai da menina morta (Todavia), escrito pelo editor Tiago Ferro. Ele e sua esposa, a também editora Mika Matsuzake, perderam sua filha de oito anos em 2016. De lá pra cá, Tiago transformou a dor em arte e o resultado é o livro publicado pela Todavia. A obra não fala somente da perda, mas também de temas como como memória, sexualidade, humor, confissão e fabulação.

PublishNews, Redação, 13/03/2018

Em Quarto de despejo: diário de uma favelada, a escritora Carolina Maria de Jesus (1914-1977) produziu um retrato profundo do país, refletindo sobre a situação da mulher negra e pobre na metrópole. A autora, que ficou conhecida por empregar linguagem da tradição oral, completaria 104 anos nesta quarta-feira (14). Para celebrar sua produção, o IMS Paulista (Av. Paulista, 2424) recebe, na data, a apresentação Retratos de Carolina, da Cia. Os Crespos. Às 20h, o grupo encena trechos do espetáculo Ensaios sobre Carolina, baseado na história de vida da artista. A apresentação conta com a participação especial do rapper Du’Gueto e da poeta Tula Pilar. Antes da apresentação, às 16h e às 18h, membros do grupo leem trechos de Quarto de despejo: diário de uma favelada, primeira e mais famosa obra da escritora, publicada em 1960. Uma semana depois, no dia 21, o IMS Rio (Rua Marquês de São Vicente, 476) também promove uma atividade dedicada à escritora. Às 16h, no auditório, o ator Wilson Rabelo lê trechos do diário de Carolina. A leitura é intercalada por canções interpretadas por Mariana Bernardes, ao violão.

PublishNews, Redação, 13/03/2018

Começa na próxima semana o curso Planejando o seu romance, oferecido pela Breviário Cursos e ministrado por Robertson Frizero, escritor tradutor e dramaturgo. As aulas irão mostrar técnicas para um melhor planejamento de um romance e atividades práticas de tutoria sobre os projetos dos alunos. O curso falará também sobre os subgêneros do romance, revisão textual, a linguagem literária, estrutura narrativa e outros temas. As aulas começam no dia 22 e acontecem sempre às quintas-feiras, das 19h às 21h. Também ministrada por Robertson, começa no dia 24 a oficina Iniciação à criação literária, voltada tanto para os que desejam ser escritores e aprimorar sua escrita quanto para os que gostariam de ser leitores mais qualificados. As aulas acontecem aos sábados, das 9h30 às 13h, no Ateliê Literário (Av. Oswaldo Aranha, 1180 – Porto Alegre / RS). O investimento para ambos os cursos é de R$ 600.

PublishNews, Redação, 13/03/2018

A Fundação Ema Klabin (Rua Portugal, 43 – São Paulo / SP) recebe, a partir da desta sexta-feira (16), a oficina de escrita criativa “Escrever a Cidade”, ministrada pela pesquisadora Paloma Durante. Tendo como ponto de partida a construção do livro As cidades invisíveis, de Ítalo Calvino, Paloma pretende explorar o processo da escrita pautado na vivência e exploração de recortes da cidade de São Paulo, buscando potências poéticas nos espaços e no cotidiano da cidade, trazendo para perto dois conceitos: a prática da deriva e as narrativas de viajantes. A oficina será dividida em oito encontros que acontecerão sempre as sextas, até 11 de maio, das 15h às 17h30. O investimento é de R$ 280. As inscrições podem ser feitas clicando aqui

PublishNews, Redação, 13/03/2018

Até 1945, seus pais eram considerados heróis. Depois da derrota alemã, ficou claro que eram carrascos. Gudrun, Edda, Niklas e os outros retratados neste livro são os filhos de Himmler, Göring, Hess, Frank, Bormann, Höss, Speer e Mengele, alguns dos principais responsáveis pelo horror nazista. Crianças ou adolescentes durante a guerra, eles a viveram sob a proteção de seus pais afetuosos e poderosos. Para eles, a queda do Reich foi um verdadeiro choque de realidade. Inocentes, inconscientes dos crimes de seus pais, descobriram então toda a sua extensão. Alguns julgaram e condenaram. Outros continuaram reverenciando esses homens execrados por toda a humanidade. Filhos de nazistas (Vestígio / Autêntica, 240 pp, R$ 42,90) retrata a ascensão e o cotidiano desses altos funcionários que realizavam diariamente seu trabalho de morte – e depois conviviam com suas famílias, instaladas por vezes ao lado dos campos de concentração e extermínio – e descreve as existências singulares de seus filhos ao se tornarem adultos: a queda, a miséria, a vergonha ou o isolamento. 

“A literatura é política”
Rubens Figueiredo
Escritor brasileiro
1.
Combate espiritual
2.
A sutil arte de ligar o foda-se
3.
A parte que falta
4.
Ainda sou eu
5.
Sapiens
6.
Propósito
7.
A sorte segue a coragem!
8.
Fitoenergética
9.
O poder da ação
10.
Mais escuro
 
PublishNews, Redação, 13/03/2018

A epopeia dos 23 judeus que, em 1654, deixaram a capital pernambucana em busca de novas oportunidades foi o tema do samba-enredo da Portela deste ano. Agora, a especialista em história judaica Daniela Levy lança o livro De Recife para Manhattan: os judeus na formação de Nova York (Planeta, 256 pp, R$ 41,90), resultado de anos de pesquisa sobre o tema. Após 24 anos de domínio holandês, Portugal recuperou a colônia da região de Pernambuco, expulsando os holandeses e judeus que lá haviam se estabelecido. Depois de uma tempestade mudar o destino da viagem, de serem saqueados e presos, os judeus seguiram para a colônia holandesa de Nova Amsterdã. Assim começa a participação dos judeus que saíram do Brasil e acabaram ajudando na formação de Manhattan. O grupo foi o primeiro formar uma comunidade judaica na América do Norte. Esta história - pouco conhecida - é narrada em detalhes neste livro, que contém também mapas e imagens que ilustram essa aventura.

PublishNews, Redação, 13/03/2018

Em quase 50 anos de atuação como jornalista, Juca Kfouri acompanhou de perto, como observador ou participante (e muitas vezes as duas coisas), experiências fundamentais do mundo da política, da cultura e do esporte. O saldo é uma inescapável sensação de derrota, compartilhada nas memórias que o autor registra em Confesso que perdi (Companhia das Letras, 264 pp, R$ 39,90). Juca cobriu todas as Copas do Mundo desde 1982, e já havia participado indiretamente da cobertura das Copas de 1970, 1974 e 1978. À frente da revista Placar, foi responsável por desvendar e denunciar a chamada “máfia da loteria esportiva”, e por memoráveis capas como a que trazia seu amigo Sócrates posando como O pensador, de Rodin. É com a sinceridade de quem sabe que a memória é traidora que o autor oferece ao leitor essas deliciosas confissões de derrota.

PublishNews, Redação, 13/03/2018

Autor de O fim da história e o último homem, entre outras obras fundamentais da sociologia e da ciência política contemporânea, Francis Fukuyama retoma seu ambicioso projeto de narrar a longa trajetória das instituições políticas, das organizações tribais até o Estado moderno, em Ordem e decadência política (Rocco, 624 pp, R$ 99,90 – Trad.: Nivaldo Montingelli Jr.). Após As origens da ordem política, em que cobre a história das sociedades desde a Antiguidade até as Revoluções Francesa e Americana, o autor agora se debruça sobre os acontecimentos que vão do final do século XVIII até a chamada Primavera Árabe, partindo da questão fundamental de como as sociedades desenvolvem instituições políticas fortes, e examina, entre outras coisas, as disfunções da política contemporânea norte-americana, os efeitos da corrupção nas instituições e os diferentes legados do colonialismo na América Latina, África e Ásia. Um panorama completo e ousado da luta da humanidade pela criação de um Estado moderno e eficaz.

 
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